Pornochanchada é um gênero do cinema brasileiro, que teve muita influência das comédias populares italianas, onde traz alguns elementos dos filmes do gênero conhecido como chanchada e pela dose alta de erotismo que, em uma época de censura no Brasil, fazia com que fosse comparado ao gênero pornô, embora não houvesse, de fato, cenas de sexo explícito nos filmes. A Pornochanchada foi muito comum na década de 70. Surgindo em São Paulo, e contou com uma produção bem numerosa e comercial, sem envolvimento da Embrafilme. A mais conhecida produção era a da chamada boca do lixo, região de prostituição existente na zona central da cidade de São Paulo. Dessa fonte despontaram vários diretores de talento (Cláudio Cunha; Alfredo Sternheim; Ody Fraga; Fauzi Mansur, entre outros) que souberam usar o que dava bilheteria na época, para fazer filmes de grande valor estético e formal. A censura, que não era política, mas de costumes, exigia que os filmes cumprissem diversas exigências, dentre essas exigências, havia várias como mostrar um seio de cada vez, etc. Com o tempo, essa e outras exigências foram amenizadas com a liberação dos costumes e a abertura política iniciada em 1977, até que com o fim da censura em 1984, e com o passar dos tempos, esse gênero foi substituído pelos filmes pornográficos, que tinham suas exibições em salas especiais.
A maior consequência do gênero foi marcar o cinema brasileiro como sinônimo de um cinema repleto de nudez e de palavrões. Durante os anos 90 foi comum as emissoras de tv exibirem filmes nacionais em horários avançados, dando a entender que seriam como sessões eróticas, o que hoje em dia constatamos como não sendo verdade. Destacam-se aqui os programas "Sala Especial", na TV Record, no começo dos anos 80, e "Cine Brasil", na CNT, entre 1997 e 1998.
A pornochanchada revelou alguns atores que conseguiram migrar para a televisão, passando de certa forma a esconder de seus currículos, a participação nos filmes do gênero, porém, outros atores permaneceram apenas no cinema até o fim desse período.
Dentre os atores que conseguiram mudar de estilo, destacam-se Sônia Braga, Nádia Lippi, Antonio Fagundes, Reginaldo Faria e Vera Fischer. Entre os filmes realizados destacam-se as adaptações dos contos de Nélson Rodrigues, que se autodenominava o anjo pornográfico.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.mestresdahistoria.blogspot.com e www.veja.abril.com.br
segunda-feira, 7 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
O documentário que exalta os anônimos do Carnaval
Como homenagem ao Carnaval, a postagem de hoje será sobre um documentário que mostra justamente os bastidores da nossa maior festa popular.
Informações Técnicas:
• Gênero: Documentário
•
• País: Brasil/Portugal
•
• Ano: 2010
•
• Duração: 72 minutos
•
• Direção: Geórgia Guerra-Peixe
•
• Censura: livre
Ganhador do Prêmio especial do júri da Mostra de Cinema de São Paulo do ano passado, "O Samba que Mora Mim" faz um retrato intimista de quem está por trás dos holofotes da avenida, na cidade do Rio de Janeiro. São pessoas anônimas que, durante o ano todo, respiram samba e criam fantasias para que celebridades e gente comum possam brilhar na passarela.
Documentário dirigido por Georgia Guerra-Peixe, filha de um historiador do assunto e sobrinha-neta do maestro César Guerra-Peixe, ambientado no Morro de Mangueira, Rio de Janeiro, no período do pré-carnaval, este documentário tem como ponto de partida a quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, lugar do reencontro da diretora com sua própria história e o significado do carnaval na sua vida e na de sua família.
Georgia cresceu ouvindo sambas-enredo da Mangueira, sem nunca ter subido o morro. Como primeira experiência, em seu passeio pela Mangueira, Georgia encontra pessoas que narram suas histórias. Em troca, a diretora conta as suas. A favela por onde a documentarista circula é diferente daquela que se costuma ver no cinema, em filmes como "Cidade de Deus" e "Tropa de Elite". Sem objetivo de esconder o tráfico e a violência desencadeada por tal ação, "O Samba que Mora em Mim", não faz disso o seu assunto, e sim mostra que a comunidade possui valores, respeito e criatividade. Outro paradigma quebrado é o da escravidão à pobreza, a alegria sobrepõe o sofrimento dos moradores. Tanta informação suprimida em apenas 72 minutos.
