quinta-feira, 21 de julho de 2016

Danilo Gentili e Maisa Silva vivem aventura espacial em nova animação brasileira.




‘BUGIGANGUE NO ESPAÇO’, QUE ACABA DE TER SEU TRAILER DIVULGADO, CONTA COM AS VOZES DOS DOIS ARTISTAS


Com humor, ação e referências a personagens da cultura pop, o trailer de “Bugigangue no Espaço” revela a aventura que as crianças do clube Bugigangue estão prestes a enfrentar na tela grande. Produzida pela 44 Toons!, a animação tem estreia prevista para o início de 2017, com distribuição da Imagem Filmes.


Trailer



O cartaz oficial do longa, ilustrado com imagens dos principais personagens, também foi apresentado (imagem acima).

Para salvar o universo de um poderoso vilão intergaláctico, os sete amigos ganham aliados de outro planeta – os Invas, alienígenas desastrados cuja nave cai bem ao lado do clube. Ao longo da aventura, eles se deparam com o ET, o Chupa Cabras e o ET de Varginha, entre outros personagens do universo da ficção científica e da cultura pop.

Com roteiro e direção de Ale McHaddo, “Bugigangue no Espaço” traz de volta personagens criados para o curta-metragem “Bugigangue – Controle Remoto”, que marcou época em 2010 como a primeira produção nacional em 3D. No novo longa, dois integrantes do clube – o líder Gustavinho e a pequena Fefa – são dublados por Danilo Gentili e Maisa Silva.


Sinopse

Enquanto Gustavinho (voz de Danilo Gentili), Fefa (voz de Maisa Silva) e os demais integrantes do clube Bugigangue estão preocupados com os trabalhos da escola, nem imaginam que em um ponto distante da galáxia o vilão Gana Golber tomou o poder da Confederação dos Planetas, ameaçando a paz do universo. Expulsos da confederação, sete Invas, alienígenas atrapalhados e ingênuos, conseguem escapar ao cerco de Gana, mas na fuga sua nave é danificada e cai na Terra. Logo os Invas fazem amizade com as crianças do clube, consertam a nave e embarcam juntos numa aventura intergaláctica para restaurar a paz do universo.


Ficha Técnica:

Com DANILO GENTILI, MAISA SILVA

Roteiro ALE MCHADDO

Direção ALE MCHADDO


Fonte: Agência Febre, através de Ciro Bonilha.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Editora Arqueiro Recomenda! ‘A LONGA E SOMBRIA HORA DO CHÁ DA ALMA’, de Douglas Adams.




Do autor da série O Mochileiro das Galáxias, 1,5 milhões de exemplares vendidos no Brasil.


“Adams não deixa que nem um mínimo de senso comum se infiltre neste livro, que combina fantasia, hilariedade e terrores horripilantes. As ramificações da trama são maravilhosas, cruéis e irresistíveis.” – Publishers Weekly


Kate Schechter devia ter prestado atenção aos avisos que o universo tentava lhe dar. No aeroporto de Heathrow, prestes a embarcar para a Noruega, a americana pensa em todos os sinais que lhe diziam para não fazer aquela viagem. Ainda assim, ela não está nem um pouco preparada para a explosão do balcão de check-in, que destrói parte do terminal.

Enquanto isso, no norte de Londres, o detetive Dirk Gently está no fundo do poço: sem dinheiro, vive de bicos como quiromante numa tendinha. Refletindo sobre seu fracasso, ele lembra de repente que, na verdade, tem um cliente e está absurdamente atrasado para o encontro aquela manhã.

Porém, o investigador chega tarde demais. Sentindo-se culpado pela sina do homem, ele resolve mais uma vez fazer uso da interconexão de todas as coisas e vê uma ligação do seu caso com os estranhos eventos no aeroporto.

Abrindo caminho em meio aos elementos mais absurdos, Dirk se depara com uma máquina de refrigerante que aparece nos lugares mais improváveis, uma águia hostil que insiste em atacá-lo, um hospital sinistro para casos exóticos, horóscopos insultuosos e uma calculadora de I Ching.

