segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Veja a lista dos vencedores do Oscar 2015:


Fonte: www.google.com.br/imagens


Melhor ator coadjuvante

J.K. Simmons ("Whiplash - Em Busca da Perfeição") – VENCEDOR


Melhor figurino

"O Grande Hotel Budapeste" - Milena Canonero - VENCEDOR


Melhor cabelo e maquiagem

"O Grande Hotel Budapeste" - Frances Hannon, Mark Coulier - VENCEDOR


Melhor filme estrangeiro

"Ida" (Polônia) - VENCEDOR


Melhor curta de ficção

"The Phone Call" - Mat Kirkby e James Lucas - VENCEDOR


Melhor documentário curta-metragem

"Crisis Hotline: Veterans Press 1" - Ellen Goosenberg Kent e Dana Perry - VENCEDOR


Melhor mixagem de som

"Whiplash: Em Busca da Perfeição" - VENCEDOR


Melhor edição de som

"Sniper Americano" - Alan Robert Murray, Bub Asman - VENCEDOR


Melhor atriz coadjuvante

Patricia Arquette, "Boyhood - Da Infância à Juventude" - VENCEDOR


Melhores efeitos visuais

"Interestelar" - VENCEDOR


Melhor curta de animação

"O Banquete" - Patrick Osborne e Kristina Reed - VENCEDOR


Melhor longa de animação

"Operação Big Hero" - Don Hall, Chris Williams e Roy Conli - VENCEDOR


Melhor desenho de produção

"O Grande Hotel Budapeste" - Adam Stockhausen e Anna Pinnock - VENCEDOR


Melhor fotografia

Emmanuel Lubezki - "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)" - VENCEDOR


Melhor edição

"Whiplash - Em Busca da Perfeição" - Tom Cross - VENCEDOR


Melhor documentário

"Citizenfour" - VENCEDOR


Melhor canção original

"Glory", by John Stephens e Lonnie Lynn ("Selma") - VENCEDOR


Melhor trilha sonora original

"O Grande Hotel Budapeste" - Alexandre Desplat - VENCEDOR


Melhor roteiro original

Alejandro González Inarritu, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo, "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)" - VENCEDOR


Melhor roteiro adaptado

Graham Moore, "O Jogo da Imitação" - VENCEDOR


Melhor direção

Alejandro G. Iñárritu - "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)" - VENCEDOR


Melhor ator

Eddie Redmayne ("A Teoria de Tudo") - VENCEDOR


Melhor atriz

Julianne Moore ("Para Sempre Alice") - VENCEDOR


Melhor filme

"Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)" - VENCEDOR


Fonte: www.cinema.uol.com.br

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Crítica: SNIPER AMERICANO, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Clint Eastwood é direitista assumido e seus personagens mais famosos do cinema (como o estranho sem nome da trilogia dos Dólares) nada mais são do que uma representação do que ele tem por dentro. Mas vivemos em outros tempos, em que o politicamente correto corre solto, para o bem ou para o mal e aquela imagem de heróis americanos patrióticos se tornaram uma imagem pálida perante o fato que, se deve sim, respeitar todas as nações, mesmo quando elas guardam pessoas violentas e que agem sem pensar nas consequências. No seu mais novo filme como diretor, Sniper Americano nasceu para ser odiado ou defendido, em que dá valor em temas defendido por direitistas americanos, mas que ao mesmo tempo não esconde as consequências por defender tais valores para alguns ultrapassados.

Chris Kyle (Bradley Cooper) é um texano, criado por um pai severo, mas que o ensinava a defender o mais fraco, não importando as consequências. Tinha o desejo no principio de ser um peão de rodeios, mas ao mesmo tempo cresceu em volta de armas dentro de casa e se tornando então um atirador de elite das forças especiais americanas. Após o 11 de Setembro, Chris decide então com unhas e dentes defender aquilo que ele acredita: acabar com os selvagens que ousaram em tentar destruir o seu país que ama.

O termo “selvagem”, inclusive, é dito algumas vezes pelo próprio protagonista quando esta em missão, como se fosse um caubói do cinema de antigamente que ia matar os índios, antes os grandes vilões dos primeiros anos do cinema. Porém, Eastwood sabe no vespeiro que esta se metendo que, ao mesmo tempo em que coloca na tela um personagem que defende certos valores duvidosos, por outro, coloca ele em dilemas, que o fazem sua saúde mental ficar na corda bamba. A cena em que ele se vê obrigado a matar uma mãe e o filho que, revezam segurando uma bomba, é desde já chocante e que abre o filme, mas ao mesmo tempo ocorre um flashback, mostrando os caminhos que o levaram até ele chegar naquele ponto.

