segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
BANDA CAPS LOCK INTEGRA O LINE-UP DO FESTIVAL PLANETA ATLÂNTIDA 2013.
A banda Caps Lock foi escalada para tocar num dos maiores festivais de música do Brasil, o Planeta Atlântida 2013. O show que estava marcado para ocorrer no dia 01 de fevereiro, e que devido à tragédia ocorrida no município de Santa Maria (RS), será realizado em uma nova data a ser definida pela organização do Evento. O evento irá ocorrer na Saba Campestre, em Xangri-Lá (RS).
No repertório, Max (Vocal), Sté (Guitarra), Carlinhos (Bateria) e Thiago, apresentarão um set com os principais hits da banda como “Agora eu sei”, “Um Segredo”, “Essa Noite”, “Tantas Vezes”, entre outros grandes sucessos!
A edição gaúcha do Planeta Atlântida, já tem a confirmação de bandas como O Rappa, Charlie Brown Jr, Strike e muitas outras.
Sobre o CAPS LOCK:
Formada há 9 anos em Piracicaba, no interior de SP, a banda vem ganhando cada vez mais espaço no cenário Pop Rock nacional, sendo hoje uma das mais pedidas nas rádios de todo Brasil.
O reconhecimento veio no final de 2010, com o prêmio de Revelação Musical nos “Meus Prêmios Nick” do canal Nickelodeon, superando finalistas como Restart, Luan Santana e Hori. Em 2011, a banda foi selecionada pelo público e pelos próprios músicos do "Boys Like Girls"- banda americana referência mundial entre o público jovem - para abrir seus shows na turnê brasileira.
O grupo lançou recentemente “Com Todos os Sentidos”, terceiro álbum da banda e primeiro com o selo de uma gravadora, a Sony Music. A produção foi assinada por Dudu Marote, conhecido pela produção de bandas como Skank, Jota Quest, Edgard Scandurra e muitos outros.
O amadurecimento do Caps Lock é percebido não só na musicalidade, mas também no tema das letras, que guiadas por Dudu se inspiram nas coisas mais inusitadas possíveis do cotidiano.
Na internet:
bandacapslock.com.br
facebook.com/bandaCAPSLOCK?fref=ts
Videoclipe da música “Tantas Vezes”, dirigido por Mauricio Eça e Tony Tiger
youtube.com/watch?v=1x8XvghSOPw
Serviço:
Show da banda CAPS LOCK no Festival Planeta Atlântida 2013
Quando: Data a definir
Onde: Saba Campestre - Avenida Interbalneários, 413 - Xangri-Lá/RS
Mais informações:
redeglobo.globo.com/rs/rbstvrs/planeta-atlantida-2013/platb/
Fonte: ATTi Comunicação, através de Valéria.
Mensagem! A Hora Do Cinema.
A Hora Do Cinema se solidariza com todos os amigos e parentes das vítimas da terrível tragédia ocorrida na Boate “Kiss”, no município de Santa Maria (RS). Deixamos todo o nosso apoio, em meio a toda essa tristeza. Muita fé e força, para todos.
www.ahoradocinema.com
Mensagem! A Hora Do Cinema.
A Hora Do Cinema se solidariza com todos os amigos e parentes das vítimas da terrível tragédia ocorrida na Boate “Kiss”, no município de Santa Maria (RS). Deixamos todo o nosso apoio, em meio a toda essa tristeza. Muita fé e força, para todos.
www.ahoradocinema.com
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Première Cineflix João Pessoa: Lincoln.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Ficha Técnica
Ano: 2013;
Gênero: Drama;
Duração: 150m;
Origem: EUA;
Direção: Steven Spielberg;
Atores: Daniel Day-Lewis, Joseph Gordon-Levitt, Sally Field e Tommy Lee Jones;
Censura: 12 anos.
Cinema
Cineflix (João Pessoa) 3:
Horários: 15h, 18h e 21h.
Sinopse:
Reeleito em meio à Guerra Civil (1861 – 1865), Lincoln (Daniel Day-Lewis) presidente dos EUA tenta aprovar emenda que põe fim à escravidão. Filme com 12 indicações ao Oscar 2013.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: Cineflix João Pessoa e Zero Hora 25/01.
Patrocínio
Cineflix João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.
Ficha Técnica
Ano: 2013;
Gênero: Drama;
Duração: 150m;
Origem: EUA;
Direção: Steven Spielberg;
Atores: Daniel Day-Lewis, Joseph Gordon-Levitt, Sally Field e Tommy Lee Jones;
Censura: 12 anos.
