terça-feira, 19 de abril de 2016

Editora Sextante Avisa!




Quem gosta de leitura vai adorar esta novidade...


Sextante quer muito falar com você para contar uma novidade ótima: em alguns dias vai entrar no ar o nosso blog Na Estante, sobre livros e literatura. Tem artigos, resenhas, críticas, vídeos, downloads e eventos online com personalidades superinteressantes.


A gente se encontra Na Estante!


Boa leitura!


Fonte: Equipe de Conteúdo Na Estante - O blog da Sextante. Patrocínio:

Futura debate o histórico político, econômico e sociocultural do Brasil para entender o país do presente.


Imagem: Entrevista com Jean Wyllys (Deputado Federal e escritor)


Nova temporada da série Entrevista, comandada por Lilia Moritz Schwarcz, autora do livro “Brasil: uma biografia” faz um passeio pela memória histórica brasileira


Olhar e pensar o passado do Brasil para entender o presente: esta é a premissa da nova temporada do programa Entrevista – 18 esquinas para chegar ao Brasil. No momento em que o país vive um cenário de debate político, o Canal Futura coloca em pauta questões que fazem parte da memória brasileira e que ajudaram a construir a sociedade de hoje. A partir desta segunda-feira (18/4), às 20h30, a antropóloga e autora do livro “Brasil: uma biografia” (Companhia das Letras), Lilia Moritz Schwarcz, conversa com personalidades sobre aspectos históricos, culturais e econômicos do passado com o objetivo de compreender o presente e projetar o futuro da sociedade brasileira.

Em 18 episódios, que vão ao ar de segunda a sexta-feira, os convidados vão comentar temas relacionados à cultura, escravidão, democracia, corrupção, economia e direitos civis. Entre os entrevistados estão o economista Eduardo Giannetti, o antropólogo Hermano Vianna, o jornalista Roberto DaMatta e o músico Antônio Nobrega.

“Nesses tempos nervosos que estamos vivendo no Brasil, nada como chamar especialistas para conversar conosco sobre diferentes ‘esquinas’ que nos levam sempre ao mesmo país. Uma nação cuja lógica é do ‘e’; não do ‘ou’: violento e hospitaleiro, inclusivo e exclusivo, plural e, por vezes, unitário, democrático e discricionário”, diz Lilia.

Para o coordenador de Jornalismo e Mídias Digitais do Futura, José Brito, a série representa uma colaboração do canal e da Companhia das Letras para que o público possa mergulhar nas origens de discussões que foram capazes de definir políticas em vários setores ao longo de séculos. “Neste momento de crise econômica e efervescência política, nada como uma boa aula de história para balizar argumentos da sociedade. Você não opina sobre o desconhecido. Muitas vezes, o que vemos nas redes sociais e nas ruas é um misto de intolerância e falta de perspectiva histórica, o que desqualifica muitos debates sobre o país. O Brasil se vê agora diante de mais um capítulo importantíssimo da sua própria história. De fato, o que está acontecendo hoje será lembrado nas próximas edições dos livros escolares com embates acalorados a respeito da nossa jovem democracia. De onde vem o direito à manifestação popular? O que define uma cultura de cidadania? Trabalhar com a Lilia Schwarcz e todo o time de entrevistados neste projeto foi mais que um prazer. Um privilégio", afirma Brito.


Entrevista - 18 esquinas para chegar ao Brasil

Estreia: 18 de abril (segunda-feira), às 20h30

Exibição de segunda a sexta-feira

Duração: 15 minutos


CONFIRA OS CONVIDADOS E OS TEMAS ABORDADOS

Segunda-feira, 18 de abril, às 20h30
Áfricas entre nós | Entrevista com Alberto da Costa e Silva (embaixador, ABL)
Foram muitas as nações que chegaram ao Brasil. Algumas de suas marcas são reconhecidas, outras exercitadas quase que de forma inconsciente. Práticas linguísticas, alimentares, habitacionais, de parentesco entraram no nosso cotidiano e fazem parte de uma maneira de ser e se sentir brasileiro.

Terça-feira, 19 de abril, às 20h30
Escravidão | Entrevista com Flávio Gomes (professor História UFRJ)
O Brasil foi o último país a abolir a escravidão mercantil e recebeu 40% da população africana que saiu do continente. Por aqui, o sistema virou uma linguagem que conteve muito sofrimento, mas também revolta e insurreição por parte dos escravizados.