Neste delicioso livro que dá continuação à série de Dirk Gently, o leitor se surpreenderá ao observar como todas as peças do quebra-cabeça se encaixam para formar uma trama genial e hilária.

***

"Segundo Adams, a força unificadora do universo é uma potente incoveniência. Ele cria um mundo em que aparentes insignificâncias se acumulam para compor uma farsa astronômica. O épico é trivial, o trivial é épico. Com uma escrita habilidosa e uma história engenhosa, Adams exibe tramas ágeis e um humor revigorante e inteligente." - The New York Times


Quando o balcão de check-in do aeroporto de Heathrow é consumido em uma bola de fogo, os grupos de sempre tentam assumir a responsabilidade. Até a companhia estatal de combustíveis nucleares se apressa para emitir um comunicado afirmando que a situação está sob controle e que o local da explosão daria um ótimo lugar para levar as crianças para fazer um piquenique, antes de enfim ser obrigada a admitir que aquilo não tem nada a ver com ela.

Não se descobre nenhuma causa para a explosão – ela é apenas considerada um “ato divino”. Mas, pensa Dirk Gently, que deus estaria no Terminal 2 do aeroporto tentando pegar um voo para Oslo?

E o que esse acidente tem a ver com o último cliente do detetive, cuja cabeça foi encontrada sobre o LP do single de sucesso “Batata quente”?

Esse é só o começo de uma trama mirabolante característica de Douglas Adams – aonde ela vai dar, é impossível que qualquer um preveja.

Com um título que faz referência ao tédio de um ser imortal, citado na série O Mochileiro das Galáxias, A longa e sombria hora do chá da alma é mais uma obra irônica e divertidíssima protagonizada por Dirk Gently. No fim desta história, o leitor terá a dimensão da vida, do universo e de tudo mais. É só esperar receber a fatura do detetive.


"Douglas Adams trouxe a perspicácia para a ficção científica. Algumas de suas frases piadas entraram para o vocabulário, mudando a forma como as pessoas falam, Adams criou um mundo à parte e foi a ponte entre a ciência e a cultura pop." - Stephen Fry


FICHA TÉCNICA

GÊNERO: FICÇÃO / FICÇÃO CIENTÍFICA

TÍTULO ORIGINAL: THE LONG DARK TEA-TIME OF THE SOUL

TRADUÇÃO: FABIANO MORAIS

FORMATO: 14 X 21CM

NÚMERO DE PÁGINAS: 224 PÁGINAS

PESO: 0.28 KG

ACABAMENTO: BROCHURA

PREÇO: R$ 34.90

E-BOOK - PREÇO: R$ 22.99


DOUGLAS ADAMS



Douglas Adams é autor da famosa série O mochileiro das galáxias, cujos títulos incluem O guia dos mochileiros das galáxias, O restaurante no fim do universo, A vida, o universo e tudo mais, Até mais, e obrigado pelos peixes! e Praticamente inofensiva, todos publicados pela Arqueiro. Adams nasceu em Cambridge, Inglaterra, em 1952, e morreu aos 49 anos, em 2001.


Fonte: www.editoraarqueiro.com.br

Patrocínio:



Observação: A editora Arqueiro juntamente com a editora Sextante, gentilmente nos cedeu (para realização de sorteios) 2 exemplares do livro ‘A LONGA E SOMBRIA HORA DO CHÁ DA ALMA’, entre em nosso site (www.ahoradocinema.com) click no link das promoções: http://www.ahoradocinema.com/promocoes e fique sabendo como concorrer a este grande prêmio.

Atenciosamente!

Antonio Francisco da Silva Junior,
www.ahoradocinema.com
ahoradocinema1.blogspot.com

Festival Verbier com Nelson Freire e Judeus e Muçulmanos na Sessão Philos.


Pianista brasileiro Nelson Freire na 14ª edição do Festival Verbier, um dos eventos de música clássica de maior prestígio do mundo (Photo créditos D. R.)


