quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Resultado do sorteio do par de ingressos para cinema “Cineflix João Pessoa”– Dia 24 de fevereiro.

Parabéns! Tatiana Büttembender, vencedora do par de ingressos para cinema “Cineflix João Pessoa”.


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Cineflix “João Pessoa”: Shopping João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Sugestões da semana ‘Loja: Mondo Cult’.




Livro ‘Manson, A Biografia’


Manson, A Biografia



Descrição

Manson, A Biografia, Jeff Guinn, Darkside Books, 2014

Ele só queria ser um Superstar.

Sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Crimes, estupros e assassinatos. Charles Manson fez de sua história a trilha sonora do fim do mundo. A metáfora favorita da América para o lado negro dá década de 1960, Manson foi o cabeludo que matou o sonho de Woodstock e o retrato perfeito de como toda aquela filosofia da geração paz e amor não funcionou.

Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.

“Manson, a Biografia” consegue, contra todas as possibilidades, oferecer uma visão fresca e um complemento digno e, porque não, acima do até então melhor livro sobre o caso: Helter Skelter, de Vincent Bugliosi. Resultado de dois anos de pesquisas, o livro de Guinn oferece uma nova visão para aqueles que vivenciaram a turbulenta era de paz & amor assim como o contexto necessário para as gerações que vieram depois. Ler o livro é como vivenciar aquela época. Guinn consegue transportar o leitor para os dias de ira e caos, sexo e drogas, rock ‘n’ roll e celebridades, costurando o homem em seu ambiente, um ambiente perfeito e catastrófico, que forneceu todas as respostas que uma mente doentia como a de Manson ansiava em encontrar. O que emerge é um retrato sombrio, mas altamente convincente, de um “eterno predador social” que era “sempre o homem errado no lugar certo e na hora certa”. Prova disso é que em sua caçada desenfreada para ser tornar um superstar maior que os Beatles, Manson usou de seu discurso incendiário – que misturava caos, fanatismo religioso, cientologia e letras de músicas do Fab Four – para criar uma atmosfera magnética capaz de atrair aqueles que ele poderia usar para se tornar uma estrela. Dennis Wilson, baterista dos Beach Boys, foi um dos que caiu na armadilha.

A biografia não é apenas a história do mal personificado, mas uma prova definitiva de que o mito da América dourada, hippie, livre e eterna enquanto durou foi apenas uma ilusão. Ilusão cujo significado dependia de quem a via: para os hippies, tranquila e orgástica; para o The Mamas & The Papas, um sonho californiano; para os Beatles, chapada como Lucy in the Sky; para os conservadores, suja e nojenta; para os estudantes protestantes, mentirosa e tirana. Ou ela poderia ser apocalíptica, sombria, e sangrenta, como a América dourada de Charles Manson.


Detalhes do Produto:

Condição: Produto Novo

Editora: Darkside Books

Origem: Nacional

Idioma: Português

Edição: 1

Acabamento: Encadernado

Número de Páginas: 520

Preço: R$ R$ 69,90


Camiseta ‘Poe’


Poe



Camiseta ‘Poe’


Descrição

Poe

Produto feito por ENCOMENDA.

O prazo para fabricação é de até 5 dias contados a partir da confirmação do seu pagamento.


Detalhes do produto:

- Estampa em serigrafia.

- Camiseta em fio 30 penteado. Ótima qualidade.

Preço: R$ 45,00


Fonte: Loja: Mondo Cult.

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Curso: A GÊNESE DA NOVA HOLLYWOOD, de Leonardo Bomfim, ‘1º curso inédito da programação de 2016’.




APRESENTAÇÃO

Um dos momentos mais instigantes da história do cinema norte-americano é a tomada de poder pela geração conhecida como a Nova Hollywood ao longo da década de 1960. Muito se fala sobre o Oscar de 1968, que destacou obras de diretores mais jovens (A Primeira Noite de um Homem; Bonnie e Clyde; No Calor da Noite) como um momento simbólico da transição geracional. Mas, os sinais de ruptura já eram visíveis desde a década de 1950, quando a ideia da morte do cinema pairava sob vários filmes metalinguísticos.




Ao mesmo tempo, obras-primas de nomes como Alfred Hitchcock (Um Corpo que Cai); Vincente Minnelli (Deus Sabe Quanto Amei) e Howard Hawks (Onde Começa o Inferno) pareciam anunciar o auge (e o consequente esgotamento) de todos os caminhos até então atravessados pelo cinema hollywoodiano.

