terça-feira, 26 de maio de 2015

Exposição ‘Aos Olhos de Caymmi’ permanece no Memorial da América Latina até 14 de junho.




A MOSTRA APRESENTA ILUSTRAÇÕES PRODUZIDAS PELO ARTISTA DORIVAL CAYMMI E TEM COMO INSPIRAÇÃO SUAS PRÓPRIAS CANÇÕES


Clássicos como “Marina”, “Milagre” e “O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi, encantam e embalam diversas gerações. Agora, sua faceta de ilustrador pode ser conhecida pelo grande público na mostra Aos Olhos de Caymmi - Exposição de Canções Ilustradas, em cartaz até o dia 14 de junho no Salão de Atos do Memorial da América Latina, em São Paulo.

A partir da interação e observação do seu universo particular, Dorival traduziu nas suas composições e, consequentemente, nas imagens, cenários tipicamente baianos: o coqueiral de Itapuã, a areia branca do Abaeté, as festas populares, uma puxada da rede ou um acarajé com vatapá. Em “Aos Olhos de Caymmi - Exposição de Canções Ilustradas”, o público paulista tem a oportunidade de conhecer dez ilustrações feitas a partir de canções de sua autoria, além de fotos do arquivo da família, áudios e vídeos que fazem um resgate histórico. Com visitação gratuita, a mostra permanece no local até 14 de junho, de terça a domingo, das 9h às 18h.

A mostra, que teve início em Salvador (BA) e ainda será levada para o Rio de Janeiro, conta com a curadoria de Rose Lima, arquiteta e curadora com mais de 18 anos de atuação reconhecida no cenário cultural baiano, tendo trabalhado com nomes como Caetano Dias, Bel Borba e Ayrson Heráclito. “Buscamos conectar o universo de inspiração de cada ilustração reunindo música, partitura, contexto, fonograma, intérpretes, admiradores e algumas curiosidades. Assim, apresentamos o pintor Dorival Caymmi, cujos olhos de artista traduziu palavras e sons em imagens”, acrescenta a curadora. A exposição tem produção assinada pela empresa Hasta La Luna Iniciativas Culturais e patrocínio do Grupo LM.

Além da exposição para render homenagens pelo trabalho de Dorival Caymmi, o Grupo LM distribuiu em 2014 uma reprodução de um caderno lançado no ano de 1984 com os desenhos que servem de base para a exposição. Neste material, encontram-se ilustrações que ele produziu sobre as músicas “Marina”, “Dora”, “Rosa Morena”, “João Valentão”, “Vou vê Juliana”, “Rainha do Mar”, “O que é que a baiana tem?”, “A Preta do Acarajé”, “Vatapá” e “Milagre”. O caderno ainda vem com um autorretrato do cantor e um CD com canções interpretadas por Danilo.

Fomento à cultura - Com atuação em todo território nacional, o Grupo LM se destaca como incentivador da cultura, através do apoio ao projeto que preserva e promove um legado deixado por um dos mais importantes artistas brasileiros. Nesta exposição, o Grupo investiu aproximadamente R$ 300 mil, via Lei Rouanet. “Este projeto revela a obra de um homem que, como ninguém, levou aos quatro cantos as riquezas de nossa terra e de nosso saber”, cita Luiz Mendonça Filho, presidente do Grupo LM.

Nos últimos anos, o Grupo LM já investiu mais de R$ 2 milhões na cultura, patrocinando publicações, espetáculos e exposições. Um dos destaques é o investimento no memorial “A Casa do Rio Vermelho”, que pertenceu aos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai, reaberto em novembro de 2014, tido como um dos principais pontos turísticos e espaço cultural da capital baiana. Além disso, investiu na publicação dos livros de fotografia “Cairu, Cidade do Sol” e “Encantos de Tinharé”, de Rui Rezende, no livro “Semiótica”, do artista plástico Bel Borba e a publicação do único conto literário assinado por Carybé, intitulado “Iaba”.


