quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Cena inédita de ‘Mundo Cão’ mostra embate eletrizante entre personagens de Lázaro Ramos e Babu Santana.




DIRIGIDO POR MARCOS JORGE, FILME ESTÁ NA MOSTRA COMPETITIVA DO FESTIVAL DO RIO. THRILLER CHEGA AOS CINEMAS EM MARÇO DE 2016


“A Prefeitura deveria de pôr esgoto, de cuidar de dengue, não de matar meu cachorro. Ele era adestrado, tinha mais escola que você, entendia até alemão”, diz Nenê (Lázaro Ramos) em uma discussão para lá de acalorada com Santana (Babu Santana) em cena inédita do thriller “Mundo Cão”, de Marcos Jorge. No longa, Babu Santana dá vida a um simpático empregado do Departamento de Combate às Zoonoses - responsável por tirar cachorros perigosos das ruas - que vê sua vida virar de cabeça para baixo ao conhecer Nenê, vivido por Lázaro Ramos.


Cena



Com estreia prevista para março de 2016, o filme participa da Mostra Competitiva da Première Brasil, no Festival do Rio, com exibição no Cine Lagoon e no Cine Odeon, dia 3, às 22h30m e 4, às 16h, no Cine Encontro, seguida de debate.

Produzido pela Zencrane Filmes em parceria com a Migdal Filmes, com coprodução da Paramount Pictures, da Globo Filmes e distribuição da Paris Filmes, o suspense reúne um elenco de peso. Lázaro Ramos, Adriana Esteves, Babu Santana e Milhem Cortaz ganham a companhia de Paulinho Serra e Antonio Ravan e dos atores Thainá Duarte e Vini Carvalho.


Sinopse

Santana (Babu Santana) é um funcionário do Departamento de Combate às Zoonoses que trabalha recolhendo cachorros perigosos das ruas, na época em que a lei que proíbe o sacrifício de animais sadios ainda não havia sido sancionada. Avesso a confusões, ele leva uma rotina tranquila com sua esposa e filhos até o dia em que seu caminho se cruza com o de um rottweiler. Por um mal-entendido, o dono do cão, Nenê (Lázaro Ramos) se indispõe com Santana e suas atitudes vão alterar completamente a vida dele e de sua família.


Elenco: Lázaro Ramos, Adriana Esteves, Babu Santana, Milhem Cortaz, Paulinho Serra, Antonio Ravan, Thainá Duarte, Vini Carvalho


Ficha Técnica

Direção: Marcos Jorge

Produção: Cláudia da Natividade e Iafa Britz

Roteiro: Lusa Silvestre e Marcos Jorge


Sobre Marcos Jorge

Formado em jornalismo no Brasil e em cinema na Itália, Marcos Jorge tem mais 100 prêmios ganhos por seus filmes em diversos festivais. Em terras italianas, se dedicou às artes plásticas até retornar ao país em 2001. Aqui realizou curtas-metragens, escreveu o livro “Brasil Rupestre” e dirigiu o documentário “O Ateliê de Luzia”, além de diversos filmes publicitários. No âmbito da ficção, traz em seu currículo os filmes “Estômago” (2008), “Corpos Celestes” (2011) e “O Duelo” (2015). Em “Mundo Cão”, ele continua explorando o gênero do suspense em uma história de tirar o fôlego.


Fonte: Agência Febre, através de Kátia Carneiro.

Saiba como aproveitar tudo que o Festival do Rio tem para oferecer.




ESTE ANO OS INGRESSOS SÓ SERÃO VENDIDOS ONLINE OU NAS BILHETERIAS; OS PASSAPORTES JÁ ESTÃO ESGOTADOS; FESTIVAL TERÁ ENCONTROS, DEBATES E EVENTOS GRATUITOS


Começa hoje a 17ª edição do Festival do Rio, com mais de 250 filmes espalhados por 20 salas pela cidade. Este ano, o evento traz uma novidade: os ingressos serão vendidos online através do site www.ingresso.com até a véspera do dia da sessão e 20% dos ingressos estarão disponíveis na bilheteria de cada cinema para o mesmo dia. Para quem já adquiriu o passaporte, os ingressos devem ser retirados online (www.ingresso.com) ou nos postos: Cine Odeon – CCLSR, Kinoplex São Luiz.

