terça-feira, 9 de junho de 2015

Universal Pictures promove ação inédita nas ruas de São Paulo para lançamento de ‘Jurassic World’.




EM PARCERIA COM A AGÊNCIA PONTO ZERO, AÇÃO TRAZ PROMOTORES VESTIDOS COMO FUNCIONÁRIOS DO PARQUE À PROCURA DE DINOSSAURO QUE FUGIU


Cuidado! Se em algum momento, andando pelas ruas de São Paulo, você for surpreendido por funcionários desesperados de “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” é porque a terrível D-Rex está à solta! Essa é uma das ações que a Universal Pictures, em parceria com a Ponto Zero Produções, está promovendo para o lançamento do filme que estreia nesta quinta, 11 de junho, nos cinemas brasileiros.

Até amanhã, um casal de promotores vestidos como funcionários do Parque dos Dinossauros fará rondas pela cidade à procura da tão temida D-Rex, hibrido geneticamente modificado em laboratório que fugiu de sua jaula inesperadamente. Nesta segunda-feira, 8 de junho, cerca de 50 pessoas participaram da brincadeira na região da Avenida Paulista e, ao tentarem ajudar os funcionários imitando o som de um dinossauro, ganharam ingressos para assistir ao filme nos cinemas. Entre hoje e quarta, a ação continua e percorrerá mais alguns pontos da cidade.

Relacionado a uma das séries mais icônicas do cinema, “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” conta com produção executiva de Steven Spielberg e direção de Colin Trevorrow. Baseado na história criada por Rick Jaffa e Amanda Silver com personagens de Michael Crichton, a produção tem roteiro assinado por Rick Jaffa, Amanda Silver, Derek Connolly, além do próprio Trevorrow. No elenco, além dos protagonistas Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, o filme traz Ty Simpkins, Nick Robinson, Irrfan Khan, Vincent D’Onofrio, Jake Johnson, Omar Sy, BD Wong e Judy Greer.


Fonte: Agência Febre, através de Jéssica Quinalha e Ciro Bonilha.

Novos cartazes de ‘Carrossel – o Filme’ apresentam os personagens da aventura.




COM ESTREIA MARCADA PARA 23 DE JULHO, LONGA INSPIRADO NA TELENOVELA GANHA MATERIAL QUE MOSTRA AO PÚBLICO O ELENCO CARACTERIZADO


Para preparar os fãs para a estreia de “Carrossel – o Filme”, em 23 de julho, a Paris Filmes lançou uma série de cartazes, ilustrados por divertidas fotos dos atores caracterizados para o longa. A coleção reúne desde os já conhecidos personagens infantis, como o romântico Cirilo, a ciumenta Valéria e a espevitada Maria Joaquina, até o elenco adulto do filme - incluindo o vilão Gonzales (papel de Paulo Miklos) e seu comparsa Gonzalito (Oscar Filho). O filme é uma produção da Paris Produções, em coprodução com RioFilme, SBT e Televisa. O longa tem distribuição da Downtown Filmes e Paris Filmes e codistribuição Televisa.

Inspirada na novela “Carrossel” - adaptação de Íris Abravanel para o SBT da versão original mexicana -, a produção mostra as aventuras da turma da Escola Mundial durante as férias. Com direção de Alexandre Boury e Maurício Eça, o filme tem roteiro de Márcio Alemão, Mirna Nogueira e Erez Migron. Noemi Gerbelli, Orival Pessini, Márcia de Oliveira e Carlinhos Aguiar estão entre os atores adultos do longa. Já o elenco infantojuvenil reúne Ana Victória Zimmermann, Aysha Benelli, Esther Marcos, Fernanda Concon, Guilherme Seta, Gustavo Daneluz, Jean Paulo Campos, Konstantino Atan, Larissa Manoela, Léo Belmonte, Lucas Santos, Maisa Silva, Matheus Ueta, Nicholas Torres, Stefany Vaz e Thomaz Costa.


Sinopse – Carrossel – O Filme

A turma do Carrossel está de férias da Escola Mundial e os amigos se reúnem no acampamento Panapaná, onde embarcam em novas aventuras. Juntos, eles viverão dias incríveis, participando de brincadeiras organizadas pelo senhor Campos, um velhinho muito simpático, que faz de tudo para que as crianças se divirtam ao máximo.

