sexta-feira, 4 de março de 2016

Filme “ARTE DAS MUSAS?” homenageia as mulheres no dia 8 de Março.




O Dia Internacional da Mulher terá comemoração especial na Cinemateca Paulo Amorim, com uma sessão comentada do documentário “ARTE DAS MUSAS?”. A exibição será no dia 8 de março, a partir das 20h, na Sala Eduardo Hirtz (térreo da CCMQ - rua dos Andradas, 736 – Porto Alegre RS).

“ARTE DAS MUSAS?” é um média-metragem de 29min, produzido e idealizado pela cantora e compositora Ana Lonardi e com direção de Tiago Trindade, que dá visibilidade à presença feminina dentro da profissão musical. O filme traz as histórias de cantoras, compositoras e instrumentistas de diferentes gêneros musicais e origens que atuam no Rio Grande do Sul – entre as participantes estão Bibiana Petek (jovem revelação influenciada pela MPB), Vanessa (da dupla com Claus, de acento pop), a trombonista erudita Juliana Villalba, a contrabaixista Luiza Prohman, a cantora e pianista Simone Rasslan e a própria Ana Lonardi. O filme, que terá sua primeira exibição pública no dia 8, já teve seus direitos de exibição comprados pelo Canal Brasil e aguarda definição sobre o lançamento para todo o país.

Após a sessão, haverá um debate sobre Música, Ética e Gênero mediado pela jornalista Mônica Kanitz. Estão confirmadas as presenças de Edson Luiz André de Souza (psicanalista, professor da pós-graduação em Psicologia da Ufrgs e pesquisador de Arte, Psicanálise e Utopias); Gisele Becker (terapeuta de Casal e Família e pesquisadora de questões de gênero); Lucia Passos (uma das musas do filme, preparadora vocal e cantora lírica); e de Ana Lonardi, idealizadora do filme. Algumas das artistas retratadas no documentário estarão presentes na plateia, para também conversar com o público.


SERVIÇO:

Exibição e debate do filme “Arte das Musas?” em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Data: 8 de Março, às 20h

Local: Sala Eduardo Hirtz - Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736. Centro - POA).

Ingressos: R$ 12,00 (Inteira) | R$ 6,00 (Meia-Entrada) *

*Parte da verba arrecadada com os ingressos será doada para o projeto musical infanto-juvenil Orquestra Villa Lobos, na Lomba do Pinheiro em Porto Alegre.


Trailer do filme:




Fonte: Programação e divulgação da Cinemateca Paulo Amorim, através de Mônica Kanitz.

‘A Batalha da Maria Antônia’ estreia no Curta! na sexta, dia 11.




Um confronto entre estudantes da Faculdade de Filosofia da USP e alunos da Faculdade Mackenzie em 68 é o mote do documentário “A Batalha da Maria Antônia”, atração da Sexta da Sociedade, dia 11, que vai ao ar pela primeira vez no Curta!. Além de narrar o conflito que resultou na morte de um secundarista e no incêndio e destruição do prédio da USP, o filme mostra que o confronto não foi uma simples briga de estudantes, mas a reprodução dos problemas da Guerra Fria, que então se travava entre esquerda e direita na época.

A Segunda da Música, dia 7, apresenta mais um episódio da série “Blues”, produzida por Martin Scorcese. No documentário dessa semana , o diretor Wim Wenders traz detalhes da vida e da obra de Skip James, Blind Willie Johnson e J. B. Lenoir, seus artistas favoritos. O filme conta ainda com interpretações de músicos como Eagle Eye Cherry, Bonnie Raitt, Lucinda Williams e Lou Reed, além de imagens de arquivo.

No dia 8, na Terças das Artes, o Canal Curta! exibe “Pina”, do alemão Wim Wenders. O longa, que foi indicado ao Oscar 2012 de Melhor Documentário, acabou se tornando uma homenagem póstuma de Wenders à amiga. As filmagens começaram pouco antes da morte de Pina, em junho 2009, aos 68 anos. O diretor traz um olhar do movimento corporal e da arte da dança, intercalando cenas dos espetáculos e entrevistas com bailarinos da Tanztheater Wuppertal, companhia de dança dirigida pela coreógrafa.