Cinema
Cineflix (João Pessoa) 3:
Horários: 15h, 18h e 21h.
Sinopse:
Reeleito em meio à Guerra Civil (1861 – 1865), Lincoln (Daniel Day-Lewis) presidente dos EUA tenta aprovar emenda que põe fim à escravidão. Filme com 12 indicações ao Oscar 2013.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: Cineflix João Pessoa e Zero Hora 25/01.
Patrocínio
Cineflix João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Editora Sextante Recomenda: Editora Arqueiro LANÇAMENTOS JANEIRO/2013.
É o primeiro dia de aula em sua nova escola, mas Rafa Khatchadorian já sabe que será o pior ano de sua vida. Como se não bastassem seus problemas em casa, agora ele terá que descobrir como sobreviver ao sexto ano.
Por sorte, Rafa bolou o melhor plano de todos os tempos: ele se propôs a quebrar todas as regras do colégio, valendo pontos.
Porém, professores, pais e valentões não curtiram essa ideia mirabolante. Será que o plano vai passar de mágico a trágico?
Dados
Escola: Os piores anos da minha vida
Infanto-juvenil
R$ 29,90
288 páginas
14 x 21 cm
10.000 exemplares
Previsão de lançamento: 14/1
Nora Sinclair é linda, rica, sedutora e acaba de se tornar viúva pela segunda vez. Mas sua vida é repleta de acontecimentos misteriosos, que levantam a suspeita do FBI.
Para se aproximar de Nora, o agente John O’Hara finge ser um corretor de seguros com uma oferta tentadora: um seguro de vida no valor de 1,9 milhão de dólares. O plano funciona, mas à medida que passa a conhecer a viúva, ele começa a se perguntar se está atrás de justiça ou diante de uma paixão avassaladora.
Dados
Lua de mel
Ficção
R$ 24,90
224 páginas
16 x 23 cm
10.000 exemplares
Previsão de lançamento: 21/1
Diagnosticado com uma doença terminal, Jack passa seus últimos dias se despedindo da esposa Lizzie e de seus três filhos.
Inesperadamente, uma nova tragédia se abate sobre a família: Lizzie sofre um acidente de carro e morre. Com isso, as crianças são obrigadas a morar com outros parentes.
Quando tudo parecia perdido, Jack se cura e reencontra seus filhos. Num verão inesquecível, ele luta para reconstruir a família e reaprende a amar.
Dados
Um certo verão
Ficção
R$ 29,90
288 páginas
16 x 23 cm
10.000 exemplares
Previsão de lançamento: 23/1
Fonte: www.esextante.com.br
Patrocínio
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Morte de Audrey Hepburn completou 20 anos; relembre seus filmes e fracassos amorosos.
A atriz Audrey Hepburn em foto de divulgação do filme "Bonequinha de Luxo" (1961)
Custa acreditar que uma das mulheres mais adoradas pelo público durante gerações tivesse tanto azar no amor. Audrey Hepburn, heroína romântica na tela e cuja morte completou 20 anos ontem (20/01), teve uma vida cheia de carências afetivas que só foi suprida como embaixadora do Unicef.
Cinco indicações ao Oscar... e cinco abortos. Duas estatuetas... e dois casamentos fracassados. Audrey Hepburn, provavelmente o ícone do cinema clássico mais lembrado junto com Marilyn Monroe, cativou na audiência algo que ela sentiu saudades desde menina: o carinho e a adoração.
Musa da Givenchy na moda, de Stanley Donen, Billy Wilder, George Cukor e Blake Edwards no cinema... mas rejeitada por Albert Finney e Ben Gazzara na vida real. Sua beleza era mais etérea que sexy e sem a aura do glamour de filmes como "A Princesa e o Plebeu" e "Bonequinha de Luxo", Audrey se sentia menor.
"Acho que o sexo é supervalorizado. Não tenho 'sex appeal' e sei disso. De fato, prefiro ter um aspecto curioso. Meus dentes são curiosos e não tenho os atributos que deveria ter uma deusa do cinema", falava sobre si mesma.
Nos registros oficiais, dois casamentos: um com Mel Ferrer, notavelmente maior que ela e de um físico pouco felizardo, e outro com o aristocrata e neuropsiquiatra italiano Andrea Dotti. Com o primeiro substituiu o verdadeiro amor pela admiração profissional. Com o segundo, pela "dolce vita".