O único caminho para a sua redenção pessoal é buscar uma paz ao lado de seus filhos e da sua esposa (Sienna Miller), porém, quando ele fica em casa, acaba sempre encarando as notícias da guerra pela televisão, o que o faz então, sempre retornar para o outro lado do mundo. Ao longo da projeção, se percebe que a guerra abre caminho para o horror, se tornando uma droga e tudo que resta para o protagonista é seguir exatamente o que o seu pai lhe ensinou, ou seja, defender o próximo. O percurso é árduo, violento e fazendo com que Chris se tornar o mais letal atirador da historia americana (160 mortos no total), e assim para os seus colegas, ele vira uma lenda.

Clint Eastwood não poupa esforços para fazer o melhor filme de guerra, com imagens da câmera se tornarem tremulas, como se outro soldado estivesse carregando ela e indo atrás dos seus colegas. Com uma montagem elegante, o filme possui agilidade surpreendente, fazendo com que a gente nem sinta as mais de duas horas de projeção. Não faltam momentos de pura tensão e adrenalina: a sequência que ocorre um grande tiroteio em meio a uma tempestade no deserto é desde já fantástica.

Mas se num primeiro momento o filme dá a sensação do dever cumprido, em outro, ele não esconde suas sequelas, que vai desde soldados com pernas ou braços amputados, e um estado de mente perturbada devido aos horrores presenciados por esses soldados. Chris Kyle acaba se tornando uma pessoa não muito diferente de outros veteranos que vieram de outras guerras (como o do Vietnam), embora não admita em nenhum momento que a culpa é do governo que ele protege. Querendo ou não, Chris Kyle é uma vitima de um país que enriquece com a guerra que, por vezes não pertence a ela, de uma cultura fortalecida pelo medo e que faz com que inúmeras famílias convivam com armas dentro de casa.

É claro que diferente de outros filmes como o documentário “Tiros em Columbine”, o filme não diz de forma explicita, como é errado esse universo contemporâneo das armas naquele país (USA), mas sim de uma forma bem subliminar: a cena em que o protagonista não esconde o seu olhar nem um pouco lúcido, encontrando-se de posse de uma arma carregada em sua mão, ao mesmo tempo em que brinca com a sua esposa, tal cena sintetiza como ainda estão despreparadas aquelas pessoas, que nasceram e cresceram numa sociedade, onde o mais forte sempre é aquele com a arma na mão.

Com a melhor interpretação de Bradley Cooper em sua carreira, Sniper Americano é um filme que irá dividir a opinião de tudo e a todos, mas que ao mesmo tempo irá gerar os melhores debates, e assim nascendo então uma boa dose de reflexão.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Crítica: Dois Dias, Uma Noite, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Os diretores e irmãos franceses Jean-Pierre e Luc Dardenne já são reconhecidos internacionalmente por seus filmes extremamente artísticos. Esse ano, pela primeira vez, eles viram uma de suas obras, merecidamente ser indicada ao Oscar. E não importa que isso seja alcançado somente por causa de Marion Cotillard.

É complicada a situação da protagonista Sandra (Marion Cotillard) que após um período, afastada do trabalho por motivos de saúde, se depara com o desemprego iminente. Ela é motivada por uma colega de trabalho e pelo marido a lutar para manter esse emprego. Então ela acaba indo de porta em porta pedir para esses colegas que votem ao seu favor para que assim permaneça com seu emprego, mas para isso eles terão que abrir mão do abono salarial generoso que para muitos é uma salvação.

É angustiante vê-la se humilhar para pedir isso, ela tem que se desprender de seu orgulho em cada porta que se abra ou que se fecha, pois, afinal ela entende a posição deles, mas precisa lutar pela sua também. A jornada da personagem entre negativas e apoios é sofrida, violenta e reveladora. Sandra encontra apoio onde menos imaginava e indiferença onde sempre teve certeza de acolhimento. Conceitos de solidariedade, coletividade e empatia (a difícil tarefa de se colocar no lugar do outro) acompanham a história que em raríssimos momentos nos levam ao riso.

O contínuo processo de cura dos deprimidos a travar uma luta diária por sua existência parece ser o objetivo da personagem. O destaque fica pelo papel amoroso e companheiro de seu marido, seu grande protetor e incentivador. Notamos no filme os poucos amigos de Sandra, pouquíssimos por sinal, que se mostram realmente anjos da guarda, tal como na vida real.

