quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Editora Sextante Recomenda: As Coisas boas da vida, de Anderson Cavalcante.



A felicidade é feita de coisas pequenas e simples. Beijar um filho é um gesto pequeno e simples capaz de trazer contentamento tanto para o pai quanto para a criança. Andar descalço é algo pequeno e simples que nos permite entrar em contato com a natureza.

Este é um livro sobre coisas pequenas e simples que compõem a verdadeira felicidade.

As coisas boas da vida mostra que, para sermos felizes, não precisamos de bens materiais, mas de um comprometimento definitivo com a felicidade. Um comprometimento diário, que vem do fundo do coração, do fundo da alma, que faz com que não passemos nem um dia sequer sem agradecer a dádiva de estarmos vivos.

Outros livros falam de trabalho. Este fala do prazer de viver. Seja feliz e curta o presente da sua vida!

Dados

108 páginas
15 x 15 cm
Brochura
R$ 12,90

Sobre o autor

Anderson Cavalcante é apaixonado por gente e conhecimento. Empresário de sucesso, é formado em Administração de Empresas com ênfase em marketing, possui especialização em Psicodinâmica Aplicada a Negócios, Gestão Empresarial e MBC - Manager Business Communication em parceria com a University of Florida.

É autor dos livros As coisas boas da vida, Minha mãe, meu mundo, Meu pai, meu herói, Viva as coisas essenciais da vida, Meu jeito de dizer que te amo e O que realmente importa?, que estão sempre presentes nas listas dos livros mais vendidos do Brasil, tendo obtido uma venda superior a 640 mil exemplares.

Fonte: www.esextante.com.br

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Em Elefante Branco, Pablo Trapero segue caminhando em direção ao cinema-de-reivindicações.

Fonte: www.google.com.br/imagens

Depois de chegar ao auge do seu cinema de transformação de espaços em Leonera, o diretor argentino Pablo Trapero (Família Rodante) dá com Elefante Branco (Elefante Blanco) mais um passo em direção ao cinema de "grandes temas" e de preocupações sociais pontuais, processo iniciado no seu longa anterior, Abutres.

Se Abutres tratava do cruzamento entre os acidentes de trânsito e a indústria de indenizações de seguros em Buenos Aires, em Elefante Branco Trapero deixa a rua, com suas imprevisibilidades, e retorna - como em Leonera ou, em menor medida, como em Nascido e Criado - a um confinamento: o elefante branco do título.

Trata-se de um edifício gigantesco em Buenos Aires projetado nos anos 1920 para ser o maior hospital da América Latina, mas que se tornou nos últimos 30 anos - como outros conjuntos de prédios no bairro periférico de Villa Lugano - uma imensa ocupação habitacional. Ricardo Darín e o ator belga Jérémie Renier, conhecido pelos filmes dos irmãos Dardenne, interpretam Julián e Nicolás, dois padres católicos da comunidade, onde a guerra local do narcotráfico limita diariamente os serviços de beneficência.

A preocupação de Trapero de delimitar o espaço já fica evidente no plano-sequência que nos apresenta ao Elefante Branco, um passeio que começa dentro do edifício, desce as escadas, passa pelas vielas da favela que se estende do lado de fora, até a igreja de Julián. O argentino apresenta o local ao francês Nicolás, recém-chegado de uma experiência traumática com os índios da Amazônia peruana. Nas florestas alagadas, a Igreja de Nicolás era uma das poucas construções acima do nível da água. O fato de chover o tempo inteiro no Elefante Branco talvez seja prenúncio de uma fatalidade equivalente.

Nessa chave fatalista, Trapero não está tão interessado aqui em entender, como em Leonera, em que medida as ações dos homens definem os espaços onde vivemos. Tudo em Elefante Branco que se refere ao contexto já é dado e estabelecido (o diretor usa aéreas e zooms, vez ou outra, apenas para nos situar melhor nesse contexto, como no plano que localiza o apartamento de Julián ao lado da favela). Aos poucos se percebe que este filme está mais interessado em discutir não questões de transitoriedade, e sim valores que são imutáveis, como vocação e responsabilidade.

O fato de Nicolás ser o verdadeiro protagonista do filme, então, não é por acaso. É ele, o estrangeiro, quem questiona o sistema, os dogmas, e se posiciona como agente da mudança no vácuo deixado pelo Estado e pela distância segura mantida pela Igreja. Mais do que tentar entender a ocupação do Elefante Branco, o filme busca elaborar uma reflexão sobre o ocaso dos religiosos latinos - sempre atrás de milagres, de se legitimar como instituição - diante das questões do dia no subcontinente. É isso que faz de Elefante Branco um passo além de Abutres em direção aos grandes temas, a um cinema de reivindicações e "contrapartidas sociais".

