quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Gabriel Sater estrela show e documentário no SescTV neste domingo (25/09).


Os programas inéditos com o artista serão exibidos a partir das 21h e podem ser conferidos também pelo site www.sesctv.org.br/aovivo


O intérprete, instrumentista, compositor e ator Gabriel Sater conta detalhes de sua formação e de sua carreira no documentário da série Passagem de Som e, em seguida, mostra todo seu talento em show do Instrumental Sesc Brasil neste domingo, 25 de setembro. As produções, com direção geral de Max Alvim, podem ser conferidas no SescTV, a partir das 21h, e também ao vivo pelo site www.sesctv.org.br/aovivo.

Paulistano criado no Mato Grosso do Sul, o músico de 34 anos acaba de completar 16 anos de carreira. Filho do grande violeiro Almir Sater, Gabriel herdou não só o sobrenome, mas todo o talento do pai e já traz na bagagem três CDs lançados (um deles totalmente instrumental), mais de 80 composições criadas, parcerias com grandes nomes da música como a com Sá (da dupla com Guarabyra), que já deu origem a 29 canções, além de atuações na novela global “Meu Pedacinho de Chão”, da Rede Globo, e no teatro musical com “Nuvem de Lágrimas”, do qual é protagonista, que esteve em cartaz em São Paulo e Rio de Janeiro e segue temporada por Ribeirão Preto (24 e 25 de setembro) e Belo Horizonte (7 e 8 de outubro).

No documentário, o artista conta que começou a se interessar por música aos 15 anos e que estava descobrindo o violão brasileiro na época em que fez um intercâmbio nos EUA quando conheceu ali o álbum “Friday Night São Francisco”, dos violonistas Paco de Lucía, Al Di Meola e John McLaughlin, que o influenciou nas técnicas para tocar. Gabriel recorda ainda que foi apresentado por seu pai ao violonista e compositor Yamandu Costa, que na época participava de uma turnê com Almir Sater e com o acordeonista Renato Borghetti. “Eu ainda não tinha tido acesso, mesmo vindo de uma família de músico, à música instrumental. Isso abriu minha cabeça de uma maneira que eu nunca mais olhei para trás”, comenta.

Gabriel Sater conta que, naquele ano, começou a estudar com o maestro gaúcho Cristiano Kotlinski, adepto à música brasileira e de fronteira. Alguns desses ritmos, Gabriel já ouvia na casa de seu avô, Fuad Sater, mas na época não pensava em ser músico. Unindo tudo que ouviu e aprendeu e inspirado no trabalho do pai, Gabriel moldou o seu estilo, resultado de influências distintas e, ao mesmo tempo, complementares, que vai do tradicional ao contemporâneo, passeando por estilos como pop, regional, sertanejo e música latino-americana, com influências de rock, blues, folk, MPB e jazz.

O documentário apresenta também a paixão do artista pela natureza e contempla depoimentos do pianista Bruno Piazza, da atriz e dramaturga Anna Toledo e do músico e ator Paulo Miklos, além do ensaio do show para a série Instrumental Sesc Brasil, exibido na sequência.

No espetáculo, Gabriel Sater executa composições inéditas e autorais que farão parte de seu próximo projeto, temas violados de seu pai Almir Sater, obras de identidade latina como tangos de Piazzolla e Gardel, chamamés de Ramon Xisto Rios, Cocomarola e irmãos Flores, peças eruditas de Agustín Barrios, e muito mais, acompanhado por sua banda formada por João Gaspar (violão), Álvaro Couto (acordeon e teclado) e Paulinho Vicente (bateria).


Sobre o SescTV

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com grandes nomes da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.