Com uma Europa em crise nos tempos atuais, o grande mérito dos irmãos Dardenne é trazer à tona essa história que beira ao absurdo, mas que pode realmente acontecer a todos nós.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Cris Lopes vive "a consciência da noiva" em Avesso, o Filme, com roteiro e direção de Helynd Feltrin.

A atriz Cris Lopes (Cristiane Silveira Lopes) interpreta a cabeleireira da noiva, Lucy, em Avesso, o Filme. Enquanto noiva e madrinhas se preparam em um quarto de hotel no dia do casamento de Lucy, a cabeleireira (Cris Lopes) faz o cabelo da noiva (Babi Soares) e age como a consciência da noiva, através de gestos e reações, noiva e cabeleireira interagem, tentando esconder um segredo que pode comprometer seu casamento. Por causa de uma grave fofoca, o segredo mais obscuro da noiva é acidentalmente desvendado pelas melhores amigas da noiva, suas madrinhas.

O filme Avesso é um curta-metragem, baseado em uma história real, com roteiro e direção de Helynd Feltrin, uma jovem talentosa e promissora cineasta, que pretende dar continuidade ao filme, adaptando para uma série, com produção da Bright Mind. O elenco conta com Cris Lopes, Babi Soares, Mara Anjos, Vicky Linhares, Carolina Hossri e Victor Vianna. Confira aqui as fotos do Making Of do filme com a atriz Cris Lopes, a Diretora Helynd Feltrin, e todo o elenco:


foto 1: esquerda para direita: Babi Soares e Cris Lopes (à esquerda), ao centro: Mara Anjos, Diretora Helynd Feltrin; à direita: Carolina Hossri, Vicky Linhares, Victor Vianna.


foto2: Cris Lopes (à esquerda) e todo elenco, e ao centro, o ator Victor Vianna com Carol Santos da produção (à esquerda) e a Diretora Helynd Feltrin (à direita).


foto3: Atriz Cris Lopes (personagem: cabeleireira Lucy, em Avesso, o Filme)


Fonte: Divulgação Assessoria de Imprensa CL.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

De volta para o passado: o cinema dos anos 1980.

