terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Venha! Patrocinar o “A Hora Do Cinema”, e deixe sua marca ainda mais forte.
A Hora Do Cinema convida! Os interessados em Patrocinar nossas páginas (Site “www.ahoradocinema.com” e/ou Blog “ahoradocinema1.blogspot.com.br”). Os Patrocinadores poderão optar pela exposição da Logo e/ou também de exposição de Postagens (tudo dependerá do tipo de Contrato adquirido):
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Observação: Ocorrendo interesse de sua parte, lhe enviaremos por E-mail, maiores detalhes e também a tabela de valores dos patrocínios.
Atenciosamente!
Antonio Francisco da Silva Junior,
www.ahoradocinema.com
ahoradocinema1.blogspot.com.br
Grammy 2013: Acompanhe a lista dos vencedores.
Fonte: www.google.com.br/imagens
O 55th Grammy Awards aconteceu na noite do último domingo, dia 10, em Los Angeles. Confira a lista das principais categorias, do maior prêmio da música mundial.
Melhor Álbum do Ano
Babel, Mumford & Sons
Melhor Gravação do Ano
Somebody That I Used to Know, Goye
Revelação do Ano
Fun
Melhor Álbum Country
Uncaged, Zac Brown Band
Colaboração em Rap/Sung
No Church In The Wild - Jay-Z e Kanye West com Frank Ocean e The-Dream
Melhor Álbum Vocal Pop
Stronger, Kelly Clarkson
Melhor Performance de Rock
Lonely Boy, The Black Keys
Melhor Álbum Contemporâneo Urbano
Channel Orange, Frank Ocean
Melhor Música do Ano
We Are Young – Jack Antonoff, Jeff Bhasker, Andrew Dost e Nate Ruess, compositores (fun. com Janelle Monáe)
Melhor Performance Pop Solo
Set Fire To The Rain [Live] – Adele
Melhor Performance Country
Blown Away, Carrie Underwood
Melhor Gravação Dance
Bangarang, Skrillex e Sirah
Melhor Álbum Dance/Eletrônica
Bangarang, Skrillex
Melhor Canção de Rock
Lonely Boy, The Black Keys
Melhor Álbum de Rock
El Carmino, The Black Keys
Melhor Álbum de Música Alternativa
Making Mirrors – Gotye
Melhor Performance de R&B
Climax, Usher
Melhor Performance Tradicional de R&B
Love On Top, Beyoncé
Melhor Performance de Rap
N-----s in Paris, Jay-Z e Kanye West
Melhor Música de Rap
N-----s in Paris, Jay-Z e Kanye West
Melhor Álbum de Rap
Take Care, Drake
Melhor Álbum de Pop Tradicional
Kisses on the Bottom, Paul McCartney
Melhor Performance de Hard Rock/Metal
Love Bites (So Do I), Halestorm
Assista! Lonely Boy "Ao vivo" do The Black Keys
Fonte: www.youtube.com
Fonte: http://rollingstone.com.br e http://estrelando.com.br.
O 55th Grammy Awards aconteceu na noite do último domingo, dia 10, em Los Angeles. Confira a lista das principais categorias, do maior prêmio da música mundial.
