Fonte: www.google.com.br/imagens
Encerrou-se no ultimo dia 19, um dos festivais de cinema mais populares do mundo, deixando a impressão para alguns críticos, de uma mostra competitiva fraca e não por causa da pequena quantidade de filmes, e sim pela lógica imposta aos premiados e pela tradicional premiação política. A mostra competitiva teve como principal destaque o filme iraniano “Jodaeiye Nader az Simin”, de Ashgar Farhadi, e o filme húngaro “A Torinói Ló”, de Béla Tarr.
O júri deste ano foi presidido pela atriz Isabella Rossellini, o festival contou ainda com uma abertura de luxo, que ficou por conta do filme concorrente a 10 Oscar em 2011, “Bravura Indômita”, dos irmãos Joel e Ethan Coen, fora da mostra competitiva.
O cinema brasileiro também marcou presença na Berlinale (como o festival é carinhosamente chamado), mas sem disputar os prêmios principais. Tropa de Elite 2 foi exibido, na mostra Panorama. Os Residentes, de Tiago Mata Machado, vencedor da Mostra de Tiradentes, integrou a mostra Fórum e o curta Ensolarado, de Ricardo Targino, esteve na mostra Geração.
Fonte: www.google.com.br/imagens
Segue a lista dos filmes premiados:
Urso de Ouro de Melhor Filme
"Nader et Simin, Une Séparation" de Asghar Farhadi (Irão)
Urso de Prata - Grande Prémio do Júri
“A Torinói Ló” de Béla Tarr (Hungria)
Urso de Prata de Melhor Realizador
Ulrich Kohler por “Schlafkrankheit” (Alemanha)
Urso de Prata de Melhor Actriz
Leila Hatami e Sarina Farhadi por "Nader et Simin, Une Séparation"
Urso de Prata de Melhor Actor
Peyman Moadi, Shahab Hosseini e Sareh Bayat por "Nader et Simin, Une Séparation"
Urso de Prata de Melhor Contribuição Artística
Woyciek Staron eBárbara Enríquez por "El Premio" de Paula Markovitch (Argentina)
Urso de Prata de Melhor Argumento
"The Forgiveness Of Blood" (EUA)
Prémio Alfred Bauer - Filme Mais Inovador
"If Not Us, Who" de Andres Veiel (Alemanha)
Prémio de Melhor Primeiro Filme
"On the Ice" de Andrew Okpeaha MacLean (EUA)
Urso de Ouro de Melhor Curta-Metragem
"Night Fishing" de Park Chan-wook e Park Chan-kyong (Coreia do Sul)
Fonte: www.portalcinema.blogspot.com, www.ig.com.br/festivalberlim, www.cinema.uol.com.br, www.adorocinema.com e www.entretenimento.r7.com
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Um pequeno histórico de um grande cinema:
Fonte: www.google.com.br/imagens
Somente em 1915 com a produção de Amalia, de Enrique Garcia, e Nobleza Gaucha, de Martinez, os filmes argentinos se tornaram comercialmente bem sucedidos. Entre 1915 e 1927, a indústria cinematográfica do país viu nascer o estabelecimento de vários estúdios e também um melhoramento indiscutível em termos de proficiência técnica e da importância da edição. O cineasta dominante nesses tempos, de 1921 à 1930, era José A. Ferreyra, cujos filmes, muitos aliás, como El Tango de La Muerte, Flor de Durazno, com apresentação de Carlos Gardel, El Gaucho e Viejita eram extremamente populares do ponto de vista local. A produção de filmes durante a era do cinema mudo alcançou uma realização de doze longas, enquanto Federico Valle produzia El Apostol, de Cristiani, Taborda e Decaud, desenho animado de longa-metragem em pleno cinema mudo. El Último Malón, de Alcides Greca, reconstruiu em detalhes o filme sobre o norte de Santa Fé.
De antemão é necessário anunciar a impossibilidade de se falar em um “novo cinema argentino” como um rótulo, como um sistema delimitado ou fechado. Objetiva-se, traçar algumas recorrências gerais sobre produções que, de diversas maneiras, tem ora tematizado, ora refletido, ora documentado as sucessivas crises econômicas, políticas, entre outros fatos e de que forma incide a idéia de passado e da memória nessas produções. Uma das hipóteses é que tais temas vêm sendo produzidos e sendo associados com diferentes processos estéticos, e como novas dinâmicas de produção. É importante marcar certa distância entre o cinema argentino mainstream, representado pela continuidade da obra e da produção de nomes já estabelecidos internacionalmente há várias décadas como Fernando Solanas, Adolfo Aristarain, Marcelo Piñeyro, entre outros grandes nomes.