22 de julho, às 13h, no Mais Globosat


A Sessão Philos exibe no dia 22 de julho, a partir das 13h, no Mais Globosat, a produção “Judeus e Muçulmanos: Tão Longe e Tão Perto”, episódio que o público poderá entender como a relação entre judeus e muçulmanos evoluiu com o tempo, desde o nascimento do Islã. Na mesma data, o canal vai mostrar a apresentação do pianista brasileiro Nelson Freire na 14ª edição do Festival Verbier, um dos eventos de música clássica de maior prestígio do mundo.


Sextas, às 13h

REPRISES: Domingos (8h), terças (2h) e quintas (6h)

22/07 - Judeus e Muçulmanos: Tão Longe e Tão Perto e Festival Verbier 2007: Nelson Freire


Sessão Philos no Mais Globosat

A Sessão Philos leva para o canal Mais Globosat uma seleção dos melhores documentários sobre arte, história, música, atualidades, ciência, povos e culturas. Todas as produções exibidas fazem parte da grade do Philos.


Sobre o Philos

Criado pela Globosat, o Philos não é um canal tradicional. Com um vasto acervo que reúne os melhores documentários e espetáculos inesquecíveis, Philos está disponível no modelo de subscription video on demand (SVOD), em que o espectador escolhe o momento e o conteúdo que deseja assistir, quantas vezes quiser, por meio de uma assinatura. Com produções de altíssima qualidade, Philos reúne documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, música, povos e culturas; debates e entrevistas; e espetáculos de dança e música – tudo em alta definição (HD).


Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO, através de Melina Nascimento e João Veiga.

terça-feira, 19 de julho de 2016

ANNA MUYLAERT É A GRANDE HOMENAGEADA NO FESTIVAL DE CINEMA LATINO-AMERICANO DE SP.


Imagem: O evento promove a pré-estreia brasileira de “Mãe Só Há Uma”


*** evento exibe 23 trabalhos da realizadora


*** cineasta é uma das novas integrantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood


*** 11º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo acontece de 20 a 27/07


A cineasta paulista Anna Muylaert é a grande homenageada da décima primeira edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, que acontece no período de 20 a 27 de julho.

Realizadora brasileira a ganhar reconhecimento internacional recentemente – emplacando premiações no Festival de Sundance e em duas edições seguidas do Festival de Berlim – Anna Muylaert trafega com desenvoltura em diversos formatos audiovisuais: longas e curtas-metragens, séries televisivas e vídeos autorais, telefilmes e videoclipes. No final do mês de junho, seu nome foi anunciado como um dos novos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organizadora do Oscar.

O evento promove a pré-estreia brasileira de “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, atração na sessão oficial de abertura do evento – agendada para 20/07, no Memorial da América Latina. No dia seguinte, 21/07, acontece um encontro da cineasta com o público, com participação da cartunista Laerte.

Estão na programação um total de 23 títulos dirigidos e/ou roteirizados por Anna Muylaert.

São longas-metragens (“Durval Discos”, “É Proibido Fumar”, “Que Horas Ela Volta?”), telefilmes (“Para Aceitá-la Continue na Linha”, “E Além de Tudo Me Deixou Mudo o Violão”) e séries televisivas (“Mundo da Lua”, “Castelo Rá-Tim-Bum”, “As Canalhas”), além de curtas-metragens, videoclipe e vídeos autorais de rara circulação. A realizadora apresenta em público pela primeira vez um dos chamados demo filmes que utiliza como preparação para seus longas-metragens ou “rascunhos filmados e editados”. A exibição de “Que Horas Ela Volta? – Demo Filme” é comentada pela própria diretora.

A curadoria do 11º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo é assinada por João Batista de Andrade, Jurandir Müller e Francisco Cesar Filho, sendo estes dois últimos também diretores do evento. Uma realização do Memorial da América Latina, da Secretaria de Estado da Cultura, e da Associação do Audiovisual, o festival é uma iniciativa do Ministério da Cultura / Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com patrocínio da Petrobras, correalização da Spcine e do Sesc São Paulo, e apoio cultural do Centro Cultural Banco do Brasil.

Mais informações podem ser acessadas no website do festival http://www.festlatinosp.com.br/ ou na fanpage oficial www.facebook.com/FestivalDeCinemaLatinoAmericanoDeSaoPaulo/.


