sexta-feira, 30 de outubro de 2015

EL OJO DIVULGA OS FINALISTAS DAS CATEGORIAS EL OJO RÁDIO E VIA PÚBLICA.




Trabalhos brasileiros, espanhóis e colombianos ganham destaque no Festival


Principal evento criativo das Américas, o Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica apresenta os trabalhos que compõe os shortlists de El Ojo Rádio e Via Pública. A categoria Rádio, presidida por Claudio Invernizzi, Fundador, Presidente e Chief Creative Officer da Havas Worldwide Gurisa, tem um total de 53 finalistas. Espanha lidera a lista com 13 trabalhos, seguido pelo Uruguai com dez, Colômbia com nove e Chile com cinco, Argentina com quatro, Estados Unidos (hispânico) e Peru com três, Brasil com dois e, por fim, Paraguai, América Central e Caribe com apenas um. Enquanto isso, paralelamente, o júri liderado pelo brasileiro Hugo Rodrigues, CEO da Publicis Salles e Chemestri, selecionou 72 peças para o shortlist de Via Pública. Brasil encabeça a lista com 21 trabalhos, seguido de perto pela Colômbia com 18 e Espanha com 11, em quarto lugar está a Argentina com seis trabalhos, México com cinco, Chile e Estados Unidos (hispânico) com quatro e Peru com três.

Os vencedores serão conhecidos entre os dias 4, 5 e 6 de novembro, no Hotel Hilton de Buenos Aires.


Acompanhe a lista dos finalistas das 22 categorias, através do seguinte endereço: http://www.elojodeiberoamerica.com/el-ojo-presenta-a-todos-los-finalistas-de-sus-22-categorias/


Para mais informações sobre inscrições para o Festival, credenciamento para participar do ciclo de capacitação ou para analisar a melhor forma para que sua empresa esteja no festival, entre em contato pelo e-mail: info@elojodeiberoamerica.com, ou pelo telefone (54-11) 4543-0790.


AGENDA

XVIII Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica

Hotel Hilton de Buenos Aires - Argentina

Datas: 04, 05 e 06 de novembro de 2015

Informações: info@elojodeiberoamerica.com

Telefone: (54-11) 4543-0790


SOBRE O EL OJO DE IBEROAMÉRICA

O El Ojo de Iberoamérica é o primeiro festival internacional com um olhar latino na Publicidade, Comunicação, Marketing e Entretenimento. Há 18 anos, em cada uma de suas edições, o El Ojo reúne o talento e espírito latino tornando-se uma oportunidade única de intercâmbio de ideias, experiências e projetos com o mundo.

O segredo do sucesso se encontram nos pilares que deram origem ao festival são: capacitação, inspiração, encontro, reconhecimento aos melhores trabalhos de profissionais e empresas que definitivamente estimulam o crescimento e consolidação da indústria. A cada ano o El Ojo impulsiona os limites do talento, da criatividade e comunicação latina, vendo sempre além, consolidando-se como um lugar excelente para fortalecer e potenciar vínculos além das fronteiras regionais.


Fonte: Agência Casa do Bom Conteúdo, através de Bruno Bataglioto, Jariza Rugiano, Gil Dias e Marcelo Affini.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Resultado do sorteio do 1º livro “Perdido em Marte”, de Andy Weir da Editora Arqueiro – Dia 29 de outubro.




Parabéns! Juliana Malheiros, vencedora do 1º livro “Perdido em Marte”, de Andy Weir.


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Resultado do sorteio do livro “ANIMALE”: L&PM Editores – Dia 29 de outubro.




Parabéns! Adriana Medeiros, vencedora do livro “ANIMALE”, da L&PM Editores.


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TRÊS DICAS PARA QUE VOCÊ COMPREENDA MELHOR A VIDA! Por Marcelo Andrighetti.




Salve, salve, moçada! Como estão?

Olha só…

Você tem ido no cinema?

Se sua resposta for sim, fico muito feliz. Mesmo!


Eu tenho percebido como a maioria de nós tem dificuldade de encontrar um tempo na agenda pra usufruir daquilo que mais gosta. Concorda?

Pensa só, numa sociedade onde se trabalha no mínimo oito horas por dia, com deslocamentos (carros, ônibus, bicicletas, metrô) o tempo longe de casa pode chegar a 10 horas, 11 horas. Se você dorme oito horas por dia (dizem ser o ideal), sobra pouco para poder fazer aquilo que mais gosta, seja ir ao cinema, ou mesmo vegetar em frente à tv ou computador em busca de uma série nova no Netflix (talvez o Popcorn Time se você for mais ligado).