SERVIÇO:

Passagem de Som / Instrumental Sesc Brasil com Gabriel Sater

Estreia: 25/9, domingo, a partir das 21h

Reapresentações: 26/9, segunda, às 16h30; 27/9, terça, às 9h30; 28/9, quarta, às 11h; 29/9, quinta, às 13h; e 1/10, sábado, às 14h

Classificação indicativa: livre

Produção: Canal Independente

Para sintonizar o SescTV: Canal 128, da Oi TV. Assista também online em www.sesctv.org.br/aovivo


Fonte: SESCTV - Jô Santina / Cadência Comunicação – assessoria de Gabriel Sater. Através de Milena Ootuca e Mara Conti.

“A Propaganda na Segunda Guerra Mundial” e “Frank Sinatra aos 100 Anos” na Sessão Philos.




23 de setembro, às 13h, no Mais Globosat


No dia 23 de setembro, sexta-feira, a Sessão Philos traz para o público documentários para quem gosta de história e música. Será exibido o episódio “Mudando a História”, da série A Propaganda na Segunda Guerra Mundial, que aborda a relevância da publicidade no conflito; e Frank Sinatra aos 100 Anos, documentário sobre um dos maiores intérpretes da música norte-americana.


NOVA DATA E HORÁRIO: Sextas, às 13h

REPRISES: Domingos (8h), terças (2h) e quintas (6h)

23/09 – “A Propaganda na Segunda Guerra Mundial” e “Frank Sinatra aos 100 Anos”


Sessão Philos no +Globosat

A Sessão Philos leva para o canal +Globosat uma seleção dos melhores documentários sobre arte, história, música, atualidades, ciência, povos e culturas. Todas as produções exibidas fazem parte da grade do Philos.


Sobre o Philos Criado pela Globosat, o Philos não é um canal tradicional. Com um vasto acervo que reúne os melhores documentários e espetáculos inesquecíveis, Philos está disponível no modelo de subscription video on demand (SVOD), em que o espectador escolhe o momento e o conteúdo que deseja assistir, quantas vezes quiser, por meio de uma assinatura. Com produções de altíssima qualidade, Philos reúne documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, música, povos e culturas; debates e entrevistas; e espetáculos de dança e música – tudo em alta definição (HD).


Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO, através de Melina Nascimento e Priscila Antunes.

FILME QUE RECRIA PERSONAGENS DAS CANÇÕES DE ADONIRAN BARBOSA GANHA PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS.




‘Dá Licença de Contar’, que tem direção de Pedro Serrano e produção da Latina Estudio e Latitude Filmes, é uma prévia de documentário e longa-metragem em produção sobre carreira do compositor paulista


O filme ‘Dá Licença de Contar’, que recria personagens e locais imortalizados nas canções de Adoniran Barbosa, é o vencedor na categoria ‘Júri Oficial’ do Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas 2016. O corpo de jurados formado por críticos de cinema elegeu como melhor filme o curta que tem direção de Pedro Serrano e produção da Latina Estudio e Latitude Filmes. A produção é uma prévia de um documentário e um longa-metragem de ficção sobre a carreira do compositor paulista e que estrearão nos cinemas em 2017.

Em formato de flashback, o roteiro do curta narra episódios célebres das canções do sambista, dando vida a personagens que se tornaram bastante conhecidos: Joca, Mato Grosso, Iracema e Arnesto. O elenco traz nomes como Gero Camilo e Gustavo Machado, já confirmados no longa-metragem. No curta, algumas músicas de Adoniran são cantadas por Paulo Miklos, que também interpreta a figura do compositor paulista, e traz ainda canções interpretadas por Ney Matogrosso e versões instrumentais que, com ritmo mais lento e carregadas nas cordas, dão ao filme bastante dramaticidade. A produção musical do curta é assinada por Lucas Mayer.

A sinopse de ‘Dá Licença de Contar’ mostra um Homem de Chapéu, gravata borboleta e bigode tomando uma dose de cachaça num boteco, enquanto conta a um jovem garçom as divertidas histórias de sua juventude naquele mesmo local. Relembra da maloca em que vivia, ali mesmo, acompanhado de mais dois amigos: Joca e Mato Grosso. O primeiro deles um mulherengo nato e o segundo, um bêbado emigrante do Estado que lhe dava nome. Seus "causos" descrevem as rodas de samba das quais participavam; a paixão de Mato Grosso por Iracema; um samba ao qual foram convidados, mas que ao comparecerem não havia ninguém; e, por fim, o mais significativo e triste dos episódios, que envolve a demolição da maloca em que viviam.