“Soy Cuba – O Mamute Siberiano” revisita “Soy Cuba”, produção de 1964, do diretor soviético Mikhail Kalatozov. O longa foi pensado como uma ferramenta de divulgação da revolução cubana, mas acabou não tendo a repercussão esperada e não chegou ao conhecimento do Ocidente até a década de 90, quando foi descoberto por Martin Scorsese e Francis Ford Coppola. O documentário de Vicente Ferraz traz depoimentos de atores e técnicos sobreviventes do primeiro filme mostrando o contraste entre as culturas cubana e eslava. O filme vai ao ar na Quarta de Cinema, dia 9.

No mesmo dia, o “A Vida É Curta!” apresenta filmes sobre relacionamentos conturbados, com a estreia de “Beijo de Sal”, de Fellipe Barbosa. Com Suzana Pires, a produção se passa numa ilha isolada da costa verde do Rio, onde o quarentão Rogério tenta trazer seu melhor amigo, que acaba de ficar noivo, para a vida de solteiro novamente. Já “Noite de Sexta, Manhã de Sábado” conta as dificuldades de uma relação à distância entre um homem e uma mulher. Para encerrar a faixa, “São”, de Pedro Severien, com Simone Spoladore e Julio Andrade. Na trama, que é cheia de enigmas e aberta a interpretações, um homem se torna agressivo com a namorada depois de ler uma carta deixada por seu pai, que acaba de morrer. Sua crise de valores resulta em um comportamento paranoico.

Na Quinta do Pensamento, dia 10 de março, vai ao ar a série “O Brasil de Darcy Ribeiro” com o episódio “O Paraíso Perdido”, de Ana Maria Magalhães, que conta com depoimentos do próprio Darcy e de amigos do antropólogo, político e escritor. O documentário aborda a formação em Montes Claros, a iniciação profissional, a personalidade e o ambiente familiar, além da influência da Segunda Guerra Mundial em suas escolhas políticas.


SEGUNDA DA MÚSICA

Blues – A alma de um homem (série)

Diretor: Wim Wenders

Duração: 104 min. Ano: 2003

Exibição: 7 de março, segunda-feira, às 22h15m

Classificação: Livre

Horários alternativos: Dia 8 de março, terça-feira, às 2h15m e às 16h15m/ Dia 9 de março, quinta-feira, às 10h15m


TERÇA DAS ARTES

Pina (documentário)

Diretor: Wim Wnders

Duração: 106 min. Ano: 2011

Exibição: 8 de março, terça-feira, às 22h

Horários alternativos: Dia 9 de março, quarta-feira, às 2h e às 16h/ Dia 10 de março, quinta-feira, às 10h/ Dia 12 de março, sábado, às 11h

Classificação: Livre


QUARTA DE CINEMA

“A Vida é Curta” exibe filmes sobre relacionamentos conturbados e estreia “Beijo de Sal”

Exibição: 9 de março, quarta-feira, às 20h

Horários alternativos: Dia 10 de março, quinta-feira, às 0h e às 14h/ Dia 11 de março, sexta-feira, às 8h/ Dia 12 de março, sábado, às 6h

Classificação: Livre


Soy Cuba – O Mamute Siberiano (documentário)

Diretor: Vicente Ferraz

Duração: 98 min. Ano: 2004

Exibição: 9 de março, quarta-feira, às 22h

Horários alternativos: Dia 10 de março, quinta-feira, às 2h e às 16h/ Dia 11 de março, sexta-feira, às 10h

Classificação: 10 anos


QUINTA DO PENSAMENTO

O Brasil de Darcy Ribeiro – O Paraíso Perdido (série)

Diretor: Ana Maria Magalhães

Duração: 52 min. Ano: 2013

Exibição: 10 de março, quinta-feira, às 20h

Horários alternativos: Dia 11 de março, sexta-feira, às 0h e às 14h/ Dia 12 de março, sábado, às 10h / Dia 14 de março, segunda-feira, às 0h

Classificação: 12 anos


SEXTA DA SOCIEDADE

A Batalha de Maria Antônia (documentário)

Diretor: Renato Carvalho Tapajós

Duração: 76 min. Ano: 2014

Estreia: 11 de março, sexta-feira, às 22h30m

Horários alternativos: Dia 14 de março, segunda-feira, às 16h30m/ Dia 15 de março, terça-feira, às 10h30m

Classificação: Livre


Sobre o Curta!