Enquanto as crianças se divertem, Gonzáles, funcionário de uma incorporadora, aparece no acampamento com a missão de comprar o terreno para transformá-lo em uma fábrica poluidora. Enquanto o vilão procura sabotar e difamar o Panapaná para obrigar o senhor Campos a fechá-lo, a esperta turma da Escola Mundial se une para atrapalhar seus planos e manter o acampamento em funcionamento.


Ficha técnica

Uma produção Paris Produções

Direção: Alexandre Boury e Maurício Eça

Direção de Fotografia: Ale Samori

Direção de Arte: Marghe Pennacchi

Figurino: Tica Bertani

Co-produtores: RioFilme, SBT, Televisa

Produtores: Diane Maia, Marcio Fraccaroli, Sandi Adamiu

Produtores Executivos: Diane Maia, Renata Rezende

Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes


Fonte: Agência Febre, através de Maria Inez Aranha e Ciro Bonilha.

MURRAY LERNER É HOMENAGEADO NO IN-EDIT BRASIL 2015.


Fonte: www.google.com.br/imagens


* filmes sobre Bob Dylan, Jimi Hendrix, The Who, Isaac Sern e Newport Folk Festival, na programação


O diretor e escritor norte americano Murray Lerner é o grande homenageado da 7ª edição do In-Edit Brasil - Festival Internacional do Documentário Musical, que acontece de 01 a 12 de julho, em São Paulo.

O festival celebra sua obra e traz cinco importantes títulos na programação deste ano. Entre eles, o grande vencedor do Oscar de melhor documentário em 1981, From Mao to Mozart: Isaac Stern in China. O filme mostra a entrada da cultura ocidental no extremo oriente através da apresentação do violinista Isaac Stern, que foi convidado para tocar com a Orquestra Sinfônica Nacional da China dirigida na época por Li Delun.

No documentário Festival, Lerner faz um registro das edições de 1963 a 1965 do Newport Folk Festival, considerado um dos pioneiros. O resultado são apresentações lendárias de nomes como Johnny Cash, Joan Baez, Pete Seeger, Peter, Paul & Mary, Odetta, Son House, Howlin' Wolf e muitos outros além do depoimento de quem estava ali. O projeto, que foi considerado muito ambicioso para época, rendeu uma indicação ao Oscar em 1967.

Em The Other Side of the Mirror: Bob Dylan at the Newport Folk Festival, o diretor acompanha a evolução de Bob Dylan como músico e como figura pública durante as edições de 63, 64 e 65, do Newport Folk Festival. Das canções tradicionais à grande polêmica pela utilização da guitarra elétrica e seu auge como artista.

Depois de ter gravado a Ópera Rock Tommy e triunfado no festival de Woodstock, o grupo The Who chega ao verão de 1970 em plena forma. Um de seus grandes shows pode ser visto em Listening to You: The Who at the Isle of Wight 1970, um documento histórico onde a banda apresenta um set cheio de energia e atitude com diversos clássicos.

Já em Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live at the Isle of Wight 1970, Jimi Hendrix faz seu último show na Inglaterra duas semanas antes morrer, no dia 31 de agosto de 1970, fechando o Isle of Wight Festival. O guitarrista subiu ao palco junto com Mitch Mitchell (bateria) e Billy Cox (baixo) para uma apresentação destruidora. Neste importante registro, vemos essa despedida de Jimi Hendrix do país que lhe converteu em mito.

Com patrocínio master da Riachuelo, patrocínio da Petrobras e copatrocínio da Prefeitura Municipal de São Paulo, o evento é uma correalização da In Brasil Produção Cultural, SESC-SP e Governo do Estado de São Paulo / Secretaria da Cultura.

O In-Edit Brasil é o primeiro festival dedicado exclusivamente ao gênero do documentário musical no país. Fundando em 2003 em Barcelona, Espanha, o festival acontece no Brasil desde 2009.


Serviço:

IN-EDIT BRASIL - 7º Festival Internacional do Documentário Musical

De 01 a 12 de julho, em São Paulo.

Salas: Cinesesc, Cine Olido e Centro Cultural São Paulo (CCSP, Sala Paulo Emilio Sales Gomes), Cinemateca Brasileira, Matilha Cultural.


Fonte: ATTi Comunicação, através de Valéria Blanco.

