quinta-feira, 31 de março de 2011

Um Premiado Diretor

George Stevens
Nome: Cooper George Stevens

Nascimento: em 18 de dezembro de 1904, em Oakland na Califórnia - EUA

Falecimento: em 08 de março de 1975 aos 70 anos, em Lancaster na Califórnia - EUA
George Stevens foi um diretor, produtor e roteirista do cinema estadunidense.
Filho de Landers Stevens, ator que ganhou alguma notoriedade no cinema mudo.
George Stevens aos 17 anos conseguiu emprego em Hollywood como assistente de câmara, não demorando a ser promovido a cameraman principal, por influência do produtor Hal Roach, que o colocou a trabalhar em algumas comédias. Entre 1933 e 1934, George Stevens foi um dos realizadores mais ativos de Hollywood, realizando onze títulos. O seu primeiro filme de sucesso foi Alice Adams “Sonhos Dourados” de 1935. George Stevens enveredou-se depois pelo musical, dirigindo à dupla Fred Astaire e Ginger Rogers no filme Ritmo Louco de 1936. Seguiram-se outros filmes que ajudaram a estabelecer uma sólida reputação à sua carreira, onde destacamos o filme Gentes a Mais… Casas a Menos de 1943, que lhe conferiu a sua primeira nomeação para o Óscar de Melhor Realizador. Durante a Segunda Guerra Mundial, foi operador de câmara do exército norte-americano.
Voltou na ativa com o filme O Seu Grande Mistério de 1948, sendo que a década de 1950 foi a mais rentosa para George Stevens. Venceu o seu primeiro Óscar por Um Lugar ao Sol de 1951, filme que levou ao todo seis Óscares e que levou ao estrelato os atores Montgomery Clift e Elizabeth Taylor. Seguiram-se Os Brutos também amam de 1953, e aquela que foi considerada como a sua obra-prima, a saga Assim caminha a humanidade de 1956 (meu filme preferido de George Stevens), que valeu a George Stevens novo Óscar. A partir daí, rodou mais três filmes, O Diário de Anne Frank de 1959, A Maior História de Todos os Tempos de 1965 e Quando o Jogo É o Amor de 1970.
Morreu vítima de ataque cardíaco, em 08 de março de 1975 aos 70 anos. Tem uma estrela na Calçada da Fama.


Fonte: www.google.com.br/imagens

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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.adorocinema.com/diretores/george-stevens e www.imdb.com/name

quarta-feira, 30 de março de 2011

A pessoa mais jovem a ganhar um Óscar

Tatum O'Neal
Tatum Beatrice O'Neal, nascida em Los Angeles, no dia 5 de novembro de 1963, é uma atriz norte-americana. É a ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante do ano de 1973 por sua atuação no filme, “Lua de Papel”. Na época tinha apenas dez anos, tornou-se com esse feito, a pessoa mais jovem a ganhar um Oscar. Dois anos depois, atuando no filme Garotos em Ponto de Bala, ganhava 350 mil dólares e uma porcentagem sobre os lucros. A partir daí houve um declínio em sua carreira artística.
Tatum O'Neal nasceu praticamente dentro do cinema, seu pai é o ator Ryan O'Neal e sua mãe a atriz Joanna Moore.
Aos 16 anos, Tatum O'Neal foi a primeira namorada do cantor Michael Jackson, em 1979. Na época os dois se conheceram numa festa em Beverly Hills e o relacionamento durou 4 anos.
Em 1985, Tatum O'Neal viveu a prostituta Scarlett em Choque Mortal, filme que protagonizou ao lado da cantora Irene Cara. Foi uma fase próspera em sua vida, as coisas pareciam melhorar, mas infelizmente essa foi a sua última produção de destaque no universo do cinema.
Em 1º de agosto 1986, Tatum O'Neal se casou com o tenista John McEnroe e juntos tiveram três filhos, Kevin (nascido em 23 de maio de 1986), Sean (nascido em 23 de setembro de 1987) e Emily (nascida em 10 de maio de 1991). O casal se separou em 1994, após um divórcio litigioso. John McEnroe moveu uma longa batalha judicial pela guarda dos filhos. John McEnroe se saiu vitorioso em razão da dependência química de Tatum O'Neal.
Em 2004, Tatum O'Neal lançou sua autobiografia, intitulada "Uma Vida de Papel", onde ela relata problemas de abuso sexual ocorridos com ela, suas experiências com a heroína e as conseqüências do uso das drogas, também o relacionamento com seus filhos. Seu livro de memórias ficou muito tempo na lista dos mais vendidos e ganhou destaque na mídia.