Declaração

“É tudo muito simples, natural. Eu parto de cenas reais, na maioria das vezes, corriqueiras até. [...] No entanto, são necessários uns olhos especiais para se ver a música que é abstrata. Assim eu primeiro vejo a música. Depois a absorvo e logo após a transformo em canção. [...] Aí entram a imaginação, como eu já lhe disse, e também a observação. [...] Acontece que eu saía e via as coisas.” Dorival Caymmi


SERVIÇO

Exposição “Aos Olhos de Caymmi”

Onde: Salão de Atos do Memorial da América Latina, Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda, São Paulo - SP, CEP: 01156-001

Quando: visitação de terça a domingo, até 14 de junho de 2015, das 9h às 18h


Fonte: Agência Febre, através de Maria Inez Aranha e Ciro Bonilha.

BANDA TRELA FAZ SHOW NO DIA 31/05, NO HANGAR 110 (SP).




A banda Trela se apresenta no domingo, 31/05, no Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110), em São Paulo. O evento, que acontece das 19h às 23h, conta ainda com o show da banda Strike.

O repertório será mesclado com músicas do disco "A Arte de Improvisar", que está disponível para download gratuito no SoundCloud, além de alguns covers e músicas novas. Entre elas, estão "Será sempre assim", "O que eu não vejo", "A Arte de Improvisar", "Sem ter pra onde correr", e muito mais.

Formada em Piracicaba em 2013 por Max Matta (vocal), Chaverinho (guitarra), Carlinhos (bateria) e Thiago (baixo), o Trela lançou em 2014 o EP de estreia "A Arte de Improvisar", produzido pelo músico Marcão Britto (ex - Charlie BrownJr e A Banca) e foi a vencedora na categoria banda independente do Prêmio Rock Show 2014, considerada a maior premiação do rock nacional.


Serviço:

SHOW DA BANDA TRELA + STRIKE

Quando: 31/05 - domingo, das 19h às 23h

Onde: hangar 110 l rua Rodolfo Miranda, 110

Quanto: R$ 30,00 antecipado | R$ 40,00 na porta

Postos de venda: loja 255 - galeria do rock: Rua 24 de maio, 62 - loja 255 fone: (11) 3361-6951.


Fonte: ATTi Comunicação, através de Alessandra Lima.

Premiada em Cannes, Emmanuelle Bercot está de malas prontas para o Brasil.




ATRIZ E DIRETORA DESEMBARCA NO PAÍS DIA 10 PARA APRESENTAR O FILME ‘DE CABEÇA ERGUIDA’ NO FESTIVAL VARILUX DE CINEMA FRANCÊS


Vencedora do prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes 2015 pelo seu trabalho no filme “Mon Roi”, de Maïwenn, a atriz e diretora Emanuelle Bercot já sabe onde comemorar a conquista. Ela vem para o Brasil no próximo dia 10 para apresentar o seu mais recente trabalho como diretora, o longa “De Cabeça Erguida”, que está na programação Festival Varilux de Cinema Francês 2015.

A artista participará do evento ao lado dos diretores Olivier Nakache, Eric Toledano (“Samba”), dos galãs franceses Pio Marmai e Tahar Rahim, respectivamente no elenco dos filmes “Beijei uma Garota” e “Samba”, do ator Noom Diawara e do diretor Philippe de Chauveron, de “Que mal eu fiz a Deus?”, e dos diretores Anne Fontaine (“Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte”), Audrey Dana (“O Que as Mulheres Querem”), Cécile Telerman (“Os Olhos Amarelos de Crocodilos”), Martin Bourboulon (“Papa e Maman”) e do ator Patrick Bruel (“Sexo, Amor e Terapia”).

A edição deste ano do evento, que acontece de 10 a 17 de junho, promete bater vários recordes; além do número de cidades aumentarem para 50 (80 cinemas), o festival pretende chegar a todas as capitais brasileiras com grandes novidades do cinema francês. A meta de público também cresce: a expectativa é levar mais de 110 mil pessoas aos cinemas em uma semana para assistir aos 16 filmes em cartaz, um acréscimo de 10% em relação a 2014.