Dedicado às artes, cultura e humanidades, o Curta! é um canal independente que acolhe a experimentação e se orgulha de ser um parceiro dos realizadores, artistas, criadores e produtores independentes. Com o compromisso de transmitir 12 horas por dia de programação nacional independente, os principais segmentos temáticos da programação são música, dança, teatro, artes visuais, meta-cinema, filosofia, literatura, história-política e sociedade.


Fonte: Agência Febre, através de Ana Luiza Graça e Katia Carneiro.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Atriz Cris Lopes em cerimônia de premiação no Festival de Cinema 10ª Cinefest Votorantim.


atriz Cris Lopes e ator e diretor Paulo Betti


Cris Lopes marcou presença no 10ª Cinefest Votorantim, acompanhada do marido, o Diretor Rodney Borges, para torcer pelo filme "MIguel" que estava concorrendo na mostra nacional e conferir os premiados.

O ator e diretor Paulo Betti participou da Cerimônia de Premiação e do Fórum sobre Produção de Cinema realizado durante o festival.

O Festival contou com mais de 600 filmes inscritos de todo Brasil entre regionais, ambientais, nacionais. Na mostra nacional foram selecionados 34 filmes, entre eles "Miguel" de Natalia Grecco, ficção que concorreu no festival e aborda o tema sobre violência contra a mulher, filme protagonizado por Cris Lopes (como Clara, a mãe/esposa) e Caue Camargo (Miguel, o filho de 10 anos).


"O Cinefest Votorantim realizou um trabalho incrível! Excelente organização e infraestrutura, além dos filmes exibidos que concorriam no festival, houve a realização de sessão inclusiva, exibições de filmes nas comunidades vizinhas, shows diários, praça de alimentação. Fiquei orgulhosa em ter participado deste festival exemplar. Parabéns ao cineasta Marcelo Domingues, um dos criadores do festival, ao coordenador Douglas Garcia e a toda a equipe!" Cris Lopes, atriz.


Confira o resultado oficial dos filmes premiados no 10ª Cinefest Votorantim: https://www.facebook.com/cinefestvoto


Este ano, a atriz Cris Lopes tem agenda confirmada para atuar em mais 4 filmes, entre eles, um longa-metragem de produção canadense, com a atriz interpretando em inglês.


Fonte: Assessoria de Imprensa da Atriz e Apresentadora, Cris Lopes.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Editora Sextante Recomenda! ‘ELIMINANDO O ESTRESSE’; ‘MEDITANDO COM BRIAN WEISS’ e ‘A DIVINA SABEDORIA DOS MESTRES’, de BRIAN WEISS.

ELIMINANDO O ESTRESSE


Espiritualidade • 64 págs.

14 x 21 cm • 6.000 exemplares

E-book: Preço: R$ 19,99

Preço: R$ 29,90


MEDITANDO COM BRIAN WEISS


Espiritualidade • 80 págs.

14 x 21 cm • 8.000 exemplares

E-book: Preço: R$ 19,99

Preço: R$ 29,90


A DIVINA SABEDORIA DOS MESTRES


Espiritualidade • 208 págs.

14 x 21 cm • 6.000 exemplares

E-book: Preço: R$ 19,99

Preço: R$ 29,90


Sobre o autor:

Dr. Brian Weiss já vendeu mais de 1,6 milhão de exemplares de seus dez livros publicados no Brasil. Todos são baseados em sua experiência como psiquiatra e terapeuta de vidas passadas. Formado pela Universidade Columbia e pela Faculdade de Medicina de Yale, ele foi diretor do Departamento de Psiquiatria do Mount Sinai Medical Center, em Miami.


