Fonte: www.google.com.br/imagens
Fernando Ferreira Meirelles, cineasta, produtor e roteirista brasileiro, nascido em São Paulo, em 11 de setembro de 1955, casado com Ciça Meirelles e pai de Francisco e Carolina, ganhou notoriedade internacional com o filme Cidade de Deus (2002), que lhe rendeu a indicação ao Oscar 2004, como Melhor Diretor. Posteriormente, passou a dirigir filmes de sucessos, como O Jardineiro Fiel (2005), baseado no romance homônimo de John Le Carré e pelo qual foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Diretor; e Ensaio sobre a Cegueira (2008), baseado no romance homônimo de José Saramago.
Aos 12 anos de idade, Fernando Meirelles foi presenteado com uma câmera de filmar, e esse passatempo nunca mais foi abandonado.
Cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo durante a década de 1980. Elaborou seu trabalho de graduação na forma de um filme, viajou ao Japão e comprou um equipamento de vídeo profissional para preparar o trabalho. Apresentou-o e recebeu a nota mínima para graduar-se.
Meirelles iniciou sua carreira com filmes experimentais. Com o tempo, fundou juntamente com alguns amigos, uma produtora independente, Olhar Eletrônico. Posteriormente, novos amigos se uniram a Fernando Meirelles, e com isso a produtora levou ao ar programas de televisão sobre atualidades, assim como a série infantil Rá-Tim-Bum, com 180 episódios, obteveram com isso uma alta popularidade.
Meirelles e amigos fecharam a “Olhar Eletrônico”, abrindo uma empresa de propaganda, a O2 Filmes.
Em 1997, Meirelles leu o livro Cidade de Deus, de Paulo Lins e decidiu adaptá-lo para o cinema, o que se concretizou em 2002. Os atores foram selecionados entre os habitantes de favelas. De 400 crianças, 200 chegaram à etapa final e trabalharam no filme. A filmagem foi feita com técnicos profissionais. O filme teve sucesso nacional e internacional.
Em 2004, novo triunfo. No tradicional Festival de Cannes, Meirelles foi indicado para Melhor Realizador, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Fotografia e Melhor Montagem, pelo filme O Jardineiro Fiel.
Outra grande investida no cinema internacional é a transposição para as telas da obra Ensaio sobre a Cegueira, do escritor português José Saramago. Trazendo como protagonistas a brasileira Alice Braga e o ator norte-americano Danny Glover, e teve também a presença de Julianne Moore, no papel da esposa de um oftalmologista. Este filme abriu nada menos que o Festival de Cannes de 2008, e foi muito elogiado pela crítica.
Atualmente o diretor Fernando Meirelles fez uma pontinha na primeira animação brasileira em formato 3D (Brasil animado), dublando seu personagem.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.infoescola.com/biografias/fernando-meirelles e www.portaldecinema.com.br
segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Uma beleza versátil
Monica Anna Maria Bellucci, nascida em Città di Castello na Itália, em 30 de setembro de 1964 é uma atriz e ex-modelo internacional.
Nos anos 80, Monica Bellucci abandonou os estudos de Direito na Universidade de Perúgia para seguir a carreira de modelo e a carreira cinematográfica internacional.
Em 1988 mudou-se para Milão, um dos grandes centros mundiais da moda, além de posar para fotografias de moda em Paris e Nova Iorque em algumas das maiores revistas do ramo, como Elle e GQ, o que a levou a conseguir destaque internacional na profissão, nesta época, Monica Bellucci fez a transição para o cinema, dedicando-se os estudos de interpretação.
Fluente em italiano, inglês e francês, o que lhe possibilita trabalhar em filmes nas três línguas e em países diversos, em 1992 participou em um pequeno papel do seu primeiro filme em língua inglesa, Drácula de Bram Stocker, dirigido por Francis Ford Coppola, após esta participação, Monica Bellucci realizou uma série de filmes em francês, com seu marido, também ator, Vincent Cassel, Juntos tem um filha chamada Deva, nascida em 12 de setembro de 2004 e outra chamada Léonie, nascida em 20 de maio de 2010. Ambas nascidas em Roma.
Com o sucesso mundial do filme italiano Malèna, de Giuseppe Tornactore, Monica teve as portas abertas de Hollywood, com destaque para a interpretação no papel de Maria Madalena no polêmico sucesso de bilheteria de Mel Gibson, A Paixão de Cristo.
