segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

La La Land – Cantando Estações contabiliza 7 estatuetas no Globo de Ouro 2017.


Com ‘La La Land – Cantando Estações’, Paris Filmes contabiliza 7 estatuetas no Globo de Ouro 2017


COM SESSÕES A PARTIR DE QUINTA (12), LONGA GANHOU EM TODAS AS CATEGORIAS EM QUE CONCORRIA, INCLUINDO MELHOR FILME


Neste domingo (8), a Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood consagrou “La La Land – Cantando Estações”, com distribuição nacional Paris Filmes, como o grande vencedor da 74ª edição do Globo de Ouro. Premiado com 7 estatuetas nas categorias: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Roteiro e Direção para Damien Chazelle, Melhor Trilha Original, Melhor Atriz de Comédia ou Musical para Emma Stone, Melhor Ator de Comédia ou Musical para Ryan Gosling e Melhor Música para “City of Stars”, o filme bateu recordes da premiação e se tornou a produção que mais venceu prêmios no Globo de Ouro, superando os clássicos "Um Estranho no Ninho" e "O Expresso da Meia-Noite", que têm seis prêmios cada.

Dirigido por Damien Chazelle, que ganhou o Oscar em três categorias com “Whiplash: em Busca da Perfeição” (2014), incluindo a de melhor ator coadjuvante com J. K. Simmons, que também atua em "La La Land – Cantando Estações", a Paris Filmes abre seu calendário de estreias internacionais com o longa a partir desta quinta-feira, 12 de janeiro. Com estreia nacional agendada para 19 de janeiro, "La La Land - Cantando Estações" terá pré-estreias pagas a partir de quinta. As sessões antecipadas já estão confirmadas em complexos das redes Cinemark, UCI, Kinoplex, Cinépolis, entre outras.

Protagonizado por Ryan Gosling e Emma Stone, o filme abriu o Festival de Veneza em 2016 e foi premiado com o Leão de Ouro pela atuação de Emma Stone. A produção também integrou a programação do Festival Internacional de Toronto e levou o prêmio de melhor filme.

A ficção apresenta a história de Mia [Emma Stone], uma aspirante a atriz, e Sebastian [Ryan Gosling], um músico de jazz dedicado, que estão lutando para sobreviver em uma cidade conhecida por esmagar as esperanças e quebrar os corações. Ambientado na moderna Los Angeles, este musical original fala sobre a vida cotidiana e explora a alegria e a dor de um casal que persegue os seus sonhos.


Ficha técnica

Direção: Damien Chazelle

Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, Amiée Conn, Terry Walters, J. K. Simmons

Classificação: Livre


Trailer



Fonte: Maria Inez Aranha | Coordenadora de Comunicação da Paris Filmes.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Editora Arqueiro Recomenda! ‘NINFEIAS NEGRAS’, de Michel Bussi.




“Uma obra-prima deslumbrante, inesperada e assombrosa.” – Daily Mail


Vencedor de cinco prêmios literários, Ninfeias negras foi o romance policial mais premiado da França em seu lançamento.


Giverny é uma cidadezinha mundialmente conhecida, que atrai multidões de turistas todos os anos. Afinal, Claude Monet, um dos maiores nomes do Impressionismo, a imortalizou em seus quadros, com seus jardins, a ponte japonesa e as ninfeias no laguinho.

É nesse cenário que um respeitado médico é encontrado morto, e os investigadores encarregados do crime se veem enredados numa trama em que nada é o que parece à primeira vista. Como numa tela impressionista, as pinceladas da narrativa se confundem para, enfim, darem forma a uma história envolvente de morte e mistério em que cada personagem é um enigma à parte – principalmente as protagonistas.

Três mulheres intensas, ligadas pelo mistério. Uma menina prodígio de 11 anos que sonha ser uma grande pintora. A professora da única escola local, que deseja uma paixão verdadeira e vida nova, mas está presa num casamento sem amor. E, no centro de tudo, uma senhora idosa que observa o mundo do alto de sua janela.