Fonte: http://omelete.uol.com.br, através de Marcelo Hessel.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Longa-metragem brasileiro "Colegas" ganha prêmio em festival em Moscou.

Os atores Breno Viola, Rita Pokk e Ariel Goldenberg (da esq. para a dir.) posam com os Kikitos de Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado.


O longa-metragem brasileiro "Colegas", do diretor Marcelo Galvão, ganhou o Caneskov nesta segunda-feira (12) no International Disability Film Festival "Breaking Down Barriers" em Moscou. A produção concorreu com filmes de mais de 25 países incluindo o sucesso francês "Intocáveis". O festival reuniu obras que giram em torno de personagens com deficiência.

O filme foi exibido na última sexta (9). Além de Marcelo, o protagonista Breno Viola e o ator Deto Montenegro estão na capital russa representando o filme e, a pedido dos organizadores, ensaiaram uma performance com crianças e jovens da Rússia para o evento de encerramento que aconteceu nesta segunda.

Narrado por Lima Duarte, o filme retrata a aventura de um trio de amigos com síndrome de Down, Stalone, Aninha e Márcio, que fogem do instituto onde vivem para realizar seus sonhos: ver o mar, casar e voar, respectivamente. "Colegas" foi o grande vencedor da última edição do Festival de Gramado e levou os Kikitos de Melhor Filme, Melhor Direção de Arte e Prêmio especial do Júri.

Fonte: http://cinema.uol.com.br

domingo, 11 de novembro de 2012

Acompanhe! Argo – Crítica.

Fonte: www.google.com.br/imagens

Um filme dentro do filme e Ben Affleck cada vez mais perto de encontrar sua verdadeira vocação. Assim é Argo, um excepcional longa baseado numa história real de um herói americano e de uma indústria que vive de mentiras.

O ator, diretor e roteirista Ben Affleck vem para seu terceiro longa como diretor, e devo dizer que cada vez mais eu gosto dele nessa função. Até nem me importo dele protagonizar os filmes que dirige, acho que deve contribuir para sua autoconfiança. Ele estava fora das telonas desde Atração Perigosa (The Town, 2010) que também é um filme escrito, dirigido e protagonizado por ele. Sim, ele é egocêntrico.

Em Argo, ele abdica do roteiro o que parece o ter deixado mais espaço para atuar fazendo de seu Tony Mendez algo de valor dentro do produto final. Detalhe que roteiro foi à única função que já lhe rendeu um Oscar, será que ele consegue um na direção dessa vez? Eu diria que Argo pode despontar como um sério longa a receber alguns indicações da Academia, e Direção pode ser uma delas facilmente.

Argo retrata a história de um agente da CIA (Affleck) especialista em extrações que precisa resgatar 6 americanos foragidos e abrigados na casa do embaixador canadense no Irã. Isso ocorreu durante a Crise de Reféns no Irã onde 52 norte-americanos foram feitos reféns por 444 dias de 1979 a 1981 após um grupo de protestantes Iranianos tomarem a embaixada americana pedindo extradição do Xá Reza Pahlevi (O título Xá é um título muito semelhante à Rei).

Depois de algumas ideias absurdas chegam à conclusão de que a “menos ruim” de todas elas é fingir a produção de um grande filme de Hollywood e entrar no Irã para escolher locações, e sair com os 6 americanos como parte da equipe do filme. Eu destaquei o “menos ruim” porque em certo momento do filme, o personagem vivido pelo brilhante Bryan Cranston diz isso ao Ministro da Defesa para defender a ideia perante às outras e conseguir a aprovação.

O roteiro não precisa de grandes análises, é baseado numa história real, de uma operação secreta que foi divulgada oficialmente em 1997 por Bill Clinton. Cabe então a Affleck fazer do filme destacável de alguma maneira, já que o argumento não é de todo surpreendente. Já sabemos que não seria com a sua atuação que isso ia acontecer, mas podíamos esperar algo bom de sua direção tendo em visto o excelente Atração Perigosa.

Uma ambientação recheada de muitos cigarros, bigodões sensacionais e muita sorte fazem um perfeito retrato do fim dos anos 70 que é de se louvar. Ben Affleck aproveita também para usar de um humor introvertido com a situação de Hollywood na época (e até hoje porque não?), fazendo uma leve crítica aos costumes dessa indústria que é movida a muitos bilhões de dólares e muitas mentiras. Em muitos momentos do filme citamos Star Wars como referência para a indústria cinematográfica daquele tempo – O Episódio 4 Uma Nova Esperança era um recém sucesso vencedor de 6 Oscars na época, e o Império Contra-Ataca era muito aguardado.