Paleontólogo Jack Horner comenta sobre o processo de criação da D-Rex em ‘Jurassic World’.




NOVO FEATURETTE AINDA TRAZ DEPOIMENTOS DO DIRETOR COLIN TREVORROW E IMAGENS DE BASTIDORES


A Universal Pictures acaba de divulgar um novo featurette de “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (Jurassic World). Já com legendas em português, o vídeo destaca a consultoria do paleontólogo Jack Horner, que desde o primeiro filme orienta cientificamente a equipe de produção.


Vídeo



“É muito legal ser um dos poucos a estar em todos os quatro filmes de Jurassic Park”, confessa o cientista. “Temos muitos dinossauros em Jurassic Word [...], mas o dinossauro mais interessante do filme nunca existiu. Eles me pediram para ajudá-los a criar um bem assustador”, explica Horner sobre a D-Rex, espécie produzida em laboratório por meio de experiências genéticas para ser ainda maior e mais veloz que o Tiranossauro Rex.

Para o diretor Colin Trevorrow, era importante contar com profissionais como Jack Horner - que fizeram de “Jurassic Park” um filme grandioso: “Jack disse que se o dinossauro fosse geneticamente manipulado, não haveria limites para o que ele pudesse fazer. Acabamos com uma coisa incrível, malvada e feroz, mas que obviamente, é um erro horrível”, explica Trevorrow.

Com estreia marcada para 11 de junho nos cinemas brasileiros, o filme é baseado nos personagens criados por Michael Crichton com história de Rick Jaffa e Amanda Silver. A produção, que tem roteiro assinado por Rick Jaffa, Amanda Silver, Derek Connolly, além do próprio Trevorrow, conta ainda com Bryce Dallas Howard, Ty Simpkins, Nick Robinson, Irrfan Khan, Vincent D’Onofrio, Jake Johnson, Omar Sy, BD Wong e Judy Greer no elenco.


Fonte: Agência Febre, através de Jéssica Quinalha e Ciro Bonilha.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

L&PM Editores dá a dica! CAIXA ESPECIAL HORROR, dos maiores clássicos da literatura de horror.

CAIXA ESPECIAL HORROR



Daniel Defoe

Robert Louis Stevenson

H.P. Lovecraft

Mary Shelley

Bram Stoker

Uma caixa especial que reúne alguns dos maiores clássicos da literatura de horror: Drácula, de Bram Stoker; Frankenstein, de Mary Shelley; O médico e o monstro, de Robert Louis Stevenson; Contos de fantasma, de Daniel Defoe e A tumba, de H. P. Lovecraft. São livros que fazem parte da Coleção L&PM POCKET e que, juntos, ficam ainda mais charmosos e "arrepiantes".


Informações Gerais

Título: CAIXA ESPECIAL HORROR

Preço sugerido: R$ 94,60

Catálogo: Coleção L&PM Pocket

Gênero: Horror e mistério

Páginas: 1264


Sobre os autores

Daniel Defoe
Romancista e escritor político inglês. O pai era comerciante, e Defoe (1660-1731) acabou se tornando um grande mercador na juventude, o que o levou a viajar muito e conhecer toda a Europa. Escreveu todo tipo de obras, tanto em prosa como em verso: história, biografia, romance, polêmicas políticas e religiosas, sátiras, poemas etc., tendo tomado parte muito ativa nos negócios de seu país, onde, ao mesmo tempo que homem de letras, foi um verdadeiro homem de ação. Das suas obras, o que mais se sobressai são os romances (A aparição da senhora Vitela, O capitão Singleton, O coronel Jack, Roxana etc.), e destes, o Robinson Crusoé (1719) não só se tornou o seu título mais famoso como lhe trouxe a imortalidade. Foi enorme a influência literária que tal obra exerceu, e foi escrita quando seu autor já contava sessenta anos. Todos os maiores romances de Defoe foram escritos na velhice. Ele morreu na miséria, apesar do muito que produziu.

