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Para Ribamar pouco importam ideologias e convicções. Sempre à espreita, ele muda de direção sem hesitação para ficar mais próximo do poder. O personagem vivido por Victor Corujeira no longa-metragem “Depois da Chuva” revela sua falta de escrúpulos na disputa por um grêmio estudantil, mas reflete o perfil de muitos políticos espalhados pelo país.
O filme se passa entre 1984 e 1985, quando outro Ribamar, mais conhecido como José Sarney, fez uma guinada política. Ele passou de liderança da Arena, que apoiava o governo militar, à vice-presidência na chapa de Tancredo, nome fortemente associado ao movimento das Diretas Já! As eleições indiretas indicaram a vitória da dupla, mas a morte de Tancredo Neves levou Sarney à presidência.
Dirigido por Cláudio Marques e Marília Hughes, “Depois da Chuva” estreia nacionalmente menos de um mês após o discurso de despedida do político maranhense, que encerrou um ciclo de seis décadas de mandatos políticos. No dia 15 de janeiro, o longa entra em cartaz simultaneamente em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Recife.
O filme gira em torno de Caio (Pedro Maia), um adolescente de espírito libertário que vive seu despertar político e amoroso durante a redemocratização política brasileira. A euforia das Diretas Já e a frustração com a morte de Tancredo Neves encontram paralelo na vida do jovem, que vai da empolgação ao desencanto.
Fonte: Assessoria de imprensa da Quarta Via Comunicação, através de Jane Fernandes.
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