Excelente fotografia e ótima montagem que conseguiu criar suspense e aflição em situações normais, ou que deveriam ser aparentemente normais para uma visão de fora, Affleck consegue fazer com que nós sejamos parte do grupo que tenta sair do Irã, faz com que nós sintamos medo, pavor, o tremor nas pernas nas horas de pressão. Consegue passar toda a emoção necessária para fazer de um drama memorável. Esse é o trunfo de Argo.

Como eu já adiantei uma atuação melhor do que já vimos antes de Ben Affleck garante o sucesso do longa, seguro, preciso, e paciente. Um sensacional Bryan Cranston, sou suspeito para falar, pois sou fã confesso de seu personagem mais famoso (Walter White da série Braking Bad) mas o pouco tempo de tela de Cranston é aproveitado com maestria. Já John Goodman e Alan Arkin entregam um alívio cômico digno do filme, permite aliviar literalmente a tensão da situação. Os 6 americanos refugiados apesar de bastante tempo de tela são pouco aproveitados, eu diria até que tratados com objetos que devem ser movidos, e de certa forma isso é bom, puxa a atenção toda para o lado político da coisa, o lado de Affleck e Cranston, o lado que sabe (ou não) o que está fazendo.

Não é por acaso que Argo aparece como uma das principais apostas a concorrer ao Oscar de Melhor Filme de 2013, e também Affleck a concorrer pela Melhor Direção. Sem dúvida o melhor trabalho dele em toda sua carreira. Um thriller dramático e sério. Vale muito à pena.

Fonte: http://supernovo.net, através de Eder Augusto de Barros.

sábado, 10 de novembro de 2012

A banda CAPS LOCK se apresenta no próximo domingo, dia 11/11, às 18h, no Passarela Show, em Osasco (SP).



**DIA 11/11, SEXTA, ÀS 18H, no Passarela Show

** ENTRADA GRATUITA

No show, o público poderá conferir faixas do novo disco, incluindo o hit “Tantas Vezes”, que já é uma das músicas mais pedidas nas rádios de todo Brasil, além de músicas de outros álbuns.

“Com Todos os Sentidos” é o 3° álbum do grupo e primeiro com o selo de uma gravadora, a Sony Music. O produtor escolhido para este novo trabalho foi o respeitado Dudu Marote, conhecido pela produção de bandas como Skank, Jota Quest, Edgard Scandurra e muitos outros.

No novo álbum, os integrantes do Caps Lock conseguiram experimentar e acrescentar sons de diferentes raízes como reggae, rap, mpb, entre outros. “Trabalhar com um novo produtor ajudou a banda a se redescobrir musicalmente, algo que já procurávamos há algum tempo”, diz o vocalista Max.

O amadurecimento do Caps Lock é percebido não só na musicalidade, mas também no tema das letras, que guiadas por Dudu, se inspiram nas coisas mais inusitadas possíveis do cotidiano.

Saiba Mais sobre o Caps Lock

Formada há 9 anos em Piracicaba, no interior de SP, pelos irmãos Max (Vocal) e Sté (Guitarra) e o amigo Carlinhos (Bateria), na época com o nome de Supernova, a banda mudou para Caps Lock em 2005, com a entrada de Thiago (Baixo).

O primeiro álbum “Um Pouco Mais...” foi gravado em 2007, com direção de Rick Bonadio e produção de Rodrigo Castanho. O disco resultou em três singles que tocaram nas rádios do Brasil: “Um Pouco Mais”, “É Claro” e “A Vida Não Para”.

A banda entrou novamente em estúdio em 2009 para gravar o segundo álbum “Fazer Diferente”, que contou novamente com a produção e direção de Rodrigo Castanho. O disco foi lançado em 2010 e foi muito bem aceito pelo público e mídia, levando a banda a participar dos principais programas de TV, além de conquistar espaço em toda mídia graças aos hits “Pode o Sol Sair”, “Você é o que eu queria” e “Agora eu sei”.

O reconhecimento veio no final de 2010, com o prêmio de Revelação Musical nos “Meus Prêmios Nick” do canal Nickelodeon, superando finalistas como Restart, Luan Santana e Hori.