Robert Louis Stevenson
Nascido em Edimburgo em 1850, Robert Louis (originalmente, Lewis) Balfour Stevenson era filho de um próspero engenheiro civil. Seu pai desejava que ele seguisse sua profissão, porém a má saúde e a fraca disposição de seu filho significavam que teriam de decidir-se por uma carreira alternativa. Escolhendo o curso de Direito como um compromisso, Stevenson matriculou-se na Universidade de Edimburgo, porém sua crescente desilusão com a respeitabilidade presbiteriana da classe de seus pais conduziu a frequentes discussões e ele distanciou-se da família, preferindo em vez disso levar uma vida boêmia. Sua fascinação pela vida do baixo mundo da cidade e pelos caracteres bizarros que nela encontrava forneceu um rico material para suas histórias posteriores. Em 1875, quando Stevenson completou seus estudos de Direito, já estava determinado a tornar-se um escritor profissional.
Quando ainda se encontrava no princípio da casa dos vinte anos, ele começou a sofrer de severos problemas respiratórios, que o clima escocês não fez nada para melhorar. Na tentativa de aliviar seus sintomas, ele passou grande parte de sua vida viajando para climas mais quentes; e foi enquanto vivia na França, em 1876, que conheceu sua futura esposa, Mrs. Fanny Osbourne, uma mulher dez anos mais velha do que ele. Em 1879, ele a seguiu até a Califórnia, viajando em um navio de imigrantes, e depois ambos se casaram, assim que o divórcio dela foi oficializado. As primeiras obras publicadas de Stevenson, Uma Viagem pelo interior (1878) e Viagens com um burro nas Cervennes (1879), baseadas em suas próprias aventuras, foram seguidas por um fluxo constante de artigos e ensaios.
Todavia, foi somente em 1883 que apareceu sua primeira obra de ficção extensa, A ilha do tesouro. Uma fase grave de doença, seguida por um período de descanso em Bournemouth, colocou Stevenson em contato com Henry James e os dois ficaram grandes amigos. O reconhecimento que Stevenson recebeu após a publicação de A ilha do tesouro cresceu com a publicação de O estranho caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde (O médico e o monstro) e Raptado, em 1886. Em 1888, ele levou sua família para os Mares do Sul, novamente em busca de um clima que melhor se coadunasse com suas condições de saúde. Após estabelecer-se em Samoa, ganhou reputação como contador de histórias, especialmente entre os nativos. Morreu de uma hemorragia cerebral, enquanto trabalhava em sua obra-prima inacabada, Weir of Hermiston, em 1894.
A criação calvinista de Stevenson e sua constante luta contra a má saúde conduziram à sua preocupação com a morte e o lado mais escuro da natureza humana, como é revelado em seu trabalho. A despeito da afirmação de Stevenson de que “a ficção é para o homem adulto o que o brinquedo representa para a criança”, ele havia, no final de sua vida, dominado uma enorme variedade de tipos de ficção, desde os contos de aventuras históricas e romances de espadachins até as histórias de horror em estilo gótico. Stevenson morreu em 3 de dezembro de 1894.