Melhor Álbum do Ano
Babel, Mumford & Sons
Melhor Gravação do Ano
Somebody That I Used to Know, Goye
Revelação do Ano
Fun
Melhor Álbum Country
Uncaged, Zac Brown Band
Colaboração em Rap/Sung
No Church In The Wild - Jay-Z e Kanye West com Frank Ocean e The-Dream
Melhor Álbum Vocal Pop
Stronger, Kelly Clarkson
Melhor Performance de Rock
Lonely Boy, The Black Keys
Melhor Álbum Contemporâneo Urbano
Channel Orange, Frank Ocean
Melhor Música do Ano
We Are Young – Jack Antonoff, Jeff Bhasker, Andrew Dost e Nate Ruess, compositores (fun. com Janelle Monáe)
Melhor Performance Pop Solo
Set Fire To The Rain [Live] – Adele
Melhor Performance Country
Blown Away, Carrie Underwood
Melhor Gravação Dance
Bangarang, Skrillex e Sirah
Melhor Álbum Dance/Eletrônica
Bangarang, Skrillex
Melhor Canção de Rock
Lonely Boy, The Black Keys
Melhor Álbum de Rock
El Carmino, The Black Keys
Melhor Álbum de Música Alternativa
Making Mirrors – Gotye
Melhor Performance de R&B
Climax, Usher
Melhor Performance Tradicional de R&B
Love On Top, Beyoncé
Melhor Performance de Rap
N-----s in Paris, Jay-Z e Kanye West
Melhor Música de Rap
N-----s in Paris, Jay-Z e Kanye West
Melhor Álbum de Rap
Take Care, Drake
Melhor Álbum de Pop Tradicional
Kisses on the Bottom, Paul McCartney
Melhor Performance de Hard Rock/Metal
Love Bites (So Do I), Halestorm
Assista! Lonely Boy "Ao vivo" do The Black Keys
Fonte: www.youtube.com
Fonte: http://rollingstone.com.br e http://estrelando.com.br.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
A Hora Do Cinema Apresenta! Crítica do filme O Voo.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Você embarcaria num filme dirigido por um cara que passou a última década inteira fissurado nas animações com captura de movimentos, como Os Fantasmas de Scrooge e A Lenda de Beowulff? Necas? E se soubesse que o protagonista de agora é Denzel Washington e que a história, nada animada, vai te capturar do início ao fim? Partiu? Então se prepare para O Voo!
Whip vive no limite. Espremido entre as escalas diante do manche das aeronaves, a pressão da ex-mulher, do filho e ainda uma relação doentia com os aditivos que o tiram do sério para fugir da real, não é preciso ser vidente para descobrir que no painel do seu "aeroporto pessoal", o inferno era um destino iminente. Depois de salvar dezenas de pessoas durante um voo fatídico e uma aterrisagem impressionante, a morte de seis pessoas dá início ao famigerado jogo de empurra na busca por um culpado e a coisa complica para o lado dele. Motivo? Após um exame de sangue, descobriram vestígios de cocaína e álcool, usados horas antes do acidente. Bum! De herói para vilão num piscar de olhos. Começa então a via crucis de um homem que sabe mentir, mente melhor para si mesmo (há tempos), mas percebe que a verdade vem apresentando a conta.
Dirigido por Robert Zemeckis e escrito por John Gatins (Gigantes de Aço), o roteiro não procura taxiar na apresentação dos personagens, como revela a curta e grossa sequência inicial, regada a sexo, drogas e bebida. E nas cenas seguintes, diálogos inspirados vazam críticas para as companhias aéreas, sindicatos, indústria farmacêutica e até Deus, uma vez que Whip sempre questiona a fé e, longe de ser coincidência, bateu numa torre de igreja durante o pouso forçado e só parou num cemitério, cheio de cruzes. Para aumentar a bagagem dramática e carimbar de vez o passaporte do espectador, ele conhece uma mulher (Kelly Reilly) dentro do hospital em situação de dependência semelhante, e logo uma paixão se inicia com vista para a redenção. Se ela vai acontecer ou não, são outros quinhentos.
Um dos grandes baratos desse O Voo é a capacidade que a trama e a levada do cineasta têm de deixar você numa eterna zona de turbulência, com alto grau de tensão e suspense ao redor do personagem, seja o momento dentro de um tribunal ou na solidão de um sofá bolorento. Aí, entra a boa atuação de Washington, indicado ao Oscar e outros prêmios, e de gente como Don Cheadle e John Goodman, impagável como um amigo/traficante sempre pronto para "ligar" seu cliente VIP. Para os que esperam cinema de ação, a sequência do acidente é ótima, mas é o cinema de envolvimento que assume o controle, prendendo você, sonoramente acompanhado de Red Hot Chili Peppers, Beatles, Marvin Gaye e Rolling Stones, com uma emblemática "Sympathy For The Devil". No corredor das citações, o cultuado seriado House com o herói (?) usando hidrocodona e bengala. Será? Na janela dos destaques, duas bonitas cenas de pai para filho e uma - já antológica - do motor de um frigobar chamando por sua "vítima", uma verdadeira criança diante das garrafinhas de dose. Muito boa. Assim, seja bem-vindo a bordo de um longa-metragem que soube ser imprevisível e só não levou cinco estrelas porque quando o mais previsível seria manter essa rota turbulenta, optou por uma aterrisagem mais segura e quase piegas.
