quinta-feira, 6 de março de 2014

MÚSICO PERNAMBUCANO SIBA NO VALE DOZE E TRINTA E NO NÚCLEO DA CANÇÃO DA UFRGS.




O músico e compositor pernambucano Siba abre as atividades do projeto Vale Doze e Trinta e do Núcleo da Canção da UFRGS no dia 11 de março, terça-feira.

O show do Vale Doze e Trinta, de recepção aos calouros, acontece às 12h30 na praça central do Campus do Vale e tem a participação de Antonio Loureiro. No mesmo dia, às 19h, na Sala Fahrion, Siba dá início à série de audições comentadas do Núcleo da Canção em encontro que tem mediação de Arthur de Faria.

Depois de dois anos na estrada com o show de seu último CD Avante (2012), Siba começa o ano experimentando, em formato minimalista, músicas de diversos momentos de sua trajetória.

“Ao longo do processo de amadurecimento dos shows do CD Avante, acumulei ideias e novas possibilidades de interpretação de músicas do repertório deste e de meus outros trabalhos. Algumas situações em que não pude levar a banda completa foram me forçando a reunir esse material e, quando me dei conta, tinha construído um jeito novo, mais intimista, de interpretá-lo”, diz Siba.

O show, que muitas vezes se confunde com uma conversa informal sobre processo criativo do artista, é uma espécie de recital elétrico onde a voz e a guitarra de Siba se complementam com a bateria e teclados de Antonio Loureiro.

Nascido na cidade cosmopolita do Recife, em uma família que até hoje mantém sua forte ligação com suas origens rurais, Siba cresceu entre a cidade e o interior, dois mundos que fazem parte de um mesmo todo. Desde seus primeiros contatos com as tradições da Mata Norte, começou uma longa história de aprendizado e colaboração, exercitando ao longo dos anos os fundamentos da poesia ritmada para se tornar um dos principais mestres da nova geração do maracatu e dos cirandeiros.

Ao mesmo tempo, como líder da banda Mestre Ambrósio, desenvolveu um estilo musical inovador e singular, no qual o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo, o passado e o presente, a rua e o palco são marcas emblemáticas.

Após viver em São Paulo por sete anos, Siba voltou para Pernambuco em 2002 para começar a Fuloresta, grupo formado por músicos tradicionais de Nazaré da Mata, uma pequena cidade com 30 mil habitantes, distante 65 km de Recife. Seu álbum de estreia, Fuloresta do Samba, foi gravado com uma unidade móvel perto de Nazaré, e lançado em 2003, seguido de apresentações em todo o Brasil.

O grupo também fez oito turnês europeias entre 2004 e 2011 desenvolvendo com o tempo sua habilidade de adaptar uma música que dura a noite inteira para o formato mais conciso dos palcos. Segundo Siba: “Nunca entendemos nosso passado ou nossas tradições como uma gaiola. Pelo contrário, nossa tradição nos oferece um vasto vocabulário, e nós nos esforçamos para usá-lo todo dia e a noite toda. É impossível reproduzir a maneira como envolvemos toda a comunidade na poesia e nas danças durante a noite toda, mas na hora ou nos 90 minutos que os festivais oferecem temos uma grande oportunidade de mostrar nosso impacto musical”.

Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar (Ambulante Discos) foi o segundo lançamento de Siba e da Fuloresta: letras diretas de uma poesia intensa, cirandas, cocos-de-roda e frevos misturados com dubs, guitarras e pianos elétricos e uma orquestra de sopros executando arranjos inovadores, junto a convidados muito especiais, como Céu, Beto Villares, Marcelo Pretto, Fernando Catatau, Arthur de Faria, Isaar França e o cirandeiro Zé Galdino. Um álbum com um inesperado tom cosmopolita, que extrapola e questiona as barreiras entre cultura popular e música pop, poesia oral e literatura e o já desgastado contraste entre tradição e modernidade. Este álbum foi indicado ao Grammy Latino e recebeu prêmio de melhor álbum do prêmio da música brasileira.


SIBA E ANTONIO LOUREIRO – SHOW VALE DOZE E TRINTA DE RECEPÇAO AOS CALOUROS

Data: 11 de março – terça-feira – 12h30min

Local: Praça Central do Campus do Vale / UFRGS (Bento Gonçalves, 9500)

Ingresso: Entrada Franca


SIBA – AUDIÇÃO COMENTADA COM MEDIAÇÃO DE ARTHUR DE FARIA – NÚCLEO DA CANÇÃO DA UFRGS

Data: 11 de março – terça-feira – 19h

Local: Sala Fahrion (2º andar da Reitoria da UFRGS – Av. Paulo Gama 110)

Ingresso: Entrada Franca

Informações: (51) 3308.3034 | 33083933 | difusaocultural@ufrgs.br www.difusaocultural.ufrgs.br


Fonte: Departamento de Difusão Cultural - Prorext – UFRGS, através de Lígia Petrucci.


Aviso! A Hora Do Cinema.

Nossas Promoções (Sorteios) recomeçam no dia 12 de março, não fique de fora! Esteja apto para ser nosso próximo sorteado!


www.ahoradocinema.com
ahoradocinema1.blogspot.com.br

quarta-feira, 5 de março de 2014

Editora Sextante Recomenda: A Magia, de Rhonda Byrne.

A Magia




“PRIMEIRO LUGAR NA LISTA DOS MAIS VENDIDOS DO THE NEW YORK TIMES”.


