terça-feira, 5 de julho de 2016

Paris Filmes revela cartaz oficial de ‘Nerve – Um Jogo Sem Regras’.


COM ESTREIA NOS CINEMAS AGENDADA PARA 25 DE AGOSTO, LONGA COM EMMA ROBERTS E DAVE FRANCO NARRA A HISTÓRIA DE UM JOGO DE CELULAR QUE DESAFIA SEUS PARTICIPANTES AO EXTREMO


O cartaz oficial de “Nerve – Um Jogo Sem Regras” acaba de ser lançado nacionalmente pela Paris Filmes. No material, os atores Emma Roberts e Dave Franco, que protagonizam o suspense na pele de Vee DeMarco e Ian, aparecem entre a iluminação das ruas e as lanternas dos veículos. O longa tem estreia nacional agendada para 25 de agosto e conta com distribuição da Paris Filmes.

Em “Nerve – Um Jogo Sem Regras”, Vee DeMarco (Emma Roberts) é uma estudante do Ensino Médio que não gosta de chamar atenção e sonha com o dia em que entrará na faculdade. Mas, cansada de ser vista como a garota que não se arrisca na vida, ela decide participar do jogo disponível em seu celular “Nerve – Are you a Watcher or a Player?” (Você é um observador ou um jogador?). Para a surpresa de todos, ela escolhe ser jogadora, acreditando ser um jogo inofensivo, até descobrir que todos os seus passos e atos são vistos e manipulados por uma comunidade anônima de hackers.

O filme é dirigido por Henry Joost e Ariel Schulman, baseado no livro homônimo de Jeanne Ryan e adaptado pela roteirista Jessica Sharzer, que já trabalhou com Roberts nas séries “American Horror Story” e “Scream Queens”.


Trailer



Fonte: Assessoria de Imprensa da Paris Filmes, através de Maria Inez Aranha.

DOCUMENTÁRIO SOBRE JANIS JOPLIN ESTREIA NA CINEMATECA PAULO AMORIM.




Uma das estreias desta quinta-feira na Cinemateca Paulo Amorim é o documentário JANIS: LITTLE GIRL BLUE, da diretora norte-americana Amy J. Berg (de “Deliver Us from Evil”, indicado ao Oscar em 2007). Com narração da cantora Cat Power, o documentário acompanha aquela que foi uma das maiores vozes da história da música: Janis Joplin.

O filme traz imagens de arquivo inéditas, correspondências pessoais de Janis para a família e amigos, entrevistas com a cantora e com seus contemporâneos, além de cenas da sua passagem pelo Brasil. O filme traz também suas performances ao vivo de clássicos como "Piece of My Heart," "Cry Baby," e " Me and Bobby McGee."

O lançamento é da Zeta Filmes.


Trailer

JANIS: LITTLE GIRL BLUE_trailer_lançamento Brasil from Zeta Filmes on Vimeo.




‘DOCUMENTÁRIO SOBRE JANIS JOPLIN ESTREIA NA CINEMATECA PAULO AMORIM’

A partir de quinta-feira (07/07)

Rua dos Andradas, 736 - Porto Alegre RS

Fone (51) 3226-5787


Fonte: Programação e divulgação da Cinemateca Paulo Amorim, através de Mônica Kanitz.

Philos exibe Kehinde Wiley: A Beleza Das Mulheres Negras e Petra - A Lenda Da Cidade De Pedra.




8 de julho, sexta-feira, às 13h


No dia 8 de julho, sexta-feira, às 13h, o público da Sessão Philos, no Mais Globosat, terá a oportunidade de conferir “Kehinde Wiley: A Beleza Das Mulheres Negras”, produção que conta a história do artista que ficou famoso por suas impressionantes pinturas de afroamericanos. Também nesta data, o Philos vai apresentar “Petra - A Lenda Da Cidade De Pedra”, que conta a história desta misteriosa tribo que construiu há mais de dois mil anos uma cidade próspera em um das regiões mais secas do mundo, a atual Jordânia.


Sextas, às 13h

REPRISES: Domingos (8h), terças (2h) e quintas (6h)

08/07 - Kehinde Wiley: A Beleza Das Mulheres Negras e Petra - A Lenda Da Cidade De Pedra


Sessão Philos no Mais Globosat

A Sessão Philos leva para o canal Mais Globosat uma seleção dos melhores documentários sobre arte, história, música, atualidades, ciência, povos e culturas. Todas as produções exibidas fazem parte da grade do Philos.


Sobre o Philos

Criado pela Globosat, o Philos não é um canal tradicional. Com um vasto acervo que reúne os melhores documentários e espetáculos inesquecíveis, Philos está disponível no modelo de subscription video on demand (SVOD), em que o espectador escolhe o momento e o conteúdo que deseja assistir, quantas vezes quiser, por meio de uma assinatura. Com produções de altíssima qualidade, Philos reúne documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, música, povos e culturas; debates e entrevistas; e espetáculos de dança e música – tudo em alta definição (HD).


Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO, através de Melina Nascimento e João Veiga.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Meu Amigo Hindu, longa mais recente de Hector Babenco, está disponível em VOD e DVD.