Fonte: www.esextante.com.br

Patrocínio:

Sua história: a minha. ‘Realizadoras brasileiras contemporâneas’.




A Sala Redenção – Cinema Universitário, em parceria com o projeto Academia das Musas, do grupo de estudos Aurora, e Sesc/RS, apresentam sessões comentadas de documentários de cineastas brasileiras. Quatro longas e quatro curtas serão exibidos nas quartas-feiras do mês de março, todo eles seguidos de debates.

Na programação teremos a exibição de Bruta Aventura em Versos (2011) ‘imagem acima’, de Letícia Simões, sobre a poeta brasileira Ana Cristina Cesar, nome de destaque da poesia produzida no Brasil no final dos anos 1970 e início dos 1980. O longa de Simões parte de depoimentos de escritores e amigos da poeta que, na leitura de seus versos, tentam desvendar os caminhos criativos de Ana C., poeta que colocou em xeque a questão da subjetividade na escrita e os limites entre ficção e realidade, ao apresentar poemas vazados em forma de diários, cartas e cartões postais. Na sessão também exibiremos o vídeo-carta intitulado Uma Carta (2015), de Bruna Giuliatti, que tem na leitura de Ana C. e nos efeitos dela sua grande influência para a realização da obra.

O segundo longa-metragem programado é Diário de uma busca (2011), de Flávia Castro. Tal documentário nasce do desejo da realizadora de contar a história de seu pai, um militante de esquerda dos anos de chumbo, durante a ditadura militar no Brasil. O que impressiona no documentário de Casto não é tanto a construção da história e as escolhas para dar conta da narrativa fílmica, mas, antes, os desencontros, o processo em si das filmagens, em constante desconstrução, da história do pai (e do pai), que era seu projeto inicial. Será exibido também o 2003 (2009), dirigido pela brasileira Melissa Dullius, que vive em Berlim onde produz diversos filmes em parceria com Gustavo Jahn, com quem integra o grupo Distruktur. A dupla apresentou Muito Romântico, seu filme mais recente este ano no Festival de Berlim.

Olmo e a gaivota (2015) com direção de Petra Costa, e codireção da dinamarquesa Lea Glob, é o terceiro longa a ser exibido. Classificado como documentário, o filme, na verdade, explora a fronteira entre ficção e realidade e como isso acontece em uma obra fílmica. Dois atores do Théâtre du Soleil, Olivia Corsini e Serge Nicolaï, representam a si mesmos na experiência da gravidez real da atriz, e experiência da encenação da peça A Gaivota, do russo Tchekhov. O curta da sessão é o Madrepérola (2015), de Deise Hauenstein, premiado nos Festivais de Gramado e Tiradentes. O documentário trata dos padrões de beleza impostos pela sociedade e a descoberta da beleza real pelas mulheres.

Para encerrar o ciclo, exibiremos Os dias com ele (2013) de Maria Clara Escobar, que também trata do desejo de uma cineasta de realizar um documentário sobre a vida pouco conhecida de seu pai, um intelectual preso e torturado na época da ditadora militar. Embora de forma diferente, o filme de Escobar se aproxima, de certa forma, do longa de Castro. Importante é justamente analisar o processo de realização de cada uma das cineastas para dar conta da narrativa. O curta–metragem que acompanha a sessão é Ivan, de Larissa Lewandoski, realizadora porto-alegrense. Em meio ao campo "libertações" são retratadas, no curta.

Sua história: a minha. realizadoras brasileiras contemporâneas conta com a curadoria de três integrantes do grupo de pesquisa Academia das Musas, que se propõe pesquisar a obra de cineastas mulheres na história do cinema, sobretudo no cinema nacional. Não se trata de investigar um "olhar feminino" nas obras estudadas, nem de analisar a representação da mulher no cinema, mas sim de mapear a produção de diretoras, assistir, discutir e ampliar o acesso a seus filmes e divulgar suas cinematografias.