Serviço:

11º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo

20 a 27 de julho de 2016


Locais e ingressos:

Memorial da América Latina

(tenda de projeções + espaço PETROBRAS de encontros)

Av. Auro Soares de Moura Andrade 664, portões 2 e 5, Barra Funda, tel (11) 2769.8098

Entrada franca


Cinesesc

Rua Augusta 2075, Cerqueira César, tel (11) 3087.0500

R$ 10,00 (inteira), R$ 6,00 (meia-entrada) e R$ 3,50 (comerciário)


Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Álvares Penteado 112, Centro, tel (11) 3113.3651

R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada, para estudantes, terceira idade e clientes do Banco do Brasil)


Circuito Spcine Lima Barreto (Centro Cultural São Paulo)

Rua Vergueiro 1000, Paraíso, tel (11) 3397.4002

R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia-entrada)


Circuito Spcine Olido

Av. São João 473, Centro, tel (11) 3331.8399

R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia-entrada)


Circuito Spcine Caminho do Mar

Av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira 5241, Jabaquara, tel (11) 3396.5537

Entrada franca


Circuito Spcine Meninos

Rua Barbinos 111, São João Clímaco, tel (11) 2945.2561

Entrada franca


Circuito Spcine Perus

Rua Bernardo José de Lorena, s/nº, Pirituba, tel (11) 3915.8746

Entrada franca


Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo

Rua Doutor Plínio Barreto 285, 4º andar, Bela Vista, tel (11) 3254.5618

R$ 15,00 (inteira), R$ 7,50 (meia-entrada) e R$ 4,50 (comerciários), inscrições através dos links


Fonte: ATTi Comunicação e Ideias, através de Eliz Ferreira e Valéria Blanco.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Philos abre documentários sobre Van Gogh e Gauguin para não-assinantes.


“Gauguin – A história completa” (parte 1)


O Philos – canal on demand da Globosat – vai abrir por quinze dias para não-assinantes os documentários “Van Gogh – O segredo por trás do artista” e “Gauguin – A história completa” (parte 1) que estão disponíveis no acervo. A partir do dia 20 de julho, o público poderá conhecer um pouco mais sobre os artistas que terão suas obras apresentadas na exposição “O triunfo da cor”, no CCBB do Rio de Janeiro.


O segredo por trás do artista – Van Gogh

O episódio lança luz sobre a sinuosa vida de Van Gogh, o processo de maturação de suas obras e fontes de inspiração, de Rembrandt a Millet, os pintores impressionistas e grandes mestres japoneses.

Ano: 2014

Classificação: Livre

Diretor: Laurent-David Samama

Duração: 52 minutos


Gauguin – A história completa (Parte 1)

Embora tenha nascido em Paris, Gauguin morou sete anos da sua infância no Peru. Aos 25, após a quebra da Bolsa de Paris, o artista toma uma importante decisão: dedicar-se totalmente à pintura. Começa assim uma vida de viagens e boemia, que resultou numa produção artística singular e determinante das vanguardas do século XX. Gauguin via na pintura uma forma de pensar o mundo e de filosofia de vida.

Ano: 2003

Classificação: 12 anos

Diretor: Waldemar Januzczak

Duração: 60 minutos


Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO, através de Melina Nascimento e João Veiga.

domingo, 17 de julho de 2016

Crítica: JULIETA, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Você está caminhando pela calçada, mas um casal está indo em direção a você. Você não desvia para o casal passar e, devido a isso, o casal sai da calçada e é atropelado por um carro que estava passando. Não foi intencional, mas logicamente você sentirá uma culpa, que talvez lhe persiga pelo resto da vida. Culpa e responsabilidade pelos seus atos, por vezes, são temas recorrentes em alguns dos melhores filmes de Pedro Almodóvar, que vai de ‘Carne Tremula’ a ‘Fale com Ela’. O universo feminino é um elemento que representou esses temas em seus filmes, e por possuir uma sensibilidade na criação de tramas como essa para o cinema, é sempre um prazer em ver que ele ainda não perdeu a mão em seu mais novo filme ‘Julieta’.