Depois de oito anos, o diretor retorna com, em suas próprias palavras, “uma história que aconteceu comigo e a conto da melhor forma que eu sei.”


Uma experiência pessoal de Hector Babenco foi o ponto de partida para seu novo longa, “Meu Amigo Hindu”, que está disponível em DVD e nas principais plataformas digitais (Now, Oi TV, Vivo, GVT, Google Play, Looke, Youtube).

No filme, Diego, o personagem principal, é um diretor de cinema que, ao saber que sofre de uma doença que pode ser fatal, casa-se com sua mulher de muitos anos, despede-se de seus amigos e entra numa rotina de longas jornadas em um hospital.

Lidando com a dor e conversando com a morte, conhece um menino hindu que se torna seu mais novo amigo. Um dia ele não aparece mais. Diego recebe alta, mas sua vida nunca mais será a mesma. Seu casamento acaba e, solitário, chega a se questionar se ele não estaria morrendo e ninguém lhe diz nada, até que conhece uma nova mulher.

No elenco, estão nomes como Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Barbara Paz, Selton Mello, Guilherme Weber, Reynaldo Gianecchini, Tuna Duek e Dan Stulbach.

O longa é uma produção é da HB Filmes e foi produzido por Babenco, além de contar com os produtores executivos Jeremy Thomas e Marcelo Torres. A distribuição nacional é da Europa Filmes.


O Diretor

Nascido em Buenos Aires, na Argentina, Hector Babenco se mudou para o Brasil aos 19 anos. No cinema, antes de assinar seu primeiro longa-metragem, foi produtor executivo e codiretor, com Roberto Farias, de “O Fabuloso Fittipaldi” (1973). Dirigiu seu primeiro longa de ficção, “O Rei da Noite”, em 1975 e em 1977, “Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia”. Em seguida, lançou dois de seus filmes mais reconhecidos, “Pixote, A Lei do Mais Fraco” (1980) e “O Beijo da Mulher-Aranha” (1984).

Trabalhou com Jack Nicholson e Meryl Streep em “Ironweed” (1987), filme pelo qual os dois atores foram indicados ao Oscar, e com Aidan Quinn e Katty Bates em “Brincando Nos Campos do Senhor” (1990). “Coração Iluminado” (1998) marcou a volta de Babenco à ativa, depois de vencer um câncer linfático, descoberto oito anos antes. Em “Carandiru” (2003), levou para as telas o livro Estação Carandiru de Dráuzio Varella, médico oncologista que acompanhou seu tratamento. Em 2007, abriu a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo com “O Passado”, assim como em 2015, com “Meu Amigo Hindu”.

Também dirigiu a série “Carandiru – Outras histórias” (2005), da Rede Globo e diversos espetáculos teatrais como “Loucos de Amor”, (1988), “Closer - Mais Perto” (2000) e Hell (2010). Sua montagem mais recente foi “Vênus em Visom”, que esteve em cartaz em 2013 e 2014.


Meu Amigo Hindu (Brasil, 115 min., 2015)

Direção e roteiro: Hector Babenco

Elenco: Willem Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Barbara Paz, Selton Mello, Guilherme Weber, Reynaldo Gianecchini, Denise Weinberg, Maitê Proença, Dan Stulbach, Vera Valdez, Stella Schnabel, Phil Miler, Dani Galli, Dalton Vigh, Clara Choveux e Rio Adlakha (Menino Hindu)


Fonte: Assessoria de Imprensa da Europa Filmes, através de Ana Gerardi.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Crítica: Independence Day 2: O Ressurgimento, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Quando Independence Day foi lançado em 1996, o clima de patriotismo e invencibilidade dos americanos era fortíssimo. Após 11 de Setembro, o mundo mudou, se tornando mais global, ao ponto que aquele filme, além de muitos da década de 90, ficaram meio que datados, para não dizer ridículos. Vinte anos depois surge finalmente esse Independence Day 2: O Ressurgimento, do qual nada mais é do que uma releitura do original e se entregando ao lado bobo da narrativa daquele tempo.

Os sobreviventes de 1996 reconstruíram a terra, com ajuda da tecnologia alienígena, que ficou abandonada. Porém, novamente os aliens retornam com força total, através de uma gigantesca nave que aterrissa e cobre boa parte da terra. Novamente, os seres humanos de várias nações precisam unir forças para combater os invasores, antes que seja tarde demais. Basicamente é isso a trama, sem muitos rodeios e partindo para o principal, que é entreter o cinéfilo que for assistir. O problema é encarar uma trama tão boba, no decorrer da trama, por exemplo, há inúmeros momentos em que ela tira sarro do próprio gênero.