Quarta-feira, 20 de abril, às 20h30
Nações indígenas| Entrevista com Manuela Carneiro da Cunha (Antropóloga)
Muito antes da chegada dos europeus nosso território era ocupado por grupos organizados em redes e que se comunicavam de forma ampla. Os ameríndios são formados por inúmeras nações e línguas e nos legaram tradições, caldos culturais, mitologias, cosmologias e filosofias que dialogam — e tencionam — com nossas verdades mais enraizadas.

Quinta-feira, 21 de abril, às 20h30
Democracia e cidadania | Entrevista com Heloisa Starling (professora da UFMG)
A democracia é, para nós, um processo inconcluso. Se por um lado lidamos com ela de forma positiva — como provam nossas instituições consolidadas e nosso sistema eleitoral —, por outro experimentamos um processo republicano falhado desde os tempos coloniais.

Sexta-feira, 22 de abril, às 20h30
Política e História | Entrevista com Daniel Aarão Reis (Professor de história contemporânea da UFF)
É possível dizer que o território do historiador é o “passado” e que do presente todo mundo tem medo. Afinal, dele, do presente, todos julgamos que somos mestres e donos. Esse não é o caso de Daniel Aarão Reis que vive e faz história do presente e a analisa com primor sem perder o bom humor, jamais.

Segunda-feira, 25 de abril, às 20h30
Corrupção | Entrevista com José Murilo de Carvalho (Professor Emérito da UFRJ)
Corrupção não é um fenômeno biológico nem está no DNA do brasileiro. Ao contrário, é uma construção social que faz parte de nossa história desde que o Brasil não era nem ao menos Brasil.

Terça-feira, 26 de abril, às 20h30
Patrimonialismo |Entrevista com André Botelho (Professor da UFRJ)
Uma das questões mais urgentes e antigas de nossa pauta nacional está ligada à maneira como inflacionamos a esfera privada em detrimento da pública. Uma clara descrença nas instituições, no corpo da lei, é parte de nosso vocabulário social.

Quarta-feira, 27 de abril, às 20h30
Ética e Economia | Entrevista com Eduardo Giannetti (Economista e Escritor)
Somos mesmo bons mentirosos, só levamos a sério os argumentos que vão de encontro às nossas próprias crenças. Também somos cultores da razão iluminista, que nos faz acreditar que seriamos orientados por acordos apenas racionais. Mas, ao que tudo indica, a ciência e a técnica não nos brindaram com a felicidade.

Quinta-feira, 28 de abril, às 20h30
Violência | Entrevista com Luiz Eduardo Soares (Jornalista, escritor)
A afirmativa de que tivemos “apenas” uma guerra — a Guerra do Paraguai corrobora um dos grandes mitos da nossa nacionalidade: a de um país pacífico. A “civilização” brasileira se fez (e se faz) silenciando manifestações frequentes de violência e arbítrio.

Sexta-feira, 29 de abril, às 20h30
Gênero e sexo no Brasil | Entrevista com Laura Moutinho (Antropóloga e professora da USP)
Muitos marcadores de diferença têm feito desse país uma nação desigual. O gênero sempre foi um divisor fundamental que precisa ser construído e desconstruído para que possamos pensar em processos republicanos consistentes e cidadãos mais plenos.

Segunda-feira, 2 de maio, às 20h30
Direitos Civis | Entrevista com Jean Wyllys (Deputado Federal e escritor)
Se direitos sociais foram ganhos do início do século XX; direitos políticos vieram com os anos 1930, já a linguagem dos direitos civis só tem ganhado força a partir do final dos anos 1970. São reinvindicações que incluem grupos identificados por temas como raça, gênero, região, geração ou classe.

Terça-feira, 3 de maio, às 20h30
Periferias | Entrevista com Hermano Vianna (Antropólogo)
As vozes por muito tempo compreendidas sob o signo “da falta” são cada vez mais evidentes. Mais recentemente, em vez de sua vitimização, notamos a emergência de novos discursos narrativos que mostram o país sob uma perspectiva múltipla e divergente.