Não são poucos os economistas – e também historiadores – que consideram os anos 1980 (século XX) uma “década perdida”. A grave crise financeira que assolou o mundo neste período, embora tenha afetado a indústria cinematográfica, contribuiu para que inúmeros artistas refletissem sobre esse momento, seja abordando questões universais como o amor e a morte, seja avaliando contextos políticos específicos. Os filmes contemplados neste ciclo, de modo geral, lidam com tais aspectos, problematizando realidades e imaginários. É o caso de Blade Runner, o caçador de androides (1982), uma obra-prima de Ridley Scott, apresentada aqui não na versão do diretor e sim no formato exibido originalmente nos cinemas, cujo sentido, para muitos especialistas, é diferente. Com uma bela fotografia e uma trilha sonora impecável, este filme segue atual, por conta da sua trama futurista a respeito da vida humana. Cinema Paradiso (1988) é um filme encantador, cuja narrativa é poética. Tido como um tributo ao cinema, enfatiza, em especial, a amizade entre Toto, um menino apaixonado por cinema, e Alfredo, operador do único cinema de uma pequena cidade italiana. No ciclo, será exibida a versão não estendida, por ter sido a que chegou primeiramente nos cinemas. O mesmo não se dá com Betty Blue (1986), cuja cópia tornada pública nos anos 80 não está sendo comercializada no país. A chamada “edição do diretor”, embora mais longa, não altera a concepção geral do filme. A história fala de Betty e Zorg, um casal intenso em sua paixão e no seu questionamento sobre as suas próprias vidas. Contos de Nova Iorque (1989) reúne três dos mais importantes diretores norte-americanos, sendo cada um responsável por uma história: Scorsese (que dirigiu Lições de Vida), Coppola (A vida sem Zoe) e Woody Allen (Édipo arrasado). Os filmes não dialogam entre si, mas, têm em comum o fato de apresentarem personagens refletindo sobre as suas identidades. O selvagem da motocicleta (1983) trata de questões familiares, sobretudo da relação entre dois irmãos, tendo como “pano de fundo” o tenso universo das gangues juvenis nos Estados Unidos. Coppola optou pelo preto e branco, dando colorido a alguns detalhes, recheados de simbolismo. A trilha sonora composta pelo baterista do grupo The Police, Stewart Copeland, marcou época, ditando o ritmo dos confrontos através de seus tambores e contratempos. Totalmente selvagem (1986) é um filme romântico e divertido, que fala sobre o inesperado e sobre como (não sabemos) lidar com ele. Em Paris, Texas (1984) Wim Wenders nos apresenta Travis, um homem em busca de sentido para seguir caminhando, ora buscando fugir de sua família, ora tentando reencontrá-la. Destaque também para a trilha sonora, composta por Ry Cooder. Com quase quatro horas de duração, Era uma vez na América (1984) lida com o universo dos gângsters, enfatizando a história de dois parceiros que, quando crianças, cometeram pequenos delitos, transformando-se em grandes mafiosos. A trilha sonora é assinada por Ennio Morricone, um dos maiores compositores do mundo cinematográfico. Subway (1985) fala sobre as desventuras de Fred, que encontra abrigo nos subterrâneos do metrô de Paris após ter se envolvido com Helena, com seu marido e com alguns inspetores. Lá ele se depara com outro mundo, cujos valores e sujeitos são bem particulares. Sexo, mentiras e videotape (1988) entrou para a história como um dos mais bem-sucedidos filmes independentes, o qual foi escrito em pouco mais de uma semana. Steven Soderbergh explora os encontros e desencontros de um quarteto, transitando entre os mundos do desejo e da solidão. O declínio do império americano (1986) é um filme permeado de discursos intelectuais, que são atravessados por problemáticas sexuais e afetivas. O ideal de “felicidade” também é colocado sob a mesa, de forma literal, quando as personagens discutem valores burgueses em meio a jantares e drinks. Em Não amarás (1988), Kieslowski aborda, de forma delicada, o desejo de um jovem rapaz por sua vizinha. A relação entre ambos se modifica na medida em que ela se dá conta de que é desejada, passando a alimentar uma fantasia própria. Veludo azul (1986) é um filme de suspense, cuja trilha sonora de Angelo Badalamenti empresta à obra sensualidade. Com cenas marcantes, o destaque é dado para Isabella Rossellini, que interpreta Dorothy, uma cantora de boate que sofre constante violência, inclusive sexual. Brian De Palma dialoga com Hitchcock em Dublê de corpo (1984), em que um ator desempregado torna-se obcecado por uma mulher. Alan Parker transita entre o suspense e o terror em Coração Satânico (1987), contando com importantes atuações de Mickey Rourke e Robert De Niro. Corpos ardentes (1981) apresenta referências do cinema noir. O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante (1989) é um filme diferenciado, que faz da vingança o principal prato a ser servido. Mulheres à beira de um ataque de nervos (1988) é mais um dos divertidos e emotivos filmes de Almodóvar, que nos apresenta um humor inteligente e sensível, com toques de excentricidade. Filmado em preto e branco, Daunbailó (1986) trata de crimes mal resolvidos, contando com um célebre texto escrito e improvisado por Roberto Benigni, que atendeu ao espírito independente de Jim Jarmusch. Fitzcarraldo (1982) renova a parceria entre Werner Herzog e Klaus Kinski. Trata do desejo – ou da obsessão - de um amante de ópera de levar este estilo ao interior do Peru. O título original de Brazil, o filme (1985) era “1984 1/2”, em homenagem a Federico Fellini e a 1984, livro clássico de George Orwell, que ganhou uma versão cinematográfica com o mesmo nome, dirigida por Michael Radford (1984). Com música de Michael Kamen, que escolheu Aquarela do Brasil (Ary Barroso) como canção-tema, o filme dialoga com produções de Monty Pyton e com Laranja Mecânica, na tentativa de discutir, às vezes com pitadas de humor negro, a burocracia e os totalitarismos estatais que caracterizaram o século XX. No musical O baile (1983) Ettore Scola fala de parte da história moderna da França. Inspirado por Shakespeare (Rei Lear), Kurosawa nos brinda com Ran (1985), resgatando uma antiga lenda japonesa. Por fim, Eu sei que vou te amar (1986) é um clássico da filmografia brasileira, uma obra centrada na relação entre um jovem casal que conversa sobre a vida e sobre o amor, numa abordagem ao mesmo tempo filosófica, psicanalítica e bastante sensual. Se em termos econômicos os anos 80 não foram muito favoráveis ao mundo, o cinema compensou as crises, oferecendo-nos grandes obras que nos ajudaram a pensar e a nos emocionar.

Tânia Cardoso de Cardoso e Marcelo Pizarro Noronha, curadores.