O curta ‘Dá Licença de Contar’ já conquistou título de ‘Melhor Curta-Metragem Júri da Crítica’ e ‘Prêmio Canal Brasil de Curtas’ no Festival de Cinema de Gramado, Prêmio do Público Zinebi e Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. “As músicas do Adoniran sempre foram narrativas muito visuais para mim, nas quais ele construiu enredos e personagens muito fortes, que fazem parte do imaginário da maioria dos brasileiros. Foi um prazer juntar as peças desse quebra-cabeças”, afirma Serrano. Além de diretor, Serrano também será coroteirista do longa-metragem em produção.


Trailer



FICHA TÉCNICA

Título: Dá Licença de Contar

Direção e roteiro: Pedro Serrano


SOBRE PEDRO SERRANO

Expoente da nova geração de diretores brasileiros, Pedro Serrano tem a criatividade e o frescor de um olhar moderno como características marcantes do seu trabalho. Graduado pela ESPM e com especialização em direção de atores na EICTV, de Cuba, Serrano já assinou mais de 150 peças para grandes agências de publicidade e anunciantes do País. Em paralelo à propaganda, roteirizou e dirigiu ‘Luto em Luta’ que, inspirado pela trágica história do jovem Vitor Gurman, narra a barbárie, o luto e a luta diária vivida no trânsito de grandes metrópoles como São Paulo.


Fonte: Agência Casa do Bom Conteúdo, através de Rodrigo Cabral e Marcelo Affini.

‘Pra Onde Corre O Rio’ mostra que o esgoto e o lixo aproximam os moradores da Rocinha e de São Conrado.




“Pra Onde Corre O Rio”, série original do Curta! dirigida por de Paula Fiuza, chega ao quinto episódio na Sexta da Sociedade, 23, mostrando como o Rio Pires - que nasce no alto da Rocinha - se transforma em um valão que desemboca na praia, em São Conrado. O título do episódio, “São Conrado e Rocinha – Dois mundos unidos pelo esgoto” resume o drama que aproxima moradores do morro e do asfalto em torno do mesmo problema: o descaso do poder público com o saneamento básico e a falta de conscientização da população com o lixo.

Dos moradores que buscam água para consumo na nascente do rio, até as valas negras que poluem a praia e impedem que campeonatos de surfe sejam realizados na área, o episódio mostra essa realidade e percorre a região de pouco menos de 10 quilômetros ocupada pelo rio, registrando relatos de moradores, de voluntários em campanhas de conscientização ambiental e até da Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Rio de Janeiro (Cedae).

A Cedae admite que apesar das dificuldades topográficas da Rocinha, com suas vielas e becos, é possível, sim, realizar serviços de coleta e saneamento na região. Por outro lado, agentes de projetos que atuam na comunidade reclamam que falta, também, conscientização dos moradores com o próprio lixo. “Eu tenho certeza absoluta que a grande maioria, se não todos, que jogam lixo no valão, não sabem que esse lixo todo vai parar na praia. E a praia é o principal lazer de toda comunidade”, pontua Fabrini Tapajós, criador do movimento Salvemos São Conrado. Percy Justino, morador da Rocinha que acompanha os trabalhos realizados pelos grupos voluntários de coleta de lixo na comunidade, faz coro. “A demanda do lixo é tão grande que é, como se diz no popular, enxugar gelo”.

