HAIR
É um musical da Broadway de 1967 escrito por Gerome Ragni e James Rado, que em 1979 foi transformado em filme nos Estados Unidos pelo diretor Milos Forman e com um roteiro cinematográfico escrito por Michael Weller, baseado na peça.
O filme fez sucesso durante a década de 70. De passagem por Nova Iorque Claude (John Savage) um rapaz do interior (Oklahoma), um dia antes de se alistar para a Guerra do Vietnã, conhece um grupo de hippies comandados por Berger (Treat Williams), com os quais passa a conviver. Com eles, aprende a ver o outro lado de uma guerra, com conceitos nada convencionais sobre o comportamento social eles tentam convencê-lo dos absurdos da atual sociedade. Claude se apaixona por Sheila (Beverly D'Angelo) uma jovem de família rica.
Milos Forman conseguiu agrupar o pensamento hippie em um filme. Porém, o filme é feito nem só de apologia ao movimento hippie, existem cenas que criticam duramente o movimento hippie, principalmente na cena em que um dos membros do grupo dá as costas à mãe de seu filho e ao seu filho.
Hair recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro, nas categorias de Melhor Filme – Comédia/Musical e Melhor Revelação Masculina (Treat Williams).
FICHA TÉCNICA:
Título: Hair
Lançamento: 1979 (EUA)
Direção: Milos Forman
Atores: John Savage, Treat Williams, Beverly D'Angelo e Annie Golden.
Duração: 120 min
Gênero: Musical
Fonte: www.youtube.com
Fonte: www.adorocinema.com/filmes/hair, www.interfilmes.com/filme, wikipedia.org/wiki/Hair, www.conteaqui.com.br/cinema/hair-o-filme e faggiani.wordpress.com
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Expressionismo alemão
O expressionismo alemão foi um estilo cinematográfico cujo auge se deu na década de 1920, porém, tudo começa em 1919, com o célebre filme de Robert Wiene: "O Gabinete do Doutor Caligari". Este filme transporta-nos para um mundo de puro pesadelo que coincide com a instabilidade política do momento: muros cheios de grafittis, prédios inclinados, panos de fundo desbotados de onde se destacam figuras geométricas abruptas e personagens alucinadas. Tudo aqui gira sob o signo da angústia. Mas o mais interessante é que aquilo que parecia ter sido feito com objetivo apenas de uma experiência isolada vem a se tornar a fonte de uma imensa corrente que influenciou toda a história do cinema. O horror, o fantástico e o crime eram os temas dominantes do expressionismo alemão. Nosferatu, O Vampiro (1922), de Murnau, e Dr. Mabuse, O Jogador (1922) e Metrópolis (1926), ambos de Fritz Lang, constituem as obras mais significativas do expressionismo.
O Expressionismo alemão demonstra como origem, fortes evidências em Van Gogh, pois, seu visual não fica restrito ao mundo do cinema, e sim se estende também a pintura, através da caracterização da imagem distorcida (uso de cores vibrantes e remetentes ao sobrenatural) retornando ao gótico e a oposição a uma sociedade imersa no desolador cenário do racionalismo moderno pregador do trabalho mecânico. As vibrantes e alucinógenas pinturas expressam um desligamento com o real, dando prioridade ao "eu" e sua visão pessoal do mundo.
Os filmes expressionistas foram produzidos apenas durante alguns anos, no entanto os seus temas foram integrados em filmes posteriores resultando no controlo artístico do cenário, luz e sombra de forma a acentuar a atmosfera do filme. Esta escola foi levada para os Estados Unidos da América quando importantes realizadores alemães emigraram para Hollywood. O expressionismo alemão influenciou particularmente dois géneros, o cinema de terror e o filme negro.
