quarta-feira, 24 de junho de 2015

Editora Sextante Arqueiro Recomendam: TRÊS SEMANAS COM MEU IRMÃO, Nicholas Sparks e Micah Sparks.

TRÊS SEMANAS COM MEU IRMÃO



Nicholas Sparks já vendeu mais de 100 milhões de livros no mundo.


Três semanas com meu irmão é o relato pessoal do autor, escrito em parceria com seu irmão Micah Sparks.


Em janeiro de 2003, Nicholas Sparks e seu irmão, Micah, partiram em uma viagem de três semanas pelo mundo para representar um marco em suas vidas, pois, aos 37 e 38 anos respectivamente, eles eram os únicos membros sobreviventes de sua família.

Com as maravilhas do mundo como pano de fundo e muitas vezes dominados por seus sentimentos, o intrépido Micah e o introspectivo Nicholas relembram as aventuras e traquinagens de sua infância e as tragédias que testaram sua fé. Durante esse processo, ambos aprenderam verdades surpreendentes sobre a perda, o amor e a esperança.

Narrado com irrepreensível humor e rara sensibilidade – e incluindo fotos pessoais –, Três semanas com meu irmão é um lembrete para abraçarmos a vida com todas as suas incertezas e, acima de tudo, valorizar os tempos felizes e as pessoas maravilhosas que os tornam possíveis.


Dados

TRÊS SEMANAS COM MEU IRMÃO

Não ficção

Nicholas Sparks e Micah Sparks

320 páginas

16 x 23 cm

R$ 34,90

EBOOK: R$ 24,99

15.000 exemplares


Sobre os autores:

Nicholas Sparks lançou seu primeiro livro aos 31 anos, ao qual se seguiram outros 18. Suas obras foram traduzidas para 50 idiomas e já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo.

Micah Sparks é dono de uma fábrica. Ele mora na Califórnia com a esposa e os filhos.


Patrocínio:

Resultado do sorteio do par de ingressos para cinema “Cineflix João Pessoa”– Dia 24 de junho.

Parabéns! Letícia Menezes, vencedora do par de ingressos para cinema “Cineflix João Pessoa”.


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Cineflix “João Pessoa”: Shopping João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Com Gloria Pires, Antonia Morais e Susana Vieira, ‘Linda de Morrer’ ganha trailer.




PRODUZIDO PELA MIGDAL FILMES EM COPRODUÇÃO COM A GLOBO FILMES E DISTRIBUIÇÃO DA FOX FILMS, LONGA ESTREIA DIA 20 DE AGOSTO


Famosa, bem-sucedida, vaidosa e obcecada pelo corpo perfeito. Essa é a dermatologista Paula Lins, protagonista vivida por Gloria Pires, em “Linda de Morrer”, filme da diretora Cris D’Amato, que estreia em 20 de agosto. O trailer oficial da comédia acaba de ser lançado e dá uma prévia do que sua personagem vai enfrentar – como espírito - depois de morrer por conta dos efeitos colaterais do “Milagra”, fórmula criada por ela para dar fim às celulites. “Meu corpo vai apodrecer, meu Deus. Depois de tanto sacrifício, tanto chocolate que não comi”, esse é o lamento da médica ao se dar conta de sua condição “espiritual”. Mas quem vai ajudá-la a corrigir seus erros e a resgatar a relação com a filha Alice (Antonia Morais) é o psicólogo Daniel (Emilio Dantas), que acaba passando por situações constrangedoras.

Antes de sua morte, Paula teve uma discussão traumática com a filha e uma das missões de Daniel é procurar a jovem para convencê-la a fazer as pazes com o espírito da mãe. Só que Alice demora a acreditar que o novo amigo tem o dom de enxergar os mortos. Juntos, o trio se une para suspender a venda da pílula pelos sócios inescrupulosos de Paula, Francis (Angelo Paes Leme) e Marcelo (Pablo Sanábio), que mantiveram a venda do medicamento apesar das graves reações do “Milagra”. Avó de Daniel, Mãe Lina, a mãe de santo vivida por Susana Vieira, é quem indica o neto para conduzir Paula nessa aventura de outro mundo.