Com produção da Bonfilm, o evento conta também com as atividades paralelas, como Oficina Franco-Brasileira de Roteiros, que neste ano vai para sua quarta edição, com apoio direto da Riofilme e ABPITV, exibições ao ar livre e gratuitas na concha acústica da UERJ, sessões populares distribuídas por diferentes espaços alternativos do Rio de Janeiro, como a Arena Dicró, Masterclasses de direção com Anne Fontaine com entrada franca, e ação educativa que levará exibições gratuitas para escolares em mais de 15 cidades.

Repetindo o sucesso do ano passado, o festival exibirá ainda um grande clássico francês. O escolhido da vez é o filme “O Homem do Rio”, de Philippe de Broca, clássico lançado em 1964, com Jean-Paul Belmondo e Françoise d'Orléac, que será apresentado como parte das comemorações dos 450 anos da Cidade Maravilhosa.

E também, como é perfil da mostra, haverá uma retrospectiva, dessa vez, em homenagem a um dos mais promissores atores da atualidade na França, o Pio Marmai. Serão seis títulos em exibição no Instituto Moreira Salles (RJ) e Museu da Imagem e do Som (SP), incluindo o grande sucesso “Alyiah”, de Elie Wajeman, “Um Amor em Paris”, de Marc Fitoussi, e “O Primeiro Dia do Resto da Tua Vida”, de Rémy Bezançon.


Sobre a Essilor/Varilux

A multinacional francesa Essilor/Varilux, que está presente desde a primeira edição do Festival Varilux de Cinema Francês há 12 anos, sabe o quanto incentivar a cultura é importante para a sociedade. Acreditando nisso, a empresa investe em diversas ações culturais, como por exemplo, no Panorama de Cinema Francês, o My French Film Festival, que exibe longas e curtas-metragens franceses online e gratuitamente, e o Ópera na Tela, que exibiu filmes de ópera a preços populares. Em 2012, a Essilor patrocinou e apoiou a Conferência de Abertura da Festa Literária de Paraty (Flip), que homenageava o poeta Carlos Drummond de Andrade.


Fonte: Agência Febre, através de Juliana Branco e Luana Paternoster.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

L&PM Editores dá a dica! MARILYN MONROE de Anne Plantagenet, tradução de Rejane Janowitzer.

MARILYN MONROE



Ela queria ser admirada e estava disposta a tudo para se tornar uma star, mas só conseguia pontas em filmes que exploravam sua sensualidade. Depois de operar o nariz e o queixo e assinar um contrato com a Fox, sua vida começou a mudar. Por onde ela passava, causava comoção. Até 1945, Marilyn Monroe fora Norma Jean: uma mulher bonita, de cabelos escuros e gaga. A transformação começou ao descolorir o cabelo para um anúncio de xampu. Mas, depois de atuar em mais de trinta filmes, de divórcios sucessivos, dois abortos e do suposto envolvimento com as altas esferas do poder (incluindo JFK e Bob Kennedy), a estrela estava devastada. Em 5 de agosto de 1962, o mito é encontrado morto em casa. Norma Jean havia morrido há muito tempo. Marilyn Monroe atingiu a imortalidade.


– Há alguém falsificando os números ou o quê?

– Não, chefe. Tudo que chega diariamente pelo correio é para falar de miss Monroe.

– Então podem contratar essa menina – resigna-se Zanuck.

– Já fizemos isso e já mandamos embora – objetou alguém.

– Pois que seja recontratada! – berra o patrão. – E ponham-na no primeiro filme que precisar de uma loura.

(Diálogo entre Darryl F. Zanuck, produtor e fundador da 20th Century Films, e funcionários do estúdio)


Informações Gerais

Título: MARILYN MONROE

Título Original: MARILYN MONROE

Preço sugerido: 19,90

Catálogo: Coleção L&PM Pocket

Gênero: Biografias

Série: Biografias

Páginas: 224

1° Edição: março de 2011


Fonte: www.lpm.com.br


Parceria

Cris Lopes no Festival de Cinema na Itália no filme "A Última Cena" de Rodney Borges.