O Quê: De Volta Para o Passado: o Cinema dos Anos 1980

Quando: 09 de março a 14 de abril

Onde: Sala Redenção – Cinema Universitário (Rua Eng. Luiz Englert, s/n., Campus Central UFRGS

Quanto: Entrada Franca


Betty Blue (França, 1986, 185 min) dir. Jean-Jacques Beineix



9 de março – segunda-feira – 16 horas
19 de março – quinta-feira – 16 horas

Jean-Hugues Anglade é Zorg, um homem pacato que gosta de escrever em suas horas vagas. Certo dia ele conhece Betty (Béatrice Dalle), uma jovem e linda mulher. Após uma intensa noite de paixão, ambos descobrem que não podem viver um longe do outro. Mas o obsessivo amor dela por Zorg transforma o relacionamento de ambos.

Blade Runner, o caçador de androides (Blade Runner, EUA, 1982, 116 min) dir. Ridley Scott



9 de março – segunda-feira -19 horas
10 de março – terça-feira – 16 horas

No ano de 2020, numa Los Angeles superpovoada, ex-policial é obrigado a descobrir e eliminar replicantes (cópias de seres humanos) que voltam à Terra para exigir vida mais longa a seu criador. Baseado em obra de Phillip K. Dick.

Cinema Paradiso (Itália, 1988, 90 min) dir. Giuseppe Tornatore

11 de março – quarta-feira – 16 horas
17 de março – terça – 19 horas

Nos anos que antecederam a chegada da televisão (logo depois do final da Segunda Guerra Mundial), em uma pequena cidade da Sicília o garoto Toto (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e procurou travar amizade com Alfredo (Philippe Noiret), o projecionista. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança, quando agora Toto (Jacques Perrin) cresceu e se tornou um cineasta de sucesso.

Veludo Azul (Blue Velvet, EUA, 1986, 120 min) dir. David Lynch



11 de março – quarta-feira – 19 horas
12 de março – quinta-feira – 16 horas

O inocente Jeffrey Beaumont (Kyle MacLachlan) percebe que sua perfeita cidade natal não é tão pacata assim, quando ele descobre uma orelha humana em um terreno baldio.

Não Amarás (Krótki film o milosci, Polônia, 1988, 82 min) dir. Krzysztof Kieslowski

12 de março – quinta-feira – 19 horas
13 de março – sexta-feira – 16 horas

Kieslowski traz uma visão contemporânea e moderna dos Dez Mandamentos, nesta parte da série Decálogo. Tom (Olaf Lubaszenko) é um rapaz de 19 anos que trabalha em uma agência do correio. Tímido, órfão e solitário, mora com uma velha senhora. Para preencher suas noites começa a observar com uma luneta, da janela de seu quarto, sua vizinha Magda (Grazyna Szapolowska).

Sexo, Mentiras e Videotape (Sex, lies and videotape, EUA, 1988, 100 min) dir. Steven Soderbergh



13 de março – sexta-feira – 19 horas
16 de março – segunda-feira – 16 horas

Independente e com baixo orçamento, o primeiro filme de Steven Soderbergh surpreendeu o mundo e ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes. John (Peter Gallagher) é um advogado bem sucedido e adúltero. Tudo vai correndo bem, até que ele recebe a visita de um ex-colega de colégio (James Spader).

Mulheres à beira de um ataque de nervos (Mujeres al borde de un ataque de nervios, Espanha, 1988, 89 min) dir. Pedro Almodóvar

16 de março – segunda-feira – 19 horas
17 de março – terça-feira – 16 horas

O longa conta a história de Pepa (Carmen Maura) e Iván (Fernando Guillén), dois dubladores. Depois uma relação de anos com Pepa, Iván a abandona e deixa um recado em sua secretária eletrônica pedindo que ela arrume uma mala com suas coisas. Pepa não suporta ficar na casa com tantas recordações do ex-marido e põe o apartamento para alugar.

O Selvagem da Motocicleta (Rumble Fish, EUA, 1982, 94 min) dir. Francis Ford Coppola



18 de março – quarta-feira – 16 horas

Numa pequena cidade industrial do interior dos Estados Unidos, o jovem Rusty James (Matt Dillon) vive à sombra da fama de um irmão ausente (Mickey Rourke), conhecido por todos como "O Motoqueiro". Praticamente sem família nem amigos, Rusty sequer tem identidade própria, sendo conhecido por todos como "o irmão do motoqueiro". Até que uma grande rivalidade contra uma das gangues fará com que Rusty mude todos os rumos de sua vida.