“Linda de Morrer” é uma produção da Migdal Filmes, com distribuição da Fox Film do Brasil, coprodução Globo Filmes, e parceria com BRDE, ANCINE, Fundo Setorial do Audiovisual e Telecine. No elenco também estão Vivianne Pasmanter (Jô, paciente de Daniel), Stella Miranda (Gilda Bayão, apresentadora de programa de TV), Priscilla Marinho (Jaci, empregada de Paula), entre outros.


Sinopse:
Médica muito famosa, Paula (Gloria Pires) descobre como resolver o drama das mulheres modernas: a celulite. Com o recém-criado Milagra, ela espera salvá-las deste “mal”. Porém, Paula toma o remédio e morre de um inesperado efeito colateral. Agora, seu espírito preso à Terra precisa denunciar o próprio remédio e salvar as futuras vítimas de seu inescrupuloso sócio, Dr. Francis (Angelo Paes Leme). Para isso ela conta apenas com duas pessoas: o estabanado Dr. Daniel (Emilio Dantas), que acaba de herdar o dom da mediunidade da avó (Susana Vieira), e Alice (Antonia Morais), sua filha com quem vivia às turras quando era viva.


Ficha Técnica:

Elenco – Gloria Pires, Susana Vieira, Vivianne Pasmanter, Antonia Morais, Emilio Dantas, Angelo Paes Leme, Pablo Sanábio, Priscilla Marinho, Stella Miranda, entre outros

Diretora - Cris D’Amato

Produtora - Iafa Britz

Argumento - Carolina Castro

Roteiro - Carolina Castro/ Jô Abdu / Marcelo Saback

Colaboração de Roteiro - Bruno Garotti/ Regiana Antonini/ Sylvio Gonçalves

Diretor de Fotografia - Nonato Estrela

Diretor de Arte - Marcos Flaksman

Figurinista - Reka Koves

Produtor Executivo - Angelo Gastal

Produtora de Elenco - Marcela Altberg


Fonte: Agência Febre, através de Claudia Rodrigues e Kátia Carneiro.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

L&PM Editores dá a dica! AGATHA CHRISTIE - MISTÉRIOS DOS ANOS 30 - Tradução de Carlos André Moreira e Rodrigo Breunig.

AGATHA CHRISTIE - MISTÉRIOS DOS ANOS 30



Agatha Christie recebeu o título de Rainha do Crime graças às suas histórias policiais e livros de suspense altamente imaginativos, escritos entre as décadas de 20 e 70. Conhecida como a criadora de Hercule Poirot e Miss Marple, escreveu também romances de mistério com protagonistas variados. Investigadores amadores, detetives profissionais, jovens aventureiros e espectadores ingênuos se deparam com acontecimentos inesperados e acabam solucionando situações enigmáticas. Tais romances são apresentados em ordem cronológica nesta coleção e, lidos individualmente ou em conjunto, abrem uma janela fascinante para cinco décadas de um mundo em mudança, mas sempre assolado por crimes e mistérios.

O mistério Sittaford
Durante uma sessão espírita em uma mansão isolada, um grupo de vizinhos é surpreendido por uma previsão funesta.

Por que não pediram a Evans?
Após testemunhar uma morte suspeita, Bobby Jones se une a uma grande amiga para desvendar o eletrizante mistério por trás dessa pergunta.

É fácil matar
Quando uma senhora morre misteriosamente ao tentar denunciar um serial killer, o policial aposentado Luke Fitzwilliam decide investigar o aparentemente pacato vilarejo onde ela vivia.