***


Num vilarejo, viviam três mulheres. A primeira era má; a segunda, mentirosa; a terceira, egoísta.

O vilarejo tinha um belo nome de jardim. Giverny. A primeira mulher morava num grande moinho à beira de um regato, a segunda ocupava um apartamento sobre a escola primária, a terceira vivia com a mãe numa casinha de paredes descascadas.

As três tampouco tinham a mesma idade. A primeira tinha mais de 80 anos e era viúva. Ou quase. A segunda tinha 36 e nunca havia traído o marido. Ainda. A terceira estava prestes a completar 11 anos e todos os meninos de sua escola queriam ser seu namorado. A primeira só usava preto, a segunda se maquiava para o amante, a terceira enfeitava os cabelos para que voassem ao vento.

As três eram bem diferentes. Tinham, porém, um ponto em comum: todas elas sonhavam em ir embora. Sim, ir embora de Giverny, esse vilarejo que provoca em tantas pessoas a vontade de atravessar o mundo inteiro só para ali passear por algumas horas.

Todas as três consideravam o vilarejo uma prisão, um grande e belo jardim, mas cercado por grades. Como a área externa de um asilo. Uma ilusão de ótica. Um quadro no qual seria impossível ultrapassar os limites da moldura.

"Uma vez, no entanto, as grades de Giverny se abriram para elas! Para elas apenas, como acreditavam. Mas a regra era cruel: somente uma poderia escapar. As outras duas precisavam morrer. “Um livro hipnotizante, que me prendeu completamente à medida que Bussi, de maneira inteligente, foi quebrando todas as regras de construção de enredo, numa história repleta de enigmas dentro de enigmas.” – Daily Express


“Bussi representou de forma fascinante as dificuldades que as investigações em comunidades fechadas apresentam, e o livro termina com um dos maiores choques das histórias modernas de crime.” – Sunday Times


FICHA TÉCNICA

LANÇAMENTO: 09/01/2017

GÊNERO: POLICIAL / THRILLER

TÍTULO ORIGINAL: NYMPHÉAS NOIRS

TRADUÇÃO: FERNANDA ABREU

FORMATO: 16 X 23 CM

NÚMERO DE PÁGINAS: 352 PÁGINAS

PESO: 0.47 KG

ACABAMENTO: BROCHURA

PREÇO: R$ 44.90

E-BOOK - PREÇO: R$ 24.99


MICHEL BUSSI


Michel Bussi já ganhou 15 prêmios literários e foi finalista de outras 9 premiações, tornando-se um dos mais prestigiados autores policiais franceses. Quando não escreve, atua como professor de geografia na Universidade de Rouen e como comentarista político.


Fonte: www.editoraarqueiro.com.br

Patrocínio:



Observação: A editora Arqueiro juntamente com a editora Sextante, gentilmente nos cedeu (para realização de sorteios) 2 exemplares do livro ‘NINFEIAS NEGRAS’, de Michel Bussi, entre em nosso site (www.ahoradocinema.com) click no link das promoções: http://www.ahoradocinema.com/promocoes e fique sabendo como concorrer a este grande prêmio.

Atenciosamente!

Antonio Francisco da Silva Junior,
www.ahoradocinema.com
ahoradocinema1.blogspot.com

Crítica: O Que Está por Vir, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Isabelle Huppert em mais um grande desempenho em ‘O Que Está por Vir’, de Mia Hansen-Love. No filme, a sua personagem ‘Nathalie’ não sabe sobre o seu futuro, pois quando começa a calmaria pode ser muito bem o prenuncio de uma tempestade. Ou quando tudo parece um inferno, encontra-se a paz.