Então está aí uma grande dica para quem não curte o Carnaval na avenida, porém, goste de informações sobre tal tema.
Fonte: youtube.com
Fonte: www.cinema.uol.com.br, www.vejasp.abril.com.br, www.lacumbuca.com e www.adorocinema.com
Informações Técnicas:
• Gênero: Documentário
•
• País: Brasil/Portugal
•
• Ano: 2010
•
• Duração: 72 minutos
•
• Direção: Geórgia Guerra-Peixe
•
• Censura: livre
Ganhador do Prêmio especial do júri da Mostra de Cinema de São Paulo do ano passado, "O Samba que Mora Mim" faz um retrato intimista de quem está por trás dos holofotes da avenida, na cidade do Rio de Janeiro. São pessoas anônimas que, durante o ano todo, respiram samba e criam fantasias para que celebridades e gente comum possam brilhar na passarela.
Documentário dirigido por Georgia Guerra-Peixe, filha de um historiador do assunto e sobrinha-neta do maestro César Guerra-Peixe, ambientado no Morro de Mangueira, Rio de Janeiro, no período do pré-carnaval, este documentário tem como ponto de partida a quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, lugar do reencontro da diretora com sua própria história e o significado do carnaval na sua vida e na de sua família.
Georgia cresceu ouvindo sambas-enredo da Mangueira, sem nunca ter subido o morro. Como primeira experiência, em seu passeio pela Mangueira, Georgia encontra pessoas que narram suas histórias. Em troca, a diretora conta as suas. A favela por onde a documentarista circula é diferente daquela que se costuma ver no cinema, em filmes como "Cidade de Deus" e "Tropa de Elite". Sem objetivo de esconder o tráfico e a violência desencadeada por tal ação, "O Samba que Mora em Mim", não faz disso o seu assunto, e sim mostra que a comunidade possui valores, respeito e criatividade. Outro paradigma quebrado é o da escravidão à pobreza, a alegria sobrepõe o sofrimento dos moradores. Tanta informação suprimida em apenas 72 minutos.
Então está aí uma grande dica para quem não curte o Carnaval na avenida, porém, goste de informações sobre tal tema.
Fonte: youtube.com
Fonte: www.cinema.uol.com.br, www.vejasp.abril.com.br, www.lacumbuca.com e www.adorocinema.com
sábado, 5 de março de 2011
Selton Mello
Fonte: www.google.com.br/imagens
Nome Completo: Selton Figueiredo Melo, nascido em 30 de dezembro de 1972 em Passos em Minas Gerais, é um ator, dublador, diretor e produtor. Atua na televisão, teatro e cinema.
Ainda na sua infância, mudou-se para São Paulo com a família. Selton Mello começou aos 7 anos numa novela da Rede Globo. Ele consegue conciliar o trabalho criativo em cinema e ao mesmo tempo atingir o grande público. Abriu mão de um contrato exclusivo na TV para atuar no cinema. Ele atuou em 26 filmes (dados até 2009), 15 novelas e 14 minisséries ou especiais. Costuma dizer que é o único protagonista de seriados ou novelas na TV que “não tem barriga de tanquinho”.
Seu primeiro trabalho na TV foi na novela da Rede Globo, Marron Glacê, de 1979, aos 7 anos. Como ator de cinema, Selton Mello de 1990 a 2009 já esteve em 26 filmes, com destaque para: "O Que É Isso, Companheiro?", “O Auto da Compadecida", "Lisbela e o Prisioneiro", “O Coronel e o Lobisomem", "O Cheiro do Ralo", "Federal", "Meu Nome Não È Johnny" e "Jean Charles".
Em 2008 e 2009 sua atuação no cinema, foi em duas histórias baseadas em fatos reais, sendo no papel de um ex-traficante carioca em Meu Nome Não É Johnny e Jean Charles, onde deu vida ao brasileiro assassinado no metrô de Londres pela polícia, ao ser confundido com um terrorista. Em 2008, se aventurou também como diretor em Feliz Natal.
Desde 2004, passou a apresentar o programa Tarja Preta, veiculado no Canal Brasil, onde realiza entrevistas com profissionais do cinema e cultura geral. Em 2007, recusou o convite do amigo Gilberto Braga para atuar na novela Paraíso Tropical, no ano passado (2010), foi protagonista do seriado da Rede Globo “A Cura”.