Monica Bellucci aos quarenta anos de idade foi considerada pelos leitores da revista masculina Maxim’s, a mulher mais sexy do mundo no ano de 2004.
De uma beleza versátil, Monica Bellucci também fez sucesso com o público infantil e adolescente ao personificar a rainha egípcia Cleópatra no filme francês Asterix e Obelix: Missão Cleópatra, baseado nos quadrinhos dos heróis gauleses, um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema na França.
E para encerrar-mos com chave de ouro esta pequena biografia de Monica Bellucci, fiquem com uma série de fotos desta bela atriz:
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.stars-celebrites.com, www.cinema.sapo.pt e www.perfil-de-famosas.com
Nos anos 80, Monica Bellucci abandonou os estudos de Direito na Universidade de Perúgia para seguir a carreira de modelo e a carreira cinematográfica internacional.
Em 1988 mudou-se para Milão, um dos grandes centros mundiais da moda, além de posar para fotografias de moda em Paris e Nova Iorque em algumas das maiores revistas do ramo, como Elle e GQ, o que a levou a conseguir destaque internacional na profissão, nesta época, Monica Bellucci fez a transição para o cinema, dedicando-se os estudos de interpretação.
Fluente em italiano, inglês e francês, o que lhe possibilita trabalhar em filmes nas três línguas e em países diversos, em 1992 participou em um pequeno papel do seu primeiro filme em língua inglesa, Drácula de Bram Stocker, dirigido por Francis Ford Coppola, após esta participação, Monica Bellucci realizou uma série de filmes em francês, com seu marido, também ator, Vincent Cassel, Juntos tem um filha chamada Deva, nascida em 12 de setembro de 2004 e outra chamada Léonie, nascida em 20 de maio de 2010. Ambas nascidas em Roma.
Com o sucesso mundial do filme italiano Malèna, de Giuseppe Tornactore, Monica teve as portas abertas de Hollywood, com destaque para a interpretação no papel de Maria Madalena no polêmico sucesso de bilheteria de Mel Gibson, A Paixão de Cristo.
Monica Bellucci aos quarenta anos de idade foi considerada pelos leitores da revista masculina Maxim’s, a mulher mais sexy do mundo no ano de 2004.
De uma beleza versátil, Monica Bellucci também fez sucesso com o público infantil e adolescente ao personificar a rainha egípcia Cleópatra no filme francês Asterix e Obelix: Missão Cleópatra, baseado nos quadrinhos dos heróis gauleses, um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema na França.
E para encerrar-mos com chave de ouro esta pequena biografia de Monica Bellucci, fiquem com uma série de fotos desta bela atriz:
Fonte: www.google.com.br/imagens
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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.stars-celebrites.com, www.cinema.sapo.pt e www.perfil-de-famosas.com
sábado, 12 de março de 2011
Em Cartaz:
Título: Rango;
Lançamento: 2011;
Direção: Gore Verbinski;
Atores: Johnny Depp, Abigail Breslin, Ned Beatty, Alfred Molina;
Duração: 107 min;
Gênero: Animação;
Status: Estréia.
Esta animação que está em cartaz nos cinemas brasileiros, conta a história de Rango (voz Johnny Depp), um camaleão que vive tranquilamente na cidade grande, porém, encontra-se em uma crise de identidade, e após um acidente, vai parar em pleno velho oeste, na cidade de Poeira no deserto do Mojave, na Califórnia, local onde ele irá se envolver em muitas confusões e encontrará coisas que jamais imaginou. Pois, de uma hora para outra, sua rotina de animal de estimação mudou radicalmente e agora ele precisará deixar a vida "camuflada" para enfrentar os perigos existentes no mundo real, fazendo com que ele vivencie a experiência de fazer amigos, conhecer inimigos e até, quem sabe, se tornar um herói.
Fonte: www.youtube.com
Fonte: www.adorocinema.com, www.bombanet.com.br, www.not1.com.br/rango e www.buscafilme.com.br
Lançamento: 2011;
Direção: Gore Verbinski;
Atores: Johnny Depp, Abigail Breslin, Ned Beatty, Alfred Molina;
Duração: 107 min;
Gênero: Animação;
Status: Estréia.