Contos de Nova York (New York Stories, EUA, 1989, 124 min) dir. Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Woody Allen

19 de março – quinta-feira – 19 horas
20 de março – sexta-feira – 16 horas

Na primeira história, Lições de Vida (Life Lessons), dirigida por Martin Scorsese, Lionel Dobie (Nick Nolte), um famoso artista plástico, fica arrasado quando Paulette (Rosanna Arquette), sua namorada e assistente, planeja abandoná-lo. Na segunda, A Vida Sem Zoe (Life Without Zoe), dirigida por Francis Ford Coppola, Zoe (Heather McComb), uma menina, vive esquecida em um hotel de luxo enquanto seus famosos pais viajam o mundo. Na terceira, Édipo Arrasado (Oedipus Wrecks), dirigida por Woody Allen, Sheldon Mills (Woody Allen) é um advogado que não consegue se libertar da mãe dominadora. Os três diretores contam, em diferentes episódios, histórias passadas em Nova Iorque.

Totalmente Selvagem (Something Wild, EUA, 1986, 113 min) dir. Jonathan Demme

20 de março – sexta-feira – 19 horas
23 de março – segunda-feira – 16 horas

A rotineira vida de Charles Driggs, um executivo, sofre uma brusca mudança quando, se vendo sem dinheiro, tenta sair de um restaurante sem pagar, e quando conhece Lulu, uma mulher sexy e totalmente desinibida que o leva para uma viagem.

O Declínio do Império Americano (The Decline of the American Empire, Canadá, 1986, 101 min) dir. Denys Arcand

23 de março – segunda-feira – 19 horas
24 de março – terça-feira – 16 horas

Homens e mulheres na mira do diretor canadense Denys Arcand. Na história, todos os personagens são do meio acadêmico. De um lado estão quatro homens que vão falando de si enquanto preparam um jantar. Do outro, as convidadas, quatro mulheres também falam de problemas de homens e mulheres. Neste confronto entre os diálogos dos dois grupos está o charme do filme, que provocou bastante barulho nos anos 80.

Paris, Texas (França, Alemanha, 1984, 147 min) dir. Wim Wenders



24 de março – terça-feira – 19 horas
25 de março – quarta-feira – 16 horas

Um homem é encontrado exausto e sem memória, em um deserto ao sul dos EUA. Aos poucos ele vai recordando de sua vida, sendo acolhido pelo irmão Walt que é casado com Anne.

Coração Satânico (Angel Heart, EUA, Canadá, Reino Unido, 1987, 113 min) dir. Alan Parker

26 de março – quinta-feira – 16 horas
9 de abril – quinta-feira – 16 horas

Nova York, 1955. Harry Angel (Mickey Rourke), um detetive particular, é contratado por Louis Cyphre (Robert De Niro), um misterioso cliente, para encontrar um cantor. Entretanto, quanto mais ele se aprofunda na investigação, mais distante fica da verdade. Envolve-se com figuras estranhas, que morrem violentamente e penetra em um mundo místico, que não entende.

Eu sei que vou te amar (Brasil, 1986, 104 min) dir. Arnaldo Jabor

26 de março – quinta-feira – 19 horas
27 de março – sexta-feira – 16 horas

Um casal jovem que se ama até o delírio, resolve viver em duas horas um jogo da verdade sobre tudo o que já lhes aconteceu, numa psicanálise filmada com risos e lágrimas.

O Cozinheiro, O Ladrão, Sua Mulher e O Amante (The Cook, the Thief, His Wife and Her Lover, Inglaterra, 1989, 124 min) dir. Peter Greenaway

27 de março – sexta-feira – 19 horas
30 de março – segunda-feira – 16 horas

O gângster Albert Spica janta todas as noites no restaurante Le Hollandais em companhia de seus capangas e da esposa, Georgina. Cansada dos modos violentos e grosseiros do marido, Georgina flerta com um solitário frequentador do restaurante, o bibliotecário Michael. Com a cumplicidade do chefe de cozinha francês, Richard, os dois amantes fazem sexo às escondidas no banheiro e na despensa do restaurante, enquanto Albert devora prato após prato em sua mesa.

Dublê de Corpo (Body Double, EUA, 1984, 114 min) dir. Brian de Palma

30 de março – segunda-feira – 19 horas
31 de março – terça-feira – 16 horas

O fracassado e claustrofóbico ator de filmes B Jake Scully acaba recebendo uma proposta irrecusável de Sam Bouchard: ficar no belo apartamento de um amigo seu enquanto procura lugar para ficar, após presenciar a traição de sua esposa. No novo apartamento, ele presencia estranhos acontecimentos com uma vizinha, e passa a persegui-la e a querer ajudá-la, mas não sabe o perigo que estará correndo.

Corpos Ardentes (Body Heat, EUA, 1981, 113 min) dir. Lawrence Kasdan

31 de março - terça-feira – 19 horas
1 de abril - quarta-feira – 16 horas

Em uma pequena cidade da Flórida, durante um tórrido verão, Ned Racine (William Hurt), um advogado sem talento, se envolve com Matty Walker (Kathleen Turner), uma bela e sensual socialite casada, que é dotada de vários atributos físicos, mas desprovida de qualquer escrúpulo.