E quando o cinema do país platino conquista o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010 com El Secreto de sus Ojos, de Juan José Campanella, filme que já teve sua exibição aqui no Brasil. Fica tão pertinente assim uma abordagem crítica, sobre o cinema argentino, de ontem, de hoje e do futuro, mesmo que por falta de conhecimento essa abordagem fique superficial, tal fato se fará necessário.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, auroradecinema.wordpress.com e www.revistaogrito.com
Somente em 1915 com a produção de Amalia, de Enrique Garcia, e Nobleza Gaucha, de Martinez, os filmes argentinos se tornaram comercialmente bem sucedidos. Entre 1915 e 1927, a indústria cinematográfica do país viu nascer o estabelecimento de vários estúdios e também um melhoramento indiscutível em termos de proficiência técnica e da importância da edição. O cineasta dominante nesses tempos, de 1921 à 1930, era José A. Ferreyra, cujos filmes, muitos aliás, como El Tango de La Muerte, Flor de Durazno, com apresentação de Carlos Gardel, El Gaucho e Viejita eram extremamente populares do ponto de vista local. A produção de filmes durante a era do cinema mudo alcançou uma realização de doze longas, enquanto Federico Valle produzia El Apostol, de Cristiani, Taborda e Decaud, desenho animado de longa-metragem em pleno cinema mudo. El Último Malón, de Alcides Greca, reconstruiu em detalhes o filme sobre o norte de Santa Fé.
De antemão é necessário anunciar a impossibilidade de se falar em um “novo cinema argentino” como um rótulo, como um sistema delimitado ou fechado. Objetiva-se, traçar algumas recorrências gerais sobre produções que, de diversas maneiras, tem ora tematizado, ora refletido, ora documentado as sucessivas crises econômicas, políticas, entre outros fatos e de que forma incide a idéia de passado e da memória nessas produções. Uma das hipóteses é que tais temas vêm sendo produzidos e sendo associados com diferentes processos estéticos, e como novas dinâmicas de produção. É importante marcar certa distância entre o cinema argentino mainstream, representado pela continuidade da obra e da produção de nomes já estabelecidos internacionalmente há várias décadas como Fernando Solanas, Adolfo Aristarain, Marcelo Piñeyro, entre outros grandes nomes.
E quando o cinema do país platino conquista o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010 com El Secreto de sus Ojos, de Juan José Campanella, filme que já teve sua exibição aqui no Brasil. Fica tão pertinente assim uma abordagem crítica, sobre o cinema argentino, de ontem, de hoje e do futuro, mesmo que por falta de conhecimento essa abordagem fique superficial, tal fato se fará necessário.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, auroradecinema.wordpress.com e www.revistaogrito.com
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A terceira maior lenda feminina do cinema
Fonte: www.google.com.br/imagens
Audrey Hepburn foi uma atriz, modelo e humanista Belga que nasceu no dia 04/05/1929 em Bruxelas, e radicada entre Inglaterra e Países Baixos. Audrey Hepburn é considerada um ícone de estilo e também a terceira maior lenda feminina do cinema de acordo com o American Film Institute.
Audrey Hepburn era filha de Joseph Anthony Ruston, um rico banqueiro inglês e da Baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses, Ella Van Heemstra. Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Após o divórcio dos pais, mudou-se com a mãe para Londres, onde iniciou seus estudos. Alguns anos mais tarde, a Inglaterra declarou guerra à Alemanha, então a mãe de Audrey decidiu levá-la para viver em Arnhem na Holanda, país neutro que sua mãe imaginava, não seria invadido pelos alemães.
A situação na Holanda foi bem diferente da planejada por sua mãe. Com a invasão nazista, a vida da família foi tomada por uma série de privações. Audrey Hepburn envolveu-se com a Resistência, com isso participaria de espetáculos clandestinos de balé para angariar fundos e levaria mensagens secretas em suas sapatilhas.
Com o final da Guerra, Audrey Hepburn e sua mãe voltaram para a Inglaterra, onde ingressou na prestigiada escola de dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina prima. Desiludida, passou a trabalhar como corista e modelo fotográfica para garantir o sustento da família. Foi neste ponto que decidiu investir na área cinematográfica. Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França, para realizar a gravação de Montercarlo Baby, e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette, que trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey Hepburn, Collette decidiu que ela seria a sua Gigi.
Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme A Princesa e o Plebeu. Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann, dividindo a cena com Gregory Peck. Com o sucesso dessa produção, Audrey Hepburn, foi agraciada com o Oscar de melhor atriz.
Gregory Peck apresentou o ator Mel Ferrer para Audrey Hepburn, em uma festa em 1954, e os dois se casaram em setembro daquele ano. Audrey também em 1954 faria Sabrina, que lhe rendeu a segunda indicação ao Oscar.
Mel Ferrer e Audrey Hepburn gravaram juntos o filme Guerra e Paz, e ela também estrelaria três comédias-românticas: Cinderela em Paris, Amor na Tarde, A Flor que não morreu, e um drama Uma cruz a beira do abismo, que lhe rendeu a terceira indicação ao Oscar, que acabou afastando qualquer dúvida sobre seu talento, e cuminou com um faroeste, intitulado O passado não perdoa.
Após licença-maternidade, Audrey Hepburn voltou a Hollywood para estrelar Bonequinha de Luxo, em um papel que a transformaria em um ícone e pelo qual seria lembrada para sempre. Por viver a prostituta de luxo Holly Golightly ela receberia sua quarta indicação ao Oscar. Pouco tempo depois filmou Infâmia, Charada e Quando Paris alucina.
Em 1963, recebeu o papel principal do musical My fair lady, no entanto a voz de Audrey Hepburn foi dublada nesse musical. Audrey Hepburn não foi indicada ao Oscar por esse papel, fato que gera protestos até hoje. Julie Andrews ganharia o Oscar daquele ano por seu papel em Mary Poppins.
Dando sequência em sua carreira ela gravou, Como roubar um milhão de dólares, Um caminho a dois e Um clarão nas trevas, este último dirigido por Mel Ferrer seu esposo. Audrey Hepburn e Mel Ferrer se divorciaram em dezembro de 1968.
Decidida parar de atuar, Audrey Hepburn se casaria novamente, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti. Audrey Hepburn deu a luz a seu segundo filho em 1970. O casal morou por um ano em Roma, para em seguida a atriz ir viver na Suíça com os dois filhos.
Decidiu voltar a atuar em 1976, estrelando Robin e Marian. Três anos mais tarde retornaria à cena em A herdeira.
Audrey se divorciou em 1982, sendo que neste período, gravou Muito riso e muito alegria, e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders. Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey Hepburn.
Em 1989 faria uma participação especial como um anjo em, Além da eternidade. Este seria seu último filme. Audrey Hepburn passaria seus últimos anos em incansáveis missões pelo Fundo UNICEF das Nações Unidas, da qual era Embaixatriz, visitando países, dando palestras e promovendo concertos com causas. Audrey Hepburn falava fluentemente francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol.
Em 1993 foi diagnosticada com câncer de cólon. Faleceu às 7 horas da noite de 20 de janeiro de 1993, aos 63 anos.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.cinemaclassico.com, www.65anosdecinema.pro.br/biografia e www.e-biografias.net
Esta foi uma pequena revisão biográfica, dessa que foi uma das mais lindas e grandes atrizes de Hollywood, espero têr sido o mais fiel possível com o histórico de Audrey Hepburn. Bom! Estarei viajando com minha família, e com isso terei que dar uma pequena pausa, porém, a partir de domingo, volta à postagem diária a todo vapor, até lá, e um grande abraço!
Audrey Hepburn foi uma atriz, modelo e humanista Belga que nasceu no dia 04/05/1929 em Bruxelas, e radicada entre Inglaterra e Países Baixos. Audrey Hepburn é considerada um ícone de estilo e também a terceira maior lenda feminina do cinema de acordo com o American Film Institute.
Audrey Hepburn era filha de Joseph Anthony Ruston, um rico banqueiro inglês e da Baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses, Ella Van Heemstra. Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Após o divórcio dos pais, mudou-se com a mãe para Londres, onde iniciou seus estudos. Alguns anos mais tarde, a Inglaterra declarou guerra à Alemanha, então a mãe de Audrey decidiu levá-la para viver em Arnhem na Holanda, país neutro que sua mãe imaginava, não seria invadido pelos alemães.