H.P. Lovecraft
Howard Phillips Lovecraft (Providence, Rhode Island, 1890 – 1937) foi um escritor norte-americano celebrizado pelos seus livros de fantasia e terror, marcadamente gótico, enquadrados por uma estrutura semelhante à da ficção científica. Durante a sua vida teve um número relativamente pequeno de leitores, mas a sua obra veio a tornar-se uma forte influência e referência para escritores de horror. Era assumidamente conservador e anglófilo, sendo por isso habituais no seu estilo os arcaísmos e a utilização de vocabulário e ortografia marcadamente britânicos.
Lovecraft foi o único filho de Winfield Scott Lovecraft, negociante de joias e metais preciosos, e Sarah Susan Phillips, de uma família notória cujas origens remontavam aos primeiros colonizadores americanos, casados numa idade relativamente avançada para a época. Quando contava três anos, seu pai sofreu uma aguda crise nervosa que deixou sequelas profundas, obrigando-o a passar o resto da vida em clínicas de repouso.
Assim, ele foi criado pela mãe Sarah, por duas tias, e por seu avô, Whipple van Buren Phillips. Lovecraft era um jovem prodígio que recitava poesia aos dois anos e já escrevia seus próprios poemas aos seis. Seu avô encorajou o hábito da leitura, tendo arranjado para ele versões infantis da Ilíada e da Odisséia, de Homero, e introduzindo-o à literatura de terror, ao apresentar-lhe clássicas histórias de terror gótico.
Lovecraft era uma criança constantemente doente. Seu biógrafo, L. Sprague de Camp, afirmou que o jovem Howard sofria de poiquilotermia, uma raríssima doença que fazia com que sua pele fosse sempre gelada ao toque. Devido aos seus problemas de saúde, ele frequentou a escola apenas esporadicamente, mas lia bastante.
Seu avô morreu em 1904, o que levou a família a um estado de pobreza. Foram obrigados a se mudar para acomodações muito menores e insalubres, o que prejudicou ainda mais a já débil saúde de Lovecraft. Em 1908, ele sofreu um colapso nervoso, acontecimento que impediu-o de receber seu diploma de graduação no ensino médio e, consequentemente, complicou sua entrada em uma universidade. Esse fracasso pessoal marcaria Lovecraft pelo resto de seus dias.
Na juventude, Lovecraft se dedicou a escrever poesia, mergulhando na ficção de terror apenas a partir de 1917. Em 1923, ele publicou seu primeiro trabalho profissional, Dagon, na revista Weird Tales. Sua mãe nunca chegou a ver nenhum trabalho do filho publicado; morreu em 1921, após complicações em uma cirurgia.
Lovecraft trabalhou como jornalista por um curto período de tempo, durante o qual conheceu Sonia Greene, com quem viria a casar. Ela era judia natural da Ucrânia, oito anos mais velha que ele, o que fez com que suas tias protestassem contra o casamento. O casal mudou-se para o Brooklyn, em Nova York, cidade da qual Lovecraft nunca gostou. O casamento durou poucos anos e, após o divórcio amigável, Lovecraft regressou a Providence, onde moraria até morrer.
O período imediatamente após seu divórcio foi o mais prolífico de Lovecraft, no qual ele se correspondia com vários escritores estreantes de horror, ficção e aventura. Entre eles, seu mais ávido correspondente era Robert E. Howard, criador de Conan, o Bárbaro. Algumas das suas mais extensas obras, Nas montanhas da loucura e O caso de Charles Dexter Ward, foram escritas nessa época.
Seus últimos anos de vida foram bastante difíceis. Em 1932, sua amada tia Lillian Clark, com quem ele vivia, faleceu. Lovecraft mudou-se para uma pequena casa alugada com sua tia e companhia remanescente, Annie Gamwell, situada bem atrás da biblioteca John Hay. Para sobreviver, considerando-se que seus próprios textos aumentavam em complexidade e número de palavras (dificultando a venda), Lovecraft apoiava-se como podia em revisões e trabalhos de ghostwriting, inclusive de poemas e não-ficção. Em 1936, a notícia do suicídio de seu amigo Robert E. Howard deixou-o profundamente entristecido e abalado. Nesse ano, a doença que o mataria (câncer no intestino) já avançara o bastante para que pouco se pudesse fazer contra ela. Lovecraft suportou dores sempre crescentes pelos meses seguintes, até que em 10 de março de 1937 viu-se obrigado a se internar no Hospital Memorial Jane Brown. Ali morreria cinco dias depois. Contava então 46 anos de idade.
Howard Phillips Lovecraft foi enterrado no dia 18 de março de 1937, no cemitério Swan Point, em Providence, no jazigo da família Phillips. Seu túmulo é o mais visitado do local, mas passaram-se décadas sem que seu túmulo fosse demarcado de forma exclusiva. No centenário de seu nascimento, fãs norte-americanos se cotizaram para inaugurar uma lápide definitiva, que exibe a frase "Eu sou Providence", extraída de uma de suas cartas.
Muitos dos trabalhos de Lovecraft foram diretamente inspirados por seus constantes pesadelos, o que contribuiu para a criação de uma obra marcada pelo subconsciente e pelo simbolismo. As suas maiores influências foram Edgar Allan Poe, por quem Lovecraft nutria profunda afeição, e Lord Dunsany, cujas narrativas de fantasia inspiraram as suas histórias em Terras de sonho. Suas constantes referências, em seus textos, a horrores antigos e a monstros e divindades ancestrais acabaram por gerar algo análogo a uma mitologia, hoje vulgarmente chamada Cthulhu Mythos, contendo vários panteões de seres extradimensionais tão poderosos que eram ou podiam ser considerados deuses, e que reinaram sobre a Terra milhões de anos atrás. Entre outras coisas, alguns dos seres teriam sido os responsáveis pela criação da raça humana e teriam uma intervenção direta em toda a história do universo.
A expressão Cthulhu Mythos foi criada, após a morte de Lovecraft, pelo escritor August Derleth, um dos muitos a basearem suas histórias nos mitos do autor norte-americano. Lovecraft criou também um dos mais famosos e explorados artefatos das histórias de terror, o Necronomicon, um fictício livro de invocação de demônios escrito pelo, também fictício, Abdul Alhazred, sendo até hoje popular o mito da existência real deste livro, fomentado especialmente pela publicação de vários falsos Necronomicons e por um texto, da autoria do próprio Lovecraft, explicando a sua origem e percurso histórico.
Fonte: Wikipedia