O Baile (Le Bal, França, Itália, Argélia, 1983, 110 min) dir. Ettore Scola

1 de abril - quarta-feira – 19 horas
2 de abril - quinta-feira – 16 horas

Um filme que mostra as transformações sociais e culturais na França dos anos 1930 à 1980 em um único salão de baile, onde pessoas se encontram e se relacionam. Sem diálogo algum e com um elenco amador, o diretor embala a obra com uma excelente trilha sonora clássica. Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim.

Fitzcarraldo (Alemanha Ocidental, Peru, 1982, 158 min) dir. Werner Herzog



2 de abril – quinta-feira – 19 horas
6 de abril – segunda-feira – 16 horas

No final do século XIX, no apogeu do ciclo da borracha, o aventureiro Brian Sweeney Fitzgerald sonha em construir um teatro de ópera na Amazônia peruana. Para realizar seu sonho, faz com que centenas de índios arrastem um barco a vapor de 160 toneladas pelo coração da selva amazônica.

Era uma vez na América (Once upon a time in America, EUA, 1984, 227 min) dir. Sergio Leone

6 de abril – segunda- feira – 19 horas
7 de abril - terça-feira – 19 horas

Para alguns, a vida é uma simples progressão de acontecimentos corriqueiros que se sucedem com o passar dos anos. Amigos leais, Noodles (Robert de Niro) e Max (James Woods) foram crianças de ascendência judia comuns do Lower East Side nova-iorquino no começo do século 20. Dirigido pelo cultuado Sergio Leone, Era Uma Vez na América conta cinco décadas de ações criminosas e das vidas das pessoas por trás delas.

Brazil, o filme (Brazil, EUA, 1985, 131 min) dir. Terry Gilliam

7 de abril - terça-feira – 16 horas
8 de abril - quarta-feira – 16 horas

Sam Lowry (Jonathan Pryce) vive num Estado totalitário, controlado pelos computadores e pela burocracia. Neste Estado, que lida com o terrorismo, todos são governados por fichas e cartões de crédito e ainda precisam pagar por tudo, até mesmo a permanência na prisão. Neste mundo opressivo Sam acaba se apaixonando por Jill (Kim Greist), uma terrorista.

Daunbailó (Down by Law, EUA, Alemanha, 1985, 104 min) dir. Luc Besson

9 de abril – quinta-feira – 19 horas
10 de abril - sexta-feira – 16 horas

Três desajustados se encontram em uma cadeia de Nova Orleans e têm que aprender a conviver juntos. Um dos mais importantes filmes do cinema independente americano dos anos 80, Down by Law é uma obra que mostra seres que vivem nos limites da sociedade, longe dos ideais do sonho americano.

Ran (Japão, França, 1985, 160 min) dir. Akira Kurosawa

10 de abril – sexta-feira – 19 horas
13 de abril - segunda-feira – 16 horas

É a adaptação para o cinema da obra trágica de Shakespeare, Rei Lear, transposta para o Japão na época dos samurais. Já velho, o chefe da família Ichimonjis decide dividir todos os seus preciosos bens entre seus três filhos, o que gera uma disputa sangrenta entre os irmãos, até um trágico desfecho.

Subway (França, 1985, 104 min) dir. Luc Besson

13 de abril - segunda-feira – 19 horas
14 de abril - terça-feira – 16 horas

Ao tentar trocar documentos roubados por dinheiro, Fred (Cristopher Lambert) envolve-se numa grande enrascada quando passa a manter contato com Helena (Isabelle Adjani), a quem pertence os papéis e por quem acaba se apaixonando. No seu encalço está um grupo de homens contratados pelo marido de Helena, um bem-sucedido homem de negócios, e a polícia do metrô de Paris.


Fonte: Coordenação e curadoria da Sala Redenção – Cinema Universitário: Tânia Cardoso de Cardoso. Departamento de Difusão Cultural da UFRGS.

Cinemark fará cobertura do Oscar pelo Twitter.




AÇÃO SERÁ DESENVOLVIDA PELA AGÊNCIA ARABELLA, RESPONSÁVEL PELA COMUNICAÇÃO DIGITAL DA MARCA NO BRASIL


Neste domingo, 22 de fevereiro, acontece a premiação mais importante da indústria cinematográfica mundial, o Oscar. Com o objetivo de antecipar as principais notícias do evento e informar seus clientes, a Rede Cinemark prepara uma cobertura em tempo real, a partir das 21h, por meio do seu perfil @cinemarkoficial no Twitter.