O filme "A Última Cena" do Diretor Rodney Borges, está na Seleção Oficial do Festival de Cinema na Itália, Capodarco Film Festival, que acontece agora em junho. Cris Lopes é a atriz protagonista do filme.

A história se passa na época da ditadura militar no Brasil, no qual uma atriz de teatro é perseguida durante o período de censuras das produções culturais. Repleto de simbologia e ambientado com cenários e figurinos de época, o filme foi produzido como se fosse projetado naquele tempo. O filme brasileiro "A Última Cena" com a atriz Cris Lopes e com roteiro e direção de Rodney Borges está concorrendo ao prêmio de melhor "short film" no festival italiano.


Fonte: Assessoria Imprensa de Cris Lopes.

Cinemark apresenta com exclusividade a ópera ‘Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny’, de Kurt Weill.




A MONTAGEM CHEGA AOS CINEMAS A PARTIR DE 28 DE MAIO E OS INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA


Os amantes da ópera poderão conferir com exclusividade nos cinemas da Rede Cinemark, a partir do dia 28 de maio, a montagem de Ascensão e Queda da Cidade de Mahagony, do compositor alemão Kurt Weill. Estrelado pelo tenor austro-americano Kurt Streit, o espetáculo traz ainda no elenco as mezo-sopranos Christine Rice e Anne Sofie von Otter; o tenor Peter Hoare e o baixo-barítono Willard W. White, sob a regência do maestro Mark Wigglesworth. A apresentação faz parte da temporada 2014/2015 de óperas da Royal Opera House de Londres, sendo seu conteúdo negociado pela Flix Media, no Brasil, com exclusividade para da Rede Cinemark.

Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos no site da Rede: http://www.cinemark.com.br – os valores em cada cidade estão disponíveis na tabela abaixo. ‘Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny’ tem exibições confirmadas para os dias 28, 30 e 31 de maio e 2 de junho, em 30 cinemas da Rede no país.

A Royal Opera House apresenta mais de 400 espetáculos por ano no seu consagrado teatro em Londres e atinge um público de mais de 650 mil pessoas. Na temporada 2013/2014, mais de 100 mil pessoas apreciaram os espetáculos nas salas de cinema da Rede Cinemark em todo o mundo. O Brasil tem um papel importante entre os mais de 35 países onde são apresentadas as óperas e os balés da ROH desde 2011, quando foi o segundo país em público na exibição de “Carmen em 3D”, atrás apenas do Reino Unido.


Serviço:

Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny

Datas: 28/5 (quinta-feira); 30/5 (sábado); 31/5 (domingo); e 2/6 (terça-feira)

Horários: Quinta-feira, às 18h30m; Sábado, às 12h30m; Domingo, às 15h30m; e Terça-feira, às 18h30m.

Sinopse:
Resultado da marcante parceria entre o escritor e poeta Bertolt Brecht e o compositor alemão Kurt Weill, Mahagonny foi apresentada pela primeira vez em Leipzig, em 1930. Sob direção de John Fulljames, a montagem para Royal Opera é cantada em inglês e regida por Mark Wigglesworth – recentemente anunciado como sucessor de Edward Gardner como diretor musical da English National Opera. Mahagonny é uma ópera satírica que retrata o abuso do dinheiro e da busca do prazer em uma cidade fictícia alimentada pelo crime. Um dos números mais conhecidos da ópera de Kurt Weill é “Alabama Song”, que já foi interpretada por artistas como The Doors, David Bowie e Marilyn Manson.

O elenco conta com Kurt Streit como o selvagem lenhador Jimmy; Christine Rice como seu amor Jenny; Anne Sofie von Otter em seu retorno à Royal Opera, como a ardilosa Leokadja Begbick; e Peter Hoare e Willard W. White como seus ajudantes e companheiros fugitivos Fatty e Moses.