Fonte: www.google.com.br/imagens

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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.adorocinema.com, www.cinema.sapo.pt e www.imdb.com

terça-feira, 29 de março de 2011

Montgomery Clift

Fonte: www.google.com.br/imagens

Edward Montgomery Clift, nascido em Omaha, Nebraska, no dia 17 de Outubro de 1920, falecido em Nova York, Nova York, em 23 de Julho de 1966, foi um ator norte-americano. Era filho de William Brooks Clift, e de Ethel Fogg.
Com sua aparição na Broadway aos treze anos, Montgomery Clift obteve êxito nos palcos e atuou ali durante dez anos antes de viajar a Hollywood, debutando em Rio Vermelho de 1948, com John Wayne. Também em 1948, Montgomery Clift foi nomeado ao Oscar de Melhor Ator por sua interpretação em Perdidos Na Tormenta. Desde então, interpretou muitos papéis que foram nomeados ao Oscar e assim convertendo-se em um ídolo. Seus papéis em A Um Passo da Eternidade de 1953, e em Os Deuses Vencidos de 1958, são considerados os mais importantes de sua carreira.
Em 1956, durante as filmagens do filme A Árvore da Vida, Montgomery Clift foi de encontro a um poste telefónico com o seu Chevrolet. As filmagens de A Árvore da Vida ficaram interrompidas até sua recuperação. Esse episódio foi o começo de sua dependência por álcool e drogas pesadas.
Em seu primeiro filme após o acidente de carro, Montgomery Clift protagonizou Rio selvagem de 1960. Também protagonizaria Os Desajustados de 1961, que foi o último filme feito por Marilyn Monroe e Clark Gable. A Universal mandou-o embora em 1962, durante a gravação de Freud, além da alma por suas frequentes ausências.
Em Julgamento em Nuremberg de 1961, Montgomery Clift atuou apenas sete minutos. O diretor, Stanley Kramer, escreveria em suas memórias que Montgomery Clift não conseguia recordar suas falas. Mas, ao mesmo tempo, considerava Montgomery Clift como um dos três ou quatro maiores atores que existem.
Homossexual assumido, Montgomery Clift rejeitou vários pedidos de casamento feitos por belíssimas mulheres do porte de Elizabeth Taylor e Marilyn Monroe, duas de suas maiores amigas.
Montgomery Clift morreu em 23 de julho de 1966 aos 45 anos por complicações de saúde devido a sua dependência ao álcool e às drogas em seu apartamento em Nova York. Foi enterrado no cemitério Quaker, no Brooklyn.

Fonte: www.65anosdecinema.pro.br, www.cultura.portaldomovimento.com e Wikipédia, a enciclopédia livre

segunda-feira, 28 de março de 2011

Os Reis da Comédia:

Three Stooges (Os Três Patetas)
Os Três Patetas foi um grupo cômico norte-americano, em atividade desde 1922 até 1970, conhecido por seus numerosos curta-metragens (totalizando 190), produzidos pela Columbia Pictures. A primeira e mais memorável formação do trio consistia em Moe Howard, Larry Fine e Curly Howard. Curly retirou-se do grupo após sofrer um derrame cerebral, e o cargo de "terceiro pateta" foi ocupado por diferentes comediantes ao longo dos anos: Shemp Howard, depois Joe Besser, e Joe DeRita. Moe, Curly e Shemp eram irmãos.
Depois do cinema, os curtas foram exibidos na televisão, possibilitando que o trio fosse conhecido pelas novas gerações. Os Três Patetas ainda mantêm uma imensa popularidade em muitos países.
Os Três Patetas iniciaram em 1922, em uma apresentação chamada "Ted Healy and his Stooges". No ato, o comediante Ted Healy tentaria cantar ou contar piadas ao lado de seus assistentes atrapalhados. Os irmãos Moe e Shemp se juntaram mais tarde naquele mesmo ano ao violinista e comediante Larry Fine. Muitos fãs não sabem que Shemp Howard, foi o terceiro Pateta original, antes de seu irmão mais novo Curly Howard, que assumiu o papel.
Depois de passarem pelos Estúdios Fox, no ano de 1933 a Metro Goldwyn Mayer (MGM) assinou com Healy e seus Patetas um contrato de cinema. Eles apareceram em vários filmes e curtas-metragens, quer em conjunto, individualmente, ou com várias combinações de atores. O trio foi apresentado em uma série de curtas de comédia musical. Em 1934, o contrato da equipe terminou com a MGM, e os Patetas se separaram de Healy. Sua versão final com Healy, foi no filme da MGM,“Hollywood Party” de 1934.
Em 1934, o trio assinou com a Columbia Pictures por apenas algumas centenas de dólares por semana. Eles estrelaram 190 curtas-metragens nos anos 30, 40 e 50, tornando-se recordistas na categoria.
Na autobiografia do Moe, ele disse que cada um recebeu US $ 600 por semana em um contrato de um ano. Del Lord dirigiu mais de três dezenas de curtas dos Três Patetas. Jules White dirigiu dezenas de outros, e seu irmão Jack White dirigiu vários outros.
Moe, Larry, e o diretor Jules White consideram “You Nazty Spy!” de 1940 como o melhor filme de suas carreiras. Neste curta-metragem de 18 minutos, Moe interpreta "Moe Hailstone", um personagem parecido com Adolf Hitler, satirizando os nazistas em uma época em que a América ainda mantinha sua política de neutralidade. Curly interpretou uma espécie de Hermann Göring, e Larry fez o papel de um embaixador ao estilo de Ribbentrop. You Nazty Spy! foi o primeiro filme de Hollywood que satirizou Adolf Hitler, sendo lançado em janeiro de 1940, nove meses antes de O Grande Ditador, de Charlie Chaplin.
No decorrer dos anos Os Três Patetas passaram a se apresentar ao vivo, fazendo participações especiais e tornaram-se convidados disputados por programas de TV. Eles também foram convencidos, a gravarem mais alguns filmes por toda a década de 60, além de uma série de TV de vida curta, que era em parte ao vivo e em parte animada.
O último projeto dos Três Patetas, Kook's Tour de 1970, era um especial de uma hora feito para a televisão. No dia 9 de janeiro de 1970, durante a produção do piloto, Larry Fine sofreu um derrame e não pôde completar o projeto, terminando sua carreira, bem como os planos para a série de televisão. Kook´s Tour nunca foi transmitido, mas está disponível em vídeo.


Moe Howard
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Larry Fine
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Curly Howard
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Shemp Howard
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Joe Besser
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Joe DeRita
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Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.bricabrac.com.br e www.mofolandia.com.br

domingo, 27 de março de 2011

Cinema de primeira no Brasil

“Bróder”
O primeiro longa-metragem do diretor Jeferson De, “Bróder” foi orçado em R$ 3 milhões, e é uma produção da Barraco Forte (produtora de Jeferson De) e da Glaz Enternaiment, e conta ainda com a Columbia e a Globo Filmes. É um projeto que nasceu há 13 anos, quando Jeferson De criou o movimento Dogma Feijoada, fruto dos estudos que o diretor realizou em 1997 e 1998 para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, com o objetivo de tratar entre outras questões, os direitos cinematográficos dos negros brasileiros.
O filme conta a história de Macu (Caio Blat), que vive na periferia de São Paulo desde que nasceu. No dia de seu aniversário, reencontra seus dois grandes amigos de infância, que cresceram com ele ali no bairro: Jaiminho (Jonathan Haagensen), que conquistou fama jogando futebol e agora vive na Europa, e Pibe (Silvio Guindane), que se formou em Direito, saiu da vizinhança e tenta, com muita dificuldade, ganhar a vida como um Corretor de Imóveis. Eles vieram especialmente para a festa de Macu, que pode ser ainda maior se sair à convocação de Jaiminho para defender o Brasil na Copa, prestes a ser anunciada.
Os dois amigos vão tentar ajudar Macu a resolver seus problemas com a criminalidade local, enquanto descobrem que, embora a vida os tenha separados, algo muito maior os une.