Com eles teve seus dois filhos, Sean e Luca, outra de suas obsessões, pois por esterilidade tinha descartado alguns de seus amantes mais apaixonados, como William Holden e Robert Anderson. Conheceu Ferrer em uma festa na casa de Gregory Peck e ele lhe ofereceu um papel em "Ondine", uma peça na Broadway, e, como dizem, uma coisa levou à outra.
Em 1954 já estavam se casando na Suíça em grande estilo e Audrey tentou combinar sua emergente carreira e seu novo casamento, até o ponto de rejeitar "Gigi" para rodar "Cinderela em Paris" na capital francesa, onde Ferrer trabalhava com Jean Renoir em "Elena et les Hommes".
Em pouco tempo, Ferrer foi tomado de ciúmes pelo sucesso de sua esposa e o divórcio chegaria em 1968, pouco após seu último êxito, "Um Clarão nas Trevas", produzido por Ferrer. "Não posso explicar a desilusão que senti. Sabia que era difícil estar casado com uma estrela mundial. Mel sofreu muito. Mas, acredite, eu pus minha carreira em segundo lugar", disse a atriz na época.
Porém, um ano mais tarde, já estava se casando com Dotti, um dos solteiros mais cobiçados de sua época. Ela tinha 40 anos e ele 31, invertendo os papéis de seu casamento anterior, e foi Audrey que enlouqueceu de ciúmes ao ver os paparazzi fotografarem seu "latin lover" com outras mulheres. Além disso, vários abortos a levaram a um estado de depressão, embora finalmente tenha conseguido dar à luz a seu segundo filho, Luca. O divórcio aconteceu apenas em 1982.
Mas, nesse meio tempo, a atriz continuou buscando o amor nos braços de seus companheiros de filmagem. "Chegou um momento em que sua vida se transformou em algo triste e patético e alcançou um grau de desespero no qual chegou a permitir que lhe tratassem mal", declarou Donald Spoto, ao apresentar sua biografia da atriz em 2006, a respeito da relação de Audrey com Ben Gazzara.
Gazzara lembrou assim seu romance em 1970. "Ela era infeliz com seu casamento e eu também e nos consolamos, mas era impossível. Ela tinha sua vida na Europa e eu em Los Angeles. A vida ficou entre nós", declarou o ator, que também ressaltou a insegurança de Hepburn como atriz.
Esse relacionamento seguiu o padrão de outro ocorrido poucos anos antes, quando ainda era casada com Mel Ferrer, durante seu romance extraconjugal mais famoso, com Albert Finney durante a filmagem de "Um Caminho para Dois". Porém, o ator não pôde com tanta intensidade. As carências afetivas tinham nascido já na infância. "Nasci com uma enorme necessidade de receber afeto e uma terrível necessidade de dá-lo", dizia a atriz.
Abandonada por seu pai e com uma mãe incapaz de transmitir esse carinho forjou uma insegurança que a tornou hidrofóbica e lhe fez chorar quando viu que não tinham respeitado sua voz nas canções de "My Fair Lady". A delicadeza deslumbrante de Audrey Hepburn na tela tinha um revés preocupante na vida real. E assim, marcada pela filmagem de "Uma cruz à beira do abismo", acabou se entregando às causas humanitárias. "No final encontrou o sentido de sua vida em seu trabalho com a Unicef. Mas foi praticamente por eliminação", resumiu Donald Spoto.
Missões na Somália e El Salvador como Embaixadora de Boa Vontade do Unicef, mas nas condições de uma voluntária a mais, lhe garantiriam um Oscar honorífico. E assim, faleceu, sentimentalmente realizada, finalmente, no dia 20 de janeiro de 1993 aos 63 anos. "Tive momentos muito difíceis em minha vida. Mas fossem quais fossem, os superei e sempre encontrei uma recompensa no final", comentou a atriz.
Fonte: http://cinema.uol.com.br
Custa acreditar que uma das mulheres mais adoradas pelo público durante gerações tivesse tanto azar no amor. Audrey Hepburn, heroína romântica na tela e cuja morte completou 20 anos ontem (20/01), teve uma vida cheia de carências afetivas que só foi suprida como embaixadora do Unicef.