A situação na Holanda foi bem diferente da planejada por sua mãe. Com a invasão nazista, a vida da família foi tomada por uma série de privações. Audrey Hepburn envolveu-se com a Resistência, com isso participaria de espetáculos clandestinos de balé para angariar fundos e levaria mensagens secretas em suas sapatilhas.
Com o final da Guerra, Audrey Hepburn e sua mãe voltaram para a Inglaterra, onde ingressou na prestigiada escola de dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina prima. Desiludida, passou a trabalhar como corista e modelo fotográfica para garantir o sustento da família. Foi neste ponto que decidiu investir na área cinematográfica. Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França, para realizar a gravação de Montercarlo Baby, e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette, que trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey Hepburn, Collette decidiu que ela seria a sua Gigi.
Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme A Princesa e o Plebeu. Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann, dividindo a cena com Gregory Peck. Com o sucesso dessa produção, Audrey Hepburn, foi agraciada com o Oscar de melhor atriz.
Gregory Peck apresentou o ator Mel Ferrer para Audrey Hepburn, em uma festa em 1954, e os dois se casaram em setembro daquele ano. Audrey também em 1954 faria Sabrina, que lhe rendeu a segunda indicação ao Oscar.
Mel Ferrer e Audrey Hepburn gravaram juntos o filme Guerra e Paz, e ela também estrelaria três comédias-românticas: Cinderela em Paris, Amor na Tarde, A Flor que não morreu, e um drama Uma cruz a beira do abismo, que lhe rendeu a terceira indicação ao Oscar, que acabou afastando qualquer dúvida sobre seu talento, e cuminou com um faroeste, intitulado O passado não perdoa.
Após licença-maternidade, Audrey Hepburn voltou a Hollywood para estrelar Bonequinha de Luxo, em um papel que a transformaria em um ícone e pelo qual seria lembrada para sempre. Por viver a prostituta de luxo Holly Golightly ela receberia sua quarta indicação ao Oscar. Pouco tempo depois filmou Infâmia, Charada e Quando Paris alucina.
Em 1963, recebeu o papel principal do musical My fair lady, no entanto a voz de Audrey Hepburn foi dublada nesse musical. Audrey Hepburn não foi indicada ao Oscar por esse papel, fato que gera protestos até hoje. Julie Andrews ganharia o Oscar daquele ano por seu papel em Mary Poppins.
Dando sequência em sua carreira ela gravou, Como roubar um milhão de dólares, Um caminho a dois e Um clarão nas trevas, este último dirigido por Mel Ferrer seu esposo. Audrey Hepburn e Mel Ferrer se divorciaram em dezembro de 1968.
Decidida parar de atuar, Audrey Hepburn se casaria novamente, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti. Audrey Hepburn deu a luz a seu segundo filho em 1970. O casal morou por um ano em Roma, para em seguida a atriz ir viver na Suíça com os dois filhos.
Decidiu voltar a atuar em 1976, estrelando Robin e Marian. Três anos mais tarde retornaria à cena em A herdeira.
Audrey se divorciou em 1982, sendo que neste período, gravou Muito riso e muito alegria, e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders. Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey Hepburn.
Em 1989 faria uma participação especial como um anjo em, Além da eternidade. Este seria seu último filme. Audrey Hepburn passaria seus últimos anos em incansáveis missões pelo Fundo UNICEF das Nações Unidas, da qual era Embaixatriz, visitando países, dando palestras e promovendo concertos com causas. Audrey Hepburn falava fluentemente francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol.
Em 1993 foi diagnosticada com câncer de cólon. Faleceu às 7 horas da noite de 20 de janeiro de 1993, aos 63 anos.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, www.cinemaclassico.com, www.65anosdecinema.pro.br/biografia e www.e-biografias.net
Esta foi uma pequena revisão biográfica, dessa que foi uma das mais lindas e grandes atrizes de Hollywood, espero têr sido o mais fiel possível com o histórico de Audrey Hepburn. Bom! Estarei viajando com minha família, e com isso terei que dar uma pequena pausa, porém, a partir de domingo, volta à postagem diária a todo vapor, até lá, e um grande abraço!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Kathy Bates
Fonte: www.google.com.br/imagens
Biografia:
Nascida no sul dos Estados Unidos (Memphis, em 28 de junho de 1948), Kathleen Doyle-Bates, mais conhecida como Kathy Bates, é uma premiada e reconhecida atriz americana de cinema, teatro e televisão. Filha de um engenheiro metalúrgico e uma dona-de-casa, Kathy Bates trabalhou nas profissões mais variadas antes de chegar aos palcos e às telas de cinema e televisão. Foi garçonete-cantora num hotel de luxo e é tida como uma compositora muito capaz. Por muitos anos manteve uma empresa de audiolivros.