É justamente nesse contexto - e já assimilando a semente moderna de cineastas intermediários como Nicholas Ray; Samuel Fuller e Robert Aldrich -, que surge a geração que vai assumir o trono do cinema norte-americano entre os anos 1960 e 1970. Nesse pequeno espaço de tempo surgiram dezenas de grandes cineastas dispostos a rever - com as mais variadas intenções - os paradigmas consagrados pelos grandes mestres do cinema.




OBJETIVOS

O curso A Gênese da Nova Hollywood, ministrado por Leonardo Bomfim, vai investigar o cinema norte-americano da virada dos anos 60 para os 70. Em destaque os desdobramentos das principais questões temáticas e estéticas daquele momento peculiar da cinematografia dos EUA. A análise se dará a partir de filmes marcantes de realizadores como Arthur Penn; Sidney Lumet; John Frankenheimer; Jerry Lewis; Sam Peckinpah; John Cassavetes; Monte Hellman; Peter Bogdanovich; Brian De Palma; Rofer Corman e Bon Rafelson.




TEMAS

- Qual era o estado de espírito do cinema norte-americano na década de 1950, período em que surgem os primeiros "novos hollywoodianos"?

- Os desafios da nova geração diante do mar de invenções dos anos 1960: existiu uma "nouvelle vague hollywoodiana"?

- Ruptura pacífica ou uma continuidade crítica? A relação entre o cinema dos jovens e o dos grandes mestres - muitos deles em atividade e ainda realizando obras-primas naquela década.

- Havia um fantasma do cinema independente pairando sobre Hollywood?

- Os olhares da Nova Hollywood em relação aos grandes temas da década: a contracultura, as tensões raciais, a Guerra do Vietnã e a cultura pop.

- Os caminhos abertos que o cinema deixa para a década de 1970.




CONTEÚDOS

AULA 1

- O Oscar de 1968 - entre o clássico e o moderno?

- Tempos de crise: a cinema americanos dos anos 1950 - 1960.

- Uma nova geração: Sidney Lumet; Arthur Penn e John Frankenheimer.

- O crepúsculo do clássico: John Ford e Howard Hawks - Sam Peckinpah e Monte Hellman.

- Jerry Lewis: o mais moderno?




AULA 2

- John Cassavetes: a referência do cinema independente.

- A ruptura em filme - Peter Bogdanovich; Brian De Palma; Bob Rafelson (e Abraham Zapruder).

- Roger Corman, um padrinho psicodélico.

- O que sobra para a década de 1970?




Ministrante: Leonardo Bomfim

Programador da Cinemateca Capitólio e da Sala de Cinema P. F. Gastal de Porto Alegre. Membro de ACCIRS, a Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul e editor das revistas Aurora e Zinematógrafo. Editou o catálogo da Mostra "Nouvelle Vague Tcheca: O Outro Lado da Europa". É mestre em Comunicação Social de PUCRS, onde desenvolveu pesquisa sobre o cinema moderno. Já ministrou para a Cine UM os cursos "Novos Cinemas dos Anos 60"; "Brian De Palma: O Poder da Imagem"; "Lumiére, Méliès & Outros Pioneiros" e "Cinema Marginal Brasileiro".




Curso: A GÊNESE DA NOVA HOLLYWOOD, de Leonardo Bomfim

DATAS: 5 e 6 / Março (sábado e domingo)

HORÁRIO: 14h30 às 17h30

DURAÇÃO: 2 encontros (6 horas / aula)

LOCAL: Santander Cultural (Rua Sete de Setembro, 1028 - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO: R$ 80,00 (Valor promocional de R$ 70,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)

FORMAS DE PAGAMENTO: Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL: Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES: cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

INSCRIÇÕES: www.cinemacineum.blogspot.com.br


REALIZAÇÃO: Cine UM Produtora Cultural.

Gloria Pires liberta o inconsciente de seus pacientes em trailer de ‘Nise - O Coração da Loucura’.




DIRIGIDO POR ROBERTO BERLINER, LONGA PREMIADO NO FESTIVAL DE TÓQUIO E NO FESTIVAL DO RIO ESTREIA EM 21 DE ABRIL


O eletrochoque, a agressividade e o tratamento desumano são substituídos pelos pincéis, telas e liberdade. A mudança faz surgir às imagens que povoam o inconsciente. É o que mostra Gloria Pires, no papel de Nise da Silveira, no trailer que acaba de ser liberado de “Nise – O Coração da Loucura”, com estreia em 21 de abril. Dirigido por Roberto Berliner, o longa retrata o início do trabalho da doutora com seus “clientes” através da arte e do afeto. “Eu não acredito na cura pela violência. Eu não sou capaz de fazer aquilo”, afirma ela após assistir a uma sessão de eletrochoque em um dos pacientes do Hospital Psiquiátrico Pedro II em momento decisivo de sua carreira.