“O novo livro de Rhoda Byrne, autora do fenômeno mundial O Segredo”.


Durante mais de vinte séculos, as palavras de um texto sagrado foram mal interpretadas, intrigando e confundindo quase todos os que as leram. Poucos ao longo da história perceberam que se tratava de um enigma... e que, assim que você o solucionasse – assim que desvendasse o mistério –, um novo mundo surgiria diante dos seus olhos.

Em A Magia, Rhonda Byrne revela este conhecimento revolucionário ao mundo. Em uma incrível jornada de 28 dias, ela ensina como aplicá-lo à sua vida cotidiana.

Não importa quem você seja, onde esteja e quais as suas atuais circunstâncias, A Magia irá mudar toda a sua vida!

Para mais informações sobre A Magia, visite www.thesecret.tv.


Dados:

A Magia

Rhonda Byrne

Autoajuda

272 Páginas

13.5 x 21 cm

R$ 29,90

50.000 exemplares

EBOOK: R$ 19,90

Lançamento: 6 de março


SOBRE A AUTORA:

A jornada de Rhonda começou com o filme O Segredo, assistido por milhões de pessoas em todo o mundo. O filme deu origem ao livro de mesmo nome, um best-seller mundial disponível em 47 línguas, com 20 milhões de exemplares impressos.

O Segredo figurou por 190 semanas na lista de mais vendidos do The New York Times e foi recentemente incluído na lista dos 20 maiores best-sellers dos últimos 15 anos, elaborada pelo jornal USA Today.

Em 2010, Rhonda deu continuidade ao seu trabalho revolucionário com O Poder, que também entrou para a lista de mais vendidos do The New York Times e pode ser lido em 43 línguas diferentes.


Fonte: www.editoraarqueiro.com.br

Patrocínio

terça-feira, 4 de março de 2014

François Truffaut: os filmes de uma vida.

Em março e abril a programação contempla uma parte do primeiro capítulo do livro*, dedicado aos diretores que sobreviveram à passagem do cinema mudo para o falado. Para François Truffaut, esta geração de diretores “tem algo a mais”. Iniciamos o mês com dois filmes de Jean Vigo, Zero em comportamento (1933) e O Atalante (1934). Morto aos 29 anos, com uma obra que totaliza menos que 200 minutos, o nome de Vigo muitas vezes é citado ao lado do poeta Rimbaud, pela força de uma obra construída em tão pouco tempo. Para Truffaut, Zero em comportamento possui um aspecto experimental, com ideias diversas mais ou menos integradas ao roteiro e filmadas segundo o estado de espírito, como acontece com todos os “primeiros filmes”. Já em O Atalante, encontramos as lições aprendidas por Vigo na realização do filme anterior, atingindo, segundo ele, a perfeição. Ao citar Rossellini como o grande realista e Eisenstein como o grande esteta, o crítico francês afirma que poucos cineastas se atreveram a combinar as duas tendências – o que é o caso de Vigo.

De Abel Gance, exibiremos Napoleão (1927), um filme que tem uma história de realização tão impressionante quanto aquela que o filme pretende dar conta. Segundo Truffaut, foi Abel Gance, quem, pela primeira vez, utilizou a visão subjetiva de maneira original, quando mandou construir suportes que permitiam manter a câmera sobre os cavalos. Muitas vezes os travellings eram em trenós em altíssima velocidade. Na cena da batalha de bolas de neve, Gance instala uma rede e arremessa para o ar câmeras carregadas e suas trajetórias representavam as das bolas de neve. Ao escrever Napoleão, o diretor percebeu que a tela era muito estreita e foi, então, que inventou a “tela tríplice”, recurso que será utilizado, mais tarde, pelo diretor francês em alguns de seu filmes. O poeta e dramaturgo Antonin Artaud foi o escolhido para interpretar Marat.

Para Truffaut, a esperada divisão entre dramas e comédias não tem sentido se pensarmos nos filmes de Jean Renoir, pois todos eles são comédias dramáticas. Segundo ele, apesar de muitos de seus filmes serem adaptações de outras obras, como Madame Bovary (1933), por exemplo, o que encontramos neles são sempre o tom, a música e o estilo de Jean Renoir, isso sem que jamais o autor inicial seja traído. Para o crítico, as mulheres são o centro de toda obra de Renoir; o triangulo amoroso é substituído pelo “quadrado amoroso”; os filmes extraem da vida a sua própria vida; Renoir não filma situações, ele filma personagens; também não filma ideias, filma homens e mulheres que têm ideias, e ele não nos convida a adotá-las ou selecioná-las. O convite implícito é o de apenas respeitá-las.

Outro diretor de destaque para Truffaut é Carl Dreyer, que está presente na mostra com O martírio de Joana D’arc (1928), filme que o crítico comenta com as seguintes palavras: “quando penso em Dreyer penso primeiro em imagens brancas, os esplêndidos closes silenciosos de O martírio de Joana D’Arc, cuja sucessão na tela é a equivalência exata do diálogo cerrado travado entre Joana e seus juízes [...]” (p. 71). Ernst Lubitsch marca presença com o filme Ladrão de Alcova (1932). Para o crítico francês, os filmes de Lubitsch não existem sem o público, mas tal público não está além da criação, ele está com, faz parte do filme. Destaca ainda que o termo direção – mise en scène – finalmente faz sentido ao se falar sobre tal diretor.