Na praia, considerada um dos melhores lugares do Rio para a prática do surfe, o esgoto que jorra no mar repele os banhistas. Os que insistem nas ondas de São Conrado colecionam histórias de doenças de pele e infecções. É o caso do jovem surfista e morador da Rocinha, David Barbosa, que disputa campeonatos internacionais representando o Brasil. Promessa do esporte, ele conta no episódio que já teve doenças de pele, mas que mesmo assim treina diariamente nas águas de São Conrado. “Quando eu comecei a surfar, em 2007, eu peguei pano branco duas vezes. Depois eu criei anticorpos. Mas eu já vi vários amigos que tiveram infecções e infecção urinária, e outros já tiveram que sair da água diretamente para o hospital”, conta o surfista.

“Pra Onde Corre o Rio” tem oito episódios – inéditos sempre as sextas, às 20h – nos quais são desvendados os grandes problemas que, há décadas, afetam a natureza do Rio de Janeiro, como a poluição da Baía de Guanabara, dos rios e lagoas; a ocupação irregular de áreas preservadas; a falta de conservação nas áreas de mata; a falta de saneamento básico e as ações de impacto das indústrias poluentes.


SEXTA DA SOCIEDADE

Pra Onde Corre o Rio – São Conrado e Rocinha – Dois mundos unidos pelo esgoto Às vésperas das Olimpíadas, o Rio de Janeiro se vê obrigado a lidar com os problemas ambientais que o assolam há décadas: poluição da Baía de Guanabara, dos rios e lagoas da cidade e de todo o estado, ocupação irregular de áreas de preservação, falta de preservação de áreas de mata, falta de saneamento básico, indústrias poluentes. Existe solução? Com a participação do biólogo Mario Moscatelli, militante ambiental incansável há mais de vinte anos, a série nos conduz por uma viagem pelas outrora maravilhosas terras e águas do Rio de Janeiro, montando um panorama da realidade ambiental e seus principais personagens, de moradores de locais críticos a agentes políticos, e o que pode ser feito para mudar o curso do Rio, que no momento parece correr o desastre.


Diretora: Paula Fiuza

Duração: 32 min

Exibição: 23 de setembro, sexta-feira, às 20h

Classificação: Livre

Horários alternativos:

Dia 24 de setembro, sábado, à 0h;

Dia 26 de setembro, segunda-feira, às 2h;


Sobre o canal Curta!

Dedicado às artes, cultura e humanidades, o Curta! é um canal de tv que cultiva estreita parceria com realizadores, artistas, criadores e produtores culturais. Os principais segmentos temáticos da programação são música, artes visuais e cênicas, meta-cinema, filosofia, literatura, história-política e sociedade. O canal está disponível em 12 milhões de lares das principais operadoras de TV por assinatura: NET e ClaroTV (56); OiTV (76); VivoTV (664); GVT (132) e operadoras regionais associadas à NeoTV.


Fonte: Agência Febre, através de Cíntia Brand e Katia Carneiro.

Editora Arqueiro Recomenda! ‘O FEITICEIRO DE TERRAMAR’, de URSULA K. LE GUIN.




“Ursula incutiu o conceito de magia na minha cabeça.” – Neil Gaiman


“Um mundo de fantasia fascinante, comparado à Terra Média de Tolkien ou à Narnia de Lewis.” – Amazon “Ursula K. Le Guin é uma escritora de enorme inteligência e perspicácia, mestra na arte de contar histórias, com o humor e a força de um Mark Twain. Ela cria narrativas para todos, desde o intelectual da New Yorker até o público mais exigente que existe: as crianças.” – The Boston Globe


Há quem diga que o feiticeiro mais poderoso de todos os tempos é um homem chamado Gavião. Este livro narra às aventuras de Ged, o menino que um dia se tornará essa lenda.

Ainda pequeno, o pastor órfão de mãe descobriu seus poderes e foi para uma escola de magos. Porém, deslumbrado com tudo o que a magia podia lhe proporcionar, Ged foi logo dominado pelo orgulho e a impaciência e, sem querer, libertou um grande mal, um monstro assustador que o levou a uma cruzada mortal pelos mares solitários.