Trailer



O filme explora a revolução realizada por Nise que ecoou pelo resto do país, abolindo tratamentos violentos e destrutivos, como a lobotomia e o eletrochoque. Nise da Silveira foi à pioneira no uso da terapia ocupacional através de um ateliê de pintura e um tratamento baseado no afeto e no convívio com animais domésticos, métodos revolucionários que são referência até hoje.

O longa foi filmado durante dois meses no Instituto Nise da Silveira no Engenho de Dentro, local onde ficava o Hospital Psiquiátrico Pedro II. Lá foram revelados grandes nomes das artes plásticas, como Emydgio de Barros, Raphael Domingues, Lucio Noeman e Fernando Diniz. A descoberta do talento deles é apresentada no filme, que mostra o primeiro contato com a tinta, o pincel e o barro. A luta de Nise para ter seu trabalho reconhecido é retratada na produção, que também testemunha o surgimento do Museu da Imagem do Inconsciente. O local até hoje expõe os trabalhos de seus “clientes” e possui mais de 350 mil obras em seu acervo.

Nise da Silveira se formou na Faculdade de Medicina da Bahia em 1926, onde era a única mulher em uma turma de 157 alunos. Envolvida com os círculos marxistas da época, ela acabou presa por quase dois anos durante a Era Vargas, dividindo a cela com Olga Benário. O seu retorno ao trabalho no Hospital Psiquiátrico Pedro II é o pontapé inicial de “Nise – O Coração da Loucura”.

Produzido pela TvZero, coproduzido pelo canal GNT e distribuído pela Imagem Filmes, “Nise - O Coração da Loucura” já recebeu diversos prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz pelo Júri Oficial do Festival de Tóquio 2015, e Melhor Filme pelo Júri Popular do Festival do Rio 2015.


Sinopse

Ao sair da prisão, a doutora Nise da Silveira volta aos trabalhos num hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro e se recusa a empregar o eletrochoque e a lobotomia no tratamento dos esquizofrênicos. Isolada pelos médicos, resta a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma revolução regida por amor, arte e loucura.


Elenco

Gloria Pires - Nise da Silveira
Simone Mazzer - Adelina Gomes
Julio Adrião - Carlos Pertuis
Claudio Jaborandy - Emygdio de Barros
Fabrício Boliveira - Fernando Diniz
Roney Villela - Lucio Noeman
Flávio Bauraqui - Octávio Ignácio
Bernardo Marinho - Raphael Domingues
Augusto Madeira - Lima
Felipe Rocha - Almir
Roberta Rodrigues - Ivone
Georgiana Góes - Martha Pires
Fernando Eiras - Mário Magalhães
Charles Fricks - Mário Pedrosa
Zé Carlos Machado - Dr. Nelson
Michel Bercovitch - Dr. César
Tadeu Aguiar - Dr. Mourão
Luciana Fregolente - Eugênia
Zé Mario Farias - Enfermeiro
Pedro Kosovski - Dr. Letier
Eliane Costa - Leila
Perfeito Fortuna - Aurélio
Zezeh Barbosa - Carmem

Ficha técnica

Direção: Roberto Berliner

Produção: Rodrigo Letier

Produtores Associados: Luiz Carlos Mello, André Horta e François Wolf

Roteiro: Flávia Castro, Mauricio Lissovsky, Maria Camargo e Chris Alcazar

Maquiagem: Uirande Holanda

Produção de Elenco: Guilherme Gobbi e Dani Pereira

Trilha Sonora Original: Jaques Morelenbaum


Fonte: Agência Febre, através de Ana Luiza Graça e Juliana Branco.

Sessão Philos exibe “O que é o Cinema?” e “Cinemateca de Ingmar Bergman” no +Globosat.




26 de fevereiro, sexta-feira, a partir das 13h


A Sessão Philos encerra a programação do mês no dia 26 e exibe no +Globosat, a partir das 13h, os documentários “O que é o Cinema?”, um filme do cineasta Chuck Workman que aborda os próximos passos da sétima arte; e “Cinemateca de Ingmar Bergman”, um mergulho nas produções do dramaturgo e cineasta sueco. A Sessão Philos é apresentada todas as sextas-feiras, a partir das 13h, com reprises aos domingos (8h), terças (2h) e quintas (6h).