Trailer
Fonte:www.youtube.com
Fonte: www.adorocinema.com, através de Roberto Cunha.
Você embarcaria num filme dirigido por um cara que passou a última década inteira fissurado nas animações com captura de movimentos, como Os Fantasmas de Scrooge e A Lenda de Beowulff? Necas? E se soubesse que o protagonista de agora é Denzel Washington e que a história, nada animada, vai te capturar do início ao fim? Partiu? Então se prepare para O Voo!
Whip vive no limite. Espremido entre as escalas diante do manche das aeronaves, a pressão da ex-mulher, do filho e ainda uma relação doentia com os aditivos que o tiram do sério para fugir da real, não é preciso ser vidente para descobrir que no painel do seu "aeroporto pessoal", o inferno era um destino iminente. Depois de salvar dezenas de pessoas durante um voo fatídico e uma aterrisagem impressionante, a morte de seis pessoas dá início ao famigerado jogo de empurra na busca por um culpado e a coisa complica para o lado dele. Motivo? Após um exame de sangue, descobriram vestígios de cocaína e álcool, usados horas antes do acidente. Bum! De herói para vilão num piscar de olhos. Começa então a via crucis de um homem que sabe mentir, mente melhor para si mesmo (há tempos), mas percebe que a verdade vem apresentando a conta.
Dirigido por Robert Zemeckis e escrito por John Gatins (Gigantes de Aço), o roteiro não procura taxiar na apresentação dos personagens, como revela a curta e grossa sequência inicial, regada a sexo, drogas e bebida. E nas cenas seguintes, diálogos inspirados vazam críticas para as companhias aéreas, sindicatos, indústria farmacêutica e até Deus, uma vez que Whip sempre questiona a fé e, longe de ser coincidência, bateu numa torre de igreja durante o pouso forçado e só parou num cemitério, cheio de cruzes. Para aumentar a bagagem dramática e carimbar de vez o passaporte do espectador, ele conhece uma mulher (Kelly Reilly) dentro do hospital em situação de dependência semelhante, e logo uma paixão se inicia com vista para a redenção. Se ela vai acontecer ou não, são outros quinhentos.
Um dos grandes baratos desse O Voo é a capacidade que a trama e a levada do cineasta têm de deixar você numa eterna zona de turbulência, com alto grau de tensão e suspense ao redor do personagem, seja o momento dentro de um tribunal ou na solidão de um sofá bolorento. Aí, entra a boa atuação de Washington, indicado ao Oscar e outros prêmios, e de gente como Don Cheadle e John Goodman, impagável como um amigo/traficante sempre pronto para "ligar" seu cliente VIP. Para os que esperam cinema de ação, a sequência do acidente é ótima, mas é o cinema de envolvimento que assume o controle, prendendo você, sonoramente acompanhado de Red Hot Chili Peppers, Beatles, Marvin Gaye e Rolling Stones, com uma emblemática "Sympathy For The Devil". No corredor das citações, o cultuado seriado House com o herói (?) usando hidrocodona e bengala. Será? Na janela dos destaques, duas bonitas cenas de pai para filho e uma - já antológica - do motor de um frigobar chamando por sua "vítima", uma verdadeira criança diante das garrafinhas de dose. Muito boa. Assim, seja bem-vindo a bordo de um longa-metragem que soube ser imprevisível e só não levou cinco estrelas porque quando o mais previsível seria manter essa rota turbulenta, optou por uma aterrisagem mais segura e quase piegas.