"O Gabinete do Doutor Caligari" Fonte:www.youtube.com
Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.educ.fc.ul.pt/.../aa-expressionismo, www.cinematografo.com.br e www.mac.usp.br
O Expressionismo alemão demonstra como origem, fortes evidências em Van Gogh, pois, seu visual não fica restrito ao mundo do cinema, e sim se estende também a pintura, através da caracterização da imagem distorcida (uso de cores vibrantes e remetentes ao sobrenatural) retornando ao gótico e a oposição a uma sociedade imersa no desolador cenário do racionalismo moderno pregador do trabalho mecânico. As vibrantes e alucinógenas pinturas expressam um desligamento com o real, dando prioridade ao "eu" e sua visão pessoal do mundo.
Os filmes expressionistas foram produzidos apenas durante alguns anos, no entanto os seus temas foram integrados em filmes posteriores resultando no controlo artístico do cenário, luz e sombra de forma a acentuar a atmosfera do filme. Esta escola foi levada para os Estados Unidos da América quando importantes realizadores alemães emigraram para Hollywood. O expressionismo alemão influenciou particularmente dois géneros, o cinema de terror e o filme negro.
"O Gabinete do Doutor Caligari" Fonte:www.youtube.com
Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.educ.fc.ul.pt/.../aa-expressionismo, www.cinematografo.com.br e www.mac.usp.br
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O favorito ao Oscar 2011:
O filme "Bravura indômita" dos irmãos Joel e Ethan Cohen, é uma refilmagem de um clássico do Velho Oeste de mesmo título protagonizado em 1969 por John Wayne e que recria a história da jovem de 14 anos Mattie Ross (Hailee Steinfeld) que procura o assassino de seu pai.
O pai de Mattie Ross (Hailee Steinfeld), foi assassinado a sangue frio por Tom Shaney (Josh Brolin). Em busca de vingança, ela resolve contratar um xerife beberrão, Reuben J. Cogburn (Jeff Bridges), para ir atrás dele. Inicialmente ele recusa a oferta, mas como precisa de dinheiro acaba aceitando. Mattie Ross exige ir junto com Reuben J. Cogburn, o que não lhe agrada. Para capturar Tom Shaney eles precisam entrar em território indígena e encontrá-lo com a colaboração do Texas Ranger La Boeuf (Matt Damon), um policial do Texas que está à sua procura devido ao assassinato de outro homem.
Informações Técnicas
Título no Brasil: Bravura indômita
Título Original: True Grit
País de Origem: EUA
Gênero: Drama / Faroeste
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Estréia no Brasil: 11/02/2011
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures
Direção: Ethan e Joel Coen
Observação: O filme Bravura indômita, entra em pré-estreia hoje (09/02/11) em alguns cinemas brasileiros.
Fonte: www.interfilmes.com/filme, cinema.cineclick.uol.com.br, www.grandesfilmes.com.br e g1.globo.com
O pai de Mattie Ross (Hailee Steinfeld), foi assassinado a sangue frio por Tom Shaney (Josh Brolin). Em busca de vingança, ela resolve contratar um xerife beberrão, Reuben J. Cogburn (Jeff Bridges), para ir atrás dele. Inicialmente ele recusa a oferta, mas como precisa de dinheiro acaba aceitando. Mattie Ross exige ir junto com Reuben J. Cogburn, o que não lhe agrada. Para capturar Tom Shaney eles precisam entrar em território indígena e encontrá-lo com a colaboração do Texas Ranger La Boeuf (Matt Damon), um policial do Texas que está à sua procura devido ao assassinato de outro homem.
Informações Técnicas
Título no Brasil: Bravura indômita
Título Original: True Grit
País de Origem: EUA
Gênero: Drama / Faroeste
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Estréia no Brasil: 11/02/2011
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures
Direção: Ethan e Joel Coen
Observação: O filme Bravura indômita, entra em pré-estreia hoje (09/02/11) em alguns cinemas brasileiros.