NOVA DATA E HORÁRIO: Sextas, às 13h

REPRISES: Domingos (8h), terças (2h) e quintas (6h)


26/02 - “O que é o Cinema?” e “Cinemateca de Ingmar Bergman”


Sessão Philos no +Globosat

A Sessão Philos leva para o canal +Globosat uma seleção dos melhores documentários sobre arte, história, música, atualidades, ciência, povos e culturas. Todas as produções exibidas fazem parte da grade do Philos.


Sobre o Philos

Criado pela Globosat, o Philos não é um canal tradicional. Com um vasto acervo que reúne os melhores documentários e espetáculos inesquecíveis, Philos está disponível no modelo de subscription video on demand (SVOD), em que o espectador escolhe o momento e o conteúdo que deseja assistir, quantas vezes quiser, por meio de uma assinatura. Com produções de altíssima qualidade, Philos reúne documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, música, povos e culturas; debates e entrevistas; e espetáculos de dança e música – tudo em alta definição (HD).


Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO INTEGRADA, através de Melina Nascimento e Renata Ramos.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

L&PM Editores dá a dica! ‘ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER’ - ON WRITING, de Charles Bukowski - Tradução de Rodrigo Breunig - Editado por Abel Debritto.

ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER



As cartas que mostram como Bukowski se tornou Bukowski


Agora estou trabalhando numa fábrica de ferramentas – e bebendo.

Mas continuei matutando. Onde estão aqueles contos e esquetes que mandei para ela em março de 1946? Ela está zangada? Isso é a vingança dela? Será que ela queimou as minhas coisas? Ela transformou as páginas em barquinhos de papel para a banheira? Ou será que Henry Miller dorme com elas embaixo de seu colchão?

Não posso esperar mais.

Se não receber resposta, terei minha resposta. (Trecho da carta de Charles Bukowski para Caresse Crosby, 9 de outubro de 1946)


Editado por Abel Debritto, tradutor, editor e autor de Bukowski: King of the Underground, Escrever para não enlouquecer é uma espécie de autobiografia não autorizada. Contém cartas escritas e ilustradas pelo escritor entre 1945 e 1993, nas quais ele revela os bastidores de sua própria história. Nessa correspondência, originalmente destinada a amigos e editores, Bukowski relata fatos e frustrações do seu dia a dia, discorre acerca da arte de escrever e expõe suas opiniões (geralmente bombásticas) sobre autores célebres como Henry Miller, Faulkner e Hemingway – sempre se valendo do estilo irônico que o celebrizou. Repletas de observações inusitadas, fruto de uma sabedoria adquirida tanto nas ruas quanto nos livros, as espirituosas cartas do velho safado são uma leitura indispensável para qualquer fã. Acompanhe em primeira pessoa a trajetória de um dos grandes rebeldes da literatura.


Informações Gerais

Título: ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER

Título Original: ON WRITING

Catálogo: Outros Formatos Gênero: Correspondência - Literatura moderna internacional Literatura estrangeira Ficção estrangeira

Série: Bukowski

Formato: 14x21

Páginas: 256

Edição: fevereiro de 2016

Preço R$ 35,90


Vida & Obra - Charles Bukowski


Nasceu em Andernach, na Alemanha, a 16 de agosto de 1920, filho de um soldado americano e de uma jovem alemã. Aos três anos de idade, foi levado aos Estados Unidos pelos pais. Criou-se em meio à pobreza de Los Angeles, cidade onde morou por cinquenta anos, escrevendo e embriagando-se. Publicou seu primeiro conto em 1944, aos 24 anos de idade. Só aos 35 anos é que começou a publicar poesias. Foi internado diversas vezes com crises de hemorragia e outras disfunções geradas pelo abuso do álcool e do cigarro. Durante a vida, ganhou certa notoriedade com contos publicados pelos jornais alternativos Open City e Nola Express, mas precisou buscar outros meios de sustento: trabalhou 14 anos nos Correios. Casou, se separou e teve uma filha. É considerado o último escritor “maldito” da literatura norte-americana, uma espécie de autor beat honorário, embora nunca tenha se associado com outros representantes beat, como Jack Kerouac e Allen Ginsberg.

