segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Além da Velocidade do Som

Com autorização da família Senna e de Bernie Ecclestone, dono da FOM, empresa responsável pelos direitos comerciais da F-1. O documentário “Senna”, conta com a produção da britânica Working Title, com direção de Asif Kapadia, roteiro de Manish Pandey e produção de James Gay-Rees, Tim Bevan e Eric Fellner. A obra, que tem a rivalidade entre Ayrton Senna e o francês Alain Prost como fio condutor, tem recebido grandes elogios da crítica especializada.
Contando com cenas e depoimentos inéditos, de jornalistas, pilotos, dirigentes e familiares, o filme mostra os principais fatos da carreira de Ayrton Senna. Como a vitória no Japão que lhe deu o título em 1988, depois de ter problemas na largada e precisar ultrapassar 13 carros para ser campeão. Ou os polêmicos acidentes com Prost em 1989, quando perdeu a taça ao ser tocado pelo francês, e em 1990, quando deu o troco e foi bi. Ou ainda a dramática vitória no GP do Brasil de 1991. E, claro, a morte do piloto no grande prêmio de San Marino no ano de 1994.
Está aí uma grande dica para o lançamento em DVD e Blu-Ray, então fiquem atentos fãs desta parte saudosa da formula 1.

Fonte: www.estadao.com.br/noticias, globoesporte.globo.com/motor/formula-1 e www.evaldolima.com.br

Fonte:www.youtube.com

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Buena Vista Social Club

Durante muitos anos, artistas cubanos da vanguarda ficaram no ostracismo, muitos deles sem tocar seus instrumentos por mais de dez anos. Porém, em 1996, o premiado guitarrista americano Ry Cooder, reuniu alguns dos maiores nomes da história da música cubana, para gravar o álbum Buena Vista Social Club, cujo título é uma referência a uma antiga casa de shows cubana que havia deixado de existir por volta dos anos 50, tal iniciativa foi premiada com o Grammy.
Entre os músicos convidados, destacam-se Ibrahim Ferrer, Compay Segundo, Omara Portuondo, Eliades Ochoa, Faustino Oramas e Rubén Gonzáles.
O disco, Buena Vista Social Club tornou-se um sucesso internacional. Foi quando então o diretor alemão Wim Wenders filmou a apresentação do grupo na Holanda, e uma segunda apresentação no famoso Carnegie Hall em Nova York. O período de início das filmagens ocorreu quando Ry Cooder voltou a Cuba em 1998, para gravar um álbum solo com Ibrahim Ferrer, Wim Wenders, que já conhecia Ry Cooder há mais de 20 anos, enquanto trabalhavam na trilha de O Fim da Violência, em 1996, o acompanhou com uma pequena equipe, registrando a performance dos músicos no estúdio e recuperou histórias de suas vidas em Havana. Transformando tal iniciativa em documentário, que recebeu a indicação ao Oscar 2000 (EUA), na categoria de melhor documentário, e ganhando o prêmio de Melhor documentário no European Film Awards.

Informações Técnicas:

Título: Buena Vista Social Club
País de Origem: Alemanha / EUA / Inglaterra / França / Cuba
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento: 1999
Site Oficial: http://www.pbs.org/buenavista
Estúdio/Distrib.: SPECTRA
Direção: Wim Wenders
Nota: Em 2006 foi lançado Rhythms del Mundo, um ábum com as estrelas do Buena Vista e da música cubana Ibrahim Ferrer (sua última gravação antes de morrer em 2005) e Omara Portuondo com artistas como Franz Ferdinand, U2, Sting, Jack Johnson, Maroon 5, Arctic Monkeys, Coldplay, Kaiser Chiefs entre outros.

Fonte: www.interfilmes.com/filme, wikipedia.org e www.bonde.com.br


Fonte:www.youtube.com

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Monika e o Desejo (Sommaren med Monika)

O rompimento das relações interpessoais seria um dos temas recorrentes do cineasta Ingmar Bergman. Monika e o Desejo, é o primeiro filme do cineasta com distribuição internacional. A obra não apenas abre as portas para a trajetória do diretor, mas também instaura a temática que seria consagrada em realizações futuras.
Apesar de Monika e o Desejo, ser menos conhecido pelo público geral do que outras obras que exploram o mesmo viés, onde podemos citar Persona entre outros filmes de Ingmar Bergman, não há que se falar aqui em menor representatividade. O filme explora com precisão sua proposta dramática e a relação entre esta e o ambiente. Monika e o Desejo, funciona como um organismo, em que nada pode ser visto senão em conjunto. As emoções das personagens unem-se aos espaços, sempre com grande expressividade e significação.
Mesmo que Ingmar Bergman tenha em seu rico currículo, filmes como o Sétimo Selo, Morangos Silvestres e vários outros sucessos que eu poderia aqui citar, Monika e o Desejo, para meu gosto é o grande filme dele, pois, este filme demonstra uma atmosfera muito parecida com a da nossa juventude atual.