Fonte: www.interfilmes.com/filme, cinema.cineclick.uol.com.br, www.grandesfilmes.com.br e g1.globo.com
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Os melhores roteiristas do cinema americano:
Uma pequena definição sobre roteiro
O roteiro é a forma escrita de qualquer espetáculo audiovisual, escrito por um ou vários profissionais que são chamados de roteiristas. É um documento narrativo utilizado como diretriz para espetáculos de cinema ou programas televisivos.
Três tipos de roteiro:
Roteiros de ficção contêm a íntegra de um filme ou de um capítulo de novela ou seriado.
Roteiro de não ficção, como, por exemplo, a festa da entrega do Oscar ou Criança Esperança dependem de um roteiro, assim como documentários e filmes publcitários.
Roteiro técnico, desenvolvido posteriormente, dá indicações quanto ao posicionamento das câmeras, uso de gruas, iluminação e efeitos audiovisuais.
Melhores roteiros do cinema estadunidense
Em 2006, os membros do Sindicato dos Roteiristas da América selecionaram, dentre mais de mil e quatrocentos filmes, os 101 melhores roteiros.
Segue a lista dos dez (10) melhores roteiros eleitos:
1. Casablanca, roteiro adaptado por Julius e Philip Epstein (1942);
2. O Poderoso Chefão, de Mario Puzo e Francis Ford Coppola (1972);
3. Chinatown, de Robert Towne (1974);
4. Cidadão Kane, de Herman J. Mankiewicz e Orson Welles (1941);
5. A Malvada, de Joseph L. Mankiewicz (1950);
6. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, de Woody Allen e Marshall Brickman (1977);
7. Crepúsculo dos Deuses, de Charles Brackett, Billy Wilder e D.M. Marshman Jr (1950);
8. Rede de Intrigas, por Paddy Chayefsky (1976);
9. Quanto Mais Quente Melhor, roteiro de Billy Wilder e I. A. L. Diamond (1959);
10. O Poderoso Chefão II, de Mario Puzo e Francis Ford Coppola (1974).
Mario Puzo, roteirista do filme O Poderoso Chefão
Fonte: www.google.com.br/imagens
Os roteiristas que tiveram mais filmes escolhidos entre os cento e um nomeados, com quatro cada um, foram Woody Allen, Francis Ford Copolla e Billy Wilder. Com três nomeações cada um ficou Charlie Kaufman, William Goldman e John Huston.
Doc Comparato, roteirista pioneiro no Brasil
Fonte: www.google.com.br/imagens
Observação: No Brasil, o roteirista Doc Comparato, foi um dos pioneiros no ramo, e escreveu um livro "Roteiro" (relançado como "Da Criação ao Roteiro") que é um manual de escrita para televisão, historicamente importante por ter sido o primeiro no Brasil.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.adorocinema.com e criapub.wordpress.com
O roteiro é a forma escrita de qualquer espetáculo audiovisual, escrito por um ou vários profissionais que são chamados de roteiristas. É um documento narrativo utilizado como diretriz para espetáculos de cinema ou programas televisivos.
Três tipos de roteiro:
Roteiros de ficção contêm a íntegra de um filme ou de um capítulo de novela ou seriado.
Roteiro de não ficção, como, por exemplo, a festa da entrega do Oscar ou Criança Esperança dependem de um roteiro, assim como documentários e filmes publcitários.
Roteiro técnico, desenvolvido posteriormente, dá indicações quanto ao posicionamento das câmeras, uso de gruas, iluminação e efeitos audiovisuais.
Melhores roteiros do cinema estadunidense
Em 2006, os membros do Sindicato dos Roteiristas da América selecionaram, dentre mais de mil e quatrocentos filmes, os 101 melhores roteiros.
