quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

História do cinema

Os Irmãos Lumière
Fonte: www.google.com.br/imagens

Estudos históricos e arqueológicos comprovam que é antiga a preocupação do homem com o registro do movimento. O desenho e a pintura foram às primeiras formas de representar os aspectos dinâmicos da vida humana e da natureza, produzindo narrativas através de figuras. O jogo de sombras do teatro de marionetes oriental é considerado um dos mais remotos precursores do cinema. Experiências posteriores como a câmara escura e a lanterna mágica constituem os fundamentos da ciência óptica, que torna possível a realidade cinematográfica.
Pelo relato do parágrafo anterior, fica exposta a dificuldade de se estabelecer um marco histórico para o cinema, sendo esta tarefa um ato perigoso e altamente arbitrário, porém, há necessidade de se estalecer uma data como início de uma determinada obra, e é na data de 28 de Dezembro de 1895, uma data muito especial no que se refere ao cinema, e sua história. Neste dia, no Salão Grand Café, em Paris, os Irmãos Auguste Lumière (1862-1954) e Louis Lumière (1864-1948) nascidos em Besançon, na França, filhos de um fotógrafo e proprietário de indústria e papéis fotográficos, e até então praticamente desconhecidos no campo das pesquisas cinematógraficas, realizaram uma apresentação pública dos produtos de seu invento ao qual chamaram Cinematógrafo, que surgiu a partir do aperfeiçoamento do cinetoscópio, aparelho inventado pelo norte-americano Thomas Alva Edison. O evento causou comoção nos 30 e poucos presentes, a notícia se alastrou e em pouco tempo, este fazer artístico conquistaria o mundo e faria nascer uma indústria multibilionária. O filme exibido foi “L’Arrrivée d’un Train à La Ciotat”. O Cinematógrafo é uma espécie de ancestral da filmadora e é movida a manivela e utiliza negativos perfurados, substituindo a ação de várias máquinas fotográficas para registrar o movimento. O Cinematógrafo torna possível, também, a projeção das imagens para o público. O nome do aparelho passou a identificar, em todas as línguas, a arte do cinema.
Hoje em dia, o cinema baseia-se em projeções públicas de imagens animadas. O cinema nasceu de várias inovações que vão desde o domínio fotográfico até a síntese do movimento utilizando a persistência da visão com a invenção de jogos ópticos.

E aí está um breve relato histórico sobre a invenção do cinema, bom! Sei que na minha primeira postagem eu mencionei que iria tentar postar um assunto por dia no meu blog “A Hora Do Cinema”, porém, eu estou saindo de férias juntamente com minha família, e com a intenção de realmente descançar um pouco e dar mais atenção para minha esposa e filha, resolvi que até o dia primeiro de fevereiro de 2011, irei postar um assunto por semana sem dia específico, espero não estar deixando transparecer que o assunto de filmes para mim, estaria ficando em segundo plano, longe disso a intenção também é ganhar fôlego e vir com tudo em 2011, para continuar falando sobre cinema e os filmes em geral.

No mais desejo um Feliz Ano Novo! Para todos, com muita Paz e Saúde e que o ano de 2011, seja melhor do que foi o ano de 2010. Um abraço! E até 2011.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.webcine.com.br/historia, www.infoescola.com/cinema/historia-do-cinema, www.milenio.com.br/ogersepol/principal/historia, www.rebelancer.com e www.saocarlosoficial.com.br.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Hal Ashby


Fonte: www.google.com.br/imagens

Na postagem do dia 27 de dezembro de 2010, onde fiz uma sinopse sobre o filme “Ensina-me a Viver” do diretor Hal Ashby, na realidade eu estava a fim de um assunto histórico condicionado aquela data (27 de dezembro), depois de uma breve pesquisa e sem achar nada de interessante para postagem, resolvi postar sobre o assunto anteriormente mencionado (sinopse sobre o filme “Ensina-me a Viver” do diretor Hal Ashby), pois, se tratava de um filme que eu assisti no dia anterior, porém, não sabia que estava postando um assunto relacionado a um fato histórico daquela data (27 de dezembro), que seria o falecimento do diretor Hal Ashby, em uma terça-feira chuvosa e fria do dia 27 de dezembro de 1988, aos 59 anos, de câncer de figado, fato que eu só iria conhecer no final do livro “Como a Geração Sexo-Drogas-E-Rock’N’Roll Salvou Hollywood” de Peter Biskind, que eu estava lendo, e com isso ficar sabendo de tal fato, somente um dia depois da postagem.
Recebo tal acontecimento como um sinal e por isso decedi que a postagem de hoje tem haver com esse fato histórico para o cinema, porém, não pretendo me aprofundar na biografia do diretor Hal Ashby, pois, quero fazer isso com calma, deixo apenas um pequeno histórico desse grande diretor, seguido de um trailer do filme de grande sucesso deste diretor, intitulado “Muito Além do Jardim”.