• Sinopse

O jovem Henrik se apaixona perdidamente por Monika, e após Henrik ser despedido do emprego, o casal decide se isolar de todos, fazendo uma idílica viagem de barco pelas ilhas de Estocolmo durante as férias de verão. Monika engravida e a viagem termina. Será que o amor dos jovens resistirá às dificuldades do cotidiano? Com linda fotografia de Gunnar Fischer e filmado com muita sensualidade por Ingmar Bergman, Monika e o Desejo é repleto de imagens difíceis de serem esquecidas.

Informações Técnicas:
Título no Brasil: Monika e o Desejo
Título Original: Sommaren med Monika
País de Origem: Suécia
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 92 minutos
Ano de Lançamento: 1953
Estúdio/Distrib.: Versátil
Direção: Ingmar Bergman
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Harriet Andersson, Lars Ekborg, Dagmar Ebbesen, Åke Fridell, Naemi Briese, Åke Grönberg, Sigge Fürst, John Harryson, Gert Fylking, Harry Ahlin, Anders Andelius, Wiktor Andersson, Mona Åstrand, Renée Björling, Astrid Bodin, Tor Borong, Ernst Brunman, Bengt Brunskog, Bengt Eklund, Carl-Axel Elfving, Hans Ellis, Gösta Ericsson, Gustaf Färingborg, Arthur Fischer, Jessie Flaws, Mona Geijer-Falkner, Göthe Grefbo, Gösta Gustafson, Nils Hultgren, Magnus Kesster, Carl-Uno Larsson, Torsten Lilliecrona, Gordon Löwenadler, Sten Mattsson, Kjell Nordenskiöld, Gun Östring, Gösta Prüzelius, Birger Sahlberg, Hanny Schedin, Georg Skarstedt, Einar Söderbäck, Ivar Wahlgren, Catrin Westerlund, Nils Whiten e Margaret Young.

Fonte: www.interfilmes.com/filme, www.cinedica.com.br, www.sinopsedofilme.com.br, www.portaldecinema.com.br e moviement.wordpress.com


Fonte:www.youtube.com

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O MELHOR DO MOVIMENTO HIPPIE

HAIR

É um musical da Broadway de 1967 escrito por Gerome Ragni e James Rado, que em 1979 foi transformado em filme nos Estados Unidos pelo diretor Milos Forman e com um roteiro cinematográfico escrito por Michael Weller, baseado na peça.
O filme fez sucesso durante a década de 70. De passagem por Nova Iorque Claude (John Savage) um rapaz do interior (Oklahoma), um dia antes de se alistar para a Guerra do Vietnã, conhece um grupo de hippies comandados por Berger (Treat Williams), com os quais passa a conviver. Com eles, aprende a ver o outro lado de uma guerra, com conceitos nada convencionais sobre o comportamento social eles tentam convencê-lo dos absurdos da atual sociedade. Claude se apaixona por Sheila (Beverly D'Angelo) uma jovem de família rica.
Milos Forman conseguiu agrupar o pensamento hippie em um filme. Porém, o filme é feito nem só de apologia ao movimento hippie, existem cenas que criticam duramente o movimento hippie, principalmente na cena em que um dos membros do grupo dá as costas à mãe de seu filho e ao seu filho.
Hair recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro, nas categorias de Melhor Filme – Comédia/Musical e Melhor Revelação Masculina (Treat Williams).

FICHA TÉCNICA:
Título: Hair
Lançamento: 1979 (EUA)
Direção: Milos Forman
Atores: John Savage, Treat Williams, Beverly D'Angelo e Annie Golden.
Duração: 120 min
Gênero: Musical

Fonte: www.youtube.com


Fonte: www.adorocinema.com/filmes/hair, www.interfilmes.com/filme, wikipedia.org/wiki/Hair, www.conteaqui.com.br/cinema/hair-o-filme e faggiani.wordpress.com

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Expressionismo alemão

O expressionismo alemão foi um estilo cinematográfico cujo auge se deu na década de 1920, porém, tudo começa em 1919, com o célebre filme de Robert Wiene: "O Gabinete do Doutor Caligari". Este filme transporta-nos para um mundo de puro pesadelo que coincide com a instabilidade política do momento: muros cheios de “grafittis”, prédios “inclinados”, panos de fundo desbotados de onde se destacam figuras geométricas abruptas e personagens alucinadas. Tudo aqui gira sob o signo da angústia. Mas o mais interessante é que aquilo que parecia ter sido feito com objetivo apenas de uma experiência isolada vem a se tornar a fonte de uma imensa corrente que influenciou toda a história do cinema. O horror, o fantástico e o crime eram os temas dominantes do expressionismo alemão. Nosferatu, O Vampiro (1922), de Murnau, e Dr. Mabuse, O Jogador (1922) e Metrópolis (1926), ambos de Fritz Lang, constituem as obras mais significativas do expressionismo.
O Expressionismo alemão demonstra como origem, fortes evidências em Van Gogh, pois, seu visual não fica restrito ao mundo do cinema, e sim se estende também a pintura, através da caracterização da imagem distorcida (uso de cores vibrantes e remetentes ao sobrenatural) retornando ao gótico e a oposição a uma sociedade imersa no desolador cenário do racionalismo moderno pregador do trabalho mecânico. As vibrantes e alucinógenas pinturas expressam um desligamento com o real, dando prioridade ao "eu" e sua visão pessoal do mundo.
Os filmes expressionistas foram produzidos apenas durante alguns anos, no entanto os seus temas foram integrados em filmes posteriores resultando no controlo artístico do cenário, luz e sombra de forma a acentuar a atmosfera do filme. Esta escola foi levada para os Estados Unidos da América quando importantes realizadores alemães emigraram para Hollywood. O expressionismo alemão influenciou particularmente dois géneros, o cinema de terror e o filme negro.