Sobre o Grande ditador (1940) de Charles Chaplin, Truffaut escreve que as sequências do gueto são sempre escorregadias, maliciosas, espertas e quase dançadas; as do palácio hitlerista são bruscas, automáticas e insensatas. “Do lado dos perseguidos, uma furiosa fome de viver, uma esperteza que pode chegar à covardia [...]; do lado dos perseguidores um fanatismo imbecil” (p. 82). John Ford está presente na mostra com a exibição de Depois do vendaval (1952), filme marco para Truffaut que, quando crítico, não admirava o diretor e sobre ele escreveu alguns artigos “maldosos”. Conta que foi preciso virar diretor para perceber sua cegueira. Segundo ele, John Ford “era um desses artistas que jamais pronunciam a palavra arte e um desses poetas que jamais mencionam a palavra poesia” (p. 91).

Outros três diretores estão presentes na mostra. São eles: Fritz Lang, Frank Capra e Howard Hawks. Truffaut observa, ironicamente, que muitas vezes os melhores filmes hollywoodianos são assinados pelo italiano Capra e pelo vienense Fritz Lang. Para ele Lang sempre ajustou contas com a sociedade, estando seus personagens principais sempre deslocados, à margem. Para o crítico francês, sua obra é marcada pelo pessimismo e nos últimos anos transformou-se na mais amarga da história do cinema. Sobre Frank Capra ele observa que foi o responsável por levar a commedia dell’arte para os estúdios americanos, e “o navegador” que melhor conhecia a arte de conduzir os personagens às profundezas das situações humanas desesperadas, antes de “endireitar o leme” e realizar o milagre que nos faz sair do cinema com a confiança na vida reestabelecida. Por isso, para ele, Capra foi uma espécie de curandeiro. Sobre Hawks, Truffaut observa que o diretor americano foi o mais subestimado dos cineastas hollywoodianos. Entre seus filmes, destaca que um dos mais belos planos da história do cinema é, sem dúvida, o da morte do personagem de Boris Karlokff, em Scarface (1932). Sobre tal plano ele escreve: “Isso não é literatura, talvez seja dança, talvez poesia, mas certamente é cinema” (p. 102). Durante os meses de março e abril, o público da Sala Redenção poderá assistir a uma intensa programação guiada pelo olhar e pelas palavras de François Truffaut.


*TRUFFAUT, François. Os filmes de minha vida. São Paulo: Editora Nova Fronteira, 1979.


O Quê: François Truffaut: os filmes de uma vida

Quando: 06 de março a 30 de abril

Onde: Sala Redenção – Cinema Universitário (Rua Eng. Luiz Englert, s/n., Campus Central UFRGS

Quanto: Entrada Franca


Acompanhe! A Programação da Mostra “François Truffaut: os filmes de uma vida”.


Zero em comportamento (Zéro de Conduite: Jeunes Diables au Collège, França, 1933, 41 min) dir. Jean Vigo



06 de março – quinta-feira – 16 horas
13 de março – quinta-feira – 16 horas

Volta aos tempos de escola num colégio do interior, as bagunças dentro do dormitório, a punição severa, a recreação, o estudo indisciplinado e os confrontos com a administração. Uma noite os garotos internos decidem se libertar da autoridade dos adultos desencadeando uma revolta.


O Atalante (L’Atalante, França, 1934, 89 min) dir. Jean Vigo



06 de março – quinta-feira – 19 horas
07 de março – sexta-feira – 16 horas

Quando Juliette (Dita Parlo) se casa com o aventureiro Jean (Jean Dasté), ela vai viver em seu navio. À bordo dele está também o capitão Père Jules, um sujeito um tanto quanto bizarro. Juliette logo se entedia com a vida ao mar, e escapa para conhecer a vida noturna de Paris.


Napoleão (Napoleón, França, 1927, 240 min) dir. Abel Gance



07 de março – sexta-feira – 19 horas
10 de março – segunda-feira – 19 horas

Os primeiros anos de vida, do mais controvertido e importante personagem da história da França. A infância de Napoleão, seus dias de escola, até chegar à fase adulta. Nessa época o jovem Bonaparte vai para a Córsega passando a fazer parte da Revolução Francesa. Logo, se transforma num grande estrategista, somando ao currículo vitoriosas batalhas.


Um dia no campo (Partie de campagne, França, 1936, 40 min) dir. Jean Renoir

10 de março – segunda-feira – 16 horas
11 de março - terça-feira – 16 horas

No século 19, durante as férias, uma família do interior faz uma visita a um parente na capital. Um jovem camponês se apaixona por uma moça que está de casamento marcado com um homem mais velho.


A grande ilusão (La grande illusion, França, 1937, 110 min) dir. Jean Renoir

11 de março – terça-feira – 19 horas
12 de março – quarta-feira – 16 horas

Durante a Primeira Guerra Mundial, em um campo de prisioneiros na fronteira franco-alemã, as dificuldades levam homens antes inimigos a se unirem. As ligações entre os dois oficiais inimigos parecem mais fortes que as de soldados de um mesmo exército. Segundo Renoir, que serviu no Esquadrão de Reconhecimento de seu país durante a Primeira Guerra, este filme é baseado em fatos reais.