Histórico:

Hal Ashby nascido em Ogden, Utah, nos Estados Unidos em 02 de setembro de 1929, e falecido na Califórnia, nos Estados Unidos em 27 de dezembro de 1988, foi diretor de cinema, entre outros filmes dirigidos por ele, destacam-se:

Muito Além do Jardim (1979);

Amargo Regresso (1978);

Esta Terra é Minha Terra (1976);

Shampoo (1975);

Última Missão, A (1973);

Ensina-me a Viver (1971).



Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.cineplayers.com, pt.wikilingue.com e o livro “Como a Geração Sexo-Drogas-E-Rock’N’Roll Salvou Hollywood”.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Courtney Love

Fonte: www.google.com.br/imagens


Nascida com o nome de Courtney Michelle Harrison em São Francisco, em 09 de julho de 1964, adotando mais tarde o nome artistico de Courtney Love, filha de Hank Harrison (escritor e ex-roadie do Grateful Dead) e Linda Carroll (terapeuta). Courtney era uma criança perturbada e irascível, e durante a adolescência passou diversos períodos em centros de detenção de menores e reformatórios, geralmente por furto (um caso notório foi quando, aos doze anos de idade, roubou uma camiseta da banda Kiss em uma loja Woolworth's). E foi neste período que Courtney apaixonou-se pela música, quando um residente do reformatório deu-lhe fitas dos The Clash, Sex Pistols e Pretenders. Em suas idas e vindas pelo mundo da música, foi em Portland que ela acabou conhecendo o líder da banda Nirvana e seu futuro marido, Kurt Cobain, em um show, porém, os dois só viriam a ter um relacionamento alguns anos depois. Nessa época, Courtney resolveu tentar a sorte como atriz e, depois de fazer figuração em seriados como "Quincy" e "Chips", ela fez um teste para o papel de Nancy Spungen no filme biográfico "Sid & Nancy", dirigido por Alex Cox. Não consegue classificar-se, mas Cox se impressiona com sua performance, a ponto de colocá-la no filme como Gretchen, amiga de Nancy. Poucos meses depois, Love ainda interpretou a personagem Velma no trabalho seguinte do diretor, "Straight To Hell (Direto Para o Inferno)", que foi um fracasso de bilheteria e crítica.
Porém, sua melhor fase no cinema foi no filme dirigido por Milos Forman, intitulado O Povo Contra Larry Flynt (The People Vs. Larry Flynt) de 1996, que relata uma fase da vida de Larry Flint o criador da revista masculina "Hustle". Sua história acaba se confundindo com a luta pelos direitos de liberdade de expressão. Contracenando ao lado de atores do porte de Woody Harrelson e Edward Norton, ela ganhou vários prêmios com este trabalho, entre eles o do New York Film Critics Circle Awards de melhor atriz coadjuvante.
Em 2005 ela foi cotada para interpretar a atriz pornô Linda Lovelace, estrela do filme Garganta Profunda de 1972.
A atriz Scarlett Johansson, disse em entrevista para à MTV norte-americana que tem interesse em viver Courtney Love em filme sobre o ex-líder do Nirvana Kurt Cobain.
"Eu já sei que há um roteiro do filme circulando e é tudo o que sei sobre o projeto. Mas sou uma grande fã de Courtney", afirmou Scarlett Johansson.
Fiquem! Agora com o Trailer do filme O Povo Contra Larry Flynt (The People Vs. Larry Flynt) de 1996:




Fonte: g1.globo.com, www.omelete.com.br/.../courtney-love, www.melhoresfilmes.com.br/atores/courtney-love e Wikipédia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Sem idade para amar (Ensina-me a viver):

O filme Harold & Maude (Ensina-me a viver), do diretor Hal Ashby é um clássico da década de 1970. O relacionamento entre um rapaz de 20 anos com obsessão pela morte, que passa seu tempo indo a funerais ou simulando suicídios, e uma senhora de 79 anos encantada com a vida. Trata-se de uma comédia de humor negro, com cenas hilariantes, onde a veterana Ruth Gordon, de “O bebê de Rosemary”, apresenta uma impecável interpretação como Maude. E Harold é interpretado por Bud Cort, um rapaz muito reprimido, com fixação por morte, funerais e suicídios.
Embora o filme tenha sido considerado um clássico do início da década de 70, este filme não foi muito bem recebido nos cinemas, na época a alegação para a fraca bilheteria, foi devido ao tema do filme, considerado muito complexo e polemico para os padrões daquela época.

