sábado, 20 de fevereiro de 2016

CANAL FUTURA Série Alimente-se bem – A história dos alimentos.




Na próxima segunda, 22, estreia a temporada 2016 da série “Alimente-se bem – A história dos alimentos”, produzida pelo Futura em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi-SP).


Você sabia que os Maias acreditavam que seus antepassados eram feitos de massa de milho? E que o alecrim não podia ser usado para nutrição, pois era considerado sagrado pelos antigos egípcios? Essas e outras histórias estão na Temporada 2016 da série “Alimente-se bem – A história dos alimentos”, produzida pelo Futura em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi-SP), que ganha novos protagonistas a partir do dia 22 (segunda-feira), às 17h50. São 11 episódios inéditos, com curiosidades sobre alimentos como o hortelã, cacau, café, laranja, entre outros, que serão destaque em receitas nutritivas apresentadas por profissionais do Sesi na atração.


Fonte: Agência Approach, através de Estela de Andrade.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Crítica: ANOMALISA, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Para começo de conversa Anomalisa não é uma animação infantil e vale muito à pena avisar os pais desinformados para não serem pegos de surpresa. Charlie Kaufman, roteirista de Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, Adaptação e Quero Ser John Malkovich, divide a direção deste filme com Duke Johnson, mas, como sempre, assina o roteiro sozinho. Rodado em stop-motion, o longa nos apresenta Michael Stone, um homem cansado da vida que carrega.

No decorrer da trama, conhecemos um pouco mais do protagonista e logo identificamos diversas questões a serem analisadas, ao começar Michael, que, mesmo casado e com um filho, se mostra uma pessoa vazia e sem foco algum para seguir adiante. Suas emoções refletem na tela, pois o protagonista não consegue ver os rostos das outras pessoas, a não ser o rosto dele mesmo. Isso torna o filme bem reflexivo e lança um questionamento sobre o mundo contemporâneo, onde cada vez mais as pessoas se tornam individualistas e não se preocupam com o próximo.

Com tons enigmáticos na narrativa, Anomalisa aproxima o espectador ao tratar de sentimentos comuns do ser humano em bonecos visualmente parecidos, que, neste caso, possuem a mesma voz. Mas, quando Michael conhece Lisa, as coisas mudam. Com a chegada da personagem, ouvimos uma voz feminina pela primeira vez no filme (até então, todos os personagens, inclusive as mulheres, são dublados pelo mesmo dublador). Esse reencontro causa uma reviravolta na vida do protagonista, levando a história para outros patamares. Porém, as características de Kaufman se mantêm presente a todo o momento. Os conflitos internos de Michael, por exemplo, é exposta à sua crua realidade, e causa certo incômodo, mesmo que tenha sido criada no seu “eu” interior. Anomalisa fala de amor e solidão que são temas cada vez mais debatidos hoje em dia.

Vale destacar a cena de sexo entre os bonecos, com direito até mesmo com nu frontal. Isso faz com que o filme se aproxime da realidade de tal forma, que você simplesmente não deseja que o filme termine tão cedo. Quando a trama acaba, ela continua em nossas mentes e isso já é um grande feito, do qual nos faz querer revisitar a obra e tentar achar até mesmo símbolos escondidos que há no decorrer da trama.

Anomalisa é um filme sobre nós, pois a cada dia que passa, estamos cada vez mais no piloto automático, e sendo assim esquecemos, do que nos faz realmente humanos.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Crítica: BROOKLYN, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Saoirse Ronan chamou a atenção pela sua atuação em Desejo e Reparação (indicada ao Oscar) a atriz de talento precoce vem atuando em diversos gêneros, até mesmo em filmes de ação como Hanna. Em Brooklyn ela esbanja talento, mesmo numa produção que fica muito aquém do esperado. Não que a obra seja dispensável, pois ela possui uma reconstituição de época perfeita, assim como o seu figurino e fotografia. Acompanhamos a jovem protagonista, cujo objetivo é ir para os EUA e crescer profissionalmente por lá, mesmo que para isso tenha que abandonar sua mãe e sua irmã. Ela conhece um bom moço chamado Tony (Emory Cohen) e ambos se casam secretamente, mas eventos fazem com que ela volte para o seu país de origem, o que a faz viver num grande dilema.