Mas 2015 também é um ano de manter tradições. O festival contará com encontros e debates, como o tradicional Cine Encontro, que em 2015 volta ao Cine Odeon - Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro. Lá acontecerão os debates em torno dos filmes da mostra competitiva da Première Brasil, a preços populares, seguidos de conversas com os profissionais envolvidos no processo de criação das obras que concorrem ao Troféu Redentor.

Ainda na Cinelândia, o Centro Cultural Justiça Federal recebe mais uma vez a mostra e os debates da Novos Rumos, dedicada a longas-metragens de cineastas que estão despontando no cenário nacional ou cujos filmes revelam possibilidades narrativas ainda pouco exploradas pela nossa cinematografia. Outros debates e encontros acontecerão como parte das mostras Orson Welles, Lição de Cinema com Hal Hartley, Fronteiras, Première Latina em diferentes locais.

Honrando a tradição e o compromisso de fazer um festival para todos, o Festival do Rio também traz uma seleção especial de sessões gratuitas. Na seleção destacam-se filmes como “O sal da Terra”, filme de abertura do Festival do Rio 2014, “Cássia Eller”, exibido na mesma edição, uma retrospectiva especial com alguns títulos do diretor Michel Gondry e uma mostra dedicada ao cinema polonês. O Programão Carioca, parceria com a TV Globo e a Globo Filmes, vai exibir filmes nacionais de grande sucesso ao ar livre em cinco pontos diferentes: Quiosque da Globo, em Copacabana; Largo da Prainha, no Centro; Vila Mimosa, Paquetá e Pedra de Guaratiba. O público vai poder também conhecer os grandes “palácios” de cinema espalhados pelo mundo e no Brasil na exposição “A Magia Universal do Cinema”, fotos do fotógrafo francês Stephan Zaubitzer, no CCBB.


SERVIÇO

Formas de pagamento

Pelo site www.ingresso.com através de cartões de crédito. Os demais cinemas funcionam de acordo com as regras de cada estabelecimento.

Meia Entrada

Nas salas Estação NET Botafogo, Estação NET Ipanema 1 e 2, Cine Odeon - Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, CCJF, Oi Futuro Ipanema, Cinemateca do MAM, Cine Joia, Museu da República e Ponto Cine 50% de desconto em até dois ingressos por sessão para funcionários da Prefeitura do Rio de Janeiro, Petrobras, BNDES e Oi, mediante a apresentação do crachá funcional e identidade. As promoções para estudantes, idosos e outros funcionam de acordo com legislação vigente.


WebPassaporte: esgotados.

Os ingressos do passaporte devem retirados on line (www.ingresso.com) ou nos postos: Cine Odeon – CCLSR e Kinoplex São Luiz


Festival do Rio 2015

De 1 a 14 de outubro


Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA do Festival do Rio 2015 e Agência FEBRE, através de Liège Monteiro, Liliam Hargreaves, Juliana Branco, Ana Luiza Graça e Luiza Canetti.

Artista holandês Max Zorn fará performance ao vivo em estação de metrô no Rio.




APRESENTAÇÃO MARCA O INÍCIO DA PROGRAMAÇÃO DA 6ª EDIÇÃO DA MOSTRA 3M DE ARTE DIGITAL, QUE ACONTECE DE 9 A 25 DE OUTUBRO, NA FUNDIÇÃO PROGRESSO


Fita adesiva, bisturi e uma plataforma de acrílico iluminada. Isso é tudo que Max Zorn precisa para criar sua arte. Influenciado pelos filmes noir e por artistas do realismo norte-americano, como Edward Hopper, ele também costuma se inspirar em personagens dos romances escritos por autores influentes da chamada “The Lost Generation” ou Geração Perdida, como Ernest Hemingway, John Steinbeck e J. D. Salinger.