Gordinha e baixinha, mas intensa, versátil e muito capaz, Kathy Bates atua com a mesma desenvoltura em dramas e comédias, rouba fácil a cena de qualquer outro ator, e com muita freqüência, salva filmes não tão bons com sua simples presença no elenco.
Formou-se em teatro na Universidade Metodista do Sul e, depois, foi para Nova Iorque, onde trabalhou como caixa da loja de presentes do Museu de Arte Moderna. Fez sua estréia na televisão no início dos anos 70 num episódio da série The Boat Love.
Sua primeira vez na tela do cinema foi na comédia Procura insaciável de 1971, do diretor tcheco Milos Forman. Após participar de várias produções cinematográficas, chega 1990, e com isso a consagração ao receber o Oscar de Melhor Atriz por Louca obsessão, trabalho pelo qual também ganhou o Golden Globe e a admiração de público e critica, sendo sempre lembrada por sua atuação sinistra e obsessiva ao iterpretar Annie Wilkes, consciderada uma das grandes vilãs do cinema.
Em 1991 Kathy Bates pode ser vista no filme Brincando nos campos do senhor, sob a direção do diretor argentino/brasileiro Hector Babenco. Sob a direção de Woody Allen, em 1992, atuou em Neblina e sombras, em Diabolique de 1996 e, em 1997, foi dirigida por James Cameron em Titanic, onde interpretou Molly Brown.
Veja a lista dos 4 melhores filmes de Kathy Bates, segundo o site melhoresfilmes.com.br
1º Tomates Verdes Fritos (Jon Avnet)
Ano 1991 Nota 7,8
2º Louca Obsessão (Rob Reiner)
Ano 1990 Nota 7,8
3º Titanic (James Cameron)
Ano 1997 Nota 7,7
4º As Confissões de Schmidt (Alexander Payne)
Ano 2002 Nota 7,2
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, cinema.sapo.pt/pessoa/kathy-bates e melhoresfilmes.com.br
Biografia:
Nascida no sul dos Estados Unidos (Memphis, em 28 de junho de 1948), Kathleen Doyle-Bates, mais conhecida como Kathy Bates, é uma premiada e reconhecida atriz americana de cinema, teatro e televisão. Filha de um engenheiro metalúrgico e uma dona-de-casa, Kathy Bates trabalhou nas profissões mais variadas antes de chegar aos palcos e às telas de cinema e televisão. Foi garçonete-cantora num hotel de luxo e é tida como uma compositora muito capaz. Por muitos anos manteve uma empresa de audiolivros.
Gordinha e baixinha, mas intensa, versátil e muito capaz, Kathy Bates atua com a mesma desenvoltura em dramas e comédias, rouba fácil a cena de qualquer outro ator, e com muita freqüência, salva filmes não tão bons com sua simples presença no elenco.
Formou-se em teatro na Universidade Metodista do Sul e, depois, foi para Nova Iorque, onde trabalhou como caixa da loja de presentes do Museu de Arte Moderna. Fez sua estréia na televisão no início dos anos 70 num episódio da série The Boat Love.
Sua primeira vez na tela do cinema foi na comédia Procura insaciável de 1971, do diretor tcheco Milos Forman. Após participar de várias produções cinematográficas, chega 1990, e com isso a consagração ao receber o Oscar de Melhor Atriz por Louca obsessão, trabalho pelo qual também ganhou o Golden Globe e a admiração de público e critica, sendo sempre lembrada por sua atuação sinistra e obsessiva ao iterpretar Annie Wilkes, consciderada uma das grandes vilãs do cinema.
Em 1991 Kathy Bates pode ser vista no filme Brincando nos campos do senhor, sob a direção do diretor argentino/brasileiro Hector Babenco. Sob a direção de Woody Allen, em 1992, atuou em Neblina e sombras, em Diabolique de 1996 e, em 1997, foi dirigida por James Cameron em Titanic, onde interpretou Molly Brown.