Título: AGATHA CHRISTIE - MISTÉRIOS DOS ANOS 30

Título Original: AGATHA CHRISTIE – 1930S OMNIBUS

Gênero: Policial

Série: Agatha Christie

Formato: 16x23

Páginas: 552

1° Edição: abril de 2015

Preço R$ 52,90


Agatha Christie
Agatha Christie é, e sempre será, a Rainha do Crime. Soberana dos romances policiais, vendeu bilhões de livros pelo mundo e foi traduzida para 45 línguas, sendo ultrapassada em vendas somente pela Bíblia e por Shakespeare. Nasceu Agatha Mary Clarissa Miller, em 15 de setembro de 1890, na cidade inglesa de Torquay, mais precisamente na mansão Ashfield. Cresceu ouvindo as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas por sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que lhe incentivou a começar a escrever contos, quando um forte resfriado fez a menina Agatha ficar alguns dias de cama. Anos mais tarde, continuaria escrevendo encorajada por Eden Phillpotts, teatrólogo amigo da família. Já famosa diria que, no início, todas as suas histórias eram melancólicas e que a maioria dos personagens morria no final.
Em 1914, casou-se com o Coronel Archibald Christie (a quem ela chamava de Archie), piloto do Corpo Real de Aviadores. Com ele, além de herdar o nome com a qual se tornaria a maior celebridade dos romances policiais, Agatha teve uma filha, Rosalind. Deram a volta ao mundo juntos e, ao lado dele, a jovem Agatha chegou até a surfar em Honolulu. O divórcio entre os dois aconteceria em 1928.
O romance de estreia daquela que viria a se tornar a Rainha do Crime, O misterioso caso de Styles, foi concebido no final da Primeira Guerra Mundial. Foi depois de trabalhar como enfermeira, quando fora transferida para o dispensário que, junto aos medicamentos, voltou a pensar na ideia que mudaria para sempre a sua vida, como mostra o texto publicado em sua Autobiografia (publicada no Brasil em 1979 pela editora Nova Fronteira):
“Foi quando trabalhava no dispensário que concebi a ideia de escrever uma história policial. Essa ideia permanecia em minha mente desde o tempo em que Madge [sua irmã] me desafiara a escrevê-la – e meu atual trabalho parecia oferecer a oportunidade favorável. Ao contrário da enfermagem, onde sempre havia o que fazer, o serviço do dispensário tinha períodos muito atarefados e outros mais frouxos. Às vezes eu ficava de serviço só na parte da tarde, praticamente sentada o tempo todo. Depois de verificar que os frascos de remédios estavam cheios e em ordem, tinha liberdade para fazer o que quisesse, desde que não abandonasse o dispensário. Comecei a considerar que espécie de história policial poderia escrever. Visto que estava rodeada de venenos, talvez fosse natural que selecionasse a morte por envenenamento. Congeminei um enredo que me parecia ter possibilidades. Essa ideia permaneceu na minha mente, gostei dela e, finalmente, aceitei-a. Depois tratei da dramatis personae. Como? Por quê? E tudo mais. Teria que ser um envenenamento íntimo, devido à maneira especial como seria acometido o crime; teria que passar-se em família, ouso dizer assim. Naturalmente, teria que aparecer um detetive. Nessa altura, achava-me mergulhada na tradição de Sherlock Holmes. Por isso pensei logo em detetives. Não poderia ser como Sherlock Holmes, é claro: teria que inventar algo diferente, bem meu, mas também ele teria que ter um amigo íntimo, uma espécie de ator contracenante – não seria tão difícil assim! Retornei a meus pensamentos a respeito dos outros caracteres. Quem seria assassinado? (...) O verdadeiro objetivo de uma boa história policial é que o assassino seja alguém óbvio e que, ao mesmo tempo, por certas razões, descubramos que não é óbvio, e que, afinal, possivelmente não fora essa pessoa que cometera o crime.”
E assim nasceu O misterioso caso de Styles, trazendo pela primeira vez o detetive belga Hercule Poirot, personagem que conseguiria ser quase tão popular quanto Sherlock Holmes. E não só esse livro, como outros, foram influenciados pelo trabalho de Agatha no dispensário e possuem mortes por envenenamento.
Em 1926, após ter lançado a média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu aquela que ficou conhecida como sua obra-prima: O assassinato de Roger Ackroyd. O livro, primeiro publicado pela editora Collins, marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou meio século e rendeu 70 títulos. O assassinato... foi também o primeiro dos livros de Agatha a ser dramatizado – sob o nome de Álibi – e a fazer sucesso na West End de Londres. Mas o seu mais famoso texto levado ao teatro, A ratoeira, estreou em 1952 e é a peça que mais tempo ficou em cartaz em toda a história.
Agatha casou-se pela segunda vez em 1930 com o arqueólogo Sir Max Mallowan, 14 anos mais jovem. E foi ao lado dele que a escritora viajou para o Oriente Médio, apaixonou-se pelo Egito e inspirou-se para criar histórias como Morte no Nilo e E no final a morte.
Em 1971, Agatha recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Faleceu em 12 de janeiro de 1976, de causas naturais, aos 85 anos de idade em sua residência (Winterbrook), em Wallingford, Oxfordshire. Foi enterrada no Cemitério da Paróquia de St. Mary, em Cholsey, Oxon.
Além de um patrimônio avaliado em 20 milhões de dólares, deixou algumas obras prontas, publicadas postumamente, como Um crime adormecido, sua Autobiografia e a coleção de pequenas histórias Os casos finais de Miss Marple, Enquanto houver luz e Problem at Pollensa.
Ao todo, é autora 66 novelas policiais, 163 histórias curtas, duas autobiografias, vários poemas, e seis romances “não crime” com o pseudônimo de Mary Westmacott. Pioneira em criar desfechos impressionantes, verdadeiras surpresas para os leitores, seus textos seguem fascinando as novas gerações.
Sua única filha, Rosalind Hicks, morreu em 28 de outubro de 2004, também com 85 anos e, assim como a mãe, de causas naturais. A partir de então, os direitos sobre a obra de Agatha Christie passaram a pertencer ao seu neto, Mathew Princhard.