Cinco indicações ao Oscar... e cinco abortos. Duas estatuetas... e dois casamentos fracassados. Audrey Hepburn, provavelmente o ícone do cinema clássico mais lembrado junto com Marilyn Monroe, cativou na audiência algo que ela sentiu saudades desde menina: o carinho e a adoração.
Musa da Givenchy na moda, de Stanley Donen, Billy Wilder, George Cukor e Blake Edwards no cinema... mas rejeitada por Albert Finney e Ben Gazzara na vida real. Sua beleza era mais etérea que sexy e sem a aura do glamour de filmes como "A Princesa e o Plebeu" e "Bonequinha de Luxo", Audrey se sentia menor.
"Acho que o sexo é supervalorizado. Não tenho 'sex appeal' e sei disso. De fato, prefiro ter um aspecto curioso. Meus dentes são curiosos e não tenho os atributos que deveria ter uma deusa do cinema", falava sobre si mesma.
Nos registros oficiais, dois casamentos: um com Mel Ferrer, notavelmente maior que ela e de um físico pouco felizardo, e outro com o aristocrata e neuropsiquiatra italiano Andrea Dotti. Com o primeiro substituiu o verdadeiro amor pela admiração profissional. Com o segundo, pela "dolce vita".
Com eles teve seus dois filhos, Sean e Luca, outra de suas obsessões, pois por esterilidade tinha descartado alguns de seus amantes mais apaixonados, como William Holden e Robert Anderson. Conheceu Ferrer em uma festa na casa de Gregory Peck e ele lhe ofereceu um papel em "Ondine", uma peça na Broadway, e, como dizem, uma coisa levou à outra.
Em 1954 já estavam se casando na Suíça em grande estilo e Audrey tentou combinar sua emergente carreira e seu novo casamento, até o ponto de rejeitar "Gigi" para rodar "Cinderela em Paris" na capital francesa, onde Ferrer trabalhava com Jean Renoir em "Elena et les Hommes".
Em pouco tempo, Ferrer foi tomado de ciúmes pelo sucesso de sua esposa e o divórcio chegaria em 1968, pouco após seu último êxito, "Um Clarão nas Trevas", produzido por Ferrer. "Não posso explicar a desilusão que senti. Sabia que era difícil estar casado com uma estrela mundial. Mel sofreu muito. Mas, acredite, eu pus minha carreira em segundo lugar", disse a atriz na época.
Porém, um ano mais tarde, já estava se casando com Dotti, um dos solteiros mais cobiçados de sua época. Ela tinha 40 anos e ele 31, invertendo os papéis de seu casamento anterior, e foi Audrey que enlouqueceu de ciúmes ao ver os paparazzi fotografarem seu "latin lover" com outras mulheres. Além disso, vários abortos a levaram a um estado de depressão, embora finalmente tenha conseguido dar à luz a seu segundo filho, Luca. O divórcio aconteceu apenas em 1982.
Mas, nesse meio tempo, a atriz continuou buscando o amor nos braços de seus companheiros de filmagem. "Chegou um momento em que sua vida se transformou em algo triste e patético e alcançou um grau de desespero no qual chegou a permitir que lhe tratassem mal", declarou Donald Spoto, ao apresentar sua biografia da atriz em 2006, a respeito da relação de Audrey com Ben Gazzara.
Gazzara lembrou assim seu romance em 1970. "Ela era infeliz com seu casamento e eu também e nos consolamos, mas era impossível. Ela tinha sua vida na Europa e eu em Los Angeles. A vida ficou entre nós", declarou o ator, que também ressaltou a insegurança de Hepburn como atriz.
Esse relacionamento seguiu o padrão de outro ocorrido poucos anos antes, quando ainda era casada com Mel Ferrer, durante seu romance extraconjugal mais famoso, com Albert Finney durante a filmagem de "Um Caminho para Dois". Porém, o ator não pôde com tanta intensidade. As carências afetivas tinham nascido já na infância. "Nasci com uma enorme necessidade de receber afeto e uma terrível necessidade de dá-lo", dizia a atriz.
Abandonada por seu pai e com uma mãe incapaz de transmitir esse carinho forjou uma insegurança que a tornou hidrofóbica e lhe fez chorar quando viu que não tinham respeitado sua voz nas canções de "My Fair Lady". A delicadeza deslumbrante de Audrey Hepburn na tela tinha um revés preocupante na vida real. E assim, marcada pela filmagem de "Uma cruz à beira do abismo", acabou se entregando às causas humanitárias. "No final encontrou o sentido de sua vida em seu trabalho com a Unicef. Mas foi praticamente por eliminação", resumiu Donald Spoto.
