domingo, 7 de agosto de 2016

Crítica: CHOCOLATE, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


A trama se inicia em um pequeno circo da França, onde vemos o protagonista Rafael (Omar Sy) inicialmente assustando os espectadores ao interpretar um canibal em um número, para logo depois os conquistar com humor e charme. Com ajuda de Footit (uma impressionante interpretação de James Thierrée, neto de Charlie Chaplin), um palhaço branco em quase decadência, mas que com talento em abundancia, ambos iniciam uma dupla de palhaços de circo. O sucesso é instantâneo e fazendo com que eles chegassem a fazer inúmeros shows em Paris.

O filme de Roschdy Zem trabalha bem a cinebiografia de Rafael Padilla, tocando em temas como ascensão social, inovação, artistas de circo, artistas franceses e principalmente a questão racial. O fato de Rafael ser o primeiro artista negro da França nos traz questões delicadas sobre racismo que o diretor não se esquiva, mas também não procura fazer o protagonista de vítima, expondo suas ações e promovendo análises profundas.

Há observações nada sutis sobre o racismo, onde vemos o quão o ser humano pouco evoluiu ao longo desses cem anos, desde que surgiu essa dupla de palhaços. Chocolate é sim um filme sobre o horror que é o preconceito, onde vemos até mesmo brancos tratando negros como se fossem animais de zoológico e gerando um verdadeiro contraste se comparado ao protagonista que conseguiu uma luz ao sol. Respeitado por toda Paris, Rafael começa a usufruir do sucesso que adquiriu, desde a comprar carros de luxo, como namorar uma moça branca (Clotilde Hesme).

Não demora muito para os racistas de Paris surgirem em peso e transformarem a vida de Rafael num inferno. É interessante observar que, estávamos falando de Paris, uma cidade multicultural e moderna, mesmo para época, mas que pelo visto vivia com a imagem de tolerantes somente nas aparências. O ápice do preconceito é visto numa exposição com nativos africanos. Isso coloca o protagonista em um dilema: qual seria o seu lugar numa sociedade que o usa para entretimento, mas que ao mesmo tempo lhe trata como um animal? Uma cidade com oportunidades, mas que não aceita pessoas unicamente por ter uma cor de pele diferente.

Apesar de um ato final questionável em seu discurso, o roteiro de Chocolate é magnífico. Uma bela homenagem a um grande artista, expondo-o de maneira honesta e celebrando, acima de tudo, a arte de fazer humor, mesmo com todas as adversidades criadas por uma sociedade inconsequente.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

sábado, 6 de agosto de 2016

Crítica: MÃE SÓ HÁ UMA, ‏através de Marcelo Castro Moraes.


Fonte: www.google.com.br/imagens


No filme “Que horas ela volta?”, a cineasta Anna Muylaert retira as máscaras da relação entre empregada e patrão e escancara o fato de que a sociedade brasileira ainda convive com a hipocrisia, tentando esconder a realidade com relação à divisão de classes que perdura até hoje. A proposta daquele filme pode ser vista também como uma forma de sintetizar os males do Brasil de hoje que, cada vez mais, encontra-se numa situação sem diálogos, com uma promessa superficial e pálida e que nunca dá em nada. Em seu mais novo filme, Mãe só há Uma, a cineasta coloca frente a frente os conflitos de gerações, através da relação entre pais e filhos.

Acompanhamos a história de Pierre (Naomi Nero), um adolescente comum, em fase das descobertas, vivendo com sua mãe (Dani Nefussi) e com a sua irmã mais nova. Certo dia Pierre recebe a bombástica notícia de que sua aparente mãe havia lhe sequestrado, no hospital onde ele nascera e que seus pais verdadeiros Matheus (Matheus Nachtergaele) e Gloria (também interpretada pela atriz Dani Nefussi) estavam a sua procura todo esse tempo. De um dia para o outro Pierre se encontra em uma nova realidade, da qual não sabe ao certo como administrá-la.

Achar o filho ao qual sempre procurou pode soar até fácil, principalmente se for comparado ao peso da situação que virá depois, onde os protagonistas terão que construir uma relação que nunca existiu, e é aí que se encontra o cenário dos mais absurdos, porém humanos, em que os pais biológicos tentam criar um quadro de harmonia a tanto sonhado: a cena em que vemos todos reunidos em um restaurante para comemorar a vinda de um desorientado Pierre, demonstra a total falta de preparo e a falta de sintonia que eles têm com o rapaz. Em meio a esse redemoinho ao qual o protagonista enfrenta, temos também a sub trama de seu irmão mais novo, sendo que esse último não deseja ter uma aproximação com o recém-chegado irmão Pierre. A situação desses jovens simboliza o embate de gerações (pais e filhos), da qual não há diálogos.