Quarta-feira, 4 de maio, às 20h30
Ritmos e danças | Entrevista com Ricardo Teperman (Antropólogo e Escritor)
Batuques, jongos, síncopas, sambas… não há descrição que dê conta dessa maneira singular de entender o Brasil e dele participar. Os ritmos também fazem parte da formação mestiça de nosso país, que aglutinou instrumentos, musicalidades e sons ameríndios, africanos e europeus.

Quinta-feira, 5 de maio, às 20h30
Manifestações Culturais| Entrevista com Antônio Nobrega (músico e dançarino)
O corpo lembra? Nosso Brasil tem ritmo, movimento, som? De que maneira as nossas tantas manifestações culturais e populares nos ajudam a “brincar” com o cotidiano? A partir de muita pesquisa de campo e de arquivo, Antônio Nobrega virou um intérprete dileto do país.

Sexta-feira, 6 de maio, às 20h30
Religiões | Entrevista com Reginaldo Prandi (Sociólogo)
Os africanos que deixaram compulsoriamente seus países trouxeram consigo seus próprios deuses e rituais. Os ameríndios espalharam seus xamãs e cultos pela terra, assim como os europeus que aqui chegaram vieram com seus santos e dogmas.

Segunda-feira, 9 de maio, às 20h30
Literatura | Entrevista com Silviano Santiago (Escritor e Crítico Literário)
Há uma voz literária forte e variada no Brasil. No início, era muito ligada ao estrangeiro. Depois, enveredou para a ênfase nos discursos nacionais. Hoje, nossa literatura é antes de tudo uma face de nosso multifacetado espelho. Nem sempre produto de seu contexto, ela ajuda a produzir o país.

Terça-feira, 10 de maio, às 20h30
Artes | Entrevista com Agnaldo Farias(doutor em arquitetura urbana// Curador)
Artes ameríndias; artes africanas; artes afro-brasileiras; artes europeias por aqui dialogaram e produziram um caldo nada homogêneo, certamente muito rico e complexo. O Brasil é hoje em dia considerado uma vitrine para as artes plásticas contemporâneas e vem mostrando uma força renovada nessa área.

Quarta-feira, 11 de maio, às 20h30
Bovarismo ou a mania de não ser | Entrevista com Roberto DaMatta (Antropologia, UFRJ, jornalista e escritor)
No Brasil, vale o inverso da máxima shakespeariana “Ser ou não ser”. Aqui, “ser é não ser”. A velha mania de não ver a realidade ou imaginá-la distinta é uma de nossas marcas. Esse é o nosso “bovarismo”, termo inventado por Flaubert e muito usado por Lima Barreto na definição dos artificialismos que imperam no país.


Fonte: Assessoria de Imprensa da Agência Approach, através de Estela de Andrade e Luciana Gondim.

Paulo Gustavo aparece com novo estilo em versão 2016 da personagem Dona Hermínia.




‘MINHA MÃE É UMA PEÇA 2’, DIRIGIDO POR CÉSAR RODRIGUES, COMEÇA A SER RODADO NO RIO E ESTREIA EM DEZEMBRO


A Dona Hermínia (Paulo Gustavo) que ganhou o Brasil no primeiro filme da franquia “Minha Mãe é uma Peça” volta às telonas repaginada. Na sequencia “Minha Mãe é um Peça 2”, agora dirigido por César Rodrigues, a mãe mais amada do país agora está rica, chique e é apresentadora de um programa de TV. Mas, se na vida profissional Dona Hermínia é outra pessoa, em casa as coisas estão mais atrapalhadas do que nunca. Com distribuição da Downtown Filmes e Paris Filmes, produção da Migdal Filmes, em parceria com a Diamond Back, empresa do Paulo Gustavo, o longa está sendo rodado no Rio de Janeiro, mas também terá cenas em São Paulo e Niterói. A data de estreia já está fechada: 29 de dezembro.

“Estou muito feliz de estar novamente fazendo a personagem que mudou minha vida, que marcou minha primeira estreia no teatro, com um personagem que eu criei. Foi meu primeiro trabalho autoral, então, a Dona Hermínia é um personagem muito especial pra mim. Está sendo uma delícia fazer o filme, a equipe toda é ótima, está leve e em sintonia. Isso contribui pra que as cenas fiquem mais engraçadas, mais divertidas e aí, consequentemente, o público em casa se diverte mais ainda”, comenta o protagonista Paulo Gustavo.