Missões na Somália e El Salvador como Embaixadora de Boa Vontade do Unicef, mas nas condições de uma voluntária a mais, lhe garantiriam um Oscar honorífico. E assim, faleceu, sentimentalmente realizada, finalmente, no dia 20 de janeiro de 1993 aos 63 anos. "Tive momentos muito difíceis em minha vida. Mas fossem quais fossem, os superei e sempre encontrei uma recompensa no final", comentou a atriz.
Fonte: http://cinema.uol.com.br
sábado, 19 de janeiro de 2013
Première Cineflix João Pessoa: O Último Desafio.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Ficha Técnica
Ano: 2013;
Gênero: Ação;
Duração: 107m;
Origem: EUA;
Direção: Kim Jee-Woon;
Atores: Arnold Schwarzenegger, Genesis Rodriguez, Luis Guzmán, Peter Stormare, Jaimie Alexander, Forest Whitaker, Rodrigo Santoro, Harry Dean Stanton, Johnny Knoxville, Zach Gilford, John Patrick Amedori, Daniel Henney, EduardoNoriega, Chris Browing, David House, Eddie J. Fernandez, Rio Alexander, Terrence Parks, Tait Fletcher, Mark Sivertsen, Jermaine Washington, Kristen Rakes, Frank Powers, Jeff Sanders, Dieter Rauter, KellyRuble, Elias Gallegos, James Burnett, Louis BRems, Kearon Lehman, Scott Flick, David Midthunder, Arron Shiver;
Censura: 14 anos.
Cinema
Dublado
Cineflix (João Pessoa) 3:
Horários: 14h30, 16h50, 19h05 e 21h25.
Sinopse:
O xerife Ray Owens (Arnold Schwarzenegger) é um homem que, após participar de uma operação policial extremamente malsucedida, desiste de tudo e vai para a pequena cidade de Sommerton Junction combater o crime, praticamente inexistente naquela região. Porém, tudo muda quando um dos prisioneiros mais perigosos do FBI consegue fugir do confinamento e segue em direção à fronteira para se esquivar da jurisdição norte-americana. Mas, para escapar, o criminoso terá de passar por Sommerton Junction e pelo xerife Owens e sua equipe de policiais inexperientes.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: www.cineclick.com.br, Cineflix João Pessoa e Zero Hora 18/01.
Patrocínio
Cineflix João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.
Ficha Técnica
Ano: 2013;
Gênero: Ação;
Duração: 107m;
Origem: EUA;
Direção: Kim Jee-Woon;
Atores: Arnold Schwarzenegger, Genesis Rodriguez, Luis Guzmán, Peter Stormare, Jaimie Alexander, Forest Whitaker, Rodrigo Santoro, Harry Dean Stanton, Johnny Knoxville, Zach Gilford, John Patrick Amedori, Daniel Henney, EduardoNoriega, Chris Browing, David House, Eddie J. Fernandez, Rio Alexander, Terrence Parks, Tait Fletcher, Mark Sivertsen, Jermaine Washington, Kristen Rakes, Frank Powers, Jeff Sanders, Dieter Rauter, KellyRuble, Elias Gallegos, James Burnett, Louis BRems, Kearon Lehman, Scott Flick, David Midthunder, Arron Shiver;
Censura: 14 anos.
Cinema
Dublado
Cineflix (João Pessoa) 3:
Horários: 14h30, 16h50, 19h05 e 21h25.
Sinopse:
O xerife Ray Owens (Arnold Schwarzenegger) é um homem que, após participar de uma operação policial extremamente malsucedida, desiste de tudo e vai para a pequena cidade de Sommerton Junction combater o crime, praticamente inexistente naquela região. Porém, tudo muda quando um dos prisioneiros mais perigosos do FBI consegue fugir do confinamento e segue em direção à fronteira para se esquivar da jurisdição norte-americana. Mas, para escapar, o criminoso terá de passar por Sommerton Junction e pelo xerife Owens e sua equipe de policiais inexperientes.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: www.cineclick.com.br, Cineflix João Pessoa e Zero Hora 18/01.
Patrocínio
Cineflix João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Editora Sextante Recomenda: Os Segredos da mente milionária, de T. Harv Eker.