Veja a lista dos 4 melhores filmes de Kathy Bates, segundo o site melhoresfilmes.com.br
1º Tomates Verdes Fritos (Jon Avnet)
Ano 1991 Nota 7,8
2º Louca Obsessão (Rob Reiner)
Ano 1990 Nota 7,8
3º Titanic (James Cameron)
Ano 1997 Nota 7,7
4º As Confissões de Schmidt (Alexander Payne)
Ano 2002 Nota 7,2
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre, cinema.sapo.pt/pessoa/kathy-bates e melhoresfilmes.com.br
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Além da Velocidade do Som
Com autorização da família Senna e de Bernie Ecclestone, dono da FOM, empresa responsável pelos direitos comerciais da F-1. O documentário “Senna”, conta com a produção da britânica Working Title, com direção de Asif Kapadia, roteiro de Manish Pandey e produção de James Gay-Rees, Tim Bevan e Eric Fellner. A obra, que tem a rivalidade entre Ayrton Senna e o francês Alain Prost como fio condutor, tem recebido grandes elogios da crítica especializada.
Contando com cenas e depoimentos inéditos, de jornalistas, pilotos, dirigentes e familiares, o filme mostra os principais fatos da carreira de Ayrton Senna. Como a vitória no Japão que lhe deu o título em 1988, depois de ter problemas na largada e precisar ultrapassar 13 carros para ser campeão. Ou os polêmicos acidentes com Prost em 1989, quando perdeu a taça ao ser tocado pelo francês, e em 1990, quando deu o troco e foi bi. Ou ainda a dramática vitória no GP do Brasil de 1991. E, claro, a morte do piloto no grande prêmio de San Marino no ano de 1994.
Está aí uma grande dica para o lançamento em DVD e Blu-Ray, então fiquem atentos fãs desta parte saudosa da formula 1.
Fonte: www.estadao.com.br/noticias, globoesporte.globo.com/motor/formula-1 e www.evaldolima.com.br
Fonte:www.youtube.com
Contando com cenas e depoimentos inéditos, de jornalistas, pilotos, dirigentes e familiares, o filme mostra os principais fatos da carreira de Ayrton Senna. Como a vitória no Japão que lhe deu o título em 1988, depois de ter problemas na largada e precisar ultrapassar 13 carros para ser campeão. Ou os polêmicos acidentes com Prost em 1989, quando perdeu a taça ao ser tocado pelo francês, e em 1990, quando deu o troco e foi bi. Ou ainda a dramática vitória no GP do Brasil de 1991. E, claro, a morte do piloto no grande prêmio de San Marino no ano de 1994.
Está aí uma grande dica para o lançamento em DVD e Blu-Ray, então fiquem atentos fãs desta parte saudosa da formula 1.
Fonte: www.estadao.com.br/noticias, globoesporte.globo.com/motor/formula-1 e www.evaldolima.com.br
Fonte:www.youtube.com
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Buena Vista Social Club
Durante muitos anos, artistas cubanos da vanguarda ficaram no ostracismo, muitos deles sem tocar seus instrumentos por mais de dez anos. Porém, em 1996, o premiado guitarrista americano Ry Cooder, reuniu alguns dos maiores nomes da história da música cubana, para gravar o álbum Buena Vista Social Club, cujo título é uma referência a uma antiga casa de shows cubana que havia deixado de existir por volta dos anos 50, tal iniciativa foi premiada com o Grammy.
Entre os músicos convidados, destacam-se Ibrahim Ferrer, Compay Segundo, Omara Portuondo, Eliades Ochoa, Faustino Oramas e Rubén Gonzáles.
O disco, Buena Vista Social Club tornou-se um sucesso internacional. Foi quando então o diretor alemão Wim Wenders filmou a apresentação do grupo na Holanda, e uma segunda apresentação no famoso Carnegie Hall em Nova York. O período de início das filmagens ocorreu quando Ry Cooder voltou a Cuba em 1998, para gravar um álbum solo com Ibrahim Ferrer, Wim Wenders, que já conhecia Ry Cooder há mais de 20 anos, enquanto trabalhavam na trilha de O Fim da Violência, em 1996, o acompanhou com uma pequena equipe, registrando a performance dos músicos no estúdio e recuperou histórias de suas vidas em Havana. Transformando tal iniciativa em documentário, que recebeu a indicação ao Oscar 2000 (EUA), na categoria de melhor documentário, e ganhando o prêmio de Melhor documentário no European Film Awards.