Zorn é um dos artistas convidados pela curadora Claudia Giannetti para participar da 6ª Mostra 3M de Arte Digital, cujo tema é “WhatsAppropriation — A arte de revisitar a arte”, que abre ao público na próxima sexta-feira, 9 de outubro.

O artista, que ficou mundialmente conhecido após publicar no Youtube o vídeo "Street Art by Max Zorn Making of Art Tape", em novembro de 2011, produzirá uma obra em tempo real, no dia 6 de outubro, antecipando a abertura da mostra. A performance poderá ser acompanhada pelo público de 10h30m às 14h30m na estação Carioca do Metrô. Será uma recriação da obra “Leitura”, do pintor e desenhista brasileiro José Ferraz de Almeida Júnior.

Em quase cinco anos, a obra de Max Zorn já foi exposta nas ruas da Alemanha, Reino Unido, Portugal, Espanha, França e Países Baixos e também pode ser vista na Flórida, Canadá e Hong Kong.

Após cinco edições de sucesso em São Paulo, a Mostra 3M de Arte Digital chega ao Rio de Janeiro pela primeira vez no dia 9 de outubro, ocupando o primeiro andar da Fundição Progresso. A Elo3, produtora do evento, convidou a teórica e pesquisadora Claudia Giannetti para ser a curadora deste ano e esta foi buscar artistas de vanguarda num segmento artístico em constante mudança: cinema, fotografia, videoarte, instalação audiovisual e internet. Claudia elegeu este tema exatamente para investigar o diálogo criado por 22 artistas nacionais e internacionais com obras de pintores dos últimos cinco séculos, entre elas, telas famosas como “A liberdade guiando o povo”, de Delacroix; “O Nascimento de Venus”, de Botticelli; ou pinturas de Edward Hopper, Frans Post, Guignard, entre outros.

A exposição estará dividida em sete salas temáticas. Os temas são: Imaginário brasileiro, Imaginário feminino, Grandes microrrelatos, Iconografias, Naturezas-mortas, Relatos privados e Performáticos. Entre os artistas convidados estão os brasileiros Vik Muniz, Nelson Leirner, Cao Guimarães, Felipe Cama, Carlos Fadon e Marcelo Coelho. E o time de estrangeiros conta com o desbravador Bill Viola, a videoartista americana Martha Rosler, a portuguesa Patricia Reis, a turca Sükran Moral, a alemã Ulrike Rosenbach, a espanhola Cristina Lucas, o israeli Ori Gersht, a dupla italiana Eva e Franco Mattes, os argentinos Nicola Costantino e Marcos Lopez, o mexicano Guillermo Gómez-Peña além, é claro, do performático holandês Max Zorn. Destacam, ademais, cineastas tão famosos como o austríaco Gustav Deutsch, o polonês Lech Majewski e Humberto Mauro, presente na exibição com fragmentos do famoso filme “O descobrimento do Brasil”, de 1936, longa inspirado no quadro “A primeira missa no Brasil”, de Victor Meirelles, de 1861.


PERFORMANCE

Max Zorn

Criação de obra em tempo real

LOCAL: METRÔ RIO - Estação: CARIOCA (acesso A)

DATA: 06/10/2015 (terça-feira)

HORA: 10h30 às 14h30


Sobre a Mostra 3M
Produzida pela Elo3 e patrocinado pela 3M Brasil, a Mostra 3M é sucesso de público em São Paulo desde sua primeira edição em 2010. Ao longo desse tempo, mais de 150 mil pessoas passaram pelas salas de exposição da mostra. Em 2015, ela ocorre no Rio de Janeiro, na Fundição Progresso, de 8 a 25 de outubro, ocupando todo o primeiro andar do prédio histórico, que fica ao lado dos Arcos da Lapa. São 22 artistas plásticos de 13 países, sete deles brasileiros. E 32 obras divididas em sete salas temáticas.