Bruna Giuliatti, Juliana Costa e Tânia Cardoso de Cardoso: curadoras da mostra e integrantes do grupo de pesquisa Academia das Musas.


· Filmes em HD e Bluray.


O Quê: Sua história: a minha. ‘Realizadoras brasileiras contemporâneas’

Quando: 09, 16, 23, 30 de março

Onde: Sala Redenção – Cinema Universitário (Rua Eng. Luiz Englert, s/n., Campus Central UFRGS

Quanto: Entrada Franca


Bruta Aventura em Verso (Brasil, 2011, 74min) dir. Letícia Simões
09 de março – quarta-feira – 19h
A escritora Ana Cristina Cesar foi um ícone da poesia marginal dos anos 70 no Rio de Janeiro. Partindo da apropriação de sua obra por outros artistas, o documentário procurava captar a beleza e a originalidade de sua escrita através do olhar de autores, dançarinos, poetas e amigos – todos seus leitores.

+

Uma Carta (Brasil, 2015, 2min) dir. Bruna Giuliatti
Carta pessoal da diretora apresentada em formato de vídeo que dialoga com a obra de Ana Cristina Cesar.
Após a sessão, debate com Tânia Cardoso de Cardoso, coordenadora e curadora da Sala Redenção e Bruna Giuliatti, diretora do curta Uma Carta.

Diário de uma busca (Brasil, 2011, 110min) dir. Flávia Castro
16 de março – quarta-feira – 19h
O jornalista Celso Afonso Gay de Castro morreu na cidade de Porto Alegre em circunstâncias suspeitas. O militante político de esquerda foi exilado durante a ditadura militar brasileira. Uma vida marcada pela história da luta armada, exílio e ausência. Sua repentina morte deixou seus familiares com um vazio e um mistério, que a filha Flavia tenta desvendar.

+

2003 (Brasil/Berlim, 2009, 5min), dir. Melissa Dullius
Amantes aquáticos navegam em uma tempestade de verão.
Após a sessão, debate com Marina Ludemann, Diretora Executiva do Instituto Goethe de Porto Alegre e com Isabel Waquil, produtora cultural do Instituto Goethe.

O Olmo e a Gaivota (Brasil, França, Dinamarca, Portugal, 2015, 90min) Dir. Petra Costa e Lea Glob
23 de março – quarta-feira – 19h
Olívia (Olivia Corsini) é uma atriz que está ensaiando a peça A Gaivota, de Anton Tchekov, quando descobre que está grávida. Enquanto a produção avança, o bebê dentro dela cresce e um acidente a afasta da montagem, que tem seu companheiro como protagonista.

+

Madrepérola (Brasil, 2015, 14min), dir. Deise Hauenstein
Em uma maré alheia à diversidade vivem ostras que são afetadas por serem consideradas fora dos padrões e medidas. Essa é a uma história de como as pérolas se formam.
Após a sessão, Debate com Martha Perrone, atriz e corroteirista de Olmo e a Gaivota; e com Bibiana Osório, jornalista, produtora audiovisual e mestranda em Comunicação.

Os dias com ele (Brasil, 2014, 100min) dir. Maria Clara Escobar
30 de março- quarta-feira – 19h
Maria Clara mergulha no passado quase desconhecido de seu pai, Carlos Henrique Escobar. As descobertas e frustrações de acessar a memória de um homem e de um período da história brasileira cheio de lacunas.

+

Ivan (Brasil, 2015, 11 min) Dir. Larissa Lewandoski
Em meio aos campos, "libertações" são retratadas.
Após a sessão, debate com Maria Clara Escobar, diretora de Os dias com ele; Juliana Costa, integrante do grupo Academia das Musas; e Alice Castiel, produtora audiovisual.


Fonte: Coordenação e curadoria da Sala Redenção – Cinema Universitário: Tânia Cardoso de Cardoso.

Programação março - Sala Redenção ‘Mostra Franceses contemporâneos: cinemas’.