Esta animação que está em cartaz nos cinemas brasileiros, conta a história de Rango (voz Johnny Depp), um camaleão que vive tranquilamente na cidade grande, porém, encontra-se em uma crise de identidade, e após um acidente, vai parar em pleno velho oeste, na cidade de Poeira no deserto do Mojave, na Califórnia, local onde ele irá se envolver em muitas confusões e encontrará coisas que jamais imaginou. Pois, de uma hora para outra, sua rotina de animal de estimação mudou radicalmente e agora ele precisará deixar a vida "camuflada" para enfrentar os perigos existentes no mundo real, fazendo com que ele vivencie a experiência de fazer amigos, conhecer inimigos e até, quem sabe, se tornar um herói.
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Ed Wood o filme
Ed Wood é um filme estadunidense de 1994, dos gêneros comédia biográfica, dirigida por Tim Burton, sobre Edward Davis Wood Jr., considerado o pior diretor de todos os tempos. O roteiro é baseado em livro de Rudolph Grey. O filme foi rodado em preto e branco.
O filme Ed Wood, protagonizado por Johnny Depp, ressalta toda a paixão que Wood sentia em produzir e dirigir filmes trash e de ficção científica, e sua persistência apesar dos fracassos e das dificuldades. A história passa-se na década de 1950, quando Ed Wood se envolve com um grupo de atores desajustados. Ganha destaque a sua amizade com Bela Lugosi, interpretado por Martin Landau, a quem tentou ajudar a se livrar do vício da morfina.
Vencedor dos Oscars 1995, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Martin Landau) e Melhor Maquiagem (Rick Baker).
Ficha Técnica:
Título: Ed Wood
Lançamento: 1994
Direção: Tim Burton
Duração: 127 min
Gênero: Comédia
Atores:
• Johnny Depp .... Ed Wood
•
• Martin Landau .... Béla Lugosi
•
• Sarah Jessica Parker .... Dolores Fuller
•
• Patricia Arquette .... Kathy O'Hara
•
• Lisa Marie Smith .... Vampira
•
• Jeffrey Jones .... O Incrível Criswell
•
• Max Casella .... Paul Marco
•
• Brent Hinkley .... Conrad Brooks
•
• Bill Murray .... Bunny Breckinridge
•
• George Steele .... Tor Johnson
•
• Juliet Landau .... Loretta King
•
• Ned Bellamy .... Tom Mason
•
• Mike Starr .... George Weiss
Fonte: www.youtube.com
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.cinema.cineclick.uol.com.br, www.interfilmes.com e www.adorocinema.com
O filme Ed Wood, protagonizado por Johnny Depp, ressalta toda a paixão que Wood sentia em produzir e dirigir filmes trash e de ficção científica, e sua persistência apesar dos fracassos e das dificuldades. A história passa-se na década de 1950, quando Ed Wood se envolve com um grupo de atores desajustados. Ganha destaque a sua amizade com Bela Lugosi, interpretado por Martin Landau, a quem tentou ajudar a se livrar do vício da morfina.
Vencedor dos Oscars 1995, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Martin Landau) e Melhor Maquiagem (Rick Baker).
Ficha Técnica:
Título: Ed Wood
Lançamento: 1994
Direção: Tim Burton
Duração: 127 min
Gênero: Comédia
Atores:
• Johnny Depp .... Ed Wood
•
• Martin Landau .... Béla Lugosi
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• Sarah Jessica Parker .... Dolores Fuller
•
• Patricia Arquette .... Kathy O'Hara
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• Lisa Marie Smith .... Vampira
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• Jeffrey Jones .... O Incrível Criswell
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• Max Casella .... Paul Marco
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• Brent Hinkley .... Conrad Brooks
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• Bill Murray .... Bunny Breckinridge
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• George Steele .... Tor Johnson
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• Juliet Landau .... Loretta King
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• Ned Bellamy .... Tom Mason
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• Mike Starr .... George Weiss
Fonte: www.youtube.com
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.cinema.cineclick.uol.com.br, www.interfilmes.com e www.adorocinema.com
quinta-feira, 10 de março de 2011
“O pior Diretor do mundo”
Ed Wood
Fonte: www.google.com.br/imagens
Edward Davis Wood Jr. nasceu em Poughkeepsie, Nova Iorque a 10 de outubro 1924. Aos sete anos Ed Wood assistiu ao seu primeiro filme de Terror, "Drácula" de Tod Browning, 1931, cujo papel principal era interpretado por Bela Lugosi, que imortalizou o personagem.