Observação: Esse título faz parte de nossa Promoção para o mês de junho, entre em nosso Site: www.ahoradocinema.com, clique no Link Promoções e habilita-se para concorrer a esse grande prêmio, gentilmente cedido pela nossa Parceira “L&PM Editores”.


Fonte: www.lpm.com.br


Parceria

Oi Futuro em Ipanema apresenta a primeira edição do Cineclube Curta Cinema com documentário inédito sobre Chacal.




Criação do cineclube marca a abertura das inscrições do Festival Internacional de Curtas do Rio, em seu 25º ano


“Rio de palavra e pandemônio” é o tema desta primeira edição, que será realizada no dia 25 de junho


O Oi Futuro apresenta, no dia 25 de junho, às 19h30m, a primeira edição do Cineclube Curta Cinema, criado em parceria com o Festival Internacional de Curtas do Rio. Até novembro, serão realizadas edições mensais e temáticas, com a exibição de dois clássicos do curta-metragem nacional acompanhados de um filme inédito, além de um debate aberto ao público com a presença de seus realizadores.

Com o tema “Rio de palavra e pandemônio”, a primeira edição do Cineclube Curta Cinema terá três filmes trazem a visão de poetas e cinegrafistas sobre o Rio. Na ocasião, haverá a pré-estreia do documentário “Chacal Palavra Filme”, de Piu Gomes, que homenageia o poeta carioca Chacal. As outras duas obras são clássicos do registro cotidiano carioca: “Copa Mixta”, de José Joffily (1979) e “Rio de Janeiro” (1975), de Luiz Alphonsus. Partindo das múltiplas vozes registradas por Joffily e revelando alguns sentimentos herméticos de Chacal, o programa se estabelece na tentativa de reconstrução do ambiente caótico da cidade do Rio através de seus esforços poéticos.