Trabalhou também com dublagem e atualmente dirige clipes musicais, tendo feito clipes e produções musicais do cantor Nasi (ex-Ira). O clipe da música Corpo Fechado (cantor: Nasi; diretor: Selton Mello), foi indicado ao Video Music Awards, da MTV Brasil.
No teatro, fez as peças: Os Sete Trabalhos de Hércules, Zero de Conduta, com Marcelo Faria, A Dama e o Vagabundo, com Rosana Garcia e Esperando Godot, com Otávio Muller.
Fonte: gente.ig.com.br/seltonmello, Wikipédia, a enciclopédia livre, www.angelfire.com/stars/SeltonMello e www.telehistoria.com.br
Nome Completo: Selton Figueiredo Melo, nascido em 30 de dezembro de 1972 em Passos em Minas Gerais, é um ator, dublador, diretor e produtor. Atua na televisão, teatro e cinema.
Ainda na sua infância, mudou-se para São Paulo com a família. Selton Mello começou aos 7 anos numa novela da Rede Globo. Ele consegue conciliar o trabalho criativo em cinema e ao mesmo tempo atingir o grande público. Abriu mão de um contrato exclusivo na TV para atuar no cinema. Ele atuou em 26 filmes (dados até 2009), 15 novelas e 14 minisséries ou especiais. Costuma dizer que é o único protagonista de seriados ou novelas na TV que “não tem barriga de tanquinho”.
Seu primeiro trabalho na TV foi na novela da Rede Globo, Marron Glacê, de 1979, aos 7 anos. Como ator de cinema, Selton Mello de 1990 a 2009 já esteve em 26 filmes, com destaque para: "O Que É Isso, Companheiro?", “O Auto da Compadecida", "Lisbela e o Prisioneiro", “O Coronel e o Lobisomem", "O Cheiro do Ralo", "Federal", "Meu Nome Não È Johnny" e "Jean Charles".
Em 2008 e 2009 sua atuação no cinema, foi em duas histórias baseadas em fatos reais, sendo no papel de um ex-traficante carioca em Meu Nome Não É Johnny e Jean Charles, onde deu vida ao brasileiro assassinado no metrô de Londres pela polícia, ao ser confundido com um terrorista. Em 2008, se aventurou também como diretor em Feliz Natal.
Desde 2004, passou a apresentar o programa Tarja Preta, veiculado no Canal Brasil, onde realiza entrevistas com profissionais do cinema e cultura geral. Em 2007, recusou o convite do amigo Gilberto Braga para atuar na novela Paraíso Tropical, no ano passado (2010), foi protagonista do seriado da Rede Globo “A Cura”.
Trabalhou também com dublagem e atualmente dirige clipes musicais, tendo feito clipes e produções musicais do cantor Nasi (ex-Ira). O clipe da música Corpo Fechado (cantor: Nasi; diretor: Selton Mello), foi indicado ao Video Music Awards, da MTV Brasil.
No teatro, fez as peças: Os Sete Trabalhos de Hércules, Zero de Conduta, com Marcelo Faria, A Dama e o Vagabundo, com Rosana Garcia e Esperando Godot, com Otávio Muller.
Fonte: gente.ig.com.br/seltonmello, Wikipédia, a enciclopédia livre, www.angelfire.com/stars/SeltonMello e www.telehistoria.com.br
sexta-feira, 4 de março de 2011
Cary Grant
Fonte: www.google.com.br/imagens
Nome: Archibald Alexander Leach
Nascimento e local: 18/01/1904, Bristol, Inglaterra
Casamentos: Virginia Cherril, Barbara Hutton, Betsy Drake, Dyan Cannon, Barbara Harris
Filha: Jennifer Grant
Biografia
Cary Grant, nome artístico de Archibald Alexander Leach, foi um ator estadunidense nascido na Inglaterra, filho de uma família de classe média baixa, logo aos nove anos, Archibald passou a viver apenas com o pai, pois, certo dia, ao chegar da escola, soube que sua mãe teria ido passar uma temporada no litoral. Na realidade, ela havia sido internada numa Instituição para doentes mentais.