Cinéfilo e apaixonado, grande fã de westerns e de filmes fantásticos, Ed Wood ganhou uma câmara de filmar de seus pais aos 11 anos com a qual começou avidamente a fazer curtas-metragens, aos 17 anos alistou-se nos "marines", participou na campanha do Pacífico, na 2ª Guerra Mundial. Foram-lhe atribuídas várias condecorações, foi baleado nas pernas, perdeu os dentes da frente e desde então gostava de assustar as pessoas arrancando a ponte móvel que escondia essas falhas.
Em Agosto de 1948 escreveu e realizou o seu primeiro filme profissional, o western “The Crossroads of Laredo”, note-se, contou com a colaboração de Ray Flin, diretor de fotografia de Orson Welles, ídolo e modelo de Ed Wood. Em 1955, Ed Wood conheceu Bela Lugosi de quem ficou amigo. Bela Lugosi estava já em final de carreira, e viciado em morfina, mas mesmo assim Wood conseguiu que o ator participasse de diversas das suas bombas de ficção científica. Nessa altura, reuniu-se à sua volta um grupo de personalidades estranhas e contrastantes. Também em 1955, Ed Wood casa-se com Norma McCarty, de quem se divorcia em fevereiro de 1956. Depois disso, juntou-se com Kathy Wood, de quem só a morte o separou.
Sempre desprezado pelos estúdios e contando com poucos colaboradores, Ed Wood tinha que desenvolver sozinho os seus argumentos e ideias malucas, o que fez dele argumentista, ator, realizador e produtor de cada filme. Dono de uma capacidade de autopromoção incrível, não hesitava em rastejar para obter financiadores e investidores vindos dos mais variados campos.
Usava a tática de filmar apenas uma vez cada cena, certas cenas chegam a repetir-se cinco vezes no mesmo filme, tudo para economizar dinheiro. Através do filme Glen or Glenda?, Ed Wood foi o primeiro diretor a defender o travestismo sem complexos. Ed Wood tomou muito cedo o gosto e o hábito de vestir-se como mulher, conta-se que com a influência de sua mãe. Característica que curiosamente nunca impediu suas múltiplas conquistas femininas.
Com o decorrer do tempo, e com a popularidade da televisão, o seu tipo de filme deixou de ter lugar e as suas condições de vida tornaram-se cada vez mais precárias e difíceis. Definitivamente excluído do sistema de Hollywood, Ed Wood desdobrava-se em esforço, devido ao seu alcoolismo que já vinha de longa data, o seu estado de saúde agravou-se rapidamente. Três dias depois da ordem de despejo da casa que partilhara com Kathy, Ed Wood morreu de um ataque cardíaco, em 7 de dezembro de 1978, com a idade de 54 anos, em North Hollywood. Dois anos depois, seria considerado o "Pior Diretor de Todos os Tempos". Em 1995, veio duas estatuetas do Oscar para um filme sobre sua biografia, realizado por Tim Burton e protagonizado por Johnny Depp, atualmente, venho sua incrível legião de fãs, que até criaram uma igreja com seu nome, se multiplicaram como os incríveis erros de seus filmes.
Amanhã será postado uma sinopse do filme biográfico de Ed Wood, realizado pelo diretor Tim Burton.
Fonte: www.angelfire.com, www.jackodiario.blogspot.com, Wikipédia, a enciclopédia livre e www.edwood.vilabol.uol.com.br
Fonte: www.google.com.br/imagens
Edward Davis Wood Jr. nasceu em Poughkeepsie, Nova Iorque a 10 de outubro 1924. Aos sete anos Ed Wood assistiu ao seu primeiro filme de Terror, "Drácula" de Tod Browning, 1931, cujo papel principal era interpretado por Bela Lugosi, que imortalizou o personagem.
Cinéfilo e apaixonado, grande fã de westerns e de filmes fantásticos, Ed Wood ganhou uma câmara de filmar de seus pais aos 11 anos com a qual começou avidamente a fazer curtas-metragens, aos 17 anos alistou-se nos "marines", participou na campanha do Pacífico, na 2ª Guerra Mundial. Foram-lhe atribuídas várias condecorações, foi baleado nas pernas, perdeu os dentes da frente e desde então gostava de assustar as pessoas arrancando a ponte móvel que escondia essas falhas.
