sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Aviso! “A Hora Do Cinema”.



A Hora Do Cinema avisa a todos os seus seguidores, amigos e demais simpatizantes, que devido à falta de sinal em nossa internet, a postagem “FESTin recebe inscrições de filmes em língua portuguesa até 31 de dezembro” que seria realizada ontem (06/12), acabou ocorrendo somente hoje (07/12), agradecemos a compreensão de todos.

www.ahoradocinema.com

FESTin recebe inscrições de filmes em língua portuguesa até 31 de dezembro.



Irá ocorrer até 31 de dezembro as inscrições de filmes oriundos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, para a 4ª edição do FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, nas categorias de curtas e longas-metragens.

Os filmes concorrentes deverão ser exclusivamente de expressão portuguesa e terem sido finalizados entre janeiro de 2011 e dezembro de 2012, com a duração mínima de setenta (70) minutos no caso dos longas-metragens e a duração máxima de vinte e cinco (25) minutos no caso dos curtas-metragens.

A 4ª edição do FESTin será realizada de 3 a 10 de abril de 2013, no Cinema São Jorge, em Lisboa. Nesta edição, o FESTin dará destaque ao cinema angolano, depois de ter homenageado Moçambique (2010), Portugal (2011) e o Brasil (2012).

Além das duas sessões de competição (longas e curtas-metragens), o festival volta a integrar a Mostra de Cinema Brasileiro, a Mostra de Inclusão Social, além de homenagens, retrospectivas, oficinas e mesas redondas.

Com a intenção de aumentar seu público, o FESTin já foi realizado em Coimbra, Aveiro e Seia - em parceria com o festival Eco-Seia. Pelo segundo ano consecutivo, entre os dias 20 e 25 de novembro, o FESTin apresentou uma mostra de cinema lusófono no Festival Internacional de Cinema da Fronteira, na cidade de Bagé, Brasil, tendo contado este ano com a chancela oficial do Ano de Portugal no Brasil.

O FESTin é produzido pela Padrão Actual, em coprodução com a Fundação Luso-brasileira, a EGEAC e o Cinema São Jorge. Surgiu em 2010, por iniciativa das jornalistas brasileiras Léa Teixeira e Adriana Niemeyer, e do médico português Victor Serra, com o intuito de celebrar a cultura lusófona através do cinema, num ambiente de partilha, intercâmbio e inclusão social, proporcionando o acesso do público a filmes que dificilmente chegam aos circuitos comerciais.

Consultar o regulamento completo em: www.festin-festival.com

Fonte: FESTin Festival, Sala de Imprensa, através de Léa Teixeira.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“CANTANDO NA CHUVA” COMEMORA 60 ANOS E GANHA EXIBIÇÃO AO AR LIVRE NO CINE NA PRAÇA.



**dia 06/12, quinta, às 20h, na Praça Victor Civita

** Entrada Gratuita

Considerado um dos melhores musicais da história do cinema, o filme “Cantando na Chuva”, dirigido por Gene Kelly e Stanley Donen, vai ser exibido nessa quinta, 06/12, às 20h, na Praça Victor Civita, após a sessão do curta “Pixinguinha e a Velha Guarda Do Samba”, de Ricardo Dias e Thomaz Farkas.

Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) formam o casal de astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam, entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.

O filme, que completa 60 anos em 2012, traz a mais famosa sequência de dança de Hollywood, onde o ator, dançarino e coreógrafo Gene Kelly dança e canta debaixo de chuva o tema principal do filme “Singing in the Rain”.

Com o tema “Cinema & Música”, o Ciclo 03 do Cine na Praça, projeto que exibe filmes gratuitos às quintas-feiras, na Praça Victor Civita, exibe filmes do gênero musical como “Across the Universe”, “AnTônia” e o clássico “Cantando na Chuva”.

Com a curadoria de Ivan Melo, o projeto CINE NA PRAÇA foi idealizado pelo produtor Thiago Kling. A realização é da Alexa Cultural com apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio do ProAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e da Prefeitura da Cidade de São Paulo, com a parceria da Associação Amigos da Praça Victor Civita e com o patrocínio da Usina São Manoel.

SERVIÇO:

CINE NA PRAÇA - DE OUTUBRO DE 2012 A JANEIRO DE 2013

LOCAL: PRAÇA VICTOR CIVITA – RUA SUMIDOURO, 580

HORÁRIO: 20H

ENTRADA GRATUITA

CICLO 03 – CINEMA & MÚSICA

06/DEZEMBRO/2012

20h – Curta: PIXINGUINHA E A VELHA GUARDA DO SAMBA, de Ricardo Dias, Thomaz Farkas. (10min)

20h30 – Longa: CANTANDO NA CHUVA, de Stanley Donen & Gene Kelly (118min)

CENSURA DO CICLO: 14 ANOS

Fonte: ATTi Comunicação, através de Valéria Blanco.

Resultado do sorteio do par de ingressos para cinema, Cineflix João Pessoa (05/12).

Parabéns! Andre Ritter. Ganhador de um par de ingressos para cinema, uma promoção patrocinada pelo Cineflix João Pessoa.

Observação: Para os próximos sorteios referentes ao mês vigente (dezembro), serão aceitas somente inscrições realizadas a partir do dia 10/12, dia do lançamento das promoções referentes ao mês de dezembro.

Atenciosamente!

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Editora Sextante recomenda: Giane, de Guilherme Fiuza.