Pensando que você vai no cinema uma vez por semana - talvez uma vez a cada quinze dias - eu elaborei três dicas para que você possa fruir melhor a narrativa de uma obra. Essa média de uma vez a cada quinze dias é baixa, eu sei. Mas fazer o quê. Cada qual tem suas desculpas.

Quantas vezes na semana você consegue dar play em um vídeo que não do youtube e assistir do início ao fim? Três, quatro vezes? Ótimo! Eu fico pasmo quando eu ouço: “com exceção das 14 séries que estou vendo no momento, eu assisto a sete filmes por semana”.


Inveja branca existe?

As dicas abaixo são para ajudar você a, todos os dias - quando acessar o Netflix ou mesmo o Porta dos Fundos - compreender um pouco melhor do que está assistindo. Que acha?

Vamos nessa!

01 - Troca de valor
Repare como os filmes e séries (e até comerciais de tv, cara!) trocam o tempo inteiro de valor. Explico. Toda cena começa com uma carga, positiva, por exemplo, e termina com outra, negativa. Não existe cena que começa e termina igual. Toda cena de um filme traz uma carga no início e outra no final. Isso é uma artimanha do autor. Foda, né? Daqui pra frente repare como é o tempo inteiro assim. E veja como a literatura faz isso de capítulo para capítulo, ou parágrafo pra parágrafo. Não é diferente na música, com o arranjo, com as nuances que ocorrem durante uma melodia. Toda a obra temporal (ou seja, que precisa de início, meio e fim para acontecer) é mantida com trocas de valores.

02 - Empatia
Você já assistiu ao filme “A Queda”? Nesta obra o autor acompanha os últimos dias de Hitler. E faz isso com uma mágica que ao final, quando o Hitler morre (sim, spoiler - mais do que lógico esse final), você sente que foi tão sugado que precisa pensar duas vezes pra não sentir pena. Como é que o roteirista fez isso? Com empatia. Empatia não é uma opção. Juntamente com a troca de valores, empatia é uma necessidade, é obrigatório, velho!!! Como diz o Robert MaCkee, só há duas formas de segurar o espectador na cadeira: troca de valores e empatia. Boa? Te liga nisso.

03 - Pontos de Virada

Aí você está lá, comendo sua pipoca, tomando uma gelada (a sua Pale Ale especial, que você ganhou no verão passado e já estava mofando na prateleira) e aí, do nada, a série que está vendo reverte completamente a lógica da história, matando o personagem que até então você achava que era o principal. E você pensa: “puta merda, nunca imaginei que isso aconteceria”. Naturalmente que não imaginou. O autor fez isso de propósito. Era pra ser um susto, mesmo. E a isso damos o nome de Ponto de Virada. Em um filme, os pontos de virada vão aparecer três, quatro ou cinco vezes. Não mais porque as pessoas não aguentam muito. Nas séries talvez duas ou três. É quando o paciente do House quase morre, ou quando o Water White descobre que - se não agir - pode ser assassinado. Isso é bem fácil de notar. Também é uma maneira de puxar a história adiante, deixando você e a sua cerveja mais grudados na poltrona.

Se você tem dificuldade de ver o Ponto de Virada, pegue filmes bem água com açúcar, melzinho na chupeta, mela cueca (ou seja, 90% dos filmes com a Jennifer Aniston pós Friends) e perceba que os pontos de virada ocorrem exatamente aos 30 minutos de filme, aos 60 e aos 90. É batata.


Feitoria, meu caro e minha cara?

Semana que vem tem mais.


#palavras

Um filme é totalmente desenvolvido por meio de palavras. Por mais que você já tenha ouvido falar de Cena, Sequência, Ato, Ponto de Virada, etc., uma obra é construída com palavras.

Claúdio caminha até Beatriz e dá um tapa no rosto dela.

É isso. São as palavras que conduzem uma história. E uma palavra pode mudar completamente a trama.

Cláudio caminha até Beatriz e dá um beijo no rosto dela.


Fonte: Escola de Roteiro, através de Marcelo Andrighetti.

TOM ZÉ ENCERRA NA SÉRIE IRREVERENTES DO UNIMÚSICA 2015 COM O SHOW NO BURACO DA FECHADURA.




Depois dos concertos com Arrigo Barnabé, Jards Macalé, Wander Wildner, Luiz Melodia e Carlos Careqa – que arrebataram o público que vem lotando o Salão de Atos da UFRGS – o UNIMÚSICA encerra a série dedicada à irreverência trazendo a Porto Alegre o mestre de Irará, o compositor-poeta-pensador TOM ZÉ. O artista se apresenta no dia 05 de novembro, às 20h, no Salão de Atos da UFRGS. No mesmo dia, às 16h, Tom Zé conversa com o jornalista e crítico de música Juarez Fonseca e Luísa Rizzatti, aluna-bolsista da UFRGS TV, em encontro aberto ao público, na Sala II do Salão de Atos.