Se as suas finanças andam na corda bamba, talvez esteja na hora de você refletir sobre o que T. Harv Eker chama de “o seu modelo de dinheiro” – um conjunto de crenças que cada um de nós alimenta desde a infância e que molda o nosso destino financeiro, quase sempre nos levando para uma situação difícil.
Neste livro, Eker mostra como substituir uma mentalidade destrutiva – que você talvez nem perceba que tem – pelos “arquivos de riqueza”, 17 modos de pensar e agir que distinguem os ricos das demais pessoas. Alguns desses princípios fundamentais são:
• Ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você;
• O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem;
• A sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade;
• O segredo do sucesso não é tentar evitar os problemas nem se livrar deles, mas crescer pessoalmente para se tornar maior do que qualquer adversidade;
• Os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida;
O autor também ensina um método eficiente de administrar o dinheiro. Você aprenderá a estabelecer sua remuneração pelos resultados que apresenta e não pelas horas que trabalha. Além disso, saberá como aumentar o seu patrimônio líquido – a verdadeira medida da riqueza.
A Ideia é fazer o seu dinheiro trabalhar para você tanto quanto você trabalha para ele. Para isso, é necessário poupar e investir em vez de gastar. "Enriquecer não diz respeito somente a ficar rico em termos financeiros", diz Eker. "É mais do que isso: trata-se da pessoa que você se torna para alcançar esse objetivo."
****
"T. Harv Eker desmistifica o motivo pelo qual algumas pessoas estão destinadas à riqueza e outras a uma vida de dureza. Se você quer conhecer as causas fundamentais do sucesso, leia este livro." – Robert G. Allen, autor de O milionário em um minuto
"Há anos eu acompanho e admiro o trabalho de Harv Eker. Recomendo este livro a todas as pessoas que querem aumentar a sua riqueza financeira, mental e emocional." – Jack Canfield, co-autor da série Histórias para aquecer o coração
Quem nunca se perguntou por que algumas pessoas precisam suar a camisa para ganhar dinheiro, enquanto alguns felizardos parecem enriquecer facilmente. Segundo T. Harv Eker, isso não ocorre por causa de diferenças de educação, de inteligência, de talento, de oportunidades, de métodos de trabalho, de contatos, de sorte nem, muito menos, como resultado da escolha de empregos, negócios ou investimentos.
A resposta, segundo o autor, está no modelo pessoal de dinheiro que todos nós trazemos gravado no subconsciente. Para ele, mesmo quando uma pessoa domina a área em que atua profissionalmente, se o seu modelo de dinheiro não estiver programado para um alto nível de sucesso, ela jamais enriquecerá – e, se isso acontecer, é possível que logo perca tudo o que conquistou.
Felizmente, ninguém é obrigado a amargar as consequências dessa programação mental negativa por toda a vida. Neste livro, Eker apresenta os princípios da mente milionária, os mesmos que ensina nos seus seminários e cursos, mostrando que podemos nos recondicionar, em termos de pensamentos e ações, para atingir o sucesso de um modo tão natural quanto as pessoas ricas.
Na parte 1, aprendemos de que forma as influências recebidas na infância moldam o nosso destino financeiro e passamos a entender também por que as brigas em torno de dinheiro são tão comuns entre os casais. Combinando o saber adquirido na prática com uma linguagem bem-humorada, Eker nos orienta a identificar as crenças prejudiciais e a transformá-las para que tenhamos mais chances de ser bem-sucedidos, conservar o dinheiro, fazê-lo crescer continuamente e melhorar os nossos relacionamentos.
Na parte 2, o autor relaciona 17 "arquivos de riqueza", que expõem a exata diferença entre o modo de pensar e agir das pessoas ricas e o daquelas que têm uma mentalidade pobre ou uma visão de classe média. Cada um desses arquivos contém sugestões de ação prática que podem nos ajudar a aumentar substancialmente os nossos rendimentos e, quem sabe, até a enriquecer.
Dados
176 páginas
14 x 21 cm
Brochura
R$ 19,90
Sobre o autor
Aplicando os princípios que ensina, T. Harv Eker conseguiu superar uma penosa fase de altos e baixos em sua vida e se tornar milionário em apenas dois anos e meio. Hoje ele preside a Peak Potentials Training, uma das mais bem-sucedidas empresas de treinamento pessoal dos Estados Unidos e no Canadá, responsável pela organização de seminários e cursos sobre os princípios da mente milionária que atraem participantes de todo o mundo.
Fonte: www.esextante.com.br
Patrocínio
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