A besta humana (La bête humaine, França, 1938, 100 min) dir. Jean Renoir

13 de março - quinta-feira – 19 horas
14 de março - sexta-feira – 16 horas

O filme lançado em 1938 e dirigido por Jean Renoir é baseado no romance homônimo de Émile Zola. Jacques Lantier é maquinista na linha Paris-le Havre. Sofre de enxaquecas e tem fortes impulsos assassinos. Conhece Séverine, cujo marido Roubaud, subchefe da estação de Le Havre, acaba de matar um homem que a havia seduzido. Séverine sugere a Jacques eliminar o seu marido.


A regra do jogo (La règle du jeu, França, 1939, 110 min) dir. Jean Renoir



14 de março – sexta-feira – 19 horas
17 de março - segunda-feira – 16 horas

O francês André Jurieu (Roland Toutain) é um herói da aviação que se apaixonou por Christine de la Chesnaye (Nora Gregor), casada com o poderoso aristocrata Robert de la Chesnaye (Marcel Dalio). Sem saber da atração do aviador por sua esposa, o nobre o convida, junto com um amigo (interpretado pelo próprio Jean Renoir), para passar o fim de semana em sua casa de campo.


A carruagem de ouro (Le carrosse d’or, França, 1953, 103) dir. Jean Renoir

17 de março - segunda-feira – 19 horas
18 de março - terça-feira – 16 horas

Camilla, a estrela de uma trupe italiana de commedia dell'arte, viaja para se apresentar em uma colônia espanhola da América Latina no século XVIII. Junto com a companhia teatral, chega da Europa uma carruagem de ouro encomendada pelo vice-rei.


French cancan (Frenc cancan, França, 1954, 102 min) dir. Jean Renoir

18 de março - terça-feira – 19 horas
19 de março - quarta-feira – 16 horas

Em 1890, o Cancan ainda está na moda, mas nem os shows da dançarina Lola ajudam o Café Le Paravent Chinois a sair da decadência. Henri, amante de Lola e dono do Café, tem a ideia de popularizar a dança no bairro boêmio de Montmarte.


Madame Bovary (Madame Bovary, França, 1933, 100 min) dir. Jean Renoir

20 de março - quinta-feira – 16 horas

França, século XIX. Emma Bovary, filha de um camponês, casa-se com um médico da região, visando ascender socialmente. Ávida leitora de romances sentimentais, ela se frustra com a mediocridade do marido e com a monotonia da vida conjugal e da sociedade interiorana. Como fuga dessa realidade, passa a ter vários amantes.


As estranhas coisas de Paris (Élena et lês hommes, França, 1957, 95 min) dir. Jean Renoir

20 de março - quinta-feira – 19 horas
21 de março - sexta-feira – 16 horas

No fim do século XIX, em Paris, nobre polonesa cortejada fica noiva de rico empresário a quem não ama e conhece importante general. Militares pedem-lhe que o convença a tomar o poder.


O testamento do Doutor Cordelier (Le testament du Docteur Cordelier, França, 1959, 105 min) dir. Jean Renoir

21 de março - sexta-feira – 19 horas
24 de março – segunda-feira – 16 horas

Num subúrbio de Paris, mora o psiquiatra Dr. Cordelier, referência mundial em pesquisas avançadas sobre o comportamento humano. Uma de suas experiências é vista com desconfiança pelos seus colegas de trabalho. Não satisfeito, com a falta de apoio dos amigos, resolve levar suas pesquisas as últimas consequências, levando pavor e mistério por toda Paris.


O rio sagrado (The river, França, 1951, 92 min) dir. Jean Renoir

24 de março – segunda-feira – 19 horas
25 de março – terça-feira – 16 horas

Três meninas adolescentes estão vivendo em Bengala (Índia), perto de um grande rio: Harriet é a filha mais velha de uma grande família de colonos ingleses. Valerie é a filha única de um industrial americano. Melanie tem um pai americano e mãe indiana. Um dia, um experiente americano chega ao local e se torna o primeiro amor das três meninas.


O martírio de Joana D’arc (Le passion de Jeanne D’arc, França, 1928, 82 min) dir. Carl Dreyer



25 de março - terça-feira – 19 horas
26 de março - quarta-feira – 16 horas

França, século XV, Joana de Domrémy resiste bravamente à ocupação de seu país. É presa, humilhada, torturada e interrogada de maneira impiedosa por um tribunal eclesiástico.


O grande ditador (The great dictator, EUA, 1940, 128 min) dir. Charles Chaplin

27 de março - quinta-feira – 16 horas
31 de março – segunda-feira – 19 horas

Em seu primeiro filme falado, Chaplin interpreta dois papéis opostos – o de um barbeiro judeu, enfrentando tropas de choque e perseguição religiosa, e o do grande ditador Hynkel, uma brilhante sátira a Adolph Hitler.


Ladrão de Alcova (Trouble in Paradise, EUA, 1932, 83 min) dir. Ernst Lubitsch



27 de março - quinta-feira – 19 horas
28 de março - sexta-feira – 16 horas

Um ladrão parisiense chamado Gaston Monescu encontra sua alma gêmea, Lily, uma batedora de carteiras disfarçada de condessa. Os dois resolvem depenar Mariette Colet, dona de uma companhia de perfumes. Gaston consegue emprego como secretário particular da vítima, enquanto Lily torna-se a datilógrafa da mulher.


Depois do vendaval (The quiet man, EUA, 1952, 129 min) dir. John Ford

28 de março – sexta-feira – 19 horas
31 de março – segunda-feira – 16 horas

Após matar acidentalmente um adversário em uma luta de boxe, Sean Thornton jurou largar as lutas. E, ao retornar para sua cidade natal na Irlanda, encontra a felicidade quando se apaixona por Mary Kate. Embora fortemente tentado a vestir novamente as luvas para enfrentar o irmão de Mary, ele está determinado a nunca mais usar seus punhos.