SERVIÇO:

VI Mostra 3M de Arte Digital

Abertura: 8 de outubro, às 20h

Visitação: de 9 de outubro a 25 de outubro

Funcionamento (data e horário): de segunda a domingo, das 10h às 18h

Local: Fundição Progresso, Rio de Janeiro

Endereço: Rua dos Arcos 24, Lapa, Centro

Entrada Franca

Classificação indicativa: livre


Fonte: Agência Febre, através de Alice Pereira e Kátia Carneiro.

Filme de Malu Mader e Mini Kerti, ‘Contratempo’ chega à programação do Curta!




CANAL ESTREIA AINDA O PRIMEIRO EPISÓDIO DA SÉRIE ‘A MÁGICA DE MÉLIÈS’, SOBRE O ILUSIONISTA FRANCÊS


Conhecida por seus trabalhos como atriz na televisão, Malu Mader assina, junto com Mini Kerti, a direção de “Contratempo”, estreia no Canal Curta! na Sexta da Sociedade, dia 9 de outubro. O filme mergulha no projeto Villa Lobinhos - iniciativa que busca ensinar música clássica para jovens carentes do Rio de Janeiro – e traz as histórias, os dramas e as visões de futuro de seus integrantes.

Antes disso, na Quarta de Cinema, dia 7 de outubro, o canal traz outra novidade: a estreia da primeira parte da série “A Mágica de Méliès”. O documentário retrata a vida e a carreira do cineasta francês que ficou conhecido como o pai dos efeitos especiais. O filme conta com imagens de arquivo e trechos de obras de Méliès, que construiu o primeiro estúdio cinematográfico da Europa. O A Vida É Curta também traz dois lançamentos para a programação, ambas de Murilo Hauser. “Meu Medo” detalha as manifestações do corpo à medida que o medo cresce. Sentidos como visão e audição são despertados e reações como ficar paralisado são muito comuns. Já “Silêncio e Sombras” é uma obra inspirada no poema "Der Erlkönig", de Johann Wolfgang von Goethe. O filme retrata a relação de pai e filho por meio de metáforas entre luz e sombra e sonho e realidade, enfatizando o fim da infância e as dúvidas da fase adulta.

No dia 5, a Segunda da Música apresenta “Filhos de João, o Admirável Mundo Novo Baiano”. O filme volta às décadas de 60 e 70 e narra uma das fases mais produtivas da música brasileira, por meio da história do grupo “Novos Baianos”. Com direção de Henrique Dantas, o longa-metragem mostra a influência de João Gilberto para aqueles jovens de estilo de vida comunitário, além de abordar temas importantes da cultura contemporânea como o tropicalismo, a ditadura, a contracultura, o Carnaval e o cinema.

A série “Grupo Corpo – Repertório” volta à programação na Terça das Artes, dia 6, com o episódio inédito sobre o espetáculo “Sem Mim – Wisnik”, que tem trilha original do espanhol Carlos Núñez e do brasileiro José Miguel Wisnik. A coreografia de Rodrigo Pederneiras traz movimentos que oscilam entre calmaria e fúria, simulando o vai e vem das ondas do mar de Vigo (Espanha), inspiração para o espetáculo.

A Quinta do Pensamento, 8, exibe “Luis Sepúlveda – O Escritor do Fim do Mundo”, que conta a vida do escritor e ativista político chileno. O filme aborda a obra que o tornou conhecido internacionalmente - “O Velho que lia Romances” - e traz à tona as características de seu trabalho, como o engajamento político e econômico. O filme retrata também o período de dois anos na prisão, depois que Pinochet assumiu o poder no Chile.


SEGUNDA DA MÚSICA

“Filhos de João - Admirável Mundo Novo Baiano” (documentário)

Um panorama da música popular brasileira dos anos 60 e 70 através do grupo musical “Novos Baianos”. Uma retrospectiva do estilo de vida comunitário adotado por seus integrantes e a influência sofrida pelo grupo do cantor João Gilberto.