Em março, a Sala Redenção – Cinema Universitário, em parceria com Aliança Francesa de Porto Alegre, Cinemateca da Embaixada da França e Institut Français, apresentam a mostra Franceses contemporâneos: cinemas. A mostra contempla filmes de realizadores contemporâneos, muitos deles ainda pouco conhecidos do grande público brasileiro. Do diretor e roteirista Sébastien Betbeder será exibido 2 Outonos, 3 Invernos (2013), selecionado para a programação da ACID, no Festival de Cannes 2013 e premiado pelo júri especial no Festival de Turim. Betbder é realizador também de vários curtas-metragens, antes de realizar longas. Da diretora, roteirista e atriz Pascale Ferran – conhecida pelo público brasileiro ao dirigir Lady Chatterley (2006), que ganhou cinco César, incluindo o de melhor filme – exibiremos Pessoas-Pássaro (2014) ‘imagem acima’. O longa participou da competição Un Certain Regard do Festival de Cannes e foi apresentado pela primeira vez no Brasil no Festival de Cinema do Rio de Janeiro em 2014. A Bela vida (2013), do diretor, ator e cenarista Jean Denizot, estreou no Brasil na 39ª Mostra Internacional de São Paulo. A mostra contempla também Minha Alma por ti Liberta (2013) de François Dupeyron. Falecido em fevereiro de 2016, Dupeyron é um cineasta que se manteve um pouco à parte do sistema de cinema francês das grandes produções. Defensor de um cinema de tomada de posição, seus filmes tratam de temas espinhosos, como em Clandestino (2014), sobre um jovem curdo que quer chegar à Inglaterra. Em Minha Alma por ti Liberta narra à história de um personagem que luta contra a miséria do mundo após ter herdado da mãe o dom de curar com as mãos. De Lucas Belvaux exibiremos Não é meu tipo (2013); Suzanne (2013), da realizadora e cenarista Katell Quillevéré também está presente na mostra. Segunda longa-metragem da cineasta foi exibido no Festival de Cannes 2013, nas sessões especiais, tendo uma boa recepção. Exibiremos também Os conquistadores (2013), segundo longa-metragem do escritor, diretor e cenarista Xabi Molia, que em 2009 havia realizado 8 Fois Debout, premiado no Festival Internacional de Tokyo. Exibiremos também Seraphine (2008), com direção de Martin Provost, que participou em várias categorias no Festival de Cannes; Maestro (2013) da diretora, roteirista e atriz suíça Léa Fazer. Com uma trajetória marcada pelo teatro clássico e pela televisão, é com seu filme BienVenue em Suisse, exibido no Festival de Cannes, em 2004, na mostra competitiva Un certain Regard, que a realizadora inicia sua participação no cinema. Maestro, seu último filme, realizado em 2014, é uma homenagem ao ator Jocelyn Quivrin, morto em 2009, que trabalhou com cineastas como Éric Rohmer, entre outros realizadores. Os filmes exibidos na mostra Franceses contemporâneos: cinemas foram programados por Thomas Sparfel, da Cinemateca da Embaixada da França.

· Filmes em HD em alta Definição por VOD – Vídeo On Demand.


O Quê: Mostra Franceses contemporâneos: cinemas

Quando: 07 a 31 de março

Onde: Sala Redenção – Cinema Universitário (Rua Eng. Luiz Englert, s/n., Campus Central UFRGS

Quanto: Entrada Franca


2 Outonos, 3 Invernos (2 Automnes, 3 Hivers, França, 2013, 93min) Dir. Sébastien Betbeder
7 de março- segunda-feira – 16h
10 de março- quinta-feira – 16h
21 de março- segunda-feira – 19h
22 de março- terça-feira – 16h
Arman (Vincent Macaigne) tem 33 anos e resolve mudar de vida. Para começar, inicia a correr no parque aos sábados. No primeiro dia, conhece Amélie (Maud Wyler). A primeira impressão é de um choque, a segunda será uma punhalada no coração. Benjamin (Bastien Bouillon) é o melhor amigo de Arman. Entre dois outonos e três invernos as vidas de Amélie, Arman e Benjamin se cruzam.