Em “Minha Mãe é uma Peça 2”, não foi só Dona Hermínia quem mudou. Os filhos Marcelina (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo) querem alçar voo próprio. Querem ser mais independentes e conquistar a liberdade, e isso, é claro, não agrada em nada nossa protagonista. Os problemas com os filhos extravasam e vão parar no programa de TV, onde Dona Hermínia conquista mais fãs a cada dia com seu jeito sinceríssimo. Para complicar a história, D. Hermínia divide seu tempo com o neto, Pedrinho, e com a chegada da irmã mais velha Lucia Helena (Patrycia Travassos), vinda de Nova York, a ovelha negra da família.

"Estamos fazendo um filme solar, com estética leve e romântica. Um mundo muito particular. Temos um roteiro divertido, humano e envolvente. Garantia de momentos deliciosos e hilariantes que Dona Hermínia e sua família vão proporcionar ao público”, garante o diretor César Rodrigues.

No elenco estão ainda Herson Capri como o ex-marido, Carlos Alberto; Samantha Schmütz é a empregada abusada, Waldeia; Suely Franco como a tia caduca, Zélia; e Alexandra Richter vive a irmã lesada, Iesa.


Fonte: Agência Febre, através de Claudia Rodrigues e Claudia Belém.

Festival Varilux divulga identidade visual e os filmes já confirmados na programação.




EVENTO ACONTECE DE 8 A 22 DE JUNHO EM 50 CIDADES BRASILEIRAS


O Festival Varilux de Cinema Francês já está com identidade renovada para a edição 2016, que acontece de 8 a 22 de junho em 50 cidades. A imagem do visual, assinado pelo Dínamo Design, foi inspirada no cartaz do filme “Flórida”, de Philippe Le Guay, e traz dois ícones de gerações diferentes do cinema francês: Sandrine Kiberlain e Jean Rochefort.

“Flórida” é um dos filmes confirmados na programação deste ano do festival. Além dos aguardados “Chocolate”, de Rochsdy Zem, e “Meu Rei”, de Maïwenn, filmes de abertura do Festival de Cannes de 2015. Outros confirmados de destaque são “Um Doce Refúgio”, de Bruno Podalydes; “A Corte”, de Christian Vincent, “Lolo”, de Julie Delpy, e a premiada animação “Abril e o Mundo Extraordinário”, de Franck Ekinci e Christian Desmares, vencedor do troféu Cristal no Festival de Annecy. Os diretores Rochsdy Zem, Bruno Podalydes, Christian Vincent e Philippe Le Guay, ao lado dos atores expoentes Lou de Laage e Vincent Lacoste, fazem parte da delegação francesa que virá ao Brasil durante o festival.

O festival promoverá pela primeira vez um seminário cinematográfico – voltado para profissionais mais experientes ou como menos experiência. O “Seminário de Crítica Cinematográfica” será ministrado pelo renomado crítico francês Jean-Michel Frodon, ex-diretor da redação da prestigiada revista “Cahiers du Cinéma”.

A edição 2016 da oficina brasileira de roteiros audiovisuais também está confirmada. Em 2016 terá duas novidades: a oficina do Rio de Janeiro será dividida em três temas – roteiros para TV, cinema e comédia, além disso, será ministrada pela primeira vez no Recife, na modalidade formatos para televisão. A bancada de palestrantes contará com os roteiristas Corinne Klomp, que falará sobre os aspectos gerais do roteiro, Romain Compingt, que irá ministrar a aula sobre roteiro de cinema, Claire Barré, que focará em formatos para televisão, e Alain Layrac, especialista em roteiro de comédia.


As inscrições para as oficinas e para o seminário começam no dia 20 e vão até dia 10 de maio.


Fonte: Agência Febre, através de Carminha Botelho e Juliana Branco.

A PROGRAMAÇÃO DO SEGUNDO DIA DO CURTA TAQUARY TERÁ INÍCIO ÀS 19H.