O filme funciona mais pelo ótimo desempenho de Saoirse Ronan, mesmo que, no princípio, ela não se apresente com grandes louros em relação a sua personagem, já que os coadjuvantes que surgem no primeiro ato acabam se tornando melhores. Porém, a atriz corresponde com relação aos caminhos que a personagem percorre, pois ela vai amadurecendo e se tornando dona do seu próprio destino. Isso faz com que ela enfrente difíceis escolhas, das quais podem leva-la para um novo caminho e testar o seu próprio caráter.

De resto, o filme se sustenta num visual bonito, cujas cores quentes correspondem num tempo em que os EUA abriam (?) os braços para inúmeros imigrantes. O problema é justamente ao fato do filme vender a obra como se fosse uma espécie de contos de fadas, do qual vemos um EUA que não lembra em nada outras obras que retratam a vida difícil de imigrante indo para lá, como no caso de ‘Era uma vez em Nova York’. Em tempos em que o cinemão americano tenta se redimir com o passado, e retratando realmente os fatos que ocorreram em sua história, é engraçado vermos um filme bonitinho do começo ao fim e querer provar exatamente ao contrário.

Lindo mas previsível, Brooklyn é válido para ser assistido por jovens casais apaixonados, pouco exigentes e interessados somente em ver algo que já sabemos a maneira como irá terminar.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Crítica: O FILHO DE SAUL, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


Em filmes recentes, como Quarto do Jack ou o filme O Regresso, o protagonista se prende no amor ou na vingança e faz disso uma forma de se manter vivo para assim alcançar os seus objetivos. Isso faz com que o personagem não se enfraqueça perante os obstáculos, pois às vezes o mundo em volta é deveras traiçoeiro. Nesse filme Húngaro, O Filho de Saul, a muleta para manter o protagonista ainda respirando em meio ao horror é por vezes surreal, mas ela funciona para fazê-lo seguir em frente, mesmo por mais absurdo que seja, pois a sua própria realidade em volta já se encontra terrivelmente desoladora.

A trama é simples: Saul (Géza Röhrig) é um judeu que trabalha num campo de concentração, sendo que o seu principal trabalho é limpar as salas de cremação onde se encontram restos mortais de inúmeros judeus. Entre os inúmeros cadáveres que ele encontra pela frente em uma das salas de cremação, ele encontra um corpo de uma criança, da qual ele começa acreditar que seja o seu filho começando então uma luta pessoal para ele dar um fim digno ao corpo. Gradualmente, percebemos que o protagonista usa essa situação, para manter-se vivo, ou então buscar uma redenção pessoal. Mais de que uma jornada de um homem em meio ao horror é uma jornada para manter a mente sã, para assim não enlouquecer. Motivos para desistir de tudo não faltam no decorrer da obra, o que faz dela angustiante perante aos nossos olhos.

Assim como em filmes recentes, como o já citado O Regresso, o diretor estreante László Nemes cria inúmeros planos sequências, sendo que a câmera jamais tira o foco do seu protagonista. Porém, o cineasta impressiona na forma em que ele filma, onde a câmera sempre se encontra atrás de Saul, ou focando cada detalhe de sua expressão no decorrer do filme. Devido a isso, a câmera se torna uma espécie de nossa representação, ou seja, como se estivéssemos indo atrás do protagonista, enquanto ele testemunha o inferno na terra. Falando nisso, o cineasta não poupa o cinéfilo com as cenas do campo de concentração e seus crematórios. Porém, por mais explicita que sejam as cenas, László Nemes foi habilidoso em filmar a maioria delas fora de foco e fazendo com que não tenhamos um verdadeiro soco no estômago. Contudo, nós sabemos o que está acontecendo, pois basta ver, mesmo fora de foco, uma montanha de corpos e que, quando não sabemos o que há em cena, a expressão do protagonista já nos diz tudo.

Géza Röhrig (Saul) praticamente carrega o filme nas costas, pois jamais a câmera lhe abandona, mas quando isso acontece, é para somente focar algo importante que irá acontecer em cena. Não faltam logicamente momentos angustiantes, dos quais ficamos apreensivos com relação ao destino do protagonista. A cena em que ele presencia os soldados nazistas fuzilando judeus e os jogando numa vala é aterradora. Com sequências como estás, compreendemos então a mente do protagonista e os motivos que o levam a agir de uma forma tão imprevisível. O ato final reserva momentos surpreendentes, onde a sua luta para alcançar o seu objetivo o leva para um caminho sem volta. O final, aliás, não nos deixa reconfortados, pois os eventos da trama continuam em nossas mentes, mesmo quando eles aparentemente se encerram no último quadro.