Pessoas-Pássaro (Bird People, França, 2014, 127min) Dir. Pascale Ferran
7 de março- segunda-feira – 19h
8 de março- terça-feira – 16h
22 de março- terça-feira – 19h
23 de março- quarta-feira – 16h
Após chegar em Paris, um engenheiro de informática americano (Josh Charles), submetido a pressões familiares e profissionais, desliga seu celular e seus aparelhos eletrônicos e decide mudar radicalmente o curso de sua vida.

A Bela Vida (La Belle Vie, França, 2013, 93min) Dir. Jean Denizot
8 de março- terça-feira – 19h
9 de março- quarta-feira – 16h
24 de março- quinta-feira – 19h
28 de março- segunda-feira – 16h
Sylvain e Pierre fogem da lei desde que uma batalha de custódia com sua mãe levou seu pai, Yves, a se esconder dez anos atrás. Mas agora que estão mais velhos, os dois irmãos estão cansados da estrada e ansiosos para aproveitar o início da vida adulta.

Minha Alma Por Ti Liberta (Mon âme par toi Guérie, França, 2013, 124min) Dir. François Dupeyron
10 de março- quinta-feira – 19h
11 de março- sexta-feira – 16h
28 de março- segunda-feira – 19h
Quando a mãe de Frédi morreu, legou-lhe um dom: o de curar outras pessoas usando nada mais do que as suas mãos. Mas ele está longe de se rever no papel de curandeiro. Preferia levar a existência simples de um homem normal e trabalhador, de preferência ao volante da sua moto. No entanto, vive num dilema, porque também quer honrar a memória da mãe e não lhe parece correto desperdiçar aquele imenso poder de ajudar o próximo.

Não É Meu Tipo (Pas Son Genre, França, 2013, 111min) Dir. Lucas Belvaux
11 de março- sexta-feira – 19h
14 de março- segunda-feira – 16h
28 de março- terça-feira – 19h
Clément, professor de filosofia em Paris, é transferido para uma região distante, onde conhece e se apaixona por Jennifer, uma cabeleireira. O sentimento é recíproco, mas o abismo cultural e social entre os dois impede que o relacionamento evolua.

Suzanne (Suzanne, Bélgica/ França 2013, 91min) Dir. Katell Quillevéré
14 de março- segunda-feira – 19h
15 de março- terça-feira – 16h
29 de março- terça-feira – 19h
21 de março – segunda-feira – 16h
A história de uma família contada através da jornada de Suzanne (Sara Forestier), uma jovem mulher. Ela e sua irmã perderam a mãe quando crianças e foram criadas somente pelo pai.

Os Conquistadores (Les Conquérants, França, 2013, 96 min) Dir. Xabi Molia
15 de março- terça-feira – 19h
16 de março- quarta-feira – 16h
30 de março- quarta-feira – 16h
Meio-irmãos, Galaad e Noé não têm muito em comum, a não ser uma coleção de fracassos pessoais. Convencidos que são amaldiçoados desde que o pai afanou uma relíquia sagrada, Galaad convence Noé a tomar uma atitude.

Seraphine (Seraphine, Alemanha/Bélgica/França, 2008, 125 min) Dir. Martin Provost
17 de março- quinta-feira – 16h
24 de março- quinta-feira – 16h
18 de março- sexta-feira – 19h
Filme conta a história de vida da pintora francesa Seraphine de Senlis que, apesar de ter crescido na pobreza, aprendeu sozinha a arte da pintura. Descoberta por um colecionador, Seraphine tem seu talento reconhecido, mas é prejudicada pela Grande Depressão e suas condições de saúde.

Maestro (Maestro, França, 2013, 85 min) Dir. Léa Fazer
17 de março- quinta-feira – 19h
18 de março- sexta-feira – 16h
31 de março- sexta-feira – 16h
Henri, um jovem ator que sonha em trabalhar na franquia Velozes e Furiosos, acaba conseguindo trabalhar em um filme de Cédric Ròvere, mestre supremo do Cinema Autoral.