Sua literatura é de caráter extremamente autobiográfico, e nela abundam temas e personagens marginais, como prostitutas, sexo, alcoolismo, ressacas, corridas de cavalos, pessoas miseráveis e experiências escatoló­gicas. De estilo extremamente livre e imediatista, na obra de Bukowski não transparecem demasiadas preocupações estruturais. Dotado de um senso de humor ferino, auto-irônico e cáustico, ele foi comparado a Henry Miller, Louis-Ferdinand Céline e Ernest Hemingway.

Ao longo de sua vida, publicou mais de 45 livros de poesia e prosa. São seis os seus romances: Cartas na rua (1971), Factótum (1975 – L&PM POCKET, 2007), Mulheres (1978), Misto-quente (1982 – L&PM POCKET, 2006), Hollywood (1989 – L&PM POCKET, 2000) e Pulp (1994, L&PM Editores, 1995). Bukowski publicou em vida oito livros de contos e histórias: Ereções, ejaculações e exibicionismos (1972) – que no Brasil foi publicado em dois volumes, Crônica de um amor louco e Fabulário geral do delírio cotidiano (L&PM POCKET, 2006) –, South of No North: Stories of Buried Life (1973), Tales of Ordinary Madness (1983), Hot Water Music (1983), Bring Me Your Love (1983), Numa fria (1983), There’s No Business (1984) e Septuagenarian Stew (1990). Seus livros de poesias são mais de trinta, entre os quais Flower, Fist and Bestial Wail (1960), You Get So Alone at Times that It Just Makes Sense (1996), sendo que a maioria permanece inédita no Brasil. Várias antologias, além de livros de poemas, cartas e histórias foram publicados postumamente, como O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio (L&PM Editores, 1998 / L&PM POCKET 2001), com ilustrações de Robert Crumb. Este livro é uma espécie de diário comentado dos últimos anos de vida do autor.

Bukowski morreu de pneumonia, decorrente de um tratamento de leucemia, na cidade de San Pedro, Califórnia, no dia 9 de março de 1994, aos 73 anos de idade, pouco depois de terminar Pulp.


Livros do autor na Coleção L&PM Pocket:

O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio
Crônica de um amor louco
Fabulário geral do delírio cotidiano
Factótum
Hollywood
Misto-quente
Notas de um velho safado
Numa fria
Pulp
Ao sul de lugar nenhum
O amor é um cão dos diabos
Delírios cotidianos
A mulher mais linda da cidade
Pedaços de um caderno manchado de vinho
Mulheres
Cartas na Rua

Livros do autor em formato convencional:

Ao sul de lugar nenhum
Delíros cotidianos


Fonte: www.lpm.com.br


Parceria

sábado, 20 de fevereiro de 2016

"Miguel" de Natalia Grecco concorre no 10º CineFest Votorantim com atriz Cris Lopes e Caue Camargo no elenco.


Créditos: Foto Making Of do Filme Miguel: Atriz Cris Lopes e Diretora Natália Grecco


O Filme "Miguel" com roteiro e direção de Natalia Grecco, está concorrendo no 10º CineFest Votorantim e será exibido nesta terça-feira 23/02 no Auditório Municipal Francisco Beranger. O festival nacional de cinema bateu recorde de inscrições de filmes vindos de todo o Brasil e em sua décima edição, consolida a cidade de Votorantim como um dos polos do audiovisual do Estado de São Paulo.

"Miguel" fala da violência contra a mulher e foi gravado em estúdio com cenários e figurinos ao estilo anos 50, com uma narrativa atual, onde a ideologia de família perfeita e feliz conflita com um ambiente familiar destrutivo. "Reprimindo tudo o que sente, o filho de 10 anos, revive seu cotidiano dentro de sua própria mente, de maneira inusitada". Natalia Grecco, Diretora.


"A mensagem deste filme é muito importante para conscientizar os pais do comportamento adulto e sua influência nas crianças". atriz Cris Lopes.


O elenco do filme conta com a atriz Cris Lopes (mãe) e o ator Caue Camargo (filho); Direção e Roteiro: Natalia Grecco; 1ª Assistente de Direção: Laura Lorenz; Direção de Fotografia: Pedro Andreetta; Direção de Arte: Marina Cipis e Pedro Athié; Produção: Theresa Gallian e Paula Amoroso.


Confira a programação do 10ª CineFest Votorantim até dia 27 de fevereiro 2016: http://www.cinefestvotorantim.com.br


Assista o Teaser do filme Miguel com a atriz Cris Lopes e o ator Caue Camargo:



Fonte: Assessoria de Imprensa da Atriz e Apresentadora ‘Cris Lopes’.