Aos 79 anos, com vários discos gravados (o último é Vira Lata na Via Láctea, de 2014), alguns livros lançados (com destaque para ótimo Tropicalista Lenta Luta, de 2003) e tema de três documentários premiados, Tom Zé mantém o mesmo espírito inquieto que marcou a sua trajetória na música desde sempre. E continua fiel a uma ideia central: “fazer da vivacidade do espetáculo uma companheira que belisque o cognitivo da plateia”. No show NO BURACO DA FECHADURA, o trovador baiano paulistano faz um elogio a outro atributo que considera importantíssimo, a curiosidade.

No palco, Tom Zé vai estar acompanhado por músicos que tocam com ele há mais de dez anos: Daniel Maia (guitarra/vocal, produtor de seus discos recentes), Jarbas Mariz, (cavaquinho/percussão/vocal), Cristina Carneiro (teclados/vocal), Felipe Alves (contrabaixo/vocal) e Fábio Francisco Alves (bateria).

No roteiro, canções como “Curiosidade”, “Jimi Renda-se”, “O Agente da Uncle”, “Tô”, “2001” e “Augusta, Angélica e Consolação”.

O Unimúsica, em 2016, comemorará seus 35 anos de criação. A programação especial, que marcará a data, será divulgada em breve. O projeto é uma realização do Departamento de Difusão Cultural da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS.


UNIMÚSICA 2015| SÉRIE IRREVERENTES

TOM ZÉ| ENTREVISTA ABERTA COM JUAREZ FONSECA E LUÍSA RIZZATTI

Quando: 05 de novembro, quinta-feira, às 16h

Local: Sala II do Salão de Atos da UFRGS (Av. Paulo Gama, 110)

Entrada Franca


CONCERTO TOM ZÉ | NO BURACO DA FECHADURA

Quando: 05 de novembro, quinta-feira, às 20h

Local: Salão de Atos da UFRGS (Av. Paulo Gama, 110)


Ingresso: A retirada de senhas pode ser realizada a partir das 9h do dia 03 de novembro pelo site www.difusaocultural.ufrgs.br ou das 9h às 18h no mezanino do Salão de Atos da UFRGS, através da troca de 1kg de alimento não perecível por ingresso. As senhas adquiridas pelo site devem ser trocadas pelo ingresso mediante a entrega do alimento não perecível de segunda a quarta, das 9h às 18h, no mezanino.


Fonte: Coordenação e curadoria Projeto Unimúsica, Departamento de Difusão Cultural e PROREXT – UFRGS, através de Lígia Petrucci.

MCFLY JÁ SABIA! Por Marcelo Andrighetti.




Olá cinéfilo! Olá criador! Tudo bem com você?


Por aqui tudo certo. E hoje vou contar uma história de mistério e fantasia.


Algo que eu aprendi ao longo da minha jornada criativa é que, quanto melhor o autor, melhor e mais profundamente ele desenvolve os personagens de sua obra. Mais ele escreve páginas e páginas que sequer aparecem no filme, livro ou série. São detalhes que estão escondidos ou muito bem camuflados por trás de uma caracterização.

O que pouca gente sabe é que existe uma convenção entre os personagens de todas as histórias. Essa convenção determina que todos eles podem conhecer qualquer história do mundo, desde que se passem no mesmo período de tempo. Romeu (o da Julieta) já visitou Hamlet, por exemplo. Rick Blaine (do Casablanca), teve a oportunidade de bater um papo bem legal com O Grande Ditador (Chaplin). E assim sucessivamente. Ou seja, cada personagem desenvolve uma vida à parte do filme.

Não entendeu?

Vamos a um exemplo da vida real de um personagem.

Quando McFly chegou com o DeLorean em 2015, no De Volta para o Futuro II, ele aproveitou pra visitar alguns personagens e fazer novos amigos. Ele sabia que no dia seguinte (na quinta, dia 22) teríamos estreias pelo mundo. Então, McFly deu uma passada no roteiro de Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma, e conversou com James Donovan em Ponte dos Espiões - inclusive elogiou aqui o Spielberg.

Até que, não se sabe muito bem porque, McFly decidiu dar uma passada no Brasil, em um tal de Vai que Cola, que estava nas salas de cinema.

É difícil definir o verbo que será utilizado neste texto, visto que estamos falando de um personagem do passado que foi ao futuro, mas o futuro é o presente.