O Filho de Saul é uma experiência perturbadora e inesquecível, mesmo revisitando o cenário do holocausto, que foi tantas vezes visto e revisto no cinema mundial.


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Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Últimos dias para inscrever seu filme na VI Mostra Animal.


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Evento acontece em Curitiba nos dias 21 e 22 de maio


Cineastas e produtores com filmes ligados à causa animal que desejam participar da seleção para a VI Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais têm até o dia 28 deste mês para realizar a inscrição para o maior evento de cinema com a temática animal do país. A mostra é promovida pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), e acontece em Curitiba nos dias 21 e 22 de maio, no Portão Cultural.

Filmes de curta, média ou longa-metragem, que se relacionem com o tema do evento, produzidos por profissionais da área ou não, podem participar da seleção – os títulos escolhidos para exibição na mostra serão selecionados por uma curadoria nomeada pela organização. Um mesmo cineasta pode participar com mais de um filme, desde que use fichas de inscrições diferentes.


O regulamento completo (com versões em português, inglês e francês), ficha de inscrição e todos os detalhes estão disponíveis no site: www.mostraanimal.com.br/index.php/pt/inscricoes-de-filmes.


A lista dos filmes selecionados, que farão parte da programação da VI Mostra, será divulgada no início de abril. Três dos filmes serão homenageados com o “Oscow”, estatueta símbolo do evento, que será entregue para as produções indicadas pelo público e organizadores. “A Mostra Animal é um evento singular no mundo, que chama atenção para a temática do amplo respeito animal em sua essência. E o Oscow é cada vez mais cobiçado pelos diretores e produtores”, destaca o presidente da SVB, Ricardo Laurino.

Na edição passada, realizada na Cinemateca de Curitiba, a Mostra Animal teve recorde de público, com sessões lotadas, além de bate-papos com diretores e produtores e a tradicional feira com a comercialização de produtos veganos.


Serviço:

As inscrições de filmes para a VI Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais são gratuitas, e estão abertas até o dia 28 de fevereiro. Todos os detalhes para envio dos trabalhos estão no link: http://www.mostraanimal.com.br/index.php/pt/inscricoes-de-filmes.

Mostra Animal: Dias 21 e 22 de maio, no Portão Cultural (Av. República Argentina, 3.430 – Portão).


A Mostra Animal

Lançada em 2009 em Curitiba (PR), a Mostra Animal é um dos maiores eventos de cinema do mundo voltado totalmente para a discussão do amplo respeito aos animais e as implicações positivas que essa atitude gera para as pessoas, os animais e o planeta. Além de Curitiba, várias cidades brasileiras já receberam edições itinerantes.


Fonte: Literato Comunicação e Conteúdo, Isadora Rupp e Roberta Braga.

Nos Cinemas - Nos Passos do Mestre apresenta um Jesus nunca antes visto.




Dia 24 de março estreia nos cinemas, o filme Nos Passos do Mestre. Com realização da Fundação Espírita André Luiz e Mundo Maior Filmes, o longa-metragem apresenta pela primeira vez uma análise da jornada de Jesus na Terra sob o ponto de vista do Espiritismo.

Para desmistificar muitas das mensagens contidas nos textos sagrados e que até hoje ainda são mal compreendidas, a equipe de produção foi até o Egito, Jerusalém, Turquia e Itália para mostrar os lugares mais significativos da história Cristã. “Aquela imagem de Jesus sofrendo na cruz, do Cristo dogmático, milagroso, vai abrir espaço para a imagem do Mestre Jesus e sua mensagem vai mudar a vida de muita gente”, afirma o diretor André Marouço.

A curadoria do projeto é assinada pelo Prof. Severino Celestino, pesquisador da Bíblia e professor de Ciências da Religião pela Universidade Federal da Paraíba. O filme conta ainda com a participação especial de Adão Nonato, psicólogo e estudioso do Velho e do Novo Testamento. O longa é dirigido por André Marouço, diretor dos filmes Causa e Efeito (Paris Filmes 2014) que ganhou como o segundo melhor filme do ano de 2014, pela votação do Guia Folha/UOL; e O Filme dos Espíritos (Paris Filmes) que ganhou como Melhor Roteiro, no Festival Sesc Melhores Filmes 2012.

Nos Passos do Mestre contou com apoio financeiro de apoiadores através da plataforma Catarse (financiamento colaborativo) foram mais de 900 apoiadores, tendo sido captado por esta modalidade R$ 120 mil, cifra campeã para este tipo de financiamento, o que valeu capa da Veja São Paulo em setembro de 2013.