Na abertura conhecemos Julieta (Emma Suárez) mulher, aparentemente, bem sucedida, mas que no fundo guarda alguma tristeza. Após cruzar com alguém familiar do passado, ela descobre que sua filha, ao qual não vê há anos, está mais próxima do que imagina. A imagem de mulher forte dá lugar a uma pálida imagem daquilo que ela já foi um dia, mas ao mesmo tempo readquirindo o desejo de reencontrar a filha que amava. Baseado na obra da escritora canadense Alice Munro, o filme pode ser visto numa espécie de três atos, das quais a fotografia representa cada período dos personagens. De cores muito quentes do primeiro ato, o segundo vai demonstrando sinais de um universo menos colorido, para logo em seguida dar lugar a um terceiro ato de cores frias e representando o estado de espírito da protagonista. Interpretada pela atriz Emma Suárez no presente, sua personagem é movida pelo desejo, remorso e saudade, mas que só vamos compreender melhor esses sentimentos através dos flashbacks.

O filme retorna a 1985, onde vemos Julieta (agora interpretada por Adriana Ugarte), uma professora em busca de seus sonhos, mas que o destino criará outros planos para ela. Após uma situação imprevisível, do qual advém sua primeira culpa, ela conhece Xuan (Daniel Grao), futuro pai de sua única filha. Nesse primeiro ato, percebemos que Almodóvar visita, mesmo que rapidamente, um pouco do que já foi visto em seu filme Fale Com Ela, mas que, curiosamente, dá lugar a elementos inusitados que lembram até mesmo o clássico Rebecca de Hitchcock.

A relação de mãe e filha funciona graças à interpretação lúcida, porém forte da atriz Adriana Ugarte, que passa toda a força de vontade da personagem, mas ao mesmo tempo demonstrando uma fragilidade fora do comum, principalmente quando ocorre o segundo acontecimento que criará a sua segunda grande culpa.

As revelações que se destacam no terceiro ato ‘final da trama’, na realidade seriam uma metáfora que o cineasta incrementa, mas em forma de crítica com relação ao avanço do retrocesso e a força do conservadorismo que anda se manifestando, não só na Espanha, como também em outros países como o Brasil, por exemplo. E tudo funciona graças ao belo desempenho de todo o elenco principalmente de Adriana Ugarte e Emma Suárez sendo ambas ‘Julieta’. No decorrer do filme, acabamos tão envolvidos com os personagens, que mal nos damos conta da troca das atrizes para interpretar a protagonista e quando isso acontece à diferença de ambas é praticamente nula. Com pouco recurso, Almodóvar prova que não é preciso efeitos de rejuvenescimento ou de envelhecimento para criação de um personagem, basta um bom desempenho do interprete que isso se tornará mais do que convincente.

Com um final em aberto e levantando inúmeras interpretações com relação ao destino dos personagens, Julieta é puramente Almodóvar, onde ele coloca toda a sua sensibilidade na criação de um complexo universo feminino.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

sábado, 16 de julho de 2016

Sob as cores de seus personagens, elenco de ‘Power Rangers’ estampa primeiros cartazes individuais do longa.




5 PÔSTERES FORAM DIVULGADOS MUNDIALMENTE E A ESTREIA NOS CINEMAS ESTÁ PREVISTA PARA MARÇO DE 2017


Os Power Rangers Azul, Vermelho, Rosa, Amarelo e Preto acabam de ganhar cartazes individuais e apresentam ao público o elenco de “Power Rangers”, longa inspirado nos personagens criados por Haim Saban, que chega aos cinemas brasileiros em março de 2017. Com direção de Dean Israelite, de “Projeto Almanaque”, o filme reúne os atores Dacre Montgomery, RJ Cyler, Naomi Scott, Becky G, Ludi Lin, Elizabeth Banks e Bryan Cranston. A distribuição nacional será realizada pela Paris Filmes.


Fonte: Coordenadoria de Comunicação da Paris Filmes, através de Maria Inez Aranha.