Aos treze anos Archie deixou a escola e, forjando a assinatura do pai, conseguiu entrar para a trupe do comediante Bob Pender. Por dois anos apresentou-se em diversas cidades da Inglaterra até que, em julho de 1920, aos dezesseis anos, foi uma das oito pessoas escolhidas por Bob Pender para uma bem-sucedida turnê de dois anos pelos Estados Unidos, ao fim da qual decidiu não retornar à Inglaterra.
Ao deixar a trupe, conseguiu alguns pequenos papéis no teatro até ir para a Califórnia em 1931, a fim de se submeter a um teste nos Estúdios da Paramount, adotando o novo nome de Cary Grant. Sua estréia na carreira artística veio em 1932, no obscuro musical “Esposa Improvisada”. Em seguida, atuou em cerca de 20 filmes até chegar ao estrelato em 1935 com o filme "Vivendo em Dúvida", ao lado de Katharine Hepburn.
A fama internacional ele a conquistou em 1946, quando atuou ao lado de Ingrid Bergman no filme de Alfred Hitchcock, “Interlúdio”, fama consolidada em 1957 com “Tarde Demais para Esquecer”.
Cary Grant casou-se com a atriz Dyan Cannon, sua quarta esposa, da qual se divorciou em 1976. Teve com ela uma filha, Jennifer Grant. Em 15 de abril de 1981, Cary Grant casou-se pela quinta e última vez, com a atriz Barbara Harris.
Em sua bem-sucedida carreira, Cary Grant realizou 79 filmes, tendo recebido duas indicação ao Oscar de Melhor Ator, por suas atuações em "Serenata Prateada” (1941) e "Apenas Um Coração Solitário" (1944), bem como, um Oscar Especial em 1970 pelo conjunto de sua obra.
Cary Grant quase morreu no palco. Teve uma hemorragia cerebral fulminante em 29/11/1986, ao se apresentar no show solista "An Evening With Cary Grant", no Teatro Adler, em Davenport, Iowa, falecendo naquela mesma noite no Hospital St. Luke daquela cidade.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.netsaber.com.br/biografias, www.65anosdecinema.pro.br, www.cultura.portaldomovimento.com/cary_grant e www.cinemaclassico.com
Nome: Archibald Alexander Leach
Nascimento e local: 18/01/1904, Bristol, Inglaterra
Casamentos: Virginia Cherril, Barbara Hutton, Betsy Drake, Dyan Cannon, Barbara Harris
Filha: Jennifer Grant
Biografia
Cary Grant, nome artístico de Archibald Alexander Leach, foi um ator estadunidense nascido na Inglaterra, filho de uma família de classe média baixa, logo aos nove anos, Archibald passou a viver apenas com o pai, pois, certo dia, ao chegar da escola, soube que sua mãe teria ido passar uma temporada no litoral. Na realidade, ela havia sido internada numa Instituição para doentes mentais.
Aos treze anos Archie deixou a escola e, forjando a assinatura do pai, conseguiu entrar para a trupe do comediante Bob Pender. Por dois anos apresentou-se em diversas cidades da Inglaterra até que, em julho de 1920, aos dezesseis anos, foi uma das oito pessoas escolhidas por Bob Pender para uma bem-sucedida turnê de dois anos pelos Estados Unidos, ao fim da qual decidiu não retornar à Inglaterra.
Ao deixar a trupe, conseguiu alguns pequenos papéis no teatro até ir para a Califórnia em 1931, a fim de se submeter a um teste nos Estúdios da Paramount, adotando o novo nome de Cary Grant. Sua estréia na carreira artística veio em 1932, no obscuro musical “Esposa Improvisada”. Em seguida, atuou em cerca de 20 filmes até chegar ao estrelato em 1935 com o filme "Vivendo em Dúvida", ao lado de Katharine Hepburn.
A fama internacional ele a conquistou em 1946, quando atuou ao lado de Ingrid Bergman no filme de Alfred Hitchcock, “Interlúdio”, fama consolidada em 1957 com “Tarde Demais para Esquecer”.
Cary Grant casou-se com a atriz Dyan Cannon, sua quarta esposa, da qual se divorciou em 1976. Teve com ela uma filha, Jennifer Grant. Em 15 de abril de 1981, Cary Grant casou-se pela quinta e última vez, com a atriz Barbara Harris.