Diretor: Henrique Dantas
Duração: 76 min. Ano: 2008
Exibição: 5 de outubro, segunda-feira, às 22h30m

Horários alternativos: Dia 6 de outubro, terça-feira, às 2h30m e às 16h30m/ Dia 7 de outubro, quarta-feira, às 10h30m/ Dia 10 de outubro, sábado, às 11h

Classificação: Livre


TERÇA DAS ARTES

“Sem Mim - Wisnik” (documentário)

O mar (de Vigo), que leva e traz de volta o amado, o amigo, é o que dá vida e movimento a Sem Mim. O balé é embalado pela trilha original urdida a quatro mãos pelo viguês Carlos Núñez e pelo brasileiro José Miguel Wisnik a partir do único conjunto de peças do cancioneiro profano medieval galego-português que chegou aos nossos dias com as respectivas partituras de época: o célebre "ciclo do mar de Vigo", de Martín Codax. Nas sete canções, datadas do século XIII, o poeta se pronuncia sempre em nome da mulher; mais especificamente de jovens apaixonadas que pranteiam a ausência ou festejam a iminência do regresso do amado-amigo. Na avidez do reencontro, elas confidenciam ora com o mar, ora com a mãe, ora com amigas. E, para aplacar ou fustigar o seu desejo, saem a banhar-se nas ondas do mar de Vigo.

Diretor: Janaína de Moreira do Patrocínio
Duração: 52 min. Ano: 2015
Estreia: 6 de outubro, terça-feira, às 23h

Horários alternativos: Dia 7 de outubro, quarta-feira, às 3h e às 17h / Dia 8 de outubro, quinta-feira, às 11h / Dia 10 de outubro, sábado, às 23h

Classificação: Livre


QUARTA DE CINEMA

“A Mágica de Méliès” (documentário)

Através de imagens de arquivo, trechos de filmes e reconstruções, esse documentário traça a vida e a carreira de Georges Méliès, o "pai" dos efeitos especiais, que elaborou técnicas cinematográficas que são utilizadas há séculos.

Diretor: Jacques Meny
Duração: 44 min. Ano: 2000
Estreia: 7 de outubro, quarta-feira, às 23h

Horários alternativos: Dia 8 de outubro, quinta-feira, às 3h e às 17h / Dia 9 de outubro, sexta-feira, às 11h / Dia 10 de outubro, sábado, às 17h

Classificação: Livre


O “A Vida É Curta” da semana exibe animações de Murilo Hauser e de Rodrigo John. “Meu Medo” e “Silêncio e Sombras” são as estreias da faixa, seguidas de “Propriedade de Uma Poltrona” e “Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo”, de Rodrigo John.

Nesta semana, o “A Vida É Curta!” traz animações de Murilo Hauser e de Rodrigo John. Para abrir a faixa, “Meu Medo”. O filme vai a fundo nas mudanças que o corpo apresenta quando alguém está com medo. O ser amedrontado inicialmente permanece parado e sem respirar como uma estátua, ou se abaixa como se instintivamente tentasse escapar da observação. O coração bate rápida e violentamente. A respiração acelera. As pupilas se dilatam. Na sequência, a atração é “Silêncio e Sombras”, filme livremente inspirado no poema "Der Erlkönig", de Johann Wolfgang von Goethe. Em seguida, o público poderá conferir “Propriedade de uma poltrona”, livre adaptação do conto "Propriedades de um Sofá", de Júlio Cortázar, narra a distração de duas crianças com uma velha poltrona com poderes especiais (e muito perigosos). Para fechar, “Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo” mostra a vida amargurada de um cão após ser abandonado por sua amada.