Mostra internacional conta com a exibição de curtas-metragens, além de seminários, oficinas e palestras, sempre com entrada franca


Uma das principais vitrines de curtas-metragens do Brasil, o Curta Taquary divulgou a programação do segundo dia do festival internacional de cinema em 2016. O 9° Curta Taquary irá apresentar 146 filmes de 34 países durante toda a programação. As exibições do segundo dia iniciam com a Mostra Paralela – Sessão Especial na Praça Otto Sailer, às 19h. O encerramento será com a Mostra Paralela - Curta à Meia Noite, também na Praça Otto Sailer, com início de sessão previsto para às 22h30. O tradicional evento ocorre em Taquaritinga do Norte, agreste pernambucano, e está programado para acontecer até 22 de abril.


Confira a programação completa do segundo dia do festival:

Local: Praça Otto Sailer


19h - Mostra Paralela – Sessão Especial

Classificação indicativa: 12 anos

Entre o traço e a luz, de Zeca Ferreira (RJ)

Milagres, de Adalberto Oliveira (PE)

Para onde foram as andorinhas, de Mari Corrêa (SP)

Senhora L, de Artur Ianckievicz (PR)

Sobre Nós, de Miguel Moura (RJ)


20h30 - Mostra Paralela – Diversidade

Classificação indicativa: 14 anos

Ruan, de Fellipe Chargel e Felipe Herrmann (AL)

Cabra-Macho, de Charles C. S. Ferreira & Leonardo Grecco (SP)

Carne nua, de Luan Moreno (RJ)

Ainda Não Lhe Fiz Uma Canção de Amor, de Henrique Arruda (RN)


21h30 - Mostra Paralela – Curtas Fantásticos

Classificação indicativa: 16 anos

Domingos, de Jota Bosco (PE)

Soberania. RJ, de Gabriel de Moura (RJ)

Flerte, de Samuel Mariani (SP)

O último engolervilha II, de Marão, Jackson Abacatu, Wesley Rodrigues, Luah Garcia, Pamella Araújo, Camila Kauling, Guto BR, Rüsben, Ianah Maia, Giovanna Guimarães, Jirair Garabedian, Yurii Custodio, Rosana Urbes e Mauricio Castaño (RJ)

Três dentes de ouro, de Diego Lara (SC)

Repolho, de Alexander S. Buck (ES)


22h30 - Mostra Paralela – Curta à Meia Noite

Classificação indicativa: 16 anos

Ataque Blues, de André Dias (CE)

Ateliê, de Victor Giannotti (SP)

Intervenção, de Pedro Maia de Brito (PE)

Janela de Naim, de Daniel Leite Almeida (BA)

Adentro, de Joedson Silva (PE)

Cinefilía, de Murate Azevedo e Leonardo Hutamárty (PE)


Em 2016, o Curta Taquary vai apresentar 146 filmes de 16 estados brasileiros e 34 países. Na programação, o festival terá três mostras competitivas e 11 mostras paralelas, além de oficinas, seminários e palestras sempre com entrada franca. Nesta edição serão homenageados a atriz pernambucana Hermila Guedes, a ilustradora e produtora paulista Rosana Urbes e a cineasta pernambucana Katia Mesel.


Festival Internacional Curta Taquary

Idealizado por Alexandre Soares, diretor e curador do festival, o Curta Taquary teve início em 2005. Reúne artistas, ativistas e amantes da sétima arte em Taquaritinga do Norte, no agreste pernambucano, com a proposta de apresentar uma grande diversidade de curtas-metragens nacionais e internacionais ao público da região. Desde a primeira edição o festival já apresentou mais de 1000 curtas para mais de 25 mil pessoas. Neste ano, o oitavo Curta Taquary, além das mostras competitivas, terá uma programação com seminários, oficinas e palestras, sempre com entrada franca. O projeto tem incentivo/patrocínio da Funcultura, Governo do Estado de Pernambuco, Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, Fundação do Patrimônio histórico e artístico de Pernambuco.


SERVIÇO:

Programação do 2° Dia

9° Curta Taquary

De 18 a 22 de abril de 2016

Taquaritinga do Norte – Pernambuco – Brasil

www.curtataquary.com


Fonte: Phosphoros Novas Ideias, através de Filipe Chagas, Adriano Cescani e Robledo Milani.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

L&PM Editores dá a dica! ‘SHAKESPEARE: OBRAS ESCOLHIDAS’, de William Shakespeare - Tradução de Beatriz Viégas-Faria.