“Gianecchini enfim se permitiu encarar o pensamento proibido: ‘Pode ser que tenha chegado a minha hora.’ No que olhou pela primeira vez para a cara da morte, a sua morte, bem de frente, foi tomado por uma calma profunda. Por um momento perdeu de vista os médicos, as enfermeiras, a empresária, a mãe, os parceiros profissionais e afetivos, a legião de fãs. Enxergou com clareza o verdadeiro lugar de todo mortal em sua condição mais pura: a solidão.
E se sentiu forte nesse lugar. Entendeu que fora exatamente dali que, ainda menino, vislumbrara o seu caminho – um caminho que o diferenciava de todos os membros de sua família, de todos os exemplos que havia à sua volta no interior, de tudo o que ouvira na escola. Sozinho, deixara Birigui de ônibus e ganhara o mundo.
Agora, a sós com seu medo, Giane foi sendo tomado de certa excitação. O que seria aquilo? Se não era masoquismo, devia ser coragem.
Estava pronto para a travessia. Qualquer uma”.

****

A propaganda de Laços de família, na TV Globo, dizia que “a vida de cada um de nós dá uma novela”. Era um bom slogan. Talvez todas as vidas deem mesmo uma novela. Mas nem todas serão boas. E só algumas serão fascinantes, daquelas que ninguém admite perder um capítulo. Se a vida de Reynaldo Gianecchini fosse uma novela, o público talvez achasse que o autor exagerara na emoção, nas coincidências, nos presentes do destino, nas trapaças da sorte. Mas ninguém conseguiria largá-la.

O ator que estreou na TV em Laços de família, em 2000, pouco mais de um ano antes estava vivendo na Europa – e decidido a não voltar mais para o Brasil. Depois de resolver aos 7 anos de idade, no interior de São Paulo, que iria viver de país em país, ele se tornara modelo internacional (num caminho cheio de acasos, profecias e superações). Estava, enfim, vivendo de país em país – mas esse final feliz seria simples demais para ele.

Numa reviravolta de folhetim, perdeu um trabalho consagrador em Paris, desclassificado na última etapa de uma seleção mundial, ao mesmo tempo que era fisgado por uma paixão brasileira. O duplo choque de amor e desilusão forçou a volta ao seu país, para, em seguida, o autor Manoel Carlos cismar que ele seria seu próximo protagonista no horário nobre. Coisa de novela.

Gianecchini estreou na TV tendo que segurar a audiência da principal atração da emissora. Foi criticado, fuzilado, amado, idolatrado – tudo ao mesmo tempo. Encarou com obstinação (quase fúria) a batalha de desmentir os que escreveram seu obituário artístico. E também a de mostrar aos fãs que não era uma beleza ambulante. Venceu na vida. E aí apareceu a morte – tentando vencê-lo de surpresa.

Lutando aos 38 anos contra um câncer agressivo e raro, Giane sofreu complicações ainda mais raras que o próprio câncer, e duas delas quase o derrotaram. A tragédia, com ele, também tinha que ser diferente.

A vida desse sobrevivente, ou desse predestinado – ou desse personagem que talvez não caiba em classificações –, daria uma novela fantástica. E também um romance. Este já está em suas mãos: Giane – Vida, arte e luta é o novo romance-verdade de Guilherme Fiuza, que você, como nas melhores novelas, não vai conseguir largar.

Dados

304 páginas
16 x 23 cm
Brochura
R$ 39,90

Sobre o autor

Guilherme Fiuza é autor dos livros Meu nome não é Johnny (que deu origem ao filme), 3.000 dias no bunker, Amazônia 20º andar, Bussunda – A vida do casseta e coautor da minissérie O brado retumbante, da TV Globo. É colunista da revista Época e articulista do jornal O Globo.

Fonte: www.esextante.com.br

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Resultado do sorteio do livro “Arnold Schwarzenegger”.

Fonte: www.google.com.br/imagens

Parabéns! Ilza Gossling. Ganhadora do livro: “Arnold Schwarzenegger”, uma promoção patrocinada pela Editora Sextante.

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ENTRETODOS 5 - Festival de Curtas de Direitos Humanos anuncia os vencedores em show com Emicida.

Fonte: www.google.com.br/imagens

Aconteceu a cerimônia de premiação da 5° edição do ENTRETODOS Festival de Curtas de Direitos Humanos com show do rapper Emicida. Neste ano o festival ocorreu em diversos pontos culturais e espaços de mais de 20 regiões da capital paulista e exibiu mais de 31 curtas de diferentes formatos, incluindo vídeos feitos por celular, dos quais 26 estavam em competição.

Confira abaixo os premiados.

Prêmio Visão Social:

Retrato n. Krahô de Edu Ioschpe e Proibidão de Ludmila Curi e Guilherme Arruda.

Melhor Diretor:

Não deixe Joana só de Cecília Engels.

Melhor Roteiro:

“Ato Institucional” de Helton Paulino.

Prêmio Curadoria:

Cashman de Tiago Vianna, Mariana Miranda e Gustavo Berocan.

Melhor Filme (Júri Popular):

Número Zero de Claudia Nunes.

Melhor Filme (Júri Oficial):

Número Zero de Claudia Nunes.

Menção Honrosa:

Bailão de Marcelo Caetano.

Fonte: ATTI Comunicacao e Ideias, através de Thais Oliveira.