Dylan Dog é uma revista em quadrinhos, da linha Bonelli Comics, publicada na Itália pela Sergio Bonelli Editore e com edições lançadas no Brasil por diversas editoras.
Dylan Dog, conhecido como o Detetive do Pesadelo, é um investigador e tem um inseparável parceiro chamado Groucho, que está sempre pronto a fazer piadinhas sobre qualquer tema, assunto ou acontecimento.
A revista Dylan Dog é um dos maiores fenômenos editoriais dos fumetti. Desde o lançamento, em outubro de 1986 na Itália, as vendas nunca pararam de subir e a tiragem atual chega à casa de um milhão de exemplares por mês, entre edição normal, reedição e terceira edição.
Apesar do sucesso na Itália e em vários outros países, a série sempre sofreu cancelamentos no Brasil devido aos altos preços cobrados por material impresso de má qualidade, dentre outros fatores como má divulgação. Em 2011 foi lançado um filme norte-americano sobre o personagem. Nos Estados Unidos, a Dark Horse tentou aproveitar a promoção da nova produção e republicou edições lançadas em 1999 (as mesmas que a Editora Conrad publicou no Brasil) em uma edição especial encadernada com 680 páginas, com o nome de "Dylan Dog Case Files".
Detalhes do Produto:
Editora: Record
Formato: Magazine (21 x 26,5 cm)
Preto e branco/Lombada quadrada
Número de Páginas: 50
Preço: R$ 30,00
Camiseta ‘Don't Mess With Texas’
Don't Mess With Texas
Descrição
Camiseta ‘Don't Mess With Texas’
Produto feito por ENCOMENDA.
O prazo para fabricação é de até 5 dias contados a partir da confirmação do seu pagamento.
DIRIGIDO PELO FRANCÊS CEDRIC NICOLAS-TROYAN, LONGA APOSTA NO LADO SOMBRIO DOS CONTOS DE FADAS
A personagem Freya (Emily Blunt) – também conhecida como Rainha do Gelo - é surpreendida ao usar o poderoso espelho mágico em cena de “O Caçador e a Rainha do Gelo” (The Huntsman: Winter’s War). Assustada, ela questiona como pode estar cara a cara com sua irmã Ravenna (Charlize Theron), que julgava estar morta.
Cena
Com uma guerra de dominação entre as duas rainhas, um herói se coloca entre as elas: o melhor caçador de Freya, Eric (Chris Hemsworth). Ao lado da guerreira Sara (Jessica Chastain) – a única mulher que foi capaz de capturar seu coração –, Eric deve ajudar Freya a derrotar sua irmã, ou Ravenna governará para a eternidade.
Produzido por Joe Roth (de “Malévola” e “Alice no País das Maravilhas”), o longa conta a história anterior ao filme “Branca de Neve e o Caçador”, a partir de personagens criados por Evan Daugherty. Com direção de Cedric Nicolas-Troyan, “O Caçador e a Rainha de Gelo” tem estreia marcada para 21 de abril.
Fonte: Agência Febre, através de Jéssica Quinalha e Ciro Bonilha.
A Sessão Philos do +Globosat vai exibir no dia 8, sexta-feira, o segundo episódio da série “A alimentação de Da Vinci”, produção baseada na descoberta da lista de compras de supermercados do pintor feita pelo casal Won-jin e Song Eun-jung. A série “Câncer” vai encerrar a programação do dia e abordará a cura da doença que ainda hoje é considerada um dos maiores desafios da história da ciência.
Sextas, às 13h
REPRISES: Domingos (8h), terças (2h) e quintas (6h)
08/04 – “A alimentação de da Vinci” e “Câncer”
Sessão Philos no +Globosat
A Sessão Philos leva para o canal +Globosat uma seleção dos melhores documentários sobre arte, história, música, atualidades, ciência, povos e culturas. Todas as produções exibidas fazem parte da grade do Philos.
Sobre o Philos
Criado pela Globosat, o Philos não é um canal tradicional. Com um vasto acervo que reúne os melhores documentários e espetáculos inesquecíveis, Philos está disponível no modelo de subscription video on demand (SVOD), em que o espectador escolhe o momento e o conteúdo que deseja assistir, quantas vezes quiser, por meio de uma assinatura. Com produções de altíssima qualidade, Philos reúne documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, música, povos e culturas; debates e entrevistas; e espetáculos de dança e música – tudo em alta definição (HD).
Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO INTEGRADA, através de Melina Nascimento e Renata Ramos.
Álcool, apostas e mulheres: estes foram alguns dos temas que consagraram Charles Bukowski como um dos maiores escritores underground contemporâneos. Mas em Queimando na água, afogando-se na chama, fica evidente que ele já explorava tais assuntos muito antes de se notabilizar como o “velho safado”. Esta coletânea de poemas, escritos originalmente entre 1955 e 1973, pinta o retrato do autor como um ilustre desconhecido, no auge de seus trinta anos. Entre porres e reflexões, corridas de cavalo e amantes (sem contar uma passagem alucinada por Nova Orleans), Bukowski testa limites não apenas no seu dia a dia, mas também nos vários experimentos poéticos que realiza no período – já demonstrando a verve que o tornaria famoso anos mais tarde.
Nos quatro livros que compõem esta genial coleção – Meu coração tomado em suas mãos (1963), Crucifixo em uma mão morta (1965), Na rua do terror e no caminho da agonia (1968) e Queimando na água, afogando-se na chama (1974) –, o autor reuniu alguns dos poemas que ele próprio considerava seus melhores. Com um estilo mais romântico e idealista, mas sem deixar de lado a voz áspera que o caracteriza, o jovem Buk esmiúça de forma ao mesmo tempo mordaz e melancólica o lado sombrio do sonho americano.
Pontos fortes de venda:
1) Reúne os melhores poemas de Charles Bukowski escritos entre 1955 e 1973 – de antes de ele se tornar um autor conhecido na década de 1980 por sua obra narrativa.
2) Geralmente apontado como um dos melhores livros de poesia do autor, juntamente com "O amor é um cão dos diabos" e "Miscelânea septuagenária".
3) Trazendo trabalhos da primeira fase de Bukowski, tem um tom romântico, até idealista por vezes, sem deixar de lado o humor ácido pelo qual ele se tornaria conhecido.
4) Como em seus outros livros de poesias, o autor faz o melhor uso possível do verso livre, que aqui ganha singeleza e pungência ao mesmo tempo.
5) Charles Bukowski é um dos autores best-seller da L&PM Editores; todos seus livros têm uma trajetória de êxito comercial – inclusive os livros de poesia, como "O amor é um cão dos diabos", "As pessoas parecem flores finalmente" e "Miscelânea septuagenária".
6) Primeiramente publicado em formato 14cmx21cm, teve êxito de vendas e se esgotou em poucos meses.
Informações Gerais
Título: QUEIMANDO NA ÁGUA, AFOGANDO-SE NA CHAMA
Título Original: BURNING IN WATER, DROWNING IN FLAME
Um par de ingressos para cinema, do Cineflix (João Pessoa), mês de abril.
Promoção semanal do sorteio (toda quarta-feira) de um par de ingressos para cinema fornecido gentilmente pelo nosso parceiro, Cineflix (João Pessoa), mês de abril.
Favor ler o regulamento abaixo.
Regulamento:
Para concorrer a um par de ingressos de cinema do Cineflix João Pessoa, os interessados na promoção deverão residir em Porto Alegre ou na Grande Porto Alegre, entrar no site do “A Hora Do Cinema” (www.ahoradocinema.com), e preencher a ficha de inscrição que se encontra no link “Promoções”, pronto! Você estará apto a concorrer à promoção durante o mês vigente (sorteio semanal, toda quarta-feira).
Observação: No preenchimento da ficha de inscrição, no campo de mensagem você deverá especificar que está concorrendo à promoção dos ingressos de cinema, do Cineflix João Pessoa, Ok?
Patrocínio
Promoções 2016, mês de abril (Livros da Editora Arqueiro).
A Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante está colocando à nossa disposição em abril (para realização de Sorteios), um exemplar de ‘O Quarto Dia’ e um exemplar de ‘Trama’.
O Quarto Dia
Trama
Favor ler o regulamento abaixo.
Regulamento
Para você estar apto a participar dos sorteios de um exemplar de ‘O Quarto Dia’ e um exemplar de ‘Trama’, cedidos pela a Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante, você deverá entrar no site do “A Hora Do Cinema” (www.ahoradocinema.com) e realizar o preenchimento da ficha de inscrição e pronto! Você estará apto a concorrer a esta promoção. O sorteio do exemplar de ‘O Quarto Dia’ irá ocorrer no dia 29 de abril e o sorteio do exemplar de ‘Trama’ irá ocorrer no dia 30 de abril de 2016. Os vencedores receberão o seu livro, diretamente em sua casa, sem custos, pois, a Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante são as grandes parceiras desta promoção.