Embora aparente ser uma história simples num primeiro momento, é também uma história de superação, onde nada se parece como os temas de superação vistos em Hollywood, dos quais tentam, mas na maioria das vezes terminam num lugar comum. Nathalie irá enfrentar mesmo muitos obstáculos, mas, ao enfrentá-los, se comporta de uma forma madura, ajudada também pelo fato de ser bem resolvida culturalmente, mas que longe dos olhares dos outros, não esconde para si o quão frágil é como pessoa.

Os problemas de Nathalie, professora de Filosofia, surgem através das figuras do marido, Heinz (André Marcon), sua mãe depressiva Yvette (Edith Scob), os filhos, e um aluno tanto rebelde como sedutor, Fabien (Roman Kolinka). Na verdade, não interessa os problemas, mas sim como ela irá saber administrar as situações que surgem para ela, mesmo quando ela se encontra em momentos tranquilos como numa praia da qual ela se encontra para esquecer um pouco de sua realidade. Fora isso, é preciso dar destaque ao trabalho de direção da cineasta Mia Hansen-Love, pois com a sua câmera de movimentos refinados, a diretora enquadra uma Isabelle Huppert sempre com muita luz e revelando cada detalhe dos seus sentimentos mostrados em sua expressão: a cena onde mostra ela, no interior de um ônibus, presenciando pelo vidro o marido acompanhado pela amante na rua é digna de nota, pois ela oscila entre dramaticidade e humor ao mesmo tempo. Esse é um dos grandes charmes do filme, do qual nos passa momentos dramáticos e de humor ao mesmo tempo. Cineasta e atriz conseguem explorar esses universos diferentes e misturá-los num único quadro, pois a vida, por vezes, acaba sendo tão absurda quanto à própria ficção.

A protagonista transita com as suas ideias e motivações ao lado de novos tempos cheios de novos significados que, embora não façam ela, mudar como pessoa, pelo menos ela soube conviver com tais mudanças.

Com um final em aberto, O Que Está por Vir é um filme sobre libertação, mas ao mesmo tempo sobre saber se redescobrir na vida e mantendo uma posição madura, consciente e resolvida perante os novos tempos.


Trailer

Fonte: www.youtube.com

Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Crítica: Minha Mãe é uma Peça 2, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Não sou muito fã da comédia brasileira, porém quando uma comédia brasileira surge, e realmente me faça rir, fico atento, pois temos coisa boa ali. Quando Minha Mãe é uma Peça estreou em 2013 me pegou de surpresa, embora a trama não traga nada de original, o filme possui alma e talento extraordinário de Paulo Gustavo, que nada mais é do que uma entidade presente em cada cena que atua com a sua Dona Hermínia. Em Minha Mãe é uma Peça 2, além de ser superior ao anterior, não possui a responsabilidade de apresentar novamente a personagem para o cinéfilo, e assim ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ fica livre para nos fazer rir em cada palavra solta na tela.

A trama é basicamente simples, onde mostra Hermínia colhendo frutos, após se tornar apresentadora de tv, mas ao mesmo tempo enfrentando mudanças no horizonte. Enquanto a sua tia sofre com a saúde debilitada, os seus filhos tentam sair da sombra da mãe e seguir suas próprias vidas. O que vemos então é Hermínia tentando se reajustar a essa nova realidade e assim gerando situações cômicas. É basicamente isso e o roteiro (autoria do próprio Paulo Gustavo) faz questão de não inventar muito, pois sabe que a sua personagem é o suficiente, estando em cena e fazendo com que a gente ria, a todo momento. Basicamente é uma cruzada de redenção da personagem que se encaminha para uma nova realidade.

O filme peca somente quando dá espaço para figuras globais que, nem sequer são atores, mas estão ali somente para divulgar determinado programa dispensável da emissora.

Com pouco mais de uma hora de duração, Minha Mãe é uma Peça 2 é uma divertida comédia na media certa e que assim como o seu antecessor não ofende a nossa inteligência.