Os Principais Temas Abordados no Filme

O objetivo do filme é a reconstrução de Jesus como personagem histórico através de uma análise profunda e racional, Nos Passos do Mestre, aborda passagens que envolvem a vida do Cristo sem o apego a dogmas e contesta racionalmente: A virgindade de Maria; o batismo de Jesus; Suas curas e milagres; a traição de Judas, a ressurreição de Lázaro e do próprio Jesus, entre outros temas importantes analisados sob os aspectos educacionais e morais da obra do Cristo.

O filme deixa claro que Jesus em momento algum quis criar qualquer religião, mas sim disseminar o amor e a paz. A reencarnação e a mediunidade também são tratadas, mostrando que tanto o Velho Testamento quanto o Novo atestam as duas realidades.

Muitos daqueles que assistirem poderão compreender com a narrativa do longa, a sabedoria do maior filósofo, cientista, pacifista, médico e pedagogo de todos os tempos, Jesus Cristo.


Ficha Técnica

Roteiro e direção: André Marouço

Curadoria: Severino Celestino

Participação Especial: Adão Nonato

Produção: Pollyana Pinheiro

Produção executiva: Duilio Moraes

Direção de arte: Ana Diniz

Direção de fotografia: Arthur Oliveira

Estrelando: Fábio Malosso

Duração: 100 min


Fonte: Marketing FEAL, Erika Silveira.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A CONVITE DO FUERZA BRUTA, MARCOS MELLO FAZ DOCUMENTÁRIO QUE REVELA A CRIAÇÃO DA COMISSÃO DE FRENTE DA ‘GRANDE RIO’ NO CARNAVAL 2016.




Produzido por Zohar Cinema e Cavallaria, curta traz depoimentos de Diqui James, diretor da companhia argentina, que concebeu a coreografia da escola de samba


Conhecidos por espetáculos que unem música, teatro dança e interatividade, a companhia de teatro argentina Fuerza Bruta estreou no carnaval carioca este ano, por meio da concepção da coreografia da comissão de frente e do conceito do carro abre-alas da escola de samba Grande Rio. O trabalho rendeu um documentário produzido pela Zohar Cinema e a Cavallaria, com direção do Marcos Mello, que foi convidado pela companhia para registrar o processo criativo no curta, que está sendo lançado esta semana na internet.

Formada por 15 bailarinos, a comissão de frente dividiu-se entre uma plataforma elevada e um carro alegórico de menor porte para narrar à história da cidade de Santos, litoral sul de São Paulo. Inspirado no espetáculo Wayra, Diqui James, diretor artístico de Fuerza Bruta, levou para a Sapucaí uma bolha gigante que se transforma em uma bola de futebol que simboliza o mundo com o ex-jogador Pelé caminhando com a taça da Copa do Mundo em reconhecimento a sua carreira de sucesso nos campos.

A produção do diretor Marcos Mello revela a força do trabalho coletivo e do intercâmbio cultural da comissão de frente da Grande Rio, que recebeu nota máxima na avaliação dos quatro jurados da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. As cenas captam oito meses de preparação física dos bailarinos para compor a coreografia, ainda revela a religiosidade dos componentes durante todo o processo e o espírito família do casal de coreógrafos da Grande Rio Priscila Mota e de Diqui James com os bailarinos.

“O espetáculo Wayra lhe toma por completo emocionando-o de corpo e alma. Ter o prazer de cinematografar o momento de encontro dele com o samba, nossa raiz, ver a superação técnica argentina e a emoção dos bailarinos brasileiros é algo incrível. Foi um encontro cultural das duas nações latino americanas, tão marcante, que literalmente foi uma força bruta”, afirma Marcos Mello

Questionado sobre as diferenças entre o trabalho realizado para Fuerza Bruta e o Carnaval do Rio de Janeiro, Diqui James destaca os conceitos diferentes de cada espetáculo. A companhia tem em sua exibição cultural, de música, dança e fantasias, enquanto o desfile é uma competição exigente com regras muito rígidas. Porém, há uma semelhança em ambos os casos: a disciplina, já que tudo tem que funcionar de maneira correta com a segurança de todos.


Fonte: Casa do Bom Conteúdo, através de Felipe Bocatti, Rodrigo Cabral, Gil Dias e Marcelo Affini.