Vive-se só uma vez (You only live once, EUA, 1937, 86 min) dir. Fritz Lang

01 de abril - terça-feira – 16 horas

O casal formado por Henry Fonda e Sylvia Sidney são os perdedores do sonho americano. O ex-delinquente juvenil Eddie Taylor (Fonda) sai da prisão graças aos esforços da noiva, Joan (Sidney), secretária da Defensoria Pública, mas acaba enfrentando diversos preconceitos que determinam o seu destino.


M, o vampiro de Dusseldorf (M, Alemanha, 1931, 110 min) dir. Fritz Lang

01 de abril - terça-feira – 19 horas
02 de abril - quarta-feira – 16 horas

No final da década de 20, um assassino de crianças aterroriza uma cidade alemã. A polícia sai a procura do infanticida, deixando as ruas repletas de tiras, ameaçando as atividades criminosas do submundo do crime.


O homem que quis matar Hitler (Man Hunt, EUA, 1941, 105 min) dir Fritz Lang

02 de abril - quarta-feira – 19 horas
03 de abril - quinta-feira – 16 horas

Em 1939, Alan Thorndike, um famoso caçador inglês, é preso acusado de tentar matar Hitler. Ele alega inocência, mas não convence o oficial alemão que o interroga. Por um lance do destino, Thorndike consegue fugir para Londres, mas é perseguido implacavelmente pelos alemães.


O grande segredo (Cloak and dagger, EUA, 1946, 106 min) dir. Fritz Lang

03 de abril - quinta-feira – 19 horas
04 de abril - sexta-feira – 16 horas

Perto do final da Segunda Guerra Mundial, os Aliados precisam descobrir o quanto seus inimigos sabem sobre como construir a bomba atômica. A OSS recruta um cientista para contatar sua antiga colega e trazê-la de volta para ser interrogada pela sua missão.


O diabo feito mulher (Rancho Notorious, EUA, 1952, 89 min) dir. Fritz Lang

04 de abril - sexta-feira – 19 horas
07 de abril - segunda-feira – 16 horas

Altar Keane (Marlene Dietrich) parou de trabalhar em um saloon para agora administrar um esconderijo de foras-da-lei. É então que lá chega Vern Haskell (Arthur Kennedy), um homem determinado que quer vingar a morte de sua esposa.


No silêncio de uma cidade (While the city sleeps, EUA, 1956, 99 min) dir. Fritz Lang

07 de abril - segunda-feira – 19 horas
08 de abril - terça-feira – 16 horas

A morte do magnata da mídia Amos Kyne causa uma disputa de poder nas suas empresas. Ao mesmo tempo, Nova York sofre com os ataques do “assassino do batom”, um serial killer de mulheres.


Suplício de uma alma (Beyond a reasonable doubt, EUA, 1956, 80 min) dir. Fritz Lang

08 de abril - terça-feira – 19 horas
09 de abril - quarta-feira – 16 horas

A fim de denunciar as injustiças do sistema penal americano, o escritor Tom Garrett assume ter cometido um crime que não cometeu. Contando com a colaboração do seu editor, ele pretende se salvar no tribunal.


Aconteceu naquela noite (It happened one night, EUA, 1934, 105 min) dir. Frank Capra

10 de abril – quinta-feira – 16 horas

A mimada Ellie Andrews (Colbert) foge de seu pai milionário (Walter Connolly), que quer impedi-la de se casar com um inútil playboy. No caminho para Nova York, Ellie conhece um jornalista desempregado, Peter Warne (Gable). Quando o ônibus em que viajam quebra, os dois briguentos saem para uma amalucada expedição em busca de carona.


O galante Mr. Deeds (Mr. Deeds goes to town, EUA, 1936, 115 min) dir. Frank Capra

10 de abril - quinta-feira – 19 horas
11 de abril - sexta-feira – 16 horas

Quando um interiorano idealista (Gary Cooper) vai para Nova York para receber uma herança de 20 milhões de dólares, ele se envolve em um romance com uma esperta jornalista (Jean Arthur) e se torna alvo de implacáveis homens de negócio e parentes.


Do mundo nada se leva (You can’t take it with you, EUA, 1938, 126 min) dir. Frank Capra

11 de abril – sexta-feira – 19 horas
14 de abril – segunda-feira – 16 horas

Tony Kirby (James Stewart) é um rapaz rico e de família difícil. Alice Sycamore (Jean Arthur) é sua secretária, de família mais humilde. Ambos estão apaixonados e pretendendo se casar. Quando as famílias resolvem se conhecerem, Anthony P. Kirby (Edward Arnold), o pai de Tony, descobre que o pai de Alice é dono de um pequeno terreno em uma área comercial que era de seu interesse, e não a vende de jeito nenhum.


A mulher faz o homem (Mr. Smith goes to Washington, EUA, 1939, 125 min) dir. Frank Capra

14 de abril - segunda-feira – 19 horas
15 de abril - terça-feira – 16 horas

Jovem interiorano e idealista é eleito para o Senado e chega à capital americana cheio de sonhos e aspirações. Mas não demora para que ele descubra os verdadeiros interesses que movimentam seus colegas de Congresso.