Ficha Técnica:

Título no Brasil: Ensina-me a Viver
Título Original: Harold and Maude
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento: 1971
Direção: Hal Ashby


Fonte: www.interfilmes.com, www.cranik.com/ensinameaviver e pt.shvoong.com.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Cinema da Rússia

O Cinema russo é um dos mais importantes da História desse meio. Diretores russos como Serguei Eisenstein e Dziga Vertov foram pioneiros da linguagem, da teoria e da estética cinematográfica, sugerindo e definindo padrões que influenciaram realizadores no mundo todo.
São consideradas verdadeiras obras-primas de Serguei Eisenstein: "Encouraçado Potemkin" (Potyomkin, em russo), "Outubro", e "A Greve". Mais tarde, Serguei Eisenstein ainda realizaria "Alexandre Nevski" e faria parte da trilogia "Ivan, o Terrível" e de "Que Viva México!", ambos, inacabados.
Fonte: www.google.com.br/imagens

Andrei Tarkoviski é outro nome a destacar-se no cinema russo, ele tinha uma visão cinematográfica mais expressiva, tal visão que vinha desde o surgimento da escola Formativa Russa que era composta entre outros por Eisentein, Pudóvkin e Kuleshov, tendo seu auge na década de 20 do século anterior. Tarkoviski foi incompreendido e extremamente censurado dentro de seu país, porém, muito estudado e agraciado fora dele. Tarkoviski realizou apenas oito filmes nos seus vinte e oito anos de carreira, como destaques podemos citar O rolo compressor, Violinista e O Sacrifício. As características de seus filmes não se enquadravam nos preceitos da estética do “Realismo Socialista”. Este pequeno número de filmes não significa um conjunto pobre de obras, pelo contrário, seus filmes possuem características de dimensões filosóficas, anteriormente, alcançadas somente pelo cineasta sueco Ingmar Bergman.
Este foi um breve relato sobre dois grandes cineastas que influenciaram muita gente, mas, que ao mesmo tempo outras tantas pessoas infelizmente não tiveram ou tiveram muito pouco contato com tal forma de fazer e pensar cinema, porém, com o acesso à internet facilitada, tal preciosidade está sendo mais difundida e com isso agraciando um grupo maior de futuros e promissores cineastas e também os amantes do bom cinema.
Fica como dica do cinema russo, o filme de Serguei Eisenstein "Encouraçado Potemkin".




Fontes de pesquisa: www.ufscar.br/rua, www.wikipedia.org/wiki/cinema, www.corvobranco.tripod.com/artigos, www.vivaaviver.com.br/cine e www.adorocinema.com/cinews/cinema-russo.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Milagre na Rua 34

Fonte: www.google.com.br/imagens


(Miracle on 34th Street, 1947)
• Direção: George Seaton
• Estúdio/Distrib: Fox
• Gênero: Comédia/Drama
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 96 minutos
• Tipo: Longa-metragem

Este filme é uma fábula inesquecível, Milagre na Rua 34 é um sinônimo de celebração do natal, Vencedor de 3 Oscars (1947) - Ator Coadjuvante, História Original e Roteiro. É época de natal e um cavalheiro muito bem educado, com uma "ampla" barriga e barba branquinha (Edmund Gwenn) é contratado como Papai Noel pela loja de departamentos Macy’s. Ele alega que seu nome é Kris Kringle, e logo contagia a todos com o espírito do Natal, exceto sua chefe, Doris Walker (Maureen O’Hara), que ensina sua filha Susan (Natalie Wood) a não acreditar em Papai Noel. Mas quando Kris é declarado louco e enviado a julgamento, a fé de todos é colocada em teste, pois tanto jovens, quanto idosos enfrentam a antiga pergunta: Você acredita em Papai Noel?
Este grande clássico ganhou uma refilmagem em 1994, no que parece não fugindo muito da história original, coisa que acontece muito em refilmagens. Então é isso, mais uma vez um Feliz Natal! Para todos.

Fonte: www.cineplayers.com, www.interfilmes.com e www.2001video.com.br.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!



Feliz Natal!

Sinopse:

Durante a noite na véspera de Natal de 1914, em plena 1ª Guerra Mundial, acontece o inesperado, os soldados franceses, escocesas e alemãs, saem de suas trincheiras para apertarem as mãos e comemorarem o natal, deixando momentaneamente o conflito de lado. Isso é o suficiente para mudar a vida de um padre anglicano, um tenente francês, um grande tenor alemão e sua companheira, uma soprano.
Embora, mais tarde, os oficiais superiores dos soldados o tivessem interpretado como confraternizar com o inimigo e os fizessem pagar por isso, este fato foi um ato de extraordinária generosidade e humildade humana.

Ficha Técnica:

Direção: Christian Carion

Roteiro: Christian Carion

Elenco: Diane Kruger (Anna Sorensen), Benno Fürmann (Nikolaus Sprink), Guillaume Canet (Tenente Audebert), Gary Lewis (III) (Palmer), Dany Boon (Ponchel), Alex Ferns (Gordon), Steven Robertson (Jonathan)

País de Origem: França

Ano de Lançamento: 2005

Duração: 94m

Aí está uma boa dica para assistirmos neste Natal.

Um Feliz Natal! Para todos, com muita Paz e Saúde.

São os desejos de: Antonio (Blog “A Hora do Cinema”).

Fonte: www.filmesepicos.com, www.cinemaemcena.com.br, www.adorocinema.com, www.cinema.uol.com.br e www.interfilmes.com/filme.