Mary Shelley
Nasceu em Londres, em 30 de agosto de 1797. Esposa do poeta inglês Percy B. Shelley, escreveu Frankenstein para participar de um concurso de histórias de terror realizado na intimidade do castelo de Lord Byron. Mesmo competindo com grandes gênios da literatura universal, acabou redigindo esta que é uma das mais impressionantes histórias de horror de todos os tempos. A história do Dr. Victor Frankenstein e da monstruosa criatura por ele concebida vem fascinando gerações desde que foi publicada há mais de cem anos. Brilhante história de horror, escrita com fervor quase alucinatório, Frankenstein representa um dos mais estranhos florescimentos da imaginação romântica.
Mary Shelley foi reconhecida como grande romancista ainda em vida. A autora morreu de câncer cerebral em 1º de fevereiro de 1851, com 53 anos, em Londres.

Bram Stoker
Abraham "Bram" Stoker nasceu em 1847, em Dublin, na Irlanda. Sua paixão pela literatura surgiu logo na adolescência. Formou-se na faculdade de Matemática, trabalhou como jornalista, funcionário público e diretor de teatro. Mas, ao longo desses anos, sempre escreveu histórias.
Seu livro mais conhecido, Drácula, foi publicado em 1897. É uma das mais famosas e horripilantes histórias de terror de todos os tempos. Baseado no folclore da Transilvânia e num personagem real (o rei Vlad, o Empalador), Stoker redigiu um relato que tem assombrado gerações consecutivas de leitores, transformando-se num mito adaptado para o cinema, quadrinhos e TV, talvez o mais significativo destes últimos dois séculos. Bram Stoker faleceu em Londres a 20 de abril de 1912.

Fonte: www.lpm.com.br


Parceria

domingo, 7 de junho de 2015

Site do Festival Varilux de Cinema Francês 2015 traz programação de cada cidade.




EVENTO ACONTECE EM MAIS DE 50 CIDADES BRASILEIRAS ENTRE 10 E 17 DE JUNHO


A programação completa do Festival Varilux de Cinema Francês 2015 – entre 10 e 17 de junho em mais de 50 cidades brasileiras - já está disponível no site (http://variluxcinefrances.com/). Nele, o internauta vai encontrar todas as informações relacionadas ao evento: programação de cada cidade; sinopses, fotos e trailer dos filmes; além do um perfil dos convidados – diretores e atores - que integram a delegação que estará em São Paulo e no Rio de Janeiro participando da abertura do evento, dias 10 e 11, respectivamente. Dinâmico e de fácil navegação, o site conta ainda com informações sobre a programação especial: oficina de roteiro, mostra Pio Marmaï, homenagem ao Rio com exibição de “O Homem do Rio”, Especial Animação e Masterclass com Anne Fontaine, entre outras.


Sobre o Festival Varilux de Cinema Francês


A edição deste ano do evento, que acontece de 10 a 17 de junho, promete bater vários recordes; além do número de cidades aumentar para 50 (80 cinemas), o festival pretende chegar a todas as capitais brasileiras com as grandes novidades do cinema francês. A meta de público também cresce: a expectativa é levar mais de 110 mil pessoas aos cinemas em uma semana para assistir aos 16 filmes em cartaz, um acréscimo de 10% em relação a 2014.