Adorável vagabundo (Meet John Doe, EUA, 1941, 121 min) dir. Frank Capra

15 de abril - terça-feira – 19 horas
16 de abril - quarta-feira – 16 horas

Uma repórter que estava para ser despedida inventa uma carta de um certo John Doe, na qual ele ameaça se suicidar por causa do estado do mundo. Contratam um jogador de beisebol desempregado para personificar o fictício Doe, mas suas ideias vão crescendo e provocando reações no público.


A felicidade não se compra (It’s a wonderful life, EUA, 1946, 132 min) dir. Frank Capra

17 de abril - quinta-feira – 16 horas

Na véspera do Natal, um homem endividado pensa em se matar. Para convencê-lo que a vida é sempre a melhor escolha, um anjo desce à Terra. A partir daí, o personagem de James Stewart revê as passagens mais marcantes de sua vida.


Scarface, a vergonha de uma nação (Scarface, EUA, 1932, 90 min) dir. Howard Hawks

17 de abril – quinta-feira – 19 horas
22 de abril – terça-feira – 16 horas

Tony "Scarface" Camonte (Paul Muni) trabalha para Johnny Lovo (Osgood Perkins), um ambicioso gangster que deseja criar um império do crime em Chicago. Baseado na vida de Al Capone, "Scarface" revive um dos maiores e poderosos gangsters de todos os tempos, aplaudido, na época, pelo próprio Capone.


À beira do abismo (The big sleep, EUA, 1946, 114 min) dir. Howard Hawks

22 de abril – terça-feira – 19 horas
23 de abril – quarta-feira – 16 horas

Los Angeles, anos 40. O detetive particular Philip Marlowe é contratado para ficar de olho na filha caçula de um general, mas acaba se envolvendo em uma complexa teia de assassinatos, chantagem e traição.


O rio da aventura (The big sky, EUA, 1952, 140 min) dir. Howard Hawks

24 de abril - quinta-feira – 16 horas

Estados Unidos, 1832. Os amigos Jim Deakins e Boone Caudill decidem partir para o Oeste, juntando-se à expedição de um capitão francês para desbravar o rio Missouri, em direção à região de Montana, território dos índios pés-pretos.


Os homens preferem as loiras (Gentlemen prefer blondes, EUA, 1963, 91 min) dir. Howard Hawks

24 de abril - quinta-feira – 19 horas
25 de abril - sexta-feira – 16 horas

A pedido de seu noivo, a dançarina Lorelei Lee e sua amiga Dorothy Shaw embarcam em um cruzeiro rumo a Paris. Mas uma série de confusões terá início quando o pai do noivo contrata um detetive para segui-las e conseguir provas da infidelidade de sua futura nora.


Paraíso infernal (Only angels have wings, EUA, 1939, 121 min) dir. Howard Hawks

25 de abril – sexta-feira – 19 horas

Uma grande aventura passada na América do Sul, O Paraíso Infernal é estrelado por Cary Grant como um responsável por uma companhia aérea que atua nas perigosas montanhas dos Andes. Jean Arthur co-estrela como uma corista de férias competindo com Rita Hayworth pela afeição de Grant.


Rio Vermelho (Red river, EUA, 1948, 133 min) dir. Howard Hawks

28 de abril - segunda-feira – 16 horas

No centro da história, o rico criador de gado Thomas Dunson (John Wayne) e seu filho adotivo Matthew (Montgomery Clift). Eles fazem uma longa viagem para levar o gado do norte do Texas até o Missouri.


Levada da breca (Bringing up baby, EUA, 1938, 102 min) dir. Howard Hawks

28 de abril – segunda-feira – 19 horas
29 de abril – terça-feira – 16 horas

David Huxley, um pacato paleontólogo com casamento marcado, conhece Susan Vance, uma rica herdeira completamente amalucada, cujo bicho de estimação é um filhote de leopardo. Apaixonada, ela decide se casar com David, transformando sua vida em uma série de hilariantes confusões.


O inventor da mocidade (Monkey Business, EUA, 1952, 97 min) dir. Howard Hawks

29 de abril – terça-feira – 19 horas
30 de abril - quarta-feira – 16 horas

Uma secretária sexy, seu chefe e a sua esposa não conseguem se livrar das confusões após um chimpanzé preparar acidentalmente uma fórmula da juventude.


Terra dos faraós (Land of the pharaohs, EUA, 1955, 104 min) dir. Howard Hawks

30 de abril – quarta-feira – 19 horas

No antigo Egito, um faraó, ao retornar de uma campanha vitoriosa, decide construir uma pirâmide onde será enterrado juntamente com o seu tesouro, o qual espera desfrutar na outra vida. Para financiar a empreitada, o faraó cobra tributos dos territórios conquistados. Sem recursos, a província de Cipros envia uma bela princesa como pagamento. Ela se torna a segunda esposa do faraó. Assim se inicia uma trama repleta de surpresas e traições.


Fonte: Departamento de Difusão Cultural da UFRGS - Coordenação e curadoria da Sala Redenção – Cinema Universitário: Tânia Cardoso de Cardoso.


Realização:



domingo, 2 de março de 2014

Os Grandes vencedores do Oscar 2014.