Trailer

Fonte: www.youtube.com

Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Crítica: Capitão Fantástico, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


É raro quando um filme consegue ser poderoso em todos os pequenos detalhes do seu desenvolvimento. Partindo de um núcleo familiar, Capitão Fantástico trabalha com a filosofia de modo a criar camadas no que diz respeito à crítica ao consumismo, padrão de vida imposto pela sociedade e relação dos pais para com seus filhos. O diretor Matt Ross, que assina também o roteiro, parece ter uma ligação profunda com a história, transparecendo carinho com a sua criação e, como consequência, encanta em todos os aspectos.

O estilo de vida hippie é visto, por diversas pessoas, como uma forma de protesto ou até mesmo coragem, de fato existe uma ligação direta com o desprendimento. Todos os atores estão excelente, inclusive os mais novos, com destaque para Viggo Mortensen (da trilogia O Senhor dos Anéis), que entrega uma performance maravilhosa e cheia de carisma, ao ponto de fazer com que achemos natural tudo o que ele se propõe a fazer. Enfim uma atuação digna de prêmios.

Capitão Fantástico é uma verdadeira montanha-russa de emoções que liga dois mundos extremamente diferentes, um despojado de bens materiais, mas que transmite paz, e o outro com a correria de um dia a dia caótico, com miúdos à mesa, a mexerem nos smartphones.


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Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Crítica: O Mestre e o Divino, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


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Vencedor dos prêmios de melhor documentário, montagem e trilha sonora no Festival de Brasília 2013, O mestre e o divino, de Tiago Campos, coloca em paralelo não só dois personagens, como duas visões de mundo sobre os indígenas – traduzindo o grande objetivo do projeto da ONG Vídeo nas Aldeias, que nestes 30 anos gerou cerca de 70 filmes.

De um lado, está o padre alemão Adalbert Heide, salesiano que há quase 60 anos veio para o Mato Grosso, para missão religiosa em Sangradouro. Nestas quase seis décadas, catequizou e alfabetizou xavantes, aprendeu sua língua, organizou projetos agrários e, principalmente, filmou em super-8 suas festas, costumes e a natureza ao redor. Sua integração entre eles valeu-lhe um nome xavante, Tsa Amri (que quer dizer “monte alto”).

De outro lado, está Divino Tserewahu, cineasta xavante, que realiza filmes desde os anos 1990. Educado no extinto internato dos salesianos, Divino aproximou-se do cinema por meio de Adalbert, de quem era assistente nas projeções realizadas pelo padre – mostrando não só filmes locais como também atrações internacionais, como por exemplo, o faroeste alemão Winnetou (A lei dos apaches), de 1963, que retrata a amizade entre um caubói germânico e um apache (e que, nas sessões, recebia tradução simultânea do próprio Heide).

Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil. Colonização e raízes indígenas, conflitos e contradições pessoais são a matéria-prima desse filme que merece uma conferida.


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Fonte: www.youtube.com

Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

sábado, 7 de janeiro de 2017

'Promoções 2017' mês de janeiro (Livros da Editora Arqueiro).

Promoções 2017, mês de janeiro (Livros da Editora Arqueiro).

A Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante está colocando à nossa disposição em janeiro (para realização de Sorteios), 2 exemplares de ‘NINFEIAS NEGRAS’, de Michel Bussi.

NINFEIAS NEGRAS


Favor ler o regulamento abaixo.

Para você estar apto a participar dos sorteios de 2 exemplares de ‘NINFEIAS NEGRAS’, de Michel Bussi, cedidos pela a Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante, você deverá entra no site A Hora Do Cinema (www.ahoradocinema.com) e clicar no link promoções, para preencher completamente a ficha de inscrição, ok?

O sorteio do primeiro exemplar do livro de ‘NINFEIAS NEGRAS’, de Michel Bussi irá ocorrer no dia 29 de janeiro e o sorteio do segundo exemplar do livro de ‘NINFEIAS NEGRAS’, de Michel Bussi irá ocorrer no dia 30 de janeiro. Os vencedores receberão os seus livros, diretamente em suas casas, sem custos, pois, a Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante são as grandes parceiras desta promoção.


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