Observação: No preenchimento da ficha de inscrição, no campo de mensagem você deverá especificar que está concorrendo às promoções dos Livros da Editora Arqueiro, Ok?
“Com grandes poderes vem grandes responsabilidades!”
A frase acima faz parte do universo do Homem Aranha, mas ela poderia ser inserida para qualquer super-herói de HQ que se preze, principalmente para aqueles com “superpoderes”. Quando Cavaleiro das Trevas e Watchmen foram lançadas em 1986, se lançou um questionamento: ‘se seria uma bênção ou maldição, se pessoas com poderes extraordinários realmente existissem em nosso mundo real?’. Batman vs Superman: A Origem da Justiça não somente dá continuidade aos eventos vistos no Homem de Aço, como também cria novos rumos sobre esse questionamento.
Após a quase destruição de Metrópolis provocada pela super briga entre Superman (Henry Cavill) e Zod (Michael Shannon), o mundo se divide em opiniões com relação ao homem de aço: uns o veem como um novo Deus entre os homens, já outros o veem como uma bomba relógio, prestes a explodir. Nesse cenário surge um amargurado Batman/Bruce Wayne (Bem Affleck) que vê o kryptoniano como um inconsequente, que não percebe ao seu redor a destruição que ele está provocando. Ao mesmo tempo, Lex Luthor II (Jesse Eisenberg) surge como dono de um império poderoso e que guarda para si planos minuciosos, tanto para Batman quanto para Superman e também para outras pessoas com talentos escondidos.
Já nos primeiros minutos podemos ter uma ideia de como será apresentada a trama, comandada por Zack Snyder (300). Se em Homem de Aço o lado autoral do cineasta estava um tanto que contido, aqui ele novamente prega o que melhor sabe fazer: muita câmera lenta e fotografia elegante, nas quais ambas unidas se criam cenas, no qual as imagens falam por si. Snyder nunca foi exatamente um grande contador de histórias, mas tem que se tirar o chapéu quando ele está inspirado, pois somente em poucos minutos ele consegue recontar a origem do homem morcego de forma soberba e ao mesmo tempo colocando ele no cenário dos eventos vistos em O Homem de Aço. Criticado por ter feito uma “super briga” desenfreada e cheia de destruição, Zack Snyder foi gênio ao colocar Bruce Wayne como uma espécie de nossa visão em relação àqueles eventos fatídicos, vistos em Metrópolis. Testemunha de tamanha destruição, Bruce Wayne então decide voltar a combater o crime em Gothan, mas ao mesmo tempo arquitetando uma forma para deter o Homem de Aço. Criticado por ter sido escolhido para o papel, Bem Affleck nos brinda com o Batman definitivo do cinema, pois realmente ele passa ameaça, medo e pavor para os delinquentes, que o veem como um verdadeiro bicho papão da noite.
Não tolerando a justiça com as próprias mãos, orquestrada pelo homem morcego nas ruas de Gothan, Clark Kent / Superman se posiciona dando um ultimato para ele abandonar a cidade. Tem-se então a origem do conflito, pois embora ambos sejam heróis, os métodos de cada um fazem com que eles se colidam. Na realidade ambos estão certos, mas ao mesmo tempo errados em suas ações: Batman usa os seus dons para combater o crime, mas sua fúria e o desejo de vingança por vezes o cega. Já Superman em muitos momentos não tem a ideia do tamanho do estrago que ele poderia provocar em uma ação, mesmo que essa ação seja para salvar entes queridos como Lois Lane (Amy Adams).