• Informações Técnicas

Título: Bróder


País de Origem: Brasil

Gênero: Drama

Duração: 90 minutos

Estúdio: Sony Pictures

Direção: Jeferson De


Fonte: www.youtube.com




Fonte: www.interfilmes.com/filme, www.filmesdecinema.com.br, www.estadao.com.br e g1.globo.com

sábado, 26 de março de 2011

Festivais em andamento pelo Brasil:

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O Novo filme sobre Chico Xavier 'As mães de Chico Xavier' abre 1º Festival de Cinema Transcendental
O I Festival de Cinema Transcendental do Distrito Federal está sendo realizado entre os dias 24 a 27 de março de 2011, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional – às 19h.
O evento abre espaço para a exibição de trabalhos sobre o gênero transcendental. “O objetivo é a promoção de filmes e vídeos que remetem à espiritualidade, aos fatos que a ciência não pode explicar, e à busca da religiosidade em cada um. O Festival também se propõe em uma maior aproximação das diversas denominações religiosas”, explica Lucas de Pádua, coordenador do evento.
Entre os dias 28 a 31 de março de 2011, é a vez de Fortaleza receber o I Festival de Cinema Transcendental. Local: Shopping Iguatemi – Multiplex UCI Ribeiro – Sala 1.


MOSTRA DO FILME LIVRE

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MOSTRA DO FILME LIVRE - 10 ª EDIÇÃO / MFL 2011
Centro Cultural Banco do Brasil
Rio de Janeiro de 10 a 31 de março
São Paulo de 11 a 31 de março
Um evento experimental como os filmes que gosta de exibir. Uma mostra que não se importa de inventar modas a cada edição, seja bolando sessões exóticas ou fazendo filmes em formatos esdrúxulos em suas oficinas, promovendo noites livres e sessões com apito para o público acelerar ou mudar o filme, ou quem sabe dando o troféu aleatório, obviamente sorteado ao léu. Assim tem sido a MFL, a cada ano diferente em seus detalhes, mas sempre, com a mesma vontade que motivou o seu nascimento, em 2002.


O 7° Festival de Verão RS de Cinema Internacional

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Na edição de 2011, filmes de todo o mundo vão desembarcar em Porto Alegre entre os dias 24 e 31 de março. Outras seis cidades do interior gaúcho também estão dentro das escolhidas para a mostra, uma das maiores do Rio Grande do Sul.

Fonte: www.g1.globo.com, www.cerradomix.maiscomunidade.com, www.achabrasilia.com/fest-cine-transcendental, www.cinematranscendental.com.br, www.mostradofilmelivre.com e www.festivalveraors.com.br

sexta-feira, 25 de março de 2011

O melhor de todos:

Citizen Kane

Cidadão Kane, é um filme norte-americano de 1941, dos gêneros drama e suspense, dirigido pelo prodígio de 25 anos na época, Orson Welles (Cidadão Kane, foi seu primeiro longa-metragem).
O filme encontrou forte oposição por parte do magnata do jornalismo William Randolph Hearst, pois Hearst julgava que a obra denegria sua imagem (fato que publicamente, Orson Welles negava). Em realidade, havia mesmo muitos pontos coincidentes das biografias de Hearst com a de Kane.
Cidadão Kane marcou sua época devido às inovações, sobretudo nas técnicas narrativas e nos enquadramentos cinematográficos. O filme começa com o protagonista já morto, mudando-se a cronologia dos fatos; e a cenografia mostra pela primeira vez o teto dos ambientes.
Mesmo dirigindo outros filmes após Cidadão Kane, o diretor Orson Welles nunca mais conseguiu restabelecer sua fama a ponto de ser contratado novamente por um grande estúdio de Hollywood.
O filme foi considerado, por grande parte da crítica especializada, como o maior filme da história até o momento, figurando em primeiro lugar na lista do American Film Institute (AFI).

Título Original: Citizen Kane

Gênero: Drama

Origem/Ano: EUA/1941

Duração: 119 min

Direção: Orson Wells

Elenco:

Orson Welles...

Joseph Cotten...

Dorothy Comingore...

Agnes Moorehead...

Ruth Warrick...

Ray Collins...

Erskine Sanford...

Everett Sloane...

William Alland...

Prêmios:

Oscar: Vencedor do Prêmio de Melhor Roteiro - Indicado aos Prêmios de Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Direção de Arte, Melhor Diretor, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som e Melhor Fotografia.
Pela Associação de Críticos de Nova York: Vencedor do Prêmio de Melhor Filme.



Fonte: www.youtube.com

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.webcine.com.br, www.adorocinema.com/filmes/cidadao-kane e www.cineplayers.com/filme