A iniciativa integra a estratégia digital da Cinemark em promover interação e engajamento dos seus seguidores nas suas principais plataformas sociais. “Vamos levar ao nosso público informações do Oscar 2015, com agilidade e conteúdo diferenciado, incluindo fotos e comentários sobre os filmes e atores indicados à premiação. Além disso, criaremos uma playlist no Spotify com as trilhas sonoras dos filmes concorrentes ao Oscar”, comenta Maricy Leal, gerente de Marketing da Cinemark no Brasil.

A agência Arabella, do grupo internacional WideAg, é a responsável pela implementação da ação especial da Cinemark para o Oscar.


Rede Cinemark no Brasil
Líder no mercado exibidor, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 540 salas de cinema em 69 complexos distribuídos por 16 estados e Distrito Federal: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe, Goiás, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Amazonas, Tocantins e Pernambuco. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com 290 salas com a tecnologia de projeção digital em 3D no país. Em 2014, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, o D-BOX. As primeiras salas foram inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, e contam com um recurso que oferece comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações. As poltronas D-BOX ainda têm um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As salas D-BOX já estão presentes em oito complexos. A Cinemark também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema - XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. As salas XD já estão presentes em 31 complexos. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com serviços como cardápio especialmente criado pela chef Morena Leite, e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar, que pode ser entregue diretamente na sala. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela Internet, além de contar com os diversos aplicativos de consulta da programação para Windows 8, Windows Phone, Android, iPhone e Blackberry, que fazem parte da plataforma mobile da Cinemark.

Sobre a Arabella
A Arabella nasceu no mercado brasileiro com a proposta de oferecer aos anunciantes locais um atendimento full service em comunicação, tendo sempre o "digital thinking" como conceito estratégico na concepção de qualquer ação. É o primeiro projeto do grupo internacional WideAg no Brasil, o qual também está presente na Argentina há mais de dez anos, com a marca Blinker, e no México por meio da agência Capo. As três agências atuam integradas, utilizando o que cada operação tem de melhor e aproveitando a expertise de cada escritório em prol dos clientes.

A holding já trabalha com marcas como Telecom, Toyota, Tam, Pioneer, Philips, Panasonic, Mercedes-Benz, Olympus, McAfee, entre outras. No Brasil atua com os clientes locais Cinemark, Piggme e Candy Emergency. A CEO da Arabella, Paola Zingman, aposta nessa atuação como agência integrada com foco no brand experience para trabalhar todos os pontos de contato com a marca e promover uma experiência completa ao consumidor. “Queremos criar conexões relevantes entre marcas e consumidores. Vamos planejar, criar e produzir conteúdos que proporcionam experiências além da mídia”.


Fonte: Agência Febre, através de Maria Inez Aranha e Ciro Bonilha.

Cinema baiano marca presença em mostra brasileira na Cinemateca Francesa.




O cineasta Cláudio Marques é um dos convidados do evento Brasil! Une histoire du cinéma brésilien, que acontece entre março e maio na Cinemateca Francesa (Paris). O diretor inicia sua participação debatendo a produção brasileira com os cineastas Cacá Diegues e Juliana Rojas, a crítica Tatiana Monassa e a pesquisadora Gabriela Trujillo. A conferência Panorama du cinéma brésilien acontece no dia 21 de março, um dia antes da exibição de “Depois da Chuva”, longa-metragem dirigido por Marques e Marília Hughes.

A dupla de cineastas estará presente na sessão e conversará com o público sobre o filme, que vem colecionando críticas positivas desde a sua estreia em circuito comercial no Brasil, em janeiro. “A Cinemateca Francesa é o templo máximo do cinema mundial. É uma honra que ‘Depois da Chuva’ conste em uma retrospectiva de toda a história do cinema brasileiro, estando ao lado de filmes fundamentais, que nos formaram, orientaram e criaram em nós a paixão pelo cinema”, destaca Marques.

Apesar da longa trajetória internacional do filme, já apresentado em doze países, esta será a primeira exibição da versão completa de “Depois da Chuva” na França (mostrado em Cannes como “work in progress”). Ambientado durante o movimento Diretas Já! (1984), o filme traz um adolescente vivendo seu despertar político e amoroso, reunindo componentes históricos e os aspectos atemporais da juventude.

“Depois da Chuva” permanece em cartaz em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro e deve estrear na região Sul ainda este mês.


Trailer


Fonte: Assessoria de imprensa da Quarta Via Comunicação, através de Jane Fernandes.