Publicado originalmente em 1968, O feiticeiro de Terramar se tornou um clássico da literatura de fantasia. Ged é um predecessor em magia e rebeldia de Harry Potter. E Ursula K. Le Guin é uma referência para escritores do gênero como Patrick Rothfuss, Joe Abercrombie e Neil Gaiman.


***


“Cada palavra neste livro é perfeita.” – THE Guardian


“E se houvesse um escritor capaz de convidar todos os leitores que se afastam diante da menção de dragões a um mundo de fantasia que fosse tão empolgante e familiar como qualquer outro da ficção? Pois bem, essa pessoa é Ursula K. Le Guin.” – THE Globe and Mail


“É como se, em vez de ler, você descobrisse o texto; como se extraísse joias de uma rocha.” – Village Voice


“Uma escritora de força fenomenal.” – THE Observer


“O feiticeiro de Terramar é uma obra-prima da literatura que agrada tanto a adultos quanto a crianças.” – THE Independent on Sunday


FICHA TÉCNICA

GÊNERO: FANTASIA / FICÇÃO

TÍTULO ORIGINAL: A WIZARD OF EARTHSEA

TRADUÇÃO: ANA RESENDE

FORMATO: 16 X 23 CM

NÚMERO DE PÁGINAS: 176 PÁGINAS

PESO: 0.32 KG

ACABAMENTO: BROCHURA

PREÇO: R$ 29.90

E-BOOK PREÇO: R$ 19.99


URSULA K. LE GUIN


Ursula K. Le Guin nasceu em outubro de 1929 em Berkeley, na Califórnia, e é filha do antropólogo Alfred Kroeber e da escritora Theodora Kroeber.

Estudou na Radcliffe College e na Universidade de Columbia e se casou, em Paris, com o jovem historiador Charles Le Guin.

A autora tem uma vasta obra, que inclui poesia, contos e romances, publicada e traduzida no mundo todo. Foi vencedora dos mais renomados prêmios da literatura fantástica: Hugo, Nebula, Locus, Asimov, Lewis Carroll, Shelf, World Fantasy, entre outros. Por O feiticeiro de Terramar, recebeu ainda o prêmio Horn Book, do jornal The Boston Globe.


Fonte: www.editoraarqueiro.com.br

Patrocínio:



Observação: A editora Arqueiro juntamente com a editora Sextante, gentilmente nos cedeu (para realização de sorteios) 3 exemplares do livro ‘O FEITICEIRO DE TERRAMAR’, de URSULA K. LE GUIN, entre em nosso site (www.ahoradocinema.com) click no link das promoções: http://www.ahoradocinema.com/promocoes e fique sabendo como concorrer a este grande prêmio.

Atenciosamente!

Antonio Francisco da Silva Junior,
www.ahoradocinema.com
ahoradocinema1.blogspot.com

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Realidade Mista: Star Trek crava nova “profecia tecnológica”.




Diretor de Criação da Flex Interativa, a primeira agência do Brasil a criar um post em Realidade Aumentada para o Facebook, compara Holodeck de “Jornada nas Estrelas” com Realidade Mista, que deve se popularizar no País em 2017


A célebre saga de televisão “Star Trek – Jornada nas Estrelas” completa 50 anos neste mês. E, narrativa à parte, a série também se notabilizou por ter antecipado tecnologias, equipamentos e recursos que só viriam a se tornar realidade entre as últimas décadas do século XX e o início do século XXI.

Em matéria recente sobre o cinquentenário de “Star Trek”, a BBC Brasil destacou sete “profecias tecnológicas” criadas por Gene Roddenberry, o autor da série, que hoje fazem parte da sociedade global. São elas: o telefone celular; o computador pessoal; o tablet; a tomografia e a ressonância magnética; o GPS; as memórias USB e as telas planas.

Uma oitava “previsão”, no entanto, já começa a ganhar campo no Brasil. Trata-se da Realidade Mista, que combina elementos físicos e computacionais na criação de um ambiente misto em tempo real.