"O Gabinete do Doutor Caligari" Fonte:www.youtube.com



Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.educ.fc.ul.pt/.../aa-expressionismo, www.cinematografo.com.br e www.mac.usp.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O favorito ao Oscar 2011:

O filme "Bravura indômita" dos irmãos Joel e Ethan Cohen, é uma refilmagem de um clássico do Velho Oeste de mesmo título protagonizado em 1969 por John Wayne e que recria a história da jovem de 14 anos Mattie Ross (Hailee Steinfeld) que procura o assassino de seu pai.
O pai de Mattie Ross (Hailee Steinfeld), foi assassinado a sangue frio por Tom Shaney (Josh Brolin). Em busca de vingança, ela resolve contratar um xerife beberrão, Reuben J. Cogburn (Jeff Bridges), para ir atrás dele. Inicialmente ele recusa a oferta, mas como precisa de dinheiro acaba aceitando. Mattie Ross exige ir junto com Reuben J. Cogburn, o que não lhe agrada. Para capturar Tom Shaney eles precisam entrar em território indígena e encontrá-lo com a colaboração do Texas Ranger La Boeuf (Matt Damon), um policial do Texas que está à sua procura devido ao assassinato de outro homem.
Informações Técnicas

Título no Brasil: Bravura indômita

Título Original: True Grit

País de Origem: EUA

Gênero: Drama / Faroeste

Tempo de Duração: 110 minutos

Ano de Lançamento: 2010

Estréia no Brasil: 11/02/2011

Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures

Direção: Ethan e Joel Coen

Observação: O filme Bravura indômita, entra em pré-estreia hoje (09/02/11) em alguns cinemas brasileiros.



Fonte: www.interfilmes.com/filme, cinema.cineclick.uol.com.br, www.grandesfilmes.com.br e g1.globo.com

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os melhores roteiristas do cinema americano:

Uma pequena definição sobre roteiro

O roteiro é a forma escrita de qualquer espetáculo audiovisual, escrito por um ou vários profissionais que são chamados de roteiristas. É um documento narrativo utilizado como diretriz para espetáculos de cinema ou programas televisivos.
Três tipos de roteiro:
Roteiros de ficção contêm a íntegra de um filme ou de um capítulo de novela ou seriado.
Roteiro de não ficção, como, por exemplo, a festa da entrega do Oscar ou Criança Esperança dependem de um roteiro, assim como documentários e filmes publcitários.
Roteiro técnico, desenvolvido posteriormente, dá indicações quanto ao posicionamento das câmeras, uso de gruas, iluminação e efeitos audiovisuais.

Melhores roteiros do cinema estadunidense

Em 2006, os membros do Sindicato dos Roteiristas da América selecionaram, dentre mais de mil e quatrocentos filmes, os 101 melhores roteiros.
Segue a lista dos dez (10) melhores roteiros eleitos:

1. Casablanca, roteiro adaptado por Julius e Philip Epstein (1942);

2. O Poderoso Chefão, de Mario Puzo e Francis Ford Coppola (1972);

3. Chinatown, de Robert Towne (1974);

4. Cidadão Kane, de Herman J. Mankiewicz e Orson Welles (1941);

5. A Malvada, de Joseph L. Mankiewicz (1950);

6. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, de Woody Allen e Marshall Brickman (1977);

7. Crepúsculo dos Deuses, de Charles Brackett, Billy Wilder e D.M. Marshman Jr (1950);

8. Rede de Intrigas, por Paddy Chayefsky (1976);

9. Quanto Mais Quente Melhor, roteiro de Billy Wilder e I. A. L. Diamond (1959);

10. O Poderoso Chefão II, de Mario Puzo e Francis Ford Coppola (1974).


Mario Puzo, roteirista do filme O Poderoso Chefão

Fonte: www.google.com.br/imagens


Os roteiristas que tiveram mais filmes escolhidos entre os cento e um nomeados, com quatro cada um, foram Woody Allen, Francis Ford Copolla e Billy Wilder. Com três nomeações cada um ficou Charlie Kaufman, William Goldman e John Huston.

Doc Comparato, roteirista pioneiro no Brasil

Fonte: www.google.com.br/imagens


Observação: No Brasil, o roteirista Doc Comparato, foi um dos pioneiros no ramo, e escreveu um livro "Roteiro" (relançado como "Da Criação ao Roteiro") que é um manual de escrita para televisão, historicamente importante por ter sido o primeiro no Brasil.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.adorocinema.com e criapub.wordpress.com