Fonte: www.google.com.br/imagens


No Oscar 2014 3 filmes se destacaram, são eles:

Clube de Compras Dallas que venceu nas categorias de Melhor maquiagem e cabelo, Melhor Ator Coadjuvante para “Jared Leto” e Melhor Ator para “Matthew McConaughey” (imagem acima);

Gravidade que levou o maior número de premiações, num total de 07 Estatuetas, destaque para “Alfonso Cuarón” Melhor Diretor;

Porém, o Grande Vencedor da noite foi 12 Anos de Escravidão escolhido o Melhor Filme, este Grande épico ainda teve mais duas Estatuetas, o de Melhor roteiro adaptado e de Melhor Atriz Coadjuvante para “Lupita Nyong'o”.


Segue a lista completa dos Grandes vencedores, confira!


Melhor Filme:

12 Anos de Escravidão


Melhor Diretor:

Alfonso Cuarón - Gravidade


Melhor Atriz:

Cate Blanchett - Blue Jasmine


Melhor Ator:

Matthew McConaughey - Clube de Compras Dallas


Melhor Ator Coadjuvante:

Jared Leto - Clube de Compras Dallas


Melhor Atriz Coadjuvante:

Lupita Nyong'o - 12 Anos de Escravidão


Melhor canção original:

"Let it Go" - Frozen - Uma Aventura Congelante


Melhor roteiro adaptado:

12 Anos de Escravidão


Melhor roteiro original:

Ela


Melhor longa de animação:

Frozen - Uma Aventura Congelante


Melhor documentário em longa-metragem:

20 Feet From Stardom


Melhor longa estrangeiro:

A Grande Beleza


Melhor fotografia:

Gravidade


Melhor figurino:

O Grande Gatsby


Melhor documentário em curta-metragem:

The Lady in Number 6: Music Saved My Life


Melhor montagem:

Gravidade


Melhor maquiagem e cabelo:

Clube de Compras Dallas


Melhor trilha sonora:

Gravidade


Melhor design de produção:

O Grande Gatsby


Melhor animação em curta-metragem:

Mr. Hublot


Melhor curta-metragem:

Helium


Melhor edição de som:

Gravidade


Melhor mixagem de som:

Gravidade


Melhores efeitos visuais:


Gravidade


Fonte: www.ahoradocinema.com, através de Antonio Francisco da Silva Junior.

Troféu Framboesa de Ouro 2014: “Vencedores”.


Fonte: google.com.br/imagens


Confira a lista completa de vencedores:


Pior Filme:

Para Maiores


Pior atriz:

Tyler Perry (vestido de mulher), por A Madea Christmas


Pior ator:

Jaden Smith, por Depois da Terra


Pior atriz coadjuvante:

Kim Kardashian, por Relação em Risco


Pior ator coadjuvante:

Will Smith, por Depois da Terra


Pior combo em cena:

Jaden Smith e Will Smith no Planeta Nepotismo em Depois da Terra


Pior Diretor:

As 13 pessoas que dirigiram Para Maiores


Pior roteiro:

Para Maiores, de 19 “roteiristas”


Pior remake ou sequência:

O Cavaleiro Solitário


Fonte: www.cenasdecinema.com

É Hoje o Grande Dia: Oscar 2014.


Fonte: google.com.br/imagens


Acompanhe! Aqui no A Hora Do Cinema, a lista dos concorrentes ao Prêmio mais cobiçado do Cinema Internacional.


Melhor Filme:


Trapaça

Capitão Phillips

Clube de Compras Dallas

Gravidade

Ela

Nebraska

Philomena

12 Anos de Escravidão

O Lobo de Wall Street


Melhor Diretor:


David O. Russell - Trapaça

Alfonso Cuarón - Gravidade

Steve McQueen - 12 Anos de Escravidão

Martin Scorsese - O Lobo de Wall Street

Alexander Payne - Nebraska


Melhor Atriz:


Cate Blanchett - Blue Jasmine

Amy Adams - Trapaça

Sandra Bullock - Gravidade

Judi Dench - Philomena

Meryl Streep - Álbum de Família


Melhor Ator:


Christian Bale - Trapaça

Bruce Dern - Nebraska

Leonardo DiCaprio - O Lobo de Wall Street

Chiwetel Ejiofor - 12 Anos de Escravidão

Matthew McConaughey - Clube de Compras Dallas


Melhor Ator Coadjuvante:


Barkhad Abdi - Capitão Phillips

Bradley Cooper - Trapaça

Michael Fassbender - 12 Anos de Escravidão

Jonah Hill - O Lobo de Wall Street

Jared Leto - Clube de Compras Dallas


Melhor Atriz Coadjuvante:


Sally Hawkins - Blue Jasmine

Jennifer Lawrence - Trapaça

Lupita Nyong'o - 12 Anos de Escravidão

Julia Roberts - Álbum de Família

June Squibb - Nebraska


Melhor canção original:


"Alone Yet Not Alone" - Alone Yet Not Alone

"Happy" - Meu Malvado Favorito 2

"Let it Go" - Frozen - Uma Aventura Congelante

"The Moon Song" - Ela

"Ordinary Love" - Mandela


Melhor roteiro adaptado:


Antes da Meia-Noite

Capitão Phillips

Philomena

12 Anos de Escravidão

O Lobo de Wall Street


Melhor roteiro original:


Trapaça

Blue Jasmine

Clube de Compras Dallas

Ela

Nebraska


Melhor longa de animação:


Os Croods

Meu Malvado Favorito 2

Ernest & Celestine

Frozen - Uma Aventura Congelante

The Wind Rises


Melhor documentário em longa-metragem:


The Act of Killing

Cutie and the Boxer

Dirty Wars

The Square

20 Feet From Stardom


Melhor longa estrangeiro:


The Broken Circle Breakdown

A Grande Beleza

A Caça

The Missing Picture

Omar


Melhor fotografia:


O Grande Mestre

Gravidade

Inside Llewin Davis: Balada de um Homem Comum

Nebraska

Os Suspeitos


Melhor figurino:


Trapaça

O Grande Mestre

O Grande Gatsby

The Invisible Woman

12 Anos de Escravidão


Melhor documentário em curta-metragem:


CaveDigger

Facing Fear

Karama Has No Walls

The Lady in Number 6: Music Saved My Life

Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall


Melhor montagem:


Trapaça

Capitão Phillips

Clube de Compras Dallas

Gravidade

12 Anos de Escravidão


Melhor maquiagem e cabelo:


Clube de Compras Dallas

Vovô Sem-Vergonha

O Cavaleiro Solitário


Melhor trilha sonora:


A Menina que Roubava Livros

Gravidade

Ela

Philomena

Walt nos Bastidores de Mary Poppins


Melhor design de produção:


Trapaça

Gravidade

O Grande Gatsby

Ela

12 Anos de Escravidão


Melhor animação em curta-metragem:


Feral

Get a Horse!

Mr. Hublot

Possessions

Room on the Broom


Melhor curta-metragem:


Aquel No Era Yo (That Wasn't Me)

Avant Que De Tout Perdre (Just Before Losing Everything)

Helium

Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa? (Do I Have to Take Care of Everything?)

The Voorman Problem


Melhor edição de som:


Até o Fim

Capitão Phillips

Gravidade

O Hobbit - A Desolação de Smaug

O Grande Herói


Melhor mixagem de som:


Capitão Phillips

Gravidade

O Hobbit - A Desolação de Smaug

Inside Llewin Davis: Balada de um Homem Comum

O Grande Herói


Melhores efeitos visuais:


Gravidade

O Hobbit - A Desolação de Smaug

Homem de Ferro 3

O Cavaleiro Solitário

Star Trek - Além da Escuridão


Fonte: www.omelete.uol.com.br

sábado, 1 de março de 2014

Veja os indicados do Framboesa de Ouro 2014.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Domingo, 2 de março, é dia de Oscar, cerimônia mais badalada do cinema, mas um dia antes, no sábado (hoje), acontece o também tradicional Framboesa de Ouro, em que serão anunciado não os melhores, mas os piores filmes do ano. Embora bem menos prestigiada, a cerimônia eventualmente conta com algumas estrelas na plateia. Halle Berry, em 2005, e Sandra Bullock, em 2010, foram pessoalmente receber suas "homenagens".


Pior filme


"Depois da Terra"

"Gente Grande 2"

"O Cavaleiro Solitário"

"A Madea Christmas"

"Para Maiores"


Pior atriz


Halle Berry, por "Chamada de Emergência" e "Para Maiores"

Selena Gomez, por "Resgate em Alta Velocidade"

Lindsay Lohan, por "The Canyons"

Tyler Perry, por "A Madea Christmas"

Naomi Watts, por "Diana" e "Para Maiores"


Pior ator


Johnny Depp, por "O Cavaleiro Solitário"

Ashton Kutcher, por "Jobs"

Adam Sandler, por "Gente Grande 2"

Jaden Smith, por "Depois da Terra"

Sylvester Stallone, por "Alvo Duplo", "Rota de Fuga" e "Ajuste de Contas"


Pior atriz coadjuvante


Lady Gaga, por "Machette Kills"

Salma Hayek, por "Gente Grande 2"

Katherine Heigl, por "O Casamento do Ano"

Kim Kardashian, por "Relação em Risco"

Lindsay Lohan, por "Comédia InAPPrópriada" e "Todo Mundo em Pânico 5"


Pior ator coadjuvante


Chris Brown, por "A Batalha do Ano"

Larry The Cable Guy, por "A Madea Christmas"

Taylor Lautner, por "Gente Grande 2"

Will Smith, por "Depois da Terra"

Nick Swardson, por "Inatividade Paranormal" e "Gente Grande 2"


Pior dupla


Todo o elenco de "Gente Grande 2"

Todo o elenco de "Para Maiores"

Lindsay Lohan & Charlie Sheen, em "Todo Mundo em Pânico 5"

Tyler Perry & EITHER Larry the Cable Guy ou That Worn-Out Wig & Dress, por "A Madea Christmas"

Jaden Smith & Will Smith no Paneta Nepotismo, por "Depois da Terra"


Pior diretor


As 13 pessoas que dirigiram "Para Maiores"

Dennis Dugan, por "Gente Grande 2"

Tyler Perry, por "A Madea Christmas" and "Relação em Risco"

M. Night Shyamalan, por "Depois da Terra"

Gore Verbinski, por "O Cavaleiro Solitário"


Pior roteiro


"Depois da Terra", por Gary Whitta e M. Night Shyamalan (história de Will Smith)

"Gente Grande 2", de Fred Wolfe & Adam Sandler & Tim Herlihy

"O Cavaleiro Solitário", de Ted Elliott, Justin Haythe & Terry Rosso

"A Madea Christmas", de Tyler Perry

"Para Maiores", escrito por 19 "roteiristas"


Pior remake, continuação ou plágio descarado


"Gente Grande 2"

"Se Beber, Não Case! Parte 3"

"O Cavaleiro Solitário"

"Todo Mundo em Pânico 5"

"Smurfs 2"


Fonte: www.cinema.uol.com.br