Ele quis saber mais sobre a narrativa brasileira. Intrigou a ele o fato de os personagens serem muitas vezes rasos, mal estabelecidos. Ele pensou: “o Bob Gale nunca faria isso comigo!”. Reza a lenda que McFly até ministrou um workshop no Rio de Janeiro, detalhando gênero e subgênero, e dando ênfase ao arco dramatúrgico. A aula foi realizada somente para personagens convidados e subconscientes de alguns roteiristas que dormiam na hora.

Mas por conta desse Workshop, McFly também conheceu filmes como Zoom, a adaptação do argentino Um Namorado para Minha Mulher, e ainda teve a oportunidade de entrar em alguns roteiros ainda em fase de escrita. Conheceu personagens muito bons e aí fez uma reflexão interessante sobre o Brasil.

Percebeu que ainda estamos na engenharia da obra. E teve a maestria de resumir que veio de um lugar onde há anos se estabeleceu padrões e formas. Lá não há mais tanta engenharia. Agora "até temos muita construção", brincou.

Ele elogiou tramas argentinas, que retratavam o país de forma tão universal, e criticou o Brasil que retratava o país para grupos de brasileiros, criando histórias muitas vezes só locais. Chegou a fazer piada ao dizer que os principais gêneros aqui são: "cinema gaúcho, cinema carioca, cinema de paulista, cinema recifense".

E então, deixou o Brasil pra traz dizendo que, se “pudesse entrava no DeLorean e encarava uma viagem a 2030 só para pesquisar os amigos personagens que lá estarão. Prefiro acreditar que ao voltar para o futuro do cinema brasileiro encontrarei algo mais maduro e mais formado, longe de uma dependência do Estado e próximo de uma criação onde mercado e arte estejam alinhados, de maneira que possam se virar muito bem juntas. Só assim personagens como eu seremos felizes para sempre. Mas esta é minha opinião".

E finalizou ressaltando a importância de os roteiristas se tornarem artistas profundamente empenhados com suas obras, deixando de lado o ego, e - ao mesmo tempo - "entender e mergulhar no mercado do cinema como produto". Um equilíbrio saudável para o cinema nacional.

Grande McFly!


Fonte: Escola de Roteiro, através de Marcelo Andrighetti.

EL OJO DE IBEROAMÉRICA DIVULGA OS FINALISTAS DA CATEGORIA INOVAÇÃO.




Em busca do grande metal, Brasil lidera com quatro trabalhos


Principal evento criativo das Américas, o Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica apresenta os trabalhos que compõe o shortlist do El Ojo Inovação. O júri presidido por Bruno Rovagnati, Vice-Presidente Sênior e Diretor-Gerente da R/GA América Latina, anunciou os 11 finalistas da categoria. Com quatro trabalhos finalistas, os brasileiros estão na liderança desta categoria que também é composta por colombianos, argentinos, equatorianos, espanhóis e caribenhos. Os vencedores serão conhecidos nos dias 4, 5 e 6 de novembro, no Hotel Hilton de Buenos Aires.


Acompanhe a lista dos finalistas das 22 categorias, através do seguinte endereço: http://www.elojodeiberoamerica.com/el-ojo-presenta-a-todos-los-finalistas-de-sus-22-categorias/


Para mais informações sobre inscrições para o Festival, credenciamento para participar do ciclo de capacitação ou para analisar a melhor forma para que sua empresa esteja no festival, entre em contato pelo e-mail: info@elojodeiberoamerica.com, ou pelo telefone (54-11) 4543-0790.


AGENDA

XVIII Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica

Hotel Hilton de Buenos Aires - Argentina

Datas: 04, 05 e 06 de novembro de 2015

Informações: info@elojodeiberoamerica.com

Telefone: (54-11) 4543-0790


SOBRE O EL OJO DE IBEROAMÉRICA

O El Ojo de Iberoamérica é o primeiro festival internacional com um olhar latino na Publicidade, Comunicação, Marketing e Entretenimento. Há 18 anos, em cada uma de suas edições, o El Ojo reúne o talento e espírito latino tornando-se uma oportunidade única de intercâmbio de ideias, experiências e projetos com o mundo.

O segredo do sucesso se encontram nos pilares que deram origem ao festival são: capacitação, inspiração, encontro, reconhecimento aos melhores trabalhos de profissionais e empresas que definitivamente estimulam o crescimento e consolidação da indústria. A cada ano o El Ojo impulsiona os limites do talento, da criatividade e comunicação latina, vendo sempre além, consolidando-se como um lugar excelente para fortalecer e potenciar vínculos além das fronteiras regionais.


Fonte: Agência Casa do Bom Conteúdo, através de Bruno Bataglioto, Jariza Rugiano, Gil Dias e Marcelo Affini.