Informações Técnicas:
Título: Buena Vista Social Club
País de Origem: Alemanha / EUA / Inglaterra / França / Cuba
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento: 1999
Site Oficial: http://www.pbs.org/buenavista
Estúdio/Distrib.: SPECTRA
Direção: Wim Wenders
Nota: Em 2006 foi lançado Rhythms del Mundo, um ábum com as estrelas do Buena Vista e da música cubana Ibrahim Ferrer (sua última gravação antes de morrer em 2005) e Omara Portuondo com artistas como Franz Ferdinand, U2, Sting, Jack Johnson, Maroon 5, Arctic Monkeys, Coldplay, Kaiser Chiefs entre outros.
Fonte: www.interfilmes.com/filme, wikipedia.org e www.bonde.com.br
Fonte:www.youtube.com
Entre os músicos convidados, destacam-se Ibrahim Ferrer, Compay Segundo, Omara Portuondo, Eliades Ochoa, Faustino Oramas e Rubén Gonzáles.
O disco, Buena Vista Social Club tornou-se um sucesso internacional. Foi quando então o diretor alemão Wim Wenders filmou a apresentação do grupo na Holanda, e uma segunda apresentação no famoso Carnegie Hall em Nova York. O período de início das filmagens ocorreu quando Ry Cooder voltou a Cuba em 1998, para gravar um álbum solo com Ibrahim Ferrer, Wim Wenders, que já conhecia Ry Cooder há mais de 20 anos, enquanto trabalhavam na trilha de O Fim da Violência, em 1996, o acompanhou com uma pequena equipe, registrando a performance dos músicos no estúdio e recuperou histórias de suas vidas em Havana. Transformando tal iniciativa em documentário, que recebeu a indicação ao Oscar 2000 (EUA), na categoria de melhor documentário, e ganhando o prêmio de Melhor documentário no European Film Awards.
Informações Técnicas:
Título: Buena Vista Social Club
País de Origem: Alemanha / EUA / Inglaterra / França / Cuba
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento: 1999
Site Oficial: http://www.pbs.org/buenavista
Estúdio/Distrib.: SPECTRA
Direção: Wim Wenders
Nota: Em 2006 foi lançado Rhythms del Mundo, um ábum com as estrelas do Buena Vista e da música cubana Ibrahim Ferrer (sua última gravação antes de morrer em 2005) e Omara Portuondo com artistas como Franz Ferdinand, U2, Sting, Jack Johnson, Maroon 5, Arctic Monkeys, Coldplay, Kaiser Chiefs entre outros.
Fonte: www.interfilmes.com/filme, wikipedia.org e www.bonde.com.br
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
Monika e o Desejo (Sommaren med Monika)
O rompimento das relações interpessoais seria um dos temas recorrentes do cineasta Ingmar Bergman. Monika e o Desejo, é o primeiro filme do cineasta com distribuição internacional. A obra não apenas abre as portas para a trajetória do diretor, mas também instaura a temática que seria consagrada em realizações futuras.
Apesar de Monika e o Desejo, ser menos conhecido pelo público geral do que outras obras que exploram o mesmo viés, onde podemos citar Persona entre outros filmes de Ingmar Bergman, não há que se falar aqui em menor representatividade. O filme explora com precisão sua proposta dramática e a relação entre esta e o ambiente. Monika e o Desejo, funciona como um organismo, em que nada pode ser visto senão em conjunto. As emoções das personagens unem-se aos espaços, sempre com grande expressividade e significação.
Mesmo que Ingmar Bergman tenha em seu rico currículo, filmes como o Sétimo Selo, Morangos Silvestres e vários outros sucessos que eu poderia aqui citar, Monika e o Desejo, para meu gosto é o grande filme dele, pois, este filme demonstra uma atmosfera muito parecida com a da nossa juventude atual.
• Sinopse
O jovem Henrik se apaixona perdidamente por Monika, e após Henrik ser despedido do emprego, o casal decide se isolar de todos, fazendo uma idílica viagem de barco pelas ilhas de Estocolmo durante as férias de verão. Monika engravida e a viagem termina. Será que o amor dos jovens resistirá às dificuldades do cotidiano? Com linda fotografia de Gunnar Fischer e filmado com muita sensualidade por Ingmar Bergman, Monika e o Desejo é repleto de imagens difíceis de serem esquecidas.