“O curta-metragem é um formato que se presta à exploração de formas narrativas, que atrai artistas de formações variadas, gerando uma produção rica que encontra dificuldades de exibição”, lembra Roberto Guimarães, gestor cultural do Oi Futuro. “Ao abrir espaço em seu centro cultural em Ipanema para os curtas, o Oi Futuro quer formar plateias para o cinema brasileiro, democratizando parte de sua produção que merece uma maior divulgação”.


Inscrições Festival Curta Cinema
O Cineclube marca o início das inscrições do Festival Curta Cinema de 2015, no ano em que comemora seus 25 anos. As inscrições devem ser feitas em www.festhome.com. O filme deverá ter no máximo 30 minutos e ter sido produzido em 2014 e 2015. O Curta Cinema aceita filmes com todas as propostas e estilos: ficção, documentário, animação e tantas gêneros quanto forem possíveis. As inscrições vão até dia 24 de julho.

“A primeira edição do Cineclube Curta Cinema abre oficialmente o calendário de atividades do festival para este ano de 2015. O Curta Cinema se orgulha de sua trajetória no cenário internacional de curtas. Ao longo destas 25 edições exibimos o que há de mais representativo na produção nacional e internacional no formato”, afirma Ailton Franco Jr, diretor do festival Curta Cinema.

O festival, de caráter competitivo, é o primeiro no Brasil a qualificar seus prêmios de Melhor Filme Nacional e Internacional para a disputa do Oscar. Este ano, além da programação competitiva, o festival terá também as tradicionais mostras Panoramas Carioca e Latino Americano, e uma vasta programação especial e um foco México.


Serviço:

Cineclube Curta Cinema - “Rio de palavra e pandemônio”

Data: 25 de junho

Horário: 19h30m

Local: Oi Futuro em Ipanema - Rua Visconde de Pirajá, 54 – Ipanema, Rio de Janeiro

Tel: (21) 3131-9333

Entrada franca. Senhas serão distribuídas com 30 minutos de antecedência

Capacidade: 92 lugares


Fonte: Agência Febre, através de Ana Luiza Graça e Kátia Carneiro.

Em vídeo, Michel Teló fala do processo de adaptação da música-tema de ‘Minions’.




ANIMAÇÃO DA UNIVERSAL PICTURES EM PARCERIA COM A ILLUMINATION ENTERTAINMENT ESTREIA EM 25 DE JUNHO NOS CINEMAS BRASILEIROS


Michel Teló, que foi convidado para adaptar a música-tema do longa “Minions” (Minions) para o português, conta sobre o processo no vídeo recém-divulgado pela Universal Pictures. O vídeo traz imagens da gravação do clipe musical, além de cenas de bastidores e trechos da animação. O vídeo clipe da canção-tema - “Yellow Mellow” – foi lançado esta semana e pode ser conferido aqui.

Yellow Mellow



No making of, Teló diz que a música foi adaptada em parceria com César Lemos. Segundo o cantor, a ideia inicial era criar uma letra que destacasse os vilões, mas depois decidiram passar uma mensagem sobre o sentimento de união dos personagens amarelos. “[Falar] que eles são uma família que vive unida, que eles são parceiros pra caramba. Eu acho que essa mensagem é muito legal”, afirma Michel Teló.

Vídeo



A comédia animada dirigida por Pierre Coffin (“Meu Malvado Favorito”) & Kyle Balda (“Monstros S.A”) estreia em 25 de junho no Brasil. O primeiro filme dedicado aos minions conta a história dessas criaturas amarelas desde sua aparição na Terra sempre com o mesmo objetivo: servir os mais desprezíveis mestres – de T. Rex a Napoleão. O longa tem roteiro assinado por Brian Lynch (“O Gato de Botas”) e produção executiva de Chris Renaud.