Trailer
Fonte:www.youtube.com
Fonte: www.adorocinema.com, através de Roberto Cunha.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Resultado de nossa enquete no Blog “A Hora Do Cinema”.
Enquete: A Hora Do Cinema pergunta: O que você considera como o item mais importante na hora de escolher o cinema, para sua Sessão em família?
Resultado: Com opções e Percentual de escolha:
O valor do ingresso:
(66%);
O acesso ao cinema:
(5%);
O conforto e o espaço disponível na sala:
(27%);
O valor dos produtos dispostos na Bombonière:
(0%);
O atendimento direcionado a você:
(0%);
Outro:
(0%).
Observação: Conforme havíamos proposto no início, enviamos por E-mail o resultado desta enquete para as maiores Redes de Cinemas do Brasil. Tal iniciativa visa ajudar na melhora do convívio nosso e de nossos familiares, nas salas de cinema do Brasil.
Atenciosamente!
Antonio Francisco da Silva Junior,
www.ahoradocinema.com
ahoradocinema1.blogspot.com.br
Crítica! Do favorito ao Oscar 2013 "Lincoln".
Fonte: www.google.com.br/imagens
Retratar a vida do mais famoso de todos os presidentes americanos não era uma missão fácil. Mas Steven Spielberg topou o desafio e reuniu um elenco deveras competente, liderado por um ator fora de série, construindo uma espécie de thriller político e apresentando com pouco mais de 2h30 de duração sua visão sobre os quatro últimos meses de vida do 16° presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.
Durante a guerra civil americana, onde milhares de homens foram mortos, o longa-metragem se apresenta como um grande drama político, sobre as tentativas e incertezas da aprovação da emenda que acabaria com a escravidão nos Estados Unidos. O filme foca em todos os tipos de risco que passou o Presidente mais querido do povo americano para realizar esse desejo. Lincoln é baseado no livro Team of Rivals: The Political Genius of Abraham Lincoln de Doris Kearns Goodwin, e abrange os quatro últimos meses de vida do popular presidente. O roteiro adaptado foi feito por Tony Kushner (Munique) e a trilha sonora é assinada pelo incansável John Williams.
O filme, estimado em 65 milhões de dólares é longe de ser uma pequena produção. Tudo é muito bem detalhado e pensado. Spielberg é craque em guiar filmes blockbusters e sabe muito bem os pontos de como e onde conquistar o público que assiste aos seus filmes. É um dos favoritos a levantar mais uma vez a famosa estatueta dourada no dia 25 de fevereiro em Los Angeles. Realmente, é um trabalho muito competente desse veterano da tela grande. Muito bom voltar a assistir um belo trabalho desse homem que já marcou sua história no cinema.
Todo o elenco está muito bem, Sally Field, David Strathairn, Tommy Lee Jones. Mas o grande destaque, sem dúvidas, é a maravilhosa atuação do artista britânico Daniel Day-Lewis. A caracterização é algo transparente, real e verdadeiro. Daniel personifica o jeito, a fala, a postura do presidente de maneira brilhante. Faz tudo parecer tão simples que qualquer um vai ter vontade de encarar um teste de seleção para elenco de filmes. Com certeza levantará seu terceiro e merecido Oscar daqui a um mês. Uma curiosidade mostra certa peculiaridade nesse mostro sagrado, quando pensamos em atuação no cinema. Quando Daniel Day-Lewis decidiu sobre a voz que ele iria usar para retratar Lincoln, ele enviou uma fita de áudio para o diretor Steven Spielberg em uma caixa com uma caveira e ossos cruzados sobre ela, para ninguém mexer, somente Spielberg.
Lincoln tem o maior número de indicações ao próximo Oscar, 12 no total. Não é uma obra-prima, porém, chega perto, por conta de uma atuação inesquecível de um ator de outro planeta.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: http://guiadocinefilo.blogspot.com.br, através de Raphael Camacho.