Em sua bem-sucedida carreira, Cary Grant realizou 79 filmes, tendo recebido duas indicação ao Oscar de Melhor Ator, por suas atuações em "Serenata Prateada” (1941) e "Apenas Um Coração Solitário" (1944), bem como, um Oscar Especial em 1970 pelo conjunto de sua obra.
Cary Grant quase morreu no palco. Teve uma hemorragia cerebral fulminante em 29/11/1986, ao se apresentar no show solista "An Evening With Cary Grant", no Teatro Adler, em Davenport, Iowa, falecendo naquela mesma noite no Hospital St. Luke daquela cidade.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.netsaber.com.br/biografias, www.65anosdecinema.pro.br, www.cultura.portaldomovimento.com/cary_grant e www.cinemaclassico.com
quinta-feira, 3 de março de 2011
Thundercats O Filme
Fonte: www.youtube.com
Além do remake mencionado na postagem de ontem (02/03/11), rola na web muitos boatos sobre Thundercats O Filme, mas entre suposições e afirmações, o que realmente existe de concreto até agora acerca deste que é um dos filmes mais esperado nos últimos anos, é que a Warner já está desde 2007 produzindo o longa-metragem, que será mais caro e espetacular que Avatar e foram cotados Matt Damon e Kate Beckinsale para os papéis principais (Lion-O e Cheetara), porém as últimas notícias dão conta que Brad Pitt, seria o Lion-O.
Em Thundercats O Filme. A história tem como foco, o mesmo tema do remake em formato de desenho, ou seja, ela é centrada em um grupo de super-heróis felinos que fogem de seu planeta depois que ele é destruído e passam a lutar contra os vilões de seu universo. A trama mostrará a origem do personagem Lion-O, que se torna líder dos Thundercats.
Nessa mega produção, o autor cria um cenário muito bem elaborado com quase todos os personagens da série da década de 80, tais como: Lion-o, Jaga, Panthro, Tygra, Cheetara, Snarf, WilyKat e Wilykit, Linx, Bengali, Pumayra, Tchagara, Mumm-Ra, Escamoso, Abutre, Simiano, Chacal, Ratáro, entre outros.
No filme Thundercats os atores serão reais, mais suas características serão em formato de animação em 3D.
Por enquanto, a Warner não confirma o lançamento de Thundercats O Filme, sob a direção de Jerry O’Flaherty. Apesar de previsto para este ano, a produção foi cancelada algumas vezes pela própria empresa.
Fonte: www.memesgestao.com.br, www.noticiassobrecinema.blogspot.com, www.mais.uol.com.br, www.acidezmental.xpg.com.br, www.marmanjo.com, www.tiratedio.com/filme-thundercats, www.celsojunior.net/blog e www.assistirfilmesonline.biz/thundercats-o-filme
quarta-feira, 2 de março de 2011
Remake da série de animação Thundercats:
Tendo você crescido nos anos 80 com certeza já viu ou ouviu falar no desenho animado "Thundercats", produção da Pacific Animation Corporation, criado por Leonard Starr com base em personagens desenvolvidos por Tobin Wolf. Aqui no Brasil, o desenho com quatro temporadas foi exibido pela Rede Globo entre 1986 e 1992, aproximadamente. Pois o desenho se tornou o novo projeto da Warner com previsão de estreia pelo Cartoon Network americano em 2011.
Isso mesmo, um dos desenhos mais queridos de todos os tempos, ganhou um remake. Lion e o resto dos gatos humanóides de Thundera voltarão com um visual produzido, pelo estúdio de animação japonesa “Studio 4C”. A equipe de produtores deste remake tem um belo currículo de animações: Sam Register trabalhou em Jovens Titãs, Ben 10 e Batman: The Brave and the Bold, Michael Jelenic esteve também em Batman: The Brave and the Bold e no longa-metragem animado da Mulher-Maravilha, e Ethan Spaulding fez parte do time de Avatar: The Last Airbender. Lembrando que o desenho original tinha em sua equipe de animação, também um grupo de japoneses que revolucionou a animação na época.
A série animada apresentava a história dos Thundaras, raça humanóide com rostos felinos, que viviam no planeta Thundera. Com o planeta correndo o risco de ser destruído pelo sol, eles partem em busca de um novo lar.