Fonte: Agência Febre, através de Jéssica Quinalha e Ciro Bonilha.

domingo, 21 de junho de 2015

Curso: Zumbis no Cinema: Eterno Retorno, de César Almeida.




Apresentação

De todos os monstros icônicos do Horror, o Zumbi é sem dúvida o mais versátil. Desde os primórdios do cinema, sua figura sombria e assustadora tem sido usada para representar as mais diversas ideias e teorias. Irracional, letárgico e decadente, o zumbi pode surgir como metáfora para nossos medos de muitas formas.

Se nas primeiras décadas do cinema o zumbi era visto como uma ameaça restrita a ambientes exóticos, produto do misticismo de uma cultura inferior e selvagem na visão dos “heróis” (sempre estrangeiros na América Central), mais tarde eles começaram a ameaçar áreas urbanas, frutos da radiação atômica ou de invasões alienígenas, em uma clara alusão ao horror nuclear e à paranoia anticomunista dos anos 1950.




Quando George A. Romero dirigiu, em 1968, o clássico A Noite dos Mortos-Vivos, ele fez uma revolução. Criando a visão definitiva do zumbi na modernidade, Romero deu início a uma epidemia criativa mundial que se estendeu pelas décadas seguintes, atingindo um nível de contaminação espetacular no século XXI.

Hoje os zumbis são uma parte dominante da cultura pop, presentes em dezenas de filmes por ano, além de séries de TV, histórias em quadrinhos e até peças teatrais. Um fenômeno voraz que parece nunca morrer.




Objetivos

O curso Zumbis no Cinema: Eterno Retorno, ministrado por César Almeida, tem como objetivo analisar as diversas interpretações e abordagens dos mortos-vivos na ficção. O mito do zumbi será analisando desde suas origens folclóricas até suas encarnações mais modernas, atravessando um século de produção cinematográfica. A obra de George A. Romero, o grande nome deste subgênero, terá um destaque especial, assim como as versões europeias dos zumbis.




Conteúdos

Aula 1

- Introdução: etimologia, zumbis no folclore, antecedentes literários.

- Os primeiros mortos-vivos do cinema.

- White Zombie e a tradição do zumbi haitiano.

- Os primeiros zumbis urbanos e a ameaça nuclear.

- George A. Romero e A Noite dos Mortos Vivos.

- Os zumbis no início dos anos 70.




Aula 2

- Zumbis espanhóis e italianos: dos Templários Cegos à carnificina de Lucio Fulci.

- Anos 80: a era das paródias e homenagens.

- Anos 90: releituras e retomadas.

- Século XXI: a dominação mundial.




Ministrante: CÉSAR ALMEIDA

Publica artigos sobre cinema desde 2008. Lançou, em 2010, o livro "Cemitério Perdido dos Filmes B", que compila 120 resenhas de sua autoria. Em 2012, organizou "Cemitério Perdido dos Filmes B: Exploitation" com textos próprios e de outros 11 críticos de cinema. Escreve ficção, com o pseudônimo Cesar Alcázar, e atua como editor e tradutor. Já ministrou os cursos "Mestres & Dragões: A Era de Ouro das Artes Marciais no Cinema"; "Sam Peckinpah – Rebelde Implacável" e "Blaxploitation – O Cinema Negro Americano dos Anos 70" pela Cine UM.




Curso: Zumbis no Cinema: Eterno Retorno, de César Almeida

DATAS: Dias 11 e 12 / Julho (sábado e domingo)

HORÁRIO: 15h às 18h

LOCAL: Cinemateca Capitólio

(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO: R$ 80,00

(Valor promocional de R$ 70,00 para as primeiras 10 inscrições. Válido apenas para pagamentos por depósito bancário)

FORMAS DE PAGAMENTO: Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL: Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES

cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

www.cinemacineum.blogspot.com.br/2015/06/zumbis-no-cinema.html

REALIZAÇÃO: Cine UM Produtora Cultural


Fonte: Cine UM Produtora Cultural.