Tendo se consagrado no filme A Rede Social, Jesse Eisenberg nos brinda com um Lex Luthor diferente de todas as versões que a gente já viu, ambicioso por conhecimento, esse Lex demonstra a todo o momento temor pelo desconhecido, mais precisamente por um Deus do qual ele não possa questionar ou controlar. Usando somente inteligência como a sua arma, esse Lex Luthor de Jesse Eisenberg se torna um inimigo imprevisível na trama, mesmo que caia na armadilha de alguns críticos em querer compará-lo de uma forma injusta, com o Coringa de Heath Ledger em Cavaleiro das Trevas, aliás, é através de Luthor que conhecemos as versões de carne e osso de outros heróis, que posteriormente irão surgir em outras adaptações para o cinema, que são Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller), Cyborg (Ray Fisher) e Diana Prince / Mulher-Maravilha (Gal Gadot). É nesse ponto que há erros e acertos, pois se Aquaman e Cyborg surgem rápido demais em cena, porém, Mulher Maravilha acaba se tornando o grande destaque dos heróis coadjuvantes, e qualquer crítica que havia em relação à escolha de Gal Gadot, para interpretá-la, caí por terra, principalmente quando ela surge em ação.
No embate entre o Homem de Aço e o homem morcego, as cenas e suas consequências poderão ser épicas para os marinheiros de primeira viagem, porém previsíveis para aqueles que têm um certo conhecimento de HQ, principalmente de clássicos como Cavaleiro das Trevas. E se o final desse embate poderá soar como bobo para alguns, para mim soou como imprevisível. A trindade reunida pela primeira vez na trama acaba sendo um verdadeiro colírio para os olhos de qualquer fã, mas nem tudo é perfeito! Quem assistiu aos trailers sabia que o monstro Apocalipse apareceria na trama e essa versão do personagem acaba se tornando a maior decepção do filme. Meio Orc (O Hoobbt) e meio Abominável (O incrível Hulk), o personagem foi criado em um CGI não muito convincente e gerando efeitos visuais desnecessários, que acabam confundindo em relação ao que realmente acontece em cena.
As consequências do embate irão abrir caminho para os filmes futuros, como o da Liga da Justiça, mas não espere por uma cena surpresa após os créditos, pois Batman vs Superman: A Origem da Justiça tem começo, meio e fim e não dificulta muito o entendimento para os leigos. Resumidamente é um filme dedicado para os fãs radicais, mas ao mesmo tempo convida pessoas que jamais leram nenhum clássico protagonizado por esses personagens. Batman vs Superman: A Origem da Justiça é mais do que uma mera adaptação de HQ, mas sim um filme que nos estimula a pensar sobre a possibilidade de um mundo habitado por humanos e super seres, e sobre qual seria a consequência dessa convivência.
Por ser filho de um casal de médicos, o cineasta, Apichatpong Weerasethakul parece que faz referências sobre hospitais e problemas físicos em seus filmes. Em Cemitério do Esplendor boa parte da trama acontece em uma clínica onde tratam os soldados que desenvolveram uma misteriosa doença do sono. O Local já foi lugar de uma escola, e o terreno, ao tudo indica, se encontra em cima de um antigo cemitério de reis. Com relação a isso, nos filmes de Apichatpong Weerasethakul, não somente as pessoas, como também os prédios e o local têm histórias a serem contadas através do passado, que se enlaça com a época atual em regime de absoluta normalidade. Uma senhora volta todas as suas atenções a um dos soldados como se ele fosse seu parente mais próximo, e no qual se cria um laço com uma garota sensitiva capaz de acessar o pensamento dos soldados dormindo. O que mais me impressionou no cinema de Apichatpong Weerasethakul, do qual vai muito além de um ritmo suave e de uma simplicidade única, é a sua falta de truques de magia.
Pelo que eu soube de seus filmes, seres acima dos homens podem se vestir de uma forma simplória e dialogar com pessoas comuns enquanto comem um almoço corriqueiro; uma médium pode visitar fisicamente o passado distante; os sonhos de duas pessoas podem ter algo em comum; as luzes de uma enfermaria podem se vistas em inúmeros lugares da cidade. Mas nada muda com o efeito, mas sim surge simplesmente de uma forma natural. O extraordinário, e os mistérios do além habitam e convivem no mesmo cenário como se fosse à coisa mais comum do mundo. Isso dá uma ideia do como às tradições e as lendas são na Tailândia, e de como elas estão sendo vistas no ocidente. Ao mesmo tempo em que refaz antigas lendas, Apichatpong Weerasethakul também lida com o dia a dia de seu país, como os costumes e a moda do ocidente fazendo parte do ambiente local. Cemitério do Esplendor é um conto lírico, onde a fantasia e a realidade se fundem num único cenário e o que pode ser absurdo ou extraordinário para alguns, pode ser o corriqueiro para muitos.