Segue a lista dos dez (10) melhores roteiros eleitos:
1. Casablanca, roteiro adaptado por Julius e Philip Epstein (1942);
2. O Poderoso Chefão, de Mario Puzo e Francis Ford Coppola (1972);
3. Chinatown, de Robert Towne (1974);
4. Cidadão Kane, de Herman J. Mankiewicz e Orson Welles (1941);
5. A Malvada, de Joseph L. Mankiewicz (1950);
6. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, de Woody Allen e Marshall Brickman (1977);
7. Crepúsculo dos Deuses, de Charles Brackett, Billy Wilder e D.M. Marshman Jr (1950);
8. Rede de Intrigas, por Paddy Chayefsky (1976);
9. Quanto Mais Quente Melhor, roteiro de Billy Wilder e I. A. L. Diamond (1959);
10. O Poderoso Chefão II, de Mario Puzo e Francis Ford Coppola (1974).
Mario Puzo, roteirista do filme O Poderoso Chefão
Fonte: www.google.com.br/imagens
Os roteiristas que tiveram mais filmes escolhidos entre os cento e um nomeados, com quatro cada um, foram Woody Allen, Francis Ford Copolla e Billy Wilder. Com três nomeações cada um ficou Charlie Kaufman, William Goldman e John Huston.
Doc Comparato, roteirista pioneiro no Brasil
Fonte: www.google.com.br/imagens
Observação: No Brasil, o roteirista Doc Comparato, foi um dos pioneiros no ramo, e escreveu um livro "Roteiro" (relançado como "Da Criação ao Roteiro") que é um manual de escrita para televisão, historicamente importante por ter sido o primeiro no Brasil.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.adorocinema.com e criapub.wordpress.com
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Spike Lee
Fonte: www.google.com.br/imagens
Shelton Jackson Lee, mais conhecido como Spike Lee, é um ícone do cinema afro-americano. Nascido em Atlanta, Geórgia nos Estados Unidos, em 20 de março de 1957, ele além de ser um grande diretor, também produz, atua e ainda sobra tempo para se dedicar como escritor. Entre seus filmes se destacam Faça a coisa certa de 1989 e Malcolm X de 1992, ele também é um reconhecido documentarista. Ensina cinema na Universidade de Nova Iorque. A mídia especializada o considera um diretor polêmico.
Spike Lee sempre abordou a temática racial abrindo as portas em Hollywood para uma conscientização sobre os problemas sociais do país. Ele seguidamente atua em seus próprios filmes. Ainda muito jovem Spike Lee se mudou para o Brooklin, em Nova Iorque, seu pai era um músico do Jazz e sua mãe uma professora, ele estudou no Colégio Morehouse, em Atlanta, onde desenvolveu suas habilidades de filmagem. Depois de se formar, foi para a escola de Artes Tisch School, e se graduou em programação de filmagem.
Produziu um curta muito controverso chamado de 10 minutos, e em 1986, Spike Lee fez o filme Ela Quer Tudo (She's Gotta Have It), uma comédia sobre relações sexuais. A produção do filme custou 175.000 dólares, e faturou 7.000.000. A partir de então, Spike Lee se tornou conhecido no mundo do cinema.
Fonte: wikipedia.org, www.adorocinema.com, diblackpablack.blogspot.com e www.stars-news.info.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Festival de Cinema de Gotemburgo
Fonte: www.google.com.br/imagens
O Festival de Cinema de Gotemburgo é um evento anual organizado em Gotemburgo (Suécia) desde 1979. Começa na última semana de janeiro e dura 10 dias. O centro das atenções do festival fica por conta da seção competitiva, onde os filmes exibidos (geralmente os produzidos nos países nórdicos) competem pelo "Filmdraken", o "Dragão do Cinema", que dá 200.000 coroas suecas (US$ 28 mil).
Na sua primeira edição foram apresentados 17 filmes exibidos em 3 cinemas, com um público de 3000 pessoas. Hoje em dia, é o maior festival cinematográfico dos Países Nórdicos, onde são exibidos filmes de todo o Mundo.