Ficha técnica:

Duração: 3h (dois intervalos)

Maestro: Mark Wigglesworth

Diretor: John Fulljames

Designs: Es Devlin (cenários) e Bruno Poet (iluminação)

Orquestra da Royal Opera House

Coro da Royal Opera House


Complexos participantes em cada cidade e preço

Aracaju (SE)
Shopping Jardins - Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Belo Horizonte (MG)
Pátio Savassi - Av. do Contorno, 6.061
Diamond Mall -Av. Olegário Maciel, 1.600
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Brasília (DF)
Iguatemi Brasília - St Shi/Norte, Quadra Ca-04
Pier 21 - S.C.E. Sul, Trecho 2
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Campinas (SP)
Iguatemi Campinas - Av. Iguatemi, 777
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Curitiba (PR)
ParkShopping Barigui – Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600
Shopping Mueller - Av. Candido de Abreu, 127
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Goiânia (GO)
Flamboyant - Av. Jamel Cecilio, 3.300
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Londrina (PR)
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Natal (RN)
Midway Mall Natal - Av. Bernardo Vieira, 3.775
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Niterói (RJ)
Plaza Niterói Niterói – Rua XV de Novembro, 8
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul - Av. Diário de Notícias, 300
Bourbon Ipiranga – Av. Ipiranga, 5.200
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº
Ingressos: R$ 70 (inteira) R$ 35 (meia)

Rio de Janeiro (RJ)
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Downtown - Av. das Américas,500
Village Mall – Av. das Américas, 3.900
Ingressos: R$ 60 (inteira) R$ 30 (meia). Exceto Village Mall: R$ 75 (inteira) R$ 35 (meia)

Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2.915
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano - Alameda Terracota, 545
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping – Av. São João, 2200
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

São Paulo (SP)
Cidade Jardim –Av. Magalhães de Castro, 12.000
Eldorado – Av. Rebouças, 3.970
Iguatemi São Paulo – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa cruz – Rua Domingos de Morais, 2.564
Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646
Pátio Paulista – Rua Treze de Maio, 1.947
Ingressos: R$ 60 (inteira) R$ 30 (meia). Exceto Cidade Jardim: R$ 75 (inteira) R$ 35 (meia)

Uberlândia (MG)
Shopping Uberlândia – Av. Paulo Gracindo, 15
Ingressos: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)

Vitória (ES)
Shopping Vitória –Av. Américo Buaiz, 200
Ingressos: R$ 50 (intera) R$ 25 (meia)

Sobre a Royal Opera House
A Royal Opera House apresenta a cada ano mais de 400 apresentações no icônico teatro Covent Garden, em Londres, atingindo um público de mais de 710 mil espectadores. Além disso, pessoas de todo o mundo desfrutam do trabalho da companhia por meio da temporada de ROH nos cinemas, com o Royal Ballet e Royal Opera ao vivo. A Royal Opera House também desempenha um papel de liderança na educação, envolvimento da comunidade, desenvolvimento de competências, formação profissional e regeneração cultural no Reino Unido.


Fonte: Agência Febre, através de Maria Inez Aranha e Ciro Bonilha.

domingo, 24 de maio de 2015

Drama francês sobre imigrante do Sri Lanka vence a Palma de Ouro em Cannes.


Drama francês "Dheepan", sobre um ex-guerrilheiro do Sri Lanka, vence Palma de Ouro no Festival de Cannes


"Dheepan", drama francês sobre um ex-guerrilheiro do Sri Lanka que migra para a Françaa e enfrenta a violência, venceu a Palma de Ouro em Cannes. "Agradeço a Michael Haneke por não ter filme este ano", brincou o diretor, que já havia perdido a Palma por "O Profeta" para "A Fita Branca", do diretor austríaco, em 2009.