Na programação já confirmada estão “Samba”, de Olivier Nakache e Eric Toledano, que já alcançou a marca de três milhões de espectadores na França; a comédia “Que Mal Eu Fiz a Deus?”, de Philippe de Chauveron, recorde de bilheteria na França em 2014, com mais de 12 milhões de espectadores; “Gemma Bovery”, de Anne Fontaine, uma divagação contemporânea sobre o romance Madame Bovary; "Papa ou Maman", de Martin Bourboulon, comédia politicamente incorreta sobre um divórcio à francesa; e "Astérix – O Domínio dos Deuses", de Louis Clichy, primeira animação em computação gráfica baseada em histórias em quadrinhos.

Em solo brasileiro, Nakache e Toledano terão a companhia dos galãs franceses Pio Marmai e Tahar Rahim, respectivamente no elenco dos filmes “Beijei uma Garota” e “Samba”, do ator Noom Diawara e do diretor Philippe de Chauveron, de “Que mal eu fiz a Deus?”, e dos diretores Anne Fontaine (“Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte”), Audrey Dana (“O Que as Mulherem Querem”), Cécile Telerman (“Os Olhos Amarelos de Crocodilos”), Emmanuelle Bercot ("De Cabeça Erguida"), Martin Bourboulon (“Papa e Maman”) e do ator Patrick Bruel (“Sexo, Amor e Terapia”).

Com produção da Bonfilm, o evento conta também com as atividades paralelas, como Oficina Franco-Brasileira de Roteiros, que neste ano vai para sua quarta edição, com apoio direto da Riofilme e ABPITV, exibições ao ar livre e gratuitas na concha acústica da UERJ, sessões populares distribuídas por diferentes espaços alternativos do Rio de Janeiro, como a Arena Dicró, Masterclasses de direção com Anne Fontaine com entrada franca, e ação educativa que levará exibições gratuitas para escolares em mais de 15 cidades.

Repetindo o sucesso do ano passado, o festival exibirá ainda um grande clássico francês. O escolhido da vez é o filme “O Homem do Rio”, de Philippe de Broca, clássico lançado em 1964, com Jean-Paul Belmondo e Françoise d'Orléac, que será apresentado como parte das comemorações dos 450 anos da Cidade Maravilhosa.

E também, como é perfil da mostra, haverá uma retrospectiva, dessa vez, em homenagem a um dos mais promissores atores da atualidade na França, o Pio Marmai. Serão seis títulos em exibição no Instituto Moreira Salles (RJ) e no CineSesc (SP) incluindo o grande sucesso “Alyiah”, de Elie Wajeman, “Um Amor em Paris”, de Marc Fitoussi, e “O Primeiro Dia do Resto da Tua Vida”, de Rémy Bezançon.

O Festival Varilux já se consolidou como o primeiro festival de cinema com abrangência nacional, fazendo parte do calendário cultural do Brasil. Para Arnaud Ribadeau Dumas, presidente no Brasil da Essilor/Varilux - multinacional francesa fabricante exclusivo das lentes multifocais Varilux® e do antirreflexo Crizal® -, empresa que patrocina o evento desde a primeira edição, o objetivo da companhia em incentivar e disseminar a cultura no Brasil está, a cada ano, sendo alcançado. “Há mais de uma década apostamos nessa iniciativa. Assistir o avanço e a ampliação de sua abrangência Brasil a fora, inclusive em cidades fora dos grandes centros, nos dá a certeza de que fizemos a coisa certa”, afirma o presidente.

Segundo o diretor da Bonfilm e do festival, Christian Boudier, o Varilux já se tornou um dos principais eventos de cinema do país. “O festival é um dos mais aguardados pelo público brasileiro, além de ser um dos mais eficientes para promover a cultura e a imagem da França no Brasil”.


Fonte: Agência Febre, através de Juliana Branco e Kátia Carneiro.

Cine F, na Sala Redenção – Cinema Universitário da UFRGS.


Fonte: www.google.com.br/imagens


SINGULARIDADES DE UMA RAPARIGA LOURA (Portugal, 2009, 64min) Dir. Manoel de Oliveira.


10 de junho – quarta-feira – 19h


Numa viagem de comboio para o Algarve, Macário conta as atribulações da sua vida amorosa a uma desconhecida senhora: mal entra para o seu primeiro emprego, um lugar de contabilista no armazém em Lisboa do seu tio Francisco, apaixona-se perdidamente pela rapariga loira que vive na casa do outro lado da rua.


Fonte: Coordenação e curadoria da Sala Redenção – Cinema Universitário: Tânia Cardoso de Cardoso.