Na opinião do publicitário Marcelo Rodino, diretor de Criação da agência Flex Interativa e especialista em Realidade Aumentada, “Jornada nas Estrelas” anteviu esse tipo de recurso com os Holodecks.

Na série, Holodecks eram equipamentos usados como entretenimento e fonte de pesquisa para a tripulação. Os Holodecks criavam ambientes e paisagens realistas por meio de imagens holográficas – mecânica similar à usada, hoje, na Realidade Virtual -, mas que eram passíveis de interação, a exemplo do que ocorre na Realidade Aumentada. “Na prática, os Holodecks de ‘Star Trek’ funcionavam como a Realidade Mista, ainda pouco difundida no Brasil, mas que deve ganhar destaque em 2017, com o lançamento dos óculos HoloLens, da Microsoft”, explica Rodino. “A Realidade Mista nada mais é do que a composição dos elementos da Realidade Virtual com os da Realidade Aumentada, ambas mais conhecidas no País.”

A Flex Interativa, de São Paulo (SP), foi a primeira agência do Brasil a colocar no ar, no Facebook, um post em Realidade Aumentada. A ação foi executada no final de agosto, no perfil do ilusionista brasileiro Issao Imamura, cliente da Flex.

Agora, em reconhecimento ao caráter “profético” de “Star Trek” e em homenagem aos milhões de brasileiros fãs da saga, a Flex Interativa acaba de colocar no ar um post temático em Realidade Aumentada de “Jornada nas Estrelas”.

Para visualizá-lo, o usuário deve fazer o download da aplicação Flex Interativa AR na Google Play Store, acessar o perfil da agência no Facebook e apontar o celular para a post “Star Trek 50 Anos”.


A Flex Interativa

Fundada em 2000, a Flex Interativa é uma agência full service que atua sob o conceito de butique, com portfólio marcado por projetos inovadores, desenvolvidos com recursos tecnológicos de ponta.

Na década de 90, a agência foi uma das pioneiras no uso de tecnologia Flash na comunicação digital brasileira. “Sempre fomos uma agência de vanguarda, empenhada em antecipar tendências e propor algo inovador ao mercado”, avalia Fernando Godoy, diretor Comercial da Flex. “Agora, chegou à vez de entregarmos um novo conceito de interatividade, por meio da Realidade Aumentada nas mídias sociais, ao mercado da Comunicação”, conclui.

Desde 2014, a Flex mantém parceria estratégica com a agência californiana North South Studios, especialista em projetos de Realidade Aumentada, Virtual e Mista (Aumentada + Virtual), desenvolvidos com a Magic Leap e a Vuforia, referências mundiais no uso dessas tecnologias.


Fonte: Fernando Godoy, sócio-fundador e diretor Comercial da Flex Interativa e Marcelo Rodino, sócio e diretor de Criação da Flex Interativa.

SALA EDUARDO HIRTZ EXIBE FILMES QUE CONCORREM AO GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO.




Público pode votar nos finalistas nas categorias melhor longa-metragem de ficção, documentário e longa-metragem estrangeiro


De 22 a 28 de setembro, a Cinemateca Paulo Amorim exibe os filmes que concorrem ao Voto Popular da 15ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizada pela Academia Brasileira de Cinema. O público pode votar nos seus favoritos pelo site www.academiabrasileiradecinema.com.br, até o dia 4 de outubro.

Os títulos selecionados na categoria longa-metragem ficção são: “A História da Eternidade”, “Ausência”, “Califórnia”, “Casa Grande”, “Chatô - O Rei do Brasil”, “Que Horas ela Volta?”, “Sangue Azul” e “Tudo que aprendemos Juntos”. Em longa-metragem documentário estão “Betinho, a Esperança Equilibrista”, “Campo de Jogo”, “Cássia Eller”, “Chico - Artista brasileiro” e “Últimas Conversas”. Também há cinco títulos de longa-metragem estrangeiro: “Birdman – A inesperada virtude da ignorância”, “Leviatã”, “O Sal da Terra”, “Olmo e a Gaivota” e “Whiplash – Em busca da perfeição’. Os ingressos também são populares: R$ 2,00.