Em Agosto de 1948 escreveu e realizou o seu primeiro filme profissional, o western “The Crossroads of Laredo”, note-se, contou com a colaboração de Ray Flin, diretor de fotografia de Orson Welles, ídolo e modelo de Ed Wood. Em 1955, Ed Wood conheceu Bela Lugosi de quem ficou amigo. Bela Lugosi estava já em final de carreira, e viciado em morfina, mas mesmo assim Wood conseguiu que o ator participasse de diversas das suas bombas de ficção científica. Nessa altura, reuniu-se à sua volta um grupo de personalidades estranhas e contrastantes. Também em 1955, Ed Wood casa-se com Norma McCarty, de quem se divorcia em fevereiro de 1956. Depois disso, juntou-se com Kathy Wood, de quem só a morte o separou.
Sempre desprezado pelos estúdios e contando com poucos colaboradores, Ed Wood tinha que desenvolver sozinho os seus argumentos e ideias malucas, o que fez dele argumentista, ator, realizador e produtor de cada filme. Dono de uma capacidade de autopromoção incrível, não hesitava em rastejar para obter financiadores e investidores vindos dos mais variados campos.
Usava a tática de filmar apenas uma vez cada cena, certas cenas chegam a repetir-se cinco vezes no mesmo filme, tudo para economizar dinheiro. Através do filme Glen or Glenda?, Ed Wood foi o primeiro diretor a defender o travestismo sem complexos. Ed Wood tomou muito cedo o gosto e o hábito de vestir-se como mulher, conta-se que com a influência de sua mãe. Característica que curiosamente nunca impediu suas múltiplas conquistas femininas.
Com o decorrer do tempo, e com a popularidade da televisão, o seu tipo de filme deixou de ter lugar e as suas condições de vida tornaram-se cada vez mais precárias e difíceis. Definitivamente excluído do sistema de Hollywood, Ed Wood desdobrava-se em esforço, devido ao seu alcoolismo que já vinha de longa data, o seu estado de saúde agravou-se rapidamente. Três dias depois da ordem de despejo da casa que partilhara com Kathy, Ed Wood morreu de um ataque cardíaco, em 7 de dezembro de 1978, com a idade de 54 anos, em North Hollywood. Dois anos depois, seria considerado o "Pior Diretor de Todos os Tempos". Em 1995, veio duas estatuetas do Oscar para um filme sobre sua biografia, realizado por Tim Burton e protagonizado por Johnny Depp, atualmente, venho sua incrível legião de fãs, que até criaram uma igreja com seu nome, se multiplicaram como os incríveis erros de seus filmes.
Amanhã será postado uma sinopse do filme biográfico de Ed Wood, realizado pelo diretor Tim Burton.
Fonte: www.angelfire.com, www.jackodiario.blogspot.com, Wikipédia, a enciclopédia livre e www.edwood.vilabol.uol.com.br
quarta-feira, 9 de março de 2011
O homem que bateu de frente com “George W. Bush”.
Michael Moore
Fonte: www.google.com.br/imagens
Michael Francis Moore nascido em 23 de abril de 1954, Flint no estado de Michigan, ele é cineasta, documentarista e escritor dos Estados Unidos, conhecido pela sua postura crítica em relação às grandes corporações, à violência armada, à invasão do Iraque e à hipocrisia dos políticos, sendo particularmente crítico em relação à George W. Bush.
Aos vinte e dois anos, Michael Moore fundou The Flint Voice, um dos diários alternativos mais respeitados do país. Na metade dos anos oitenta foi produtor, diretor, autor e apresentador da série de televisão “TV Nation”, premiada com um Emmy.
Michael Moore, no ano de 1989 dirigiu Roger e Eu, um filme que fez história e que narrava sua aventura pessoal para entrar em contato com Roger Smith, presidente da General Motors. O assunto seria sobre os habitantes da cidade de Flint, frente ao desemprego criado depois do encerramento de unidades da G. M.
Em The Big One de 1997, ele divulga ao público as tramas das grandes empresas e de políticos, obrigando a que a multinacional Nike deixasse de utilizar crianças como força de trabalho barata na Indonésia.