Nem todos conseguem fazer a viagem ao Terceiro Mundo, Claudius, guardião da Espada Justiceira do Olho de Thundera, envia seu filho Lion, que se tornará líder de seu povo ao aprender a utilizar a espada herdada de seu pai. Com ele, estão Panthro, Tygra, Cheetara, Wilykit, Wilykat e Jaga, que ajudam Lion a combater o grande inimigo Munn-Ra, a quem eles encontram quando chegam ao novo mundo.
Na trama do remake, novo "Thundercats" pretende contar a história do príncipe Lion, e sua ascensão ao trono de Thundera.
Agora fiquem com o trailer do remake de “Thundercats”:
Fonte: www.youtube.com
Fonte: www.revistatvseries.blogspot.com, www.mofolandia.com.br, www.themuttplace.blogspot.com e www.jovemnerd.ig.com.br
Isso mesmo, um dos desenhos mais queridos de todos os tempos, ganhou um remake. Lion e o resto dos gatos humanóides de Thundera voltarão com um visual produzido, pelo estúdio de animação japonesa “Studio 4C”. A equipe de produtores deste remake tem um belo currículo de animações: Sam Register trabalhou em Jovens Titãs, Ben 10 e Batman: The Brave and the Bold, Michael Jelenic esteve também em Batman: The Brave and the Bold e no longa-metragem animado da Mulher-Maravilha, e Ethan Spaulding fez parte do time de Avatar: The Last Airbender. Lembrando que o desenho original tinha em sua equipe de animação, também um grupo de japoneses que revolucionou a animação na época.
A série animada apresentava a história dos Thundaras, raça humanóide com rostos felinos, que viviam no planeta Thundera. Com o planeta correndo o risco de ser destruído pelo sol, eles partem em busca de um novo lar.
Nem todos conseguem fazer a viagem ao Terceiro Mundo, Claudius, guardião da Espada Justiceira do Olho de Thundera, envia seu filho Lion, que se tornará líder de seu povo ao aprender a utilizar a espada herdada de seu pai. Com ele, estão Panthro, Tygra, Cheetara, Wilykit, Wilykat e Jaga, que ajudam Lion a combater o grande inimigo Munn-Ra, a quem eles encontram quando chegam ao novo mundo.
Na trama do remake, novo "Thundercats" pretende contar a história do príncipe Lion, e sua ascensão ao trono de Thundera.
Agora fiquem com o trailer do remake de “Thundercats”:
Fonte: www.youtube.com
Fonte: www.revistatvseries.blogspot.com, www.mofolandia.com.br, www.themuttplace.blogspot.com e www.jovemnerd.ig.com.br
terça-feira, 1 de março de 2011
O DISCURSO DO REI
Fonte: www.youtube.com
Ainda em comemoração ao Oscar 2011, segue uma sinopse do grande vencedor “O Discurso do Rei”. Vencedor das seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Roteiro Original.
Sinopse
Desde sua infância Bertie (Colin Firth) é gago, e após, a morte de seu pai, o Rei George V (Michael Gambon) e à abdicação de seu irmão o Rei Eduardo VIII (Guy Pearce), Bertie mesmo relutando inúmeras vezes, se vê obrigado a assumir o trono da Inglaterra, e tornando-se assim o Rei George VI.
Considerado incapaz de governar por conta de sua gagueira nervosa, o monarca despreparado precisa reencontrar sua voz com a ajuda de sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), a futura Rainha Mãe, manda o marido para se consultar com um excêntrico terapeuta da fala, Lionel Logue (Geoffrey Rush).
Depois de um começo difícil, os dois embarcam em um tratamento pouco ortodoxo e, eventualmente, formam um vínculo inquebrável. Com o apoio de Lionel Logue, sua família, seu governo e Winston Churchill (Timothy Spall), o Rei George VI vai superar sua gagueira e proferir o seu mais importante discurso no rádio, inspirando o seu povo e os unindo para a iminente batalha contra os alemães na Segunda Guerra Mundial.
Baseado na história real do rei George VI, “O Discurso do Rei” segue a busca do monarca para encontrar sua voz.
Ficha Técnica:
Título: O Discurso do Rei (The Kings Speech)
Gênero: Drama
Duração: 118 min.
Origem: Reino Unido e Austrália
Direção: Tom Hooper
Roteiro: David Seidler
Distribuidora: Paris Filmes
Censura: 12 anos
Ano: 2010
Status: Em Cartaz
Fonte: www.cinema10.com.br, www.interfilmes.com, www.zevariedades.com e www.adorocinema.com
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