Confira a programação:

Sala Eduardo Hirtz - CINEMATECA PAULO AMORIM

Rua dos Andradas, 736 - Centro Histórico, Porto Alegre

Ingressos a R$ 2,00

22/09 (quinta-feira)
15h - “A História de Eternidade”
17h15 - “Olmo e a Gaivota”
19h – “Sal da Terra”

23/09 (sexta-feira)
15h - “Que horas ela volta?”
17h15 – “Califórnia”
19h – “Cassia Eller”

24/09 (sábado)
15h - “Chico - Artista Brasileiro”
17h15 – “Ausência”
19h – “Sangue Azul”

25/09 (domingo)
15h - “Campo de Jogo”
16h30 – “Leviatã”
19h – “Betinho, a Esperança Equilibrista”

27/09 (terça-feira)
15h – “Casa Grande”
17h15 – “Últimas Conversas”
19h - “Birdman”

28/09 (quarta-feira)
15h - “Chatô – O Rei do Brasil”
17h - “Whiplash – Em busca da perfeição”
19h - “Tudo que aprendemos juntos”


MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO

- A HISTÓRIA DA ETERNIDADE de Camilo Cavalcante. Produção: Camilo Cavalcante por Aurora Cinema e Marcello Ludwig Maia por Republica Pureza Filmes

- AUSÊNCIA de Chico Teixeira. Produção: Denise Gomes, Lili Bandeira e Paula Cosenza por BossaNovaFilms

- CALIFÓRNIA de Marina Person. Produção: Carmem Maia, Giulia Setembrino, Gustavo Rosa de Moura e Marina Person por Mira Filmes

- CASA GRANDE de Fellipe Barbosa. Produção: Iafa Britz por Migdal Filmes e Mauro Pizzo por Guiza Produções

- CHATÔ - O REI DO BRASIL de Guilherme Fontes. Produção: Guilherme Fontes por Guilherme Fontes Filmes

- QUE HORAS ELA VOLTA? de Anna Muylaert. Produção: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Debora Ivanov por Gullane e Anna Muylaert por África Filmes

- SANGUE AZUL de Lírio Ferreira. Produção: Beto Brant, Lírio Ferreira e Renato Ciasca por Drama Filmes

- TUDO QUE APRENDEMOS JUNTOS de Sérgio Machado. Produção: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Debora Ivanov e Gabriel Lacerda por Gullane


MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

- BETINHO, A ESPERANÇA EQUILIBRISTA de Victor Lopes. Produção: Angela Zoé por Documenta Filmes

- CAMPO DE JOGO de Eryk Rocha. Produção: Eryk Rocha por Aruac Filmes, Mônica Botelho por Mutuca Filmes e Samantha Capdeville por Filmegraph

- CÁSSIA ELLER de Paulo Henrique Fontenelle. Produção: Iafa Britz e Carolina Castro por Migdal Filmes

- CHICO - ARTISTA BRASILEIRO de Miguel Faria Jr. Produção: Miguel Faria Jr. e Jorge Peregrino por 1001 filmes ltda

- ÚLTIMAS CONVERSAS de Eduardo Coutinho. Produção: João Moreira Salles por Vídeo Filmes


MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

- BIRDMAN (ficção, EUA) - de Alejandro Gonzales Iñarritu. Distribuição: Fox Films

- LEVIATÃ (ficção, Rússia) - de Andrey Zvyagintsev. Distribuição: Imovision

- O SAL DA TERRA (Documentário, França, Itália) - de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado. Distribuição: Imovision

- OLMO E A GAIVOTA (documentário, Dinamarca e Portugal) - de Petra Costa e Lea Glob. Distribuição: Pandora Filmes

- WHIPLASH (ficção, EUA) – de Damien Chazell. Distribuição: Columbia Tristar


Fonte: Programação e divulgação da Cinemateca Paulo Amorim, através de Mônica Kanitz.