O Festival de Cinema de Gotemburgo, já teve em suas exibições uma seção chamada Real Brazil, com a exibição de Carandiru, de Hector Babenco; O Prisioneiro da Grade de Ferro, de Paulo Sacramento; Ônibus 174, de José Padilha; e Edifício Master, de Eduardo Coutinho. Também já ocorreram sessões dedicadas a filmes Cubanos e também a filmes Argentinos entre outros países do mercado cinematográficos.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, cinema.cineclick.uol.com.br e www.territorioscuola.com.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
O dia em que o rock morreu!
Em 03 de fevereiro de 1959, segundo o compositor americano Don McLean foi “o dia em que o rock morreu” (“the day the music died”).
La Bamba é um filme estadunidense dirigido por Luis Valdez, do gênero drama biográfico, lançado em 1987, e é nesse filme que se retratado parte do fato acima relatado.
O filme narra à história do cantor estadunidense Richard Stephen Valenzuela, mais conhecido como Ritchie Valens, que teve uma carreira meteórica no final dos anos 50 recheada de sucessos e pontuada por uma das canções mais famosas de todos os tempos: "La Bamba", música tradicional mexicana, transformada em rock and roll por Valens, porém, ocorreu um trágico acidente no dia 3 de Fevereiro de 1959, que matou Valens, com apenas 17 anos, e também os cantores, Buddy Holly (22 anos) e J.P. “The Big Bopper” Richardson (28 anos), quando o avião monomotor que os levava em direção a Moorhead (Minnesota) caiu por volta da 1h da madrugada, tal fato ficou conhecido como o dia em que o rock morreu.
Na noite anterior o trio se apresentou no Surf Ballroom na cidade de Clear Lake (Iowa). Naquela noite, o ônibus que transportou os três músicos estava ‘caindo aos pedaços’ e sem sistema de aquecimento, foi então que Buddy pediu um avião para ir até a próxima cidade da turnê.
Quando Valens e J.P. Richardson ficaram sabendo, foram disputar seus lugares com o baixista da banda de Buddy Holly, Waylon Jennings e o guitarrista Tommy Allsup, J.P. Richardson e Ritchie Valens ganharam seus lugares, através do cara ou coroa.
O local onde ocorreu a queda do avião foi transformado em memorial pelos fãs.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: www.osarmenios.com.br, Wikipédia, a enciclopédia livre, www.adorocinema.com e www.filmesdecinema.com.br.
La Bamba é um filme estadunidense dirigido por Luis Valdez, do gênero drama biográfico, lançado em 1987, e é nesse filme que se retratado parte do fato acima relatado.
O filme narra à história do cantor estadunidense Richard Stephen Valenzuela, mais conhecido como Ritchie Valens, que teve uma carreira meteórica no final dos anos 50 recheada de sucessos e pontuada por uma das canções mais famosas de todos os tempos: "La Bamba", música tradicional mexicana, transformada em rock and roll por Valens, porém, ocorreu um trágico acidente no dia 3 de Fevereiro de 1959, que matou Valens, com apenas 17 anos, e também os cantores, Buddy Holly (22 anos) e J.P. “The Big Bopper” Richardson (28 anos), quando o avião monomotor que os levava em direção a Moorhead (Minnesota) caiu por volta da 1h da madrugada, tal fato ficou conhecido como o dia em que o rock morreu.
Na noite anterior o trio se apresentou no Surf Ballroom na cidade de Clear Lake (Iowa). Naquela noite, o ônibus que transportou os três músicos estava ‘caindo aos pedaços’ e sem sistema de aquecimento, foi então que Buddy pediu um avião para ir até a próxima cidade da turnê.
Quando Valens e J.P. Richardson ficaram sabendo, foram disputar seus lugares com o baixista da banda de Buddy Holly, Waylon Jennings e o guitarrista Tommy Allsup, J.P. Richardson e Ritchie Valens ganharam seus lugares, através do cara ou coroa.
O local onde ocorreu a queda do avião foi transformado em memorial pelos fãs.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: www.osarmenios.com.br, Wikipédia, a enciclopédia livre, www.adorocinema.com e www.filmesdecinema.com.br.
Assinar:
Postagens (Atom)