Num ano em que a seleção francesa foi muito criticada pela baixa qualidade dos filmes, foi constrangedor e injusto ver o país anfitrião levar três prêmios entre as oito categorias da competição - além da Palma de Ouro, os prêmios de ator e atriz. Aclamado pela crítica, o chinês "Mountains May Depart" (As montanhas podem partir), de Jia Zhangke, saiu sem prêmio algum.

Com seu primeiro longa-metragem, o húngaro László Nemes venceu o Grande Prêmio do Júri, segundo lugar da competição, com "Son of Saul" (O filho de Saul), sobre um judeu que quer dar um enterro digno para o seu filho em meio à barbárie dos campos de concentração. Ele defendeu o direito de alguns cineastas de ainda filmar em película 35mm, num mundo cada vez mais dominado pelo cinema digital.

"The Lobster", um dos filmes mais comentados do festival, sobre um hotel no qual os solteiros têm até 45 dias para encontrar um namorado ou são transformados em animais, levou o Prêmio do Júri, uma espécie de terceiro colocado entre os filmes vencedores.

O júri presidido pelos irmãos Joel e Ethan Coen surpreendeu ao dividir a Palma de melhor atriz entre a americana Rooney Mara, pelo drama "Carol", e a francesa Emmanuelle Bercot, por "Mon Roi" (Meu rei). Mais surpreendente ainda foi premiar Mara e não a protagonista Cate Blanchett, que vive a personagem-título na história do amor proibido entre duas mulheres nos EUA dos anos 50. O diretor do filme, Todd Haynes, subiu ao palco para receber o prêmio por Mara, que já tinha ido embora de Cannes.

Outro francês quase desconhecido no Brasil, Vincent Lindon, levou a Palma de ator com o personagem de um executivo de 51 anos, desempregado há 20 meses, que enfrenta um dilema moral em seu novo trabalho no francês "La Loi du Marché" (A lei do mercado).

Diretor de obras-primas como "Flores de Shanghai", o taiwanês Hou Hsiao Hsien venceu a Palma de melhor diretor por um filme de artes marciais, "The Assassin" (A assassina), passado no século 9.

O diretor e roteirista mexicano Michel Franco ficou com o prêmio de melhor roteiro por "Chronic", em que Tim Roth vive um enfermeiro solitário com um segredo no passado que cuida de pacientes terminais.

O colombiano "La Tierra y la Sombra", que tem coprodução da brasileira Pretaportê Filmes, venceu o prestigioso Caméra d´Or, para o melhor diretor estreante em longas-metragens, entre os 26 exibidos no festival. No filme, um homem volta à fazenda de cana de açúcar onde vive sua família para cuidar de um filho doente.

A francesa Agnes Varda, única mulher da Nouvelle Vague nos anos 60, recebeu uma Palma de Ouro honorária pelo conjunto da carreira. Ela lembrou que, ao contrário dos ganhadores anteriores - Clint Eastwood, Woody Allen, Bernardo Bertolucci -, seus filmes independentes nunca fizeram milhões nas bilheterias e considerou este um "prêmio de resistência" do cinema de autor.


Palma de Ouro
"Dheepan", de Jacques Audiard (França)

Grande Prêmio do Júri
"Son of Saul" (O filho de Saul), de László Nemes

Melhor diretor
Hou Hsiao Hsien, por "The Assassin" (A assassina) (Taiwan)

Prêmio do Júri
"The Lobster", de Yorgos Lanthimos

Melhor atriz
Rooney Mara, por "Carol" (EUA)
Emmanuelle Bercot, por "Mon Roi" (Meu rei) (França)

Melhor ator
Vincent Lindon, por "La Loi du Marché" (A lei do mercado) (França)

Melhor roteiro
Michel Franco, por "Chronic" (México)

Caméra d´Or (melhor longa de diretor estreante)
"La Tierra y la Sombra", de Cesar Augusto Acevedo (Colômbia, Brasil, Chile, França, Holanda)

Palma de Ouro - curta-metragem
"Waves ´98", de Ely Dagher (Líbano, Qatar)


Fonte: www.cinema.uol.com.br