Informações Técnicas:
Título no Brasil: Monika e o Desejo
Título Original: Sommaren med Monika
País de Origem: Suécia
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 92 minutos
Ano de Lançamento: 1953
Estúdio/Distrib.: Versátil
Direção: Ingmar Bergman
,::.. Elenco ..::
Harriet Andersson, Lars Ekborg, Dagmar Ebbesen, Åke Fridell, Naemi Briese, Åke Grönberg, Sigge Fürst, John Harryson, Gert Fylking, Harry Ahlin, Anders Andelius, Wiktor Andersson, Mona Åstrand, Renée Björling, Astrid Bodin, Tor Borong, Ernst Brunman, Bengt Brunskog, Bengt Eklund, Carl-Axel Elfving, Hans Ellis, Gösta Ericsson, Gustaf Färingborg, Arthur Fischer, Jessie Flaws, Mona Geijer-Falkner, Göthe Grefbo, Gösta Gustafson, Nils Hultgren, Magnus Kesster, Carl-Uno Larsson, Torsten Lilliecrona, Gordon Löwenadler, Sten Mattsson, Kjell Nordenskiöld, Gun Östring, Gösta Prüzelius, Birger Sahlberg, Hanny Schedin, Georg Skarstedt, Einar Söderbäck, Ivar Wahlgren, Catrin Westerlund, Nils Whiten e Margaret Young.
Fonte: www.interfilmes.com/filme, www.cinedica.com.br, www.sinopsedofilme.com.br, www.portaldecinema.com.br e moviement.wordpress.com
Fonte:www.youtube.com
Apesar de Monika e o Desejo, ser menos conhecido pelo público geral do que outras obras que exploram o mesmo viés, onde podemos citar Persona entre outros filmes de Ingmar Bergman, não há que se falar aqui em menor representatividade. O filme explora com precisão sua proposta dramática e a relação entre esta e o ambiente. Monika e o Desejo, funciona como um organismo, em que nada pode ser visto senão em conjunto. As emoções das personagens unem-se aos espaços, sempre com grande expressividade e significação.
Mesmo que Ingmar Bergman tenha em seu rico currículo, filmes como o Sétimo Selo, Morangos Silvestres e vários outros sucessos que eu poderia aqui citar, Monika e o Desejo, para meu gosto é o grande filme dele, pois, este filme demonstra uma atmosfera muito parecida com a da nossa juventude atual.
• Sinopse
O jovem Henrik se apaixona perdidamente por Monika, e após Henrik ser despedido do emprego, o casal decide se isolar de todos, fazendo uma idílica viagem de barco pelas ilhas de Estocolmo durante as férias de verão. Monika engravida e a viagem termina. Será que o amor dos jovens resistirá às dificuldades do cotidiano? Com linda fotografia de Gunnar Fischer e filmado com muita sensualidade por Ingmar Bergman, Monika e o Desejo é repleto de imagens difíceis de serem esquecidas.
Informações Técnicas:
Título no Brasil: Monika e o Desejo
Título Original: Sommaren med Monika
País de Origem: Suécia
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 92 minutos
Ano de Lançamento: 1953
Estúdio/Distrib.: Versátil
Direção: Ingmar Bergman
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Harriet Andersson, Lars Ekborg, Dagmar Ebbesen, Åke Fridell, Naemi Briese, Åke Grönberg, Sigge Fürst, John Harryson, Gert Fylking, Harry Ahlin, Anders Andelius, Wiktor Andersson, Mona Åstrand, Renée Björling, Astrid Bodin, Tor Borong, Ernst Brunman, Bengt Brunskog, Bengt Eklund, Carl-Axel Elfving, Hans Ellis, Gösta Ericsson, Gustaf Färingborg, Arthur Fischer, Jessie Flaws, Mona Geijer-Falkner, Göthe Grefbo, Gösta Gustafson, Nils Hultgren, Magnus Kesster, Carl-Uno Larsson, Torsten Lilliecrona, Gordon Löwenadler, Sten Mattsson, Kjell Nordenskiöld, Gun Östring, Gösta Prüzelius, Birger Sahlberg, Hanny Schedin, Georg Skarstedt, Einar Söderbäck, Ivar Wahlgren, Catrin Westerlund, Nils Whiten e Margaret Young.
Fonte: www.interfilmes.com/filme, www.cinedica.com.br, www.sinopsedofilme.com.br, www.portaldecinema.com.br e moviement.wordpress.com
Fonte:www.youtube.com
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