Retratar a vida do mais famoso de todos os presidentes americanos não era uma missão fácil. Mas Steven Spielberg topou o desafio e reuniu um elenco deveras competente, liderado por um ator fora de série, construindo uma espécie de thriller político e apresentando com pouco mais de 2h30 de duração sua visão sobre os quatro últimos meses de vida do 16° presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.
Durante a guerra civil americana, onde milhares de homens foram mortos, o longa-metragem se apresenta como um grande drama político, sobre as tentativas e incertezas da aprovação da emenda que acabaria com a escravidão nos Estados Unidos. O filme foca em todos os tipos de risco que passou o Presidente mais querido do povo americano para realizar esse desejo. Lincoln é baseado no livro Team of Rivals: The Political Genius of Abraham Lincoln de Doris Kearns Goodwin, e abrange os quatro últimos meses de vida do popular presidente. O roteiro adaptado foi feito por Tony Kushner (Munique) e a trilha sonora é assinada pelo incansável John Williams.
O filme, estimado em 65 milhões de dólares é longe de ser uma pequena produção. Tudo é muito bem detalhado e pensado. Spielberg é craque em guiar filmes blockbusters e sabe muito bem os pontos de como e onde conquistar o público que assiste aos seus filmes. É um dos favoritos a levantar mais uma vez a famosa estatueta dourada no dia 25 de fevereiro em Los Angeles. Realmente, é um trabalho muito competente desse veterano da tela grande. Muito bom voltar a assistir um belo trabalho desse homem que já marcou sua história no cinema.
Todo o elenco está muito bem, Sally Field, David Strathairn, Tommy Lee Jones. Mas o grande destaque, sem dúvidas, é a maravilhosa atuação do artista britânico Daniel Day-Lewis. A caracterização é algo transparente, real e verdadeiro. Daniel personifica o jeito, a fala, a postura do presidente de maneira brilhante. Faz tudo parecer tão simples que qualquer um vai ter vontade de encarar um teste de seleção para elenco de filmes. Com certeza levantará seu terceiro e merecido Oscar daqui a um mês. Uma curiosidade mostra certa peculiaridade nesse mostro sagrado, quando pensamos em atuação no cinema. Quando Daniel Day-Lewis decidiu sobre a voz que ele iria usar para retratar Lincoln, ele enviou uma fita de áudio para o diretor Steven Spielberg em uma caixa com uma caveira e ossos cruzados sobre ela, para ninguém mexer, somente Spielberg.
Lincoln tem o maior número de indicações ao próximo Oscar, 12 no total. Não é uma obra-prima, porém, chega perto, por conta de uma atuação inesquecível de um ator de outro planeta.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: http://guiadocinefilo.blogspot.com.br, através de Raphael Camacho.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Première Cineflix João Pessoa: As Aventuras de Tadeo.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Ficha Técnica
Ano: 2012;
Gênero: Animação;
Duração: 92m;
Origem: Espanha;
Direção: Enrique Gato;
Atores: Meritxell Ané, Óscar Barberán, Carles Canut, Fiona Glascott, Adam James, Michelle Jenner, Miguel Ángel Jenner, Enriqueta Linares, Mac Macdonald, Bruce Mackinnon, Lewis Macleod, Marta Martorell, José Mota, Pep Anton Muñoz, Luis Posada, Liza Ross, Jordi Royo, Kerry Shale;
Censura: Livre.
Cinema
3D Dublado
Cineflix (João Pessoa) 1:
Horários: 13h45, 15h45 e 17h45.
Sinopse:
O pedreiro Tadeo sempre quis se tornar um famoso arqueólogo e aventureiro. No entanto, passa seus dias sonhando entre guindastes e cimento da obra onde trabalha. A oportunidade de realizar seus sonhos surge quando seu amigo, um arqueólogo de renome, recebe uma tabuleta de pedra misteriosa, a chave que leva à cidade perdida de Paititi e seu lendário tesouro. No momento da viagem, o famoso arqueólogo sofre um acidente e quem o substitui na expedição é Tadeo. Ao chegar no Peru, ele descobre que Oddyseus, uma grande corporação especializada em encontrar tesouros, também está atrás da cidade perdida de Paititi e disposta a fazer qualquer coisa para encontrá-la.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: Cineflix João Pessoa, www.cineclick.com.br e Zero Hora 08/02.