Entre os seus filmes mais famosos estão Fahrenheit 9/11, de 2004, onde critica George Bush, Tiros em Columbine de 2002, onde ele aborda a obsessão em redor das armas nos Estados Unidos, relacionando-a com o Massacre de Columbine, ocorrido em uma escola.
Michael Moore, também dirige clipes musicais, com destaque para o clipe “Boom!” do System of a Down. Ele também dirigiu os clipes “Testify” e “Sleep Now in the Fire” do Rage Against the Machine.
Fã confesso da política adotada pelo partido dos Trabalhadores, aqui no Brasil, certamente Michael Moore com sua visão crítica, ajudou na indicação pela revista Time, no titulo de um dos políticos mais influente do mundo, concedido para o ex-presidente “Lula”.
Filmes
• 2009 - Capitalismo - Uma História de Amor;
•
• 2007 - Sicko - S.O.S. Saúde;
•
• 2004 - Fahrenheit 11 de Setembro;
•
• 2002 - Tiros em Columbine;
•
• 1998 - And justice for all;
•
• 1997 - Big one, The;
•
• 1995 - TV Nation 2;
•
• 1995 - TV Nation;
•
• 1992 - Two Mikes don't make a wright;
•
• 1992 - Pets or meat: The return to Flint (TV);
•
• 1989 - Roger e eu;
•
• 1985 - Operação Canadá.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.conversaafiada.com.br/.../michael-moore e www.adorocinema.com
Fonte: www.google.com.br/imagens
Michael Francis Moore nascido em 23 de abril de 1954, Flint no estado de Michigan, ele é cineasta, documentarista e escritor dos Estados Unidos, conhecido pela sua postura crítica em relação às grandes corporações, à violência armada, à invasão do Iraque e à hipocrisia dos políticos, sendo particularmente crítico em relação à George W. Bush.
Aos vinte e dois anos, Michael Moore fundou The Flint Voice, um dos diários alternativos mais respeitados do país. Na metade dos anos oitenta foi produtor, diretor, autor e apresentador da série de televisão “TV Nation”, premiada com um Emmy.
Michael Moore, no ano de 1989 dirigiu Roger e Eu, um filme que fez história e que narrava sua aventura pessoal para entrar em contato com Roger Smith, presidente da General Motors. O assunto seria sobre os habitantes da cidade de Flint, frente ao desemprego criado depois do encerramento de unidades da G. M.
Em The Big One de 1997, ele divulga ao público as tramas das grandes empresas e de políticos, obrigando a que a multinacional Nike deixasse de utilizar crianças como força de trabalho barata na Indonésia.
Entre os seus filmes mais famosos estão Fahrenheit 9/11, de 2004, onde critica George Bush, Tiros em Columbine de 2002, onde ele aborda a obsessão em redor das armas nos Estados Unidos, relacionando-a com o Massacre de Columbine, ocorrido em uma escola.
Michael Moore, também dirige clipes musicais, com destaque para o clipe “Boom!” do System of a Down. Ele também dirigiu os clipes “Testify” e “Sleep Now in the Fire” do Rage Against the Machine.
Fã confesso da política adotada pelo partido dos Trabalhadores, aqui no Brasil, certamente Michael Moore com sua visão crítica, ajudou na indicação pela revista Time, no titulo de um dos políticos mais influente do mundo, concedido para o ex-presidente “Lula”.
Filmes
• 2009 - Capitalismo - Uma História de Amor;
•
• 2007 - Sicko - S.O.S. Saúde;
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• 2004 - Fahrenheit 11 de Setembro;
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• 2002 - Tiros em Columbine;
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• 1998 - And justice for all;
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• 1997 - Big one, The;
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• 1995 - TV Nation 2;
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• 1995 - TV Nation;
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• 1992 - Two Mikes don't make a wright;
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• 1992 - Pets or meat: The return to Flint (TV);
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• 1989 - Roger e eu;
•
• 1985 - Operação Canadá.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.conversaafiada.com.br/.../michael-moore e www.adorocinema.com
terça-feira, 8 de março de 2011
Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre
Fonte: www.google.com.br/imagens
No ano de 2005, surgiu a ideia de promover um festival inédito no Brasil, mais precisamente no município de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, dedicado ao gênero fantástico (ficção científica, fantasia e horror).