SHAKESPEARE: OBRAS ESCOLHIDAS


Se você acha que nunca leu William Shakespeare (1564- 1616), engana-se: versos, frases e expressões desse bardo inigualável banharam a língua inglesa e hoje habitam todos os idiomas e todas as culturas. Seus personagens com seus dramas – múltiplas facetas da condição humana – são conhecidos por virtualmente todas as pessoas: o torturado Hamlet, a inocente Desdêmona, o decadente Rei Lear, a frágil Ofélia, os maquiavélicos Iago e Lady Macbeth, o pusilânime Macbeth, o amargo Shylock, os enamorados Romeu e Julieta, entre tantas outras criaturas nascidas da mente desse gênio que desafiou os limites da criatividade humana.

Neste livro você encontrará uma excelente amostra da obra do autor: a história da trágica paixão entre Julieta Capuleto e Romeu Montéquio; a vingança de Shylock, agiota judeu; o drama de Otelo que, incitado por Iago, é cegado pelo ciúme; a ambição desmedida do general Macbeth, que comete o regicídio para usurpar o poder; e a romanesca história do mago Próspero, derradeira criação teatral do dramaturgo, considerada por muitos como a mais clássica peça shakespeariana.

Não é toda a obra de William Shakespeare, mas é só o que você precisa ler para se apaixonar.


Informações Gerais

Título: SHAKESPEARE: OBRAS ESCOLHIDAS

Catálogo: Outros Formatos

Gênero: Literatura estrangeira - Teatro

Série: Obras Escolhidas

Formato: 14x21

Páginas: 464

Preço: R$ 52,90


Fonte: www.lpm.com.br


Parceria

sábado, 16 de abril de 2016

DIVULGADA PROGRAMAÇÃO DA ABERTURA DO 9° CURTA TAQUARY.




Mostra internacional conta com a exibição de curtas-metragens, além de seminários, oficinas e palestras, sempre com entrada franca


Uma das principais vitrines de curtas-metragens do Brasil, o Curta Taquary divulgou a programação do primeiro dia do festival internacional de cinema em 2016. O 9° Curta Taquary começa na próxima segunda-feira (18), em Taquaritinga do Norte, em Pernambuco, e irá apresentar 146 filmes de 34 países. As exibições do primeiro dia iniciam com a Mostra Paralela Infanto-Juvenil na praça Otto Sailer, às 18h. O encerramento será com a Mostra Curta à Meia Noite, na Praça Otto Sailer, com início da sessão previsto às 24h. O tradicional evento ocorre em Taquaritinga do Norte, agreste pernambucano, e está programado para acontecer entre os dias 18 e 22 de abril.


Confira a programação completa do primeiro dia do festival, através: www.curtataquary.com / http://curtataquary.blogspot.com.br


Em 2016, o Curta Taquary vai apresentar 146 filmes de 16 estados brasileiros e 34 países. Na programação, o festival terá três mostras competitivas e 11 mostras paralelas, além de oficinas, seminários e palestras sempre com entrada franca. Nesta edição serão homenageados a atriz pernambucana Hermila Guedes, a ilustradora e produtora paulista Rosana Urbes e a cineasta pernambucana Katia Mesel.


Festival Internacional Curta Taquary

Idealizado por Alexandre Soares, diretor e curador do festival, o Curta Taquary teve início em 2005. Reúne artistas, ativistas e amantes da sétima arte em Taquaritinga do Norte, no agreste pernambucano, com a proposta de apresentar uma grande diversidade de curtas-metragens nacionais e internacionais ao público da região. Desde a primeira edição o festival já apresentou mais de 1000 curtas para mais de 25 mil pessoas. Neste ano, o nono Curta Taquary, além das mostras competitivas, terá uma programação com seminários, oficinas e palestras, sempre com entrada franca. O projeto tem incentivo/patrocínio da Funcultura, Governo do Estado de Pernambuco, Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, Fundação do Patrimônio histórico e artístico de Pernambuco.


SERVIÇO:

Programação da Abertura

9° Curta Taquary

De 18 a 22 de abril de 2016

Taquaritinga do Norte – Pernambuco – Brasil


Fonte: Phosphoros Novas Ideias, através de Adriano Cescani e Robledo Milani.