Patrocínio
Cineflix João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.
Ficha Técnica
Ano: 2012;
Gênero: Animação;
Duração: 92m;
Origem: Espanha;
Direção: Enrique Gato;
Atores: Meritxell Ané, Óscar Barberán, Carles Canut, Fiona Glascott, Adam James, Michelle Jenner, Miguel Ángel Jenner, Enriqueta Linares, Mac Macdonald, Bruce Mackinnon, Lewis Macleod, Marta Martorell, José Mota, Pep Anton Muñoz, Luis Posada, Liza Ross, Jordi Royo, Kerry Shale;
Censura: Livre.
Cinema
3D Dublado
Cineflix (João Pessoa) 1:
Horários: 13h45, 15h45 e 17h45.
Sinopse:
O pedreiro Tadeo sempre quis se tornar um famoso arqueólogo e aventureiro. No entanto, passa seus dias sonhando entre guindastes e cimento da obra onde trabalha. A oportunidade de realizar seus sonhos surge quando seu amigo, um arqueólogo de renome, recebe uma tabuleta de pedra misteriosa, a chave que leva à cidade perdida de Paititi e seu lendário tesouro. No momento da viagem, o famoso arqueólogo sofre um acidente e quem o substitui na expedição é Tadeo. Ao chegar no Peru, ele descobre que Oddyseus, uma grande corporação especializada em encontrar tesouros, também está atrás da cidade perdida de Paititi e disposta a fazer qualquer coisa para encontrá-la.
Trailer
Fonte: www.youtube.com
Fonte: Cineflix João Pessoa, www.cineclick.com.br e Zero Hora 08/02.
Patrocínio
Cineflix João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
FESTin LANÇA CAMPANHA DE FINANCIAMENTO COLETIVO PARA ATRIBUIÇÃO DE PRÉMIOS NA 4ª EDIÇÃO.
Recém-instalado na nova Casa do Cinema, em Lisboa, o FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa acaba de lançar uma campanha de financiamento coletivo para os prémios a atribuir aos vencedores das melhores longas e curtas-metragens eleitas pelo júri na próxima edição, que irá ocorrer no Cinema São Jorge, entre 3 e 10 de abril.
Para reunir um montante de 3.000€ a distribuir como prémios à melhor longa-metragem (2.500€) e melhor curta-metragem (500€), o festival convida à participação do público que gosta e acredita no valor do cinema feito em língua portuguesa, através de contribuições a partir de 10€, mediante diferentes níveis de recompensa. A campanha decorre na plataforma de financiamento coletivo e criação colaborativa para projetos lusófonos Zarpante, no link: http://www.zarpante.com/investment/festin-2013-1109
Organizado em parceria com a EGEAC/Cinema São Jorge, com o imprescindível apoio em bens e serviços de vários parceiros que se identificam com a sua missão, o FESTin procura desta forma não apenas incentivar os cineastas vencedores a prosseguirem o seu trabalho, ainda que com valores meramente simbólicos, mas sobretudo valorizar o cinema oriundo de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, envolvendo todos os que se queiram associar.
Com três edições completas e cinco mostras itinerantes em Portugal e no Brasil, abrangendo um total de cerca de 10 mil espetadores, o FESTin chega à sua 4ª edição com um formato de programação estabilizado, integrando duas sessões de competição (longas e curtas-metragens), e as Mostras de Cinema Brasileiro ˗ que este ano homenageia o Festival de Gramado, um dos mais antigos e consistentes festivais de cinema no Brasil.
Colabore com a causa em http://www.zarpante.com/investment/festin-2013-1109
Programação completa a partir de março em:
www.festin-festival.com e http://www.facebook.com/festin.festival?ref=hl
Fonte: Organização do FESTin-Festival.
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