O festival acontece no mês de outubro, e durante o evento são exibidos ao público em geral, por uma semana, filmes nacionais e internacionais de curta e longa-metragem, entre clássicos e contemporâneos. Na Mostra Competitiva, ocorrem homenagens a cineastas do gênero, também está entre as atividades do evento gaúcho sobre o cinema sobrenatural, a realização de oficinas de especialização. O Festival tem a produção do cineasta porto-alegrense Davi de Oliveira Pinheiro, com realização do Clube de Cinema de Porto Alegre e V2 Produções, recebendo o apoio da Cinemateca Paulo Amorim, Sala P. F. Gastal e Cine Santander Cultural.
Mais de mil pessoas conferiram a primeira edição do festival em 2005, foram exibidos mais de 26 filmes do gênero em película e DVD. A seleção reuniu produções aclamadas por público e crítica, como Scanners (1981), de David Cronenberg e Nosferatu (1979), de Werner Herzog, além de obras cultuadas como Suspiria (1977), de Dario Argento, O Homem de Palha (1973), de Robin Hardy e Santa sangre (1989), de Alejandro Jodorowsky.
O evento vem crescendo em importância e aumentando com isso o interesse do público espectador, por conta de sua dinâmica programação, também está atraindo a atenção da mídia em geral, tais como tv, rádio, jornal, revista, e internet.
Em São Paulo na capital, já possui seu Festival similar, intitulado SP Terror que em 2011 entrará para sua IIIª edição, o evento paulistano também, vem alcançando um crescimento semelhante ao festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre.
Segue a lista de alguns clássicos que ja foram exibidos, durante algumas edições do festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre:
Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson, The Beyond (1981), de Lucio Fulci, Terra dos Mortos (2005), de George A. Romero, Canibal Holocausto (1980), de Ruggero Deodato, A Bruma Assassina (1980), de John Carpenter, A Casa dos Maus Espíritos (1959), de William Castle, Repulsa ao Sexo (1965), de Roman Polanski, À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins, entre outros grandes sucessos do gênero.
Fonte: www.fantaspoa.com, www.fantasporto.com, wikipedia.org, www.estadao.com.br e www.spterror.com
No ano de 2005, surgiu a ideia de promover um festival inédito no Brasil, mais precisamente no município de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, dedicado ao gênero fantástico (ficção científica, fantasia e horror).
O festival acontece no mês de outubro, e durante o evento são exibidos ao público em geral, por uma semana, filmes nacionais e internacionais de curta e longa-metragem, entre clássicos e contemporâneos. Na Mostra Competitiva, ocorrem homenagens a cineastas do gênero, também está entre as atividades do evento gaúcho sobre o cinema sobrenatural, a realização de oficinas de especialização. O Festival tem a produção do cineasta porto-alegrense Davi de Oliveira Pinheiro, com realização do Clube de Cinema de Porto Alegre e V2 Produções, recebendo o apoio da Cinemateca Paulo Amorim, Sala P. F. Gastal e Cine Santander Cultural.
Mais de mil pessoas conferiram a primeira edição do festival em 2005, foram exibidos mais de 26 filmes do gênero em película e DVD. A seleção reuniu produções aclamadas por público e crítica, como Scanners (1981), de David Cronenberg e Nosferatu (1979), de Werner Herzog, além de obras cultuadas como Suspiria (1977), de Dario Argento, O Homem de Palha (1973), de Robin Hardy e Santa sangre (1989), de Alejandro Jodorowsky.
O evento vem crescendo em importância e aumentando com isso o interesse do público espectador, por conta de sua dinâmica programação, também está atraindo a atenção da mídia em geral, tais como tv, rádio, jornal, revista, e internet.
Em São Paulo na capital, já possui seu Festival similar, intitulado SP Terror que em 2011 entrará para sua IIIª edição, o evento paulistano também, vem alcançando um crescimento semelhante ao festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre.
Segue a lista de alguns clássicos que ja foram exibidos, durante algumas edições do festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre:
Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson, The Beyond (1981), de Lucio Fulci, Terra dos Mortos (2005), de George A. Romero, Canibal Holocausto (1980), de Ruggero Deodato, A Bruma Assassina (1980), de John Carpenter, A Casa dos Maus Espíritos (1959), de William Castle, Repulsa ao Sexo (1965), de Roman Polanski, À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins, entre outros grandes sucessos do gênero.
Fonte: www.fantaspoa.com, www.fantasporto.com, wikipedia.org, www.estadao.com.br e www.spterror.com
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