Estreia: Dia 7 de outubro, quarta-feira, às 20h

Horários alternativos: Dia 8 de outubro, quinta-feira, à 0h e às 14h/ Dia 9 de outubro, sexta-feira, às 8h/ Dia 10 de outubro, sábado, às 6h


QUINTA DO PENSAMENTO

“Luis Sepúlveda - O Escritor do Fim do Mundo” (documentário)

Este retrato de Luis Sepúlveda é um mergulho na América Latina, em um cenário de amizades masculinas e viagens coloridas, da Amazônia à Patagônia, e da Alemanha à Andalusia. O escritor chileno Luis Sepúlveda nasceu em 1949, ele ganhou fama internacional com seu primeiro romance, "O Velho que Lia Romances de Amor", que foi traduzido para 35 línguas e adaptado para o cinema em 2001. A obra de Sepúlveda, fortemente marcada por engajamento político e econômico, assim como pela repressão ditatorial dos anos 70, mistura o amor por viagens com um interesse por populações indígenas. Um escritor viajante, sua atuação como ativista sempre esteve ligada às suas viagens e sua vida amorosa. Algumas vezes isso o levou a desilusões e autoironia. Sua vida mudou drasticamente no dia 11 de setembro de 1973, quando o General Pinochet chegou ao poder através de um golpe de estado e quando o presidente Salvador Allende tirou sua própria vida. Enquanto um militante de esquerda, Sepúlveda ficou preso por dois anos. Depois disso, ele vagou pela América do Sul por anos, antes de se exilar em Hamburgo, onde viveu por 14 anos. Hoje ele vive em Gijón, no norte da Espanha, onde parece ter se estabelecido de uma vez por todas. Mas quem pode afirmar isso?

Diretor: Sylvie Deleule
Duração: 52 min Ano: 2011
Exibição: 8 de outubro, quinta-feira, às 22h50m

Horários alternativos: Dia 9 de outubro, sexta-feira, às 2h50m e às 16h50m / Dia 10 de outubro, sábado, às 8h30m

Classificação: Livre


SEXTA DA SOCIEDADE

“Contratempo” (documentário)

Documentário sobre o projeto Villa-Lobinhos, que ensina música clássica a jovens carentes no Rio de Janeiro. A ideia do filme é apresentar melhor alguns dos integrantes do projeto e como a música mudou suas vidas.

Diretor: Malu Mader e Mini Kerti
Duração: 91 min. Ano: 208
Estreia: 9 de outubro, sexta-feira, às 21h

Horários alternativos: Dia 10 de outubro, sábado, às 1h30m / Dia 12 de outubro, domingo, às 14h30m / Dia 13 de outubro, segunda-feira, às 8h30m

Classificação: Livre


Sobre o Curta!
Dedicado às artes, cultura e humanidades, o Curta! é um canal independente que acolhe a experimentação e se orgulha de ser um parceiro dos realizadores, artistas, criadores e produtores independentes. Com o compromisso de transmitir 12 horas por dia de programação nacional independente, os principais segmentos temáticos da programação são música, dança, teatro, artes visuais, meta-cinema, filosofia, literatura, história-política e sociedade.

O Curta! pode ser visto nos canais 56 da NET, 83 na GVT, 75 na Oi TV, 103 na Vivo TV e 69 na Claro TV.


Fonte: Agência Febre, através de Claudia Rodrigues e Katia Carneiro.

Sessão Philos no +Globosat exibe o concerto Itzhak Perlman e a Filarmônica de Israel.




Sábado, 3 de outubro, às 16h30


A Sessão Philos no +Globosat vai apresentar no dia 3 de outubro, sábado, o concerto “Itzhak Perlman e a Filarmônica de Israel”. Em Tel Aviv, o trio Navah Perlman, Giora Schmidt e Zuill Bailey se apresenta com a Orquestra Filarmônica de Israel em um concerto regido por Itzhak Perlman, pai de Navah.


Sábado, às 16h30

03/10 – “Itzhak Perlman e a Filarmônica de Israel”

Itzhak Perlman e a Filarmônica de Israel

Ano: 2010

Classificação: Livre

Diretor: Sima Cohen

País: Israel

Duração: 90 minutos

Sinopse: No auditório Mann, em Tel Aviv, o aclamado trio Navah Perlman, Giora Schmidt e Zuill Bailey se apresenta com a Orquestra Filarmônica de Israel em um concerto regido por Itzhak Perlman, pai de Navah. O programa inclui obras de Beethoven como a abertura de Egmont, Op. 84, a composição em dó maior para violino, violoncelo e piano, Op. 56, e a Sinfonia nº 6 em Fá maior, Op.68 'Pastoral'.