Durante os anos após o filme original, Roland Emmerich se especializou na criação de filmes catástrofes, desde O dia depois do Amanhã e 2012, mas com personagens que não nos importávamos muito se fossem viver ou morrer, de tão dispensáveis que eram. Aqui, alguns personagens do filme original retornam (com exceção do personagem de Will Smith), se há o retorno dos veteranos, é claro que tem o surgimento de uma nova geração de personagens, mas que infelizmente não são nada interessantes. Temos o par romântico, constituído pelo herói bad boy (Liam Hemsworth), e pela mocinha (Maika Monroe), filha do ex-presidente (Bill Pullman, ‘mais caricato do que nunca’). Dylan Hiller (Jessie Usher) integra o filme como o filho de Will Smith, uma escolha acertada, porém desperdiçada, lembramos que ‘Will Smith’ não topou retornar para o seu personagem.

Dessa salada toda sem carisma, o único que se salva é o próprio Jeff Goldblum, por assumir descaradamente o fato de estar participando de um filme tão bobo e, portanto as principais piadas da trama são protagonizadas por ele mesmo, com o direito de tirar sarro das situações absurdas que acontecem. Absurdo é talvez a palavra chave que domina o filme, pois nunca se viu uma nave tão gigantesca no cinema, ao ponto de cobrir vários países e quebrando qualquer lógica de tal situação.

Com um ato final cheio de ação e que se torna a melhor coisa do filme, Independence Day 2: O Ressurgimento é um filme bobo e divertido, daquele que irá passar na tv numa tarde qualquer da vida e logo será esquecido, pois não podemos forçar os nossos cérebros e levar muito a sério isso tudo.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ em sessão de pré-estreia.




O filme ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ, do diretor José Barahona, ganha uma sessão de pré-estreia na próxima terça-feira (dia 5 de julho) na Cinemateca Paulo Amorim. A sessão começa às 19h, na Sala Norberto Lubisco – neste horário, fica cancelada a exibição de “Os Outros”.

Baseado no livro do escritor Luiz Ruffato, o filme acompanha o drama de Sérgio (Paulo Azevedo), um homem jovem que decide tentar a sorte em Lisboa depois de um casamento frustrado e vários problemas no Brasil. Mas, na capital portuguesa, Sérgio se confronta com a dura realidade da imigração: o dia a dia, o submundo e as diferenças culturais vão revelar um lugar diferente daquele com que sonhara.


Ficha Técnica

Direção e Roteiro: JOSÉ BARAHONA

Brasil-Portugal – 94min - 2015

Elenco:

PAULO AZEVEDO - Sérgio

RENATA FERRAZ - Sheila

AMANDA FONTOURA - Noemi

RODRIGO ALMEIDA – Rodolfo

HENRIQUE FRADE – Dr. Fernando

Fotografia: DANIEL COSTA NEVES

Som: PEDRO SÁ EARP

Montagem: JOSÉ BARAHONA / PATRÍCIA SARAMAGO

Edição de som e Mixagem: TIAGO MATOS

Música: FELIPE AYRES

Produção: CAROLINA DIAS (Refinaria Filmes - Brasil)

Co-Produção: FERNANDO VENDRELL (David & Golias – Portugal)


Serviço

Sessão de pré-estreia do filme ‘ESTIVE EM LISBOA E LEMBREI DE VOCÊ’

Próxima terça-feira (dia 5 de julho)

Ás 19h

Na Cinemateca Paulo Amorim

Rua dos Andradas, 736 - Porto Alegre RS

Fone (51) 3226-5787


Fonte: Programação e divulgação da Cinemateca Paulo Amorim e Foco Jornalístico, através de Mônica Kanitz e Regina Cintra.

Jovens cineastas curitibanos ganham destaque internacional.




Realizadores formados pelo Centro Europeu brilham com premiação e indicação em eventos importantes da área audiovisual


Dois filmes realizados por cineastas paranaense, formados pelo Curso de Cinema do Centro Europeu, ganharam destaque internacional no mês de junho. Otávio Magalhães Lima e Yuri Maranhão tiveram obras selecionadas para alguns dos principais festivais de cinema do mundo.

O filme “Agora” (imagem acima), de Otávio Magalhães Lima, recebeu o prêmio de Melhor Curta Estrangeiro no Hollywood International Independent Documentary Awards, realizado no dia 19 de junho, em Los Angeles. Poucos dias depois, a obra foi selecionada para a próxima edição do TMC London Film Festival, que será realizado em Londres, no próximo mês de setembro. O filme tem o escalador Lucas Câmara Lima, irmão do diretor, como protagonista, e mostra a relação entre a escalada e a vida, com toda a superação de desafios existente nesse processo.

“A escalada é uma metáfora incrível para qualquer outra coisa. Porque não é o topo que importa, é a escalada. O topo é um estado passageiro, você passa por lá e vai descer, começar outra coisa. Você tem que estar conectado com o presente, com o que você faz, com o que você é e com o que te faz feliz”, explica Otávio.

Já Yuri Maranhão foi indicado ao 19th YDA - Young Director Award, na categoria Short Film, com o filme "Kiss FM - Highlander", em que assina a direção de fotografia. Os vencedores deste prêmio, que consagra talentos emergentes, foram anunciados em cerimônia no The Cannes Marriott Theatre, no último dia 23 de junho, na França. O filme foi realizado pela produtora The Youth, da qual Yuri é um dos sócios.


Fonte: P+G Comunicação Integrada, através de Caroline Rodrigues.