Em 2011, a banda foi selecionada pelo público e pelos próprios músicos do "Boys Like Girls"- banda americana referência mundial entre o público jovem - para abrir seus shows na turnê brasileira. Os shows foram tão marcantes e intensos que atraíram a atenção da Sony Music. O carisma da banda e as letras das músicas foram outros fatores importantes, que resultou num contrato com a gravadora para lançar o próximo álbum de inéditas.

Na internet: http://www.bandacapslock.com.br

Videoclipe da música “Tantas Vezes”, dirigido por Mauricio Eça e Tony Tiger


Serviço

SHOW com a BANDA CAPS LOCK EM OSASCO

Quando: 11/11, domingo, às 18h

Onde: Passarela Show - Av. dos Autonomistas, 4785 - Centro - Osasco – SP

Fonte: Atti Comunicação e Ideias, através de Valéria Blanco e Eliz Ferreira.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Lançamento das promoções para o mês de novembro, 1ª Parte.

Lançamento da promoção dos ingressos para cinema, Cineflix João Pessoa (novembro).

Promoção semanal do sorteio de um par de ingressos para cinema fornecido gentilmente pelo nosso parceiro, Cineflix (João Pessoa), mês de novembro.

Regulamento:

Para concorrer a um par de ingressos de cinema do Cineflix João Pessoa, os interessados na promoção deverão residir em Porto Alegre ou na Grande Porto Alegre, entrar no site do “A Hora do Cinema” (www.ahoradocinema.com), e preencher a ficha de inscrição que se encontra no link “Promoções”, pronto! Você estará apto a concorrer à promoção durante o mês vigente.

Observação I: No preenchimento da ficha de inscrição, no campo de mensagem você deverá especificar que está concorrendo à promoção dos ingressos de cinema, do Cineflix João Pessoa, Ok?

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Promoção DVD’s “A Hora Do Cinema”, mês de novembro.

Neste mês de novembro “A Hora Do Cinema”, estará sorteando para seus seguidores, amigos e demais interessados, 02 títulos em DVD (nº 01 será o DVD do filme “Tropa De Elite 2” / nº 02 será o DVD do filme “Piaf Um Hino Ao Amor”).

DVD do filme “Tropa De Elite 2”


DVD do filme “Piaf Um Hino Ao Amor”


Regulamento:

Para você estar apto a participar do sorteio dos DVD’s, basta você residir em Porto Alegre ou na Grande Porto Alegre, e entrar no site do “A Hora Do Cinema” (www.ahoradocinema.com) para preencher a ficha de inscrição que se encontra no link “Promoções”, pronto! Você estará apto a concorrer à promoção. O sorteio do DVD do filme “Tropa De Elite 2” irá ocorrer no dia 01 de dezembro de 2012, e o sorteio do DVD do filme “Piaf Um Hino Ao Amor”, irá ocorrer no dia 02 de dezembro de 2012, com total divulgação em nossos meios de comunicação (Blog, Twitter, Fan Page e Site). Essa é mais uma promoção exclusiva do “A Hora Do Cinema”.

Observação II: No preenchimento da ficha de inscrição, no campo de mensagem você deverá especificar que está concorrendo à promoção dos DVD’s, Ok?

Observação III: No próximo dia 13 ocorrerá mais um lançamento de promoção, fique atento!

Atenciosamente!

www.ahoradocinema.com
ahoradocinema@live.com

Première Cineflix João Pessoa: Frankenweenie.

Fonte: www.google.com.br/imagens

Ficha Técnica

Ano: 2012;

Gênero: Animação;

Duração: 87m;

Origem: EUA;

Direção: Tim Burton;

Atores: Vozes original: Winona Ryder, Catherine O'Hara, Martin Short, Conchata Ferrell, Tom Kenny, Martin Landau, Atticus Shaffer, Charlie Tahan, Robert Capron, James Hiroyuki Liao, Christopher Lee;

Censura: 10 anos.

Cinema

3D Dublado

Cineflix (João Pessoa) 1:

Horários: 17h e 19h.

Sinopse:

Depois de perder, inesperadamente, seu adorado cão Sparky, o jovem Victor Frankenstien (Charlie Tahan) usa o poder da ciência para trazer de volta à vida seu melhor amigo - com apenas alguns pequenos ajustes. Ele tenta esconder sua criação feita à mão, mas, quando Sparky sai, os colegas de sala de Victor, seus professores e toda a cidade aprendem que tentar “dominar a vida” pode ser algo monstruoso.

Trailer
Fonte: www.youtube.com

Fonte: Cineflix João Pessoa e Zero Hora 09/11.

Patrocínio

Cineflix João Pessoa, Avenida João Pessoa nº 1831, Porto Alegre – RS.