Sessão Philos no +Globosat

A Sessão Philos leva para o canal +Globosat uma seleção dos melhores documentários sobre arte, história, música, atualidades, ciência, povos e culturas. Todas as produções exibidas fazem parte da grade do Philos.


Sobre o Philos

Criado pela Globosat, o Philos não é um canal tradicional. Com um vasto acervo que reúne os melhores documentários e espetáculos inesquecíveis, Philos está disponível no modelo de subscription video on demand (SVOD), em que o espectador escolhe o momento e o conteúdo que deseja assistir, quantas vezes quiser, por meio de uma assinatura.

Com produções de altíssima qualidade, Philos reúne documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, música, povos e culturas; debates e entrevistas; e espetáculos de dança e música – tudo em alta definição (HD).


Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO INTEGRADA, através de Nina Anselmo, Melina Nascimento e Renata Ramos.

Reportagem da Rádio Bandeirantes é a vencedora do Prêmio Vladimir Herzog.




A reportagem “Mães da Fé”, do repórter da Rádio Bandeirantes Caetano Cury, é a vencedora do Prêmio Vladimir Herzog na categoria rádio. Veiculada no mês de março, no projeto de reportagens especiais Radio.doc, a matéria retrata a vida de famílias que vivem entre a dor da dúvida e a esperança de reencontrar uma pessoa desaparecida. A festa de premiação do 37º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos está marcada para 20 de outubro.


Fonte: www.radiobandeirantes.com.br

‘Quanto tempo o tempo tem’ será exibido pela primeira vez no Brasil durante o Festival do Rio.




Diretora Adriana L. Dutra aborda o tempo – e a falta dele – em documentário com depoimentos de pensadores, cientistas e escritores como André Comte-Sponville, Domenico De Masi, Nélida Piñon e Marcelo Gleiser


“Um filme para quem tem tempo, não tem tempo ou não sabe o que fazer com o tempo”, diz Adriana L. Dutra sobre seu documentário Quanto tempo o tempo tem, que terá a sua primeira exibição no Brasil no Festival do Rio, no dia 4 de outubro, com sessão especial para convidados no Cinépolis Lagoon, às 19h15. A obra, que dá continuidade à trilogia de documentários de tons autorais iniciada com Fumando espero (2008), faz parte da tradicional mostra Expectativa – que reúne diretores revelações e novas apostas do cinema mundial –, com exibições para o público no Cine Joia (6/10), no Centro Cultural Justiça Federal (10/10) e no Ponto Cine (11/10).

No longa, Adriana investiga as principais linhas de nossa consciência sobre o tempo ouvindo filósofos, físicos, arquitetos, neurocientistas, transumanistas e até uma monja budista para realizar uma profunda reflexão sobre a civilização e o futuro do tempo da existência humana. A diretora já iniciou as pesquisas para a última produção da trilogia que abordará o medo.

Quanto tempo o tempo tem parte de um conflito interno da diretora sobre o tema. “Todos vivem correndo contra o tempo, com uma rotina intensa de compromissos. Vivemos um tempo diferente. Corremos sempre, corremos sem motivo, corremos por nada. É como se o tempo tivesse ficado mais rápido. Tudo sugere velocidade, urgência, nossas vidas estão sempre atadas ao dever de alguma tarefa. Mas, afinal de contas, por que o tempo parece tão curto?”, questiona Adriana. Assim, por meio de personagens riquíssimos – entre os entrevistados estão André Comte-Sponville, Domenico De Masi, Nélida Piñon e Marcelo Gleiser, entre muitos outros –, Adriana encontra uma forma de tentar explicar as diversas relações do ser humano com o tempo.