Fonte: Coordenação e curadoria da Sala Redenção – Cinema Universitário: Tânia Cardoso de Cardoso.

3ª edição do Festival CaosArte abre chamada criativa para seleção de obras.


Primeira edição do evento CaosArte


Festival com multilinguagens artísticas, que acontece em São Paulo entre 8 e 10 de abril, recebe inscrições de obras de todo o Brasil até 31 de março por meio da plataforma de crowdsourcing ItsNOON


O CaosArte - movimento artístico-cultural promovido pela Multitude – chega à sua 3ª edição e abre uma chamada criativa para que artistas e interessados enviem propostas de todas as linguagens artísticas com o tema “A Cidade Dança”. Os trabalhos são recebidos até 31 de março por meio da plataforma de crowdsourcing ItsNOON (https://www.itsnoon.net/chamada/438), e os escolhidos farão parte do festival, que acontecerá de 8 a 10 de abril no Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda – SP).

Com o objetivo de provocar e expor a criação e cocriação de diversas linguagens artísticas e a reflexão acerca do caos da cidade e a sua relação com a arte e cultura, a 3ª edição do CaosArte – apresentada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura (ProAC) - selecionará cerca de 110 trabalhos., entre eles vídeos de até cinco minutos (videoartes, documentários, curtas), fotografias, artes plásticas, ilustrações, artes digitais, gifs, textos curtos, áudios e intervenções presenciais, sendo que por motivos orçamentários, para esta última linguagem, os coletivos e interessados deverão residir na cidade na São Paulo.

“Queremos colocar em discussão a influência mútua que a cidade e a cultura exercem uma sobre a outra. Cada passo que damos pelas ruas, alguns atravessados, outros corridos ou mais lentos, na realidade, é um convite da cidade para entrarmos no ritmo. Se considerarmos essa atmosférica artística, poética e até mesmo política, isso mais parece uma dança.”, comenta Carol Gutierrez, responsável pela gestão e ativação de redes digitais do festival, e parte da banca curadora, ao lado de Rodrigo Masuda, sócio-fundador da Multitude, e Cadu Ruocco, produtor executivo.

A inscrição por meio da plataforma ItsNOON permite acesso de artistas e criadores a todas as obras cadastradas, criando ambiente criativo de cocriação e colaboração – melhorias, feedbacks, remixes, e/ou procura de parceiros para criação. Assim, uma ilustração pode, por exemplo, ganhar formato gif. Também é proposta manter a ideia cocriativa da plataforma no ambiente do festival. Deste modo, as performances e intervenções podem incorporar colaborações de todo o Brasil.

As obras selecionadas serão expostas ou produzidas em um dos três espaços: a tenda, que abrigará uma exposição de 25 artes impressas e outras 75 exibidas em telas de LCD; outra área dedicada ao recebimento de 10 intervenções presenciais; ou projetadas e remixadas em uma das festas já confirmadas na programação: Calefação Tropicaos, Odara e Pillantragi.

Além da chamada aqui no Brasil, pela primeira vez o festival abre uma segunda seleção, dedicada apenas a criadores neozelandeses, também em parceria com a itsNOON. Os selecionados integrarão a exposição digital.

A programação completa do CaosArte será divulgada em breve.


Sobre o CaosArte

Promovido pela Multitude, CaosArte é movimento, encontro, rede. Com duas edições já realizadas, o mote é simples: ocupar! Itinerante, ressignifica os locais que o recebem e reúne exposições, perfomances, tecnologia, música, dança, oficinas e trabalhos de artistas de todo o Brasil. Mais do que um evento, o #CaosArte é plataforma cultural: utiliza-se das novas tecnologias e de conceitos como crowdsourcing e economia criativa, conectando o público a uma experiência multimídia e caótica.

A 3ª edição do Caosarte, em 2016, é realizada pelo Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura, e apresentada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura – ProAC -, realizado pela Multitude, com o apoio do Memorial da América Latina.


Fonte: Agência Lema, através de Leandro Matulja, Leticia Zioni, Larissa Marques e Diene Guedes.