O documentário aborda ainda as relações com as novas tecnologias e a globalização – que acontecem com um aumento da produção constante, crescente e simultânea de conteúdo e de informação. O compartilhamento da privacidade por meio de redes sociais também é analisado: atualmente, via celulares, computadores, facebook, twitter e conference calls, a identidade se multiplica e se faz presente em todos os lugares ao mesmo tempo. O simples ato de contemplar perdeu-se diante da imensa quantidade de estímulos oferecidos.

Quanto tempo o tempo tem conta com a codireção e direção de fotografia de Walter Carvalho e a distribuição para cinema pela EH Filmes. O documentário está licenciado para exibição em TV pelo Canal Curta! e conta com a distribuição internacional pela Synapse. Recentemente foi convidado para apreciação da seleção oficial do Festival de Berlim, além de ter sido selecionado para o 17ème Festival du Cinéma Brésilien de Paris.


SOBRE ADRIANA L. DUTRA

É diretora executiva e fundadora da Inffinito, responsável pela idealização e produção do Circuito Inffinito de Festivais, composto por festivais de cinema brasileiro em diversas cidades do mundo: Miami, Nova Iorque, Londres, Barcelona, Madri, Roma, Buenos Aires, Vancouver, Montevidéu e Canudos. Idealizou a plataforma online de relacionamento e captação de recursos para o audiovisual, o MediaFundMarket.com. Idealiza e produz eventos culturais, como o Verão do Rio, e socioculturais, como o Cinema da Gente e o B-A-Bá do Cinema Nacional.

Adriana escreveu, dirigiu e produziu o longa-metragem Fumando Espero, documentário de linguagem autoral, que participou de diversos festivais nacionais e internacionais e conquistou grande êxito, permanecendo sete semanas em circuito comercial brasileiro, além de ter sido transformado em minissérie exibida em TV no Brasil.

Seu mais recente documentário, também foi selecionado em três editais, sendo eles: RioFilme/SEC 2011 de desenvolvimento de projeto; SAV/MINC de produção de longa-metragem (B.O) e RioFilme 2013 de produção de longa-metragem. Antes da seleção pelos editais citados, o projeto foi selecionado pelo LabTransmídia do RioContentMarket (2011), onde foi aprimorado seu caráter transmídia.


FESTIVAL DO RIO

Quanto tempo o tempo tem – Mostra Expectativa 2015

04/10: Cinépolis Lagoon, 19h15 (somente convidados)

End.: Av. Borges de Medeiros, 1424 – Leblon

06/10: Cine Joia, 16h

End.: Av. Nossa Sra. de Copacabana, 680 – Copacabana


10/10: Centro Cultural Justiça Federal 2, 17h

End.: Av. Rio Branco, 241 – Centro


11/10: Ponto Cine, 16h

End.: Estrada de Camboatá 2300 - Guadalupe Shopping – Guadalupe


FICHA TÉCNICA

Direção: Adriana L. Dutra

Roteiro: Adriana L. Dutra e Flávia Guimarães

Codireção: Walter Carvalho

Direção de Fotografia: Walter Carvalho e Bacco Andrade

Trilha Sonora: Luca Ariel e Pedro Silveira

Edição: Renato Martins

Produção: Inffinito

Distribuição: EH Filmes e Synapse


Entrevistados em ordem de aparição no filme:

André Comte-Sponville – filósofo e escritor
Marcelo Gleiser – físico, escritor e professor
Thierry Paquot – arquiteto e urbanista
Arnaldo Jabor – jornalista e cineasta
Francis Wolff – filósofo
Luiz Alberto Oliveira – físico e PhD em cosmologia
Raymond Kurzweil – cientista futurista
Erick Felinto – professor, especialista em CiberCultura
Stevens Rehen – neurocientista
Domenico De Masi – sociólogo
Arthur Dapieve – jornalista
Alexandre Kalache – geriatra
Monja Coen Sensei – monja budista
Tom Chatfield – escritor e teorista da tecnologia
Analice Gigliotti – psiquiatra
Nélida Piñon – escritora e poeta
Max More – Fundador do Transumanismo
Natasha Vita-More – transumanismo
Nilton Bonder – rabino e escritor


Fonte: Agência Approach, através de Priscila Antunes.