O elenco todo encontra-se excepcional, ao começar por Naomi Nero que, mesmo com poucas palavras declaradas, é através da sua expressão de tristeza, fúria e frustração que ele cria para o seu personagem a alma do filme. Porém, não podemos deixar de elogiar a sempre competente interpretação de Matheus Nachtergaele, onde seu personagem tenta ter uma relação paternal com o filho, mas na qual realmente nunca começou. Contudo, a grande surpresa fica por conta do assombroso desempenho da atriz Dani Nefussi, que aqui faz tanto a mãe de criação do protagonista, quanto à mãe biológica, mas com interpretações distintas, onde não percebemos se tratar da mesma atriz.

Com um final aberto em relação ao futuro dos personagens, Mãe só há Uma é um filme chocante e pesado, porém, tratando-se de um dos grandes filmes de 2016 do cinema nacional.


Trailer

Fonte: www.youtube.com


Fonte: Marcelo Castro Moraes - Crítico Cinematográfico.

Começam filmagens do doc “A vida extraordinária de Tarso de Castro”.


Tarso em 1968 no bar Antonio's, reduto da esquerda festiva e da Bossa Nova no Rio de Janeiro


Longa sobre jornalista fundador do Pasquim vai retratar geração de intelectuais que resistiu à ditadura


O documentário longa-metragem “A vida extraordinária de Tarso de Castro”, dirigido por Leo Garcia e Zeca Brito, começou a ser rodado nesta quinta-feira, 4 de agosto, no Rio de Janeiro. Por meio da fascinante trajetória de Tarso de Castro, o doc vai reviver a história do Brasil dos anos 60, 70 e 80 e da geração de intelectuais que resistiram à ditadura militar e promoveram uma verdadeira revolução nos costumes e na cultura brasileira.

Nesta primeira fase de filmagens, os diretores vão entrevistar o cartunista Jaguar, o jornalista Sérgio Cabral (pai) e o ator Antônio Pedro. Outros companheiros de Tarso, como Paulo César Pereio, Caetano Veloso, Chico Buarque, Mario Prata, Ziraldo, Paulo Caruso, Zuenir Ventura, Luis Fernando Verissimo, Xico Sá e Daniel Filho, serão entrevistados na segunda etapa.

Boêmio, provocador, sedutor, revolucionário e idealizador do jornal Pasquim, Tarso de Castro foi um dos mais importantes e polêmicos jornalistas do Brasil. Como bem definiu Otto Lara Resende, Tarso traçou um verdadeiro pacto de felicidade com a vida e pagou o preço dos prazeres excessivos – era alcoólatra, não admitia se tratar e morreu de cirrose hepática aos 49 anos de idade em 1991.

Além dos amigos já citados, Tarso conviveu e influenciou personalidades como Glauber Rocha, Tom Jobim, Caetano Veloso, Leila Diniz, Paulo Francis, Samuel Wainer, Luiz Carlos Maciel, Sérgio Porto, Paulo José, Hugo Carvana, Fernanda Montenegro, Leonel Brizola, João Ubaldo Ribeiro e Sérgio Buarque de Holanda.

“Enquanto escritores e roteiristas quebram a cabeça para criar personagens conflituosos e que cativem o público, o jornalismo brasileiro teve em suas redações um personagem pronto,” afirma o diretor Leo Garcia.


Ficha Técnica

DIREÇÃO: Leo Garcia e Zeca Brito

ROTEIRO: Leo Garcia e Zeca Brito

PRODUÇÃO: Letícia Friedrich e Mariana Muller

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Bruno Polidoro

PESQUISA: Alice Spitz e Sylvio Siffert

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Alice Spitz

EMPRESAS PRODUTORAS: Coelho Voador, Anti Filmes, Boulevard Filmes e Epifania Filmes

DISTRIBUIDORA: Boulevard Filmes


Leo Garcia

Leo Garcia é sócio da produtora de roteiros Coelho Voador. Mestre em Roteiro de Ficção para TV e Cinema (UPSA – Salamanca, Espanha), escreveu roteiros para longas, curtas e séries, tendo vencido editais e premiações. Destaque para o curta “Ed”, no qual é roteirista e produtor, selecionado para mais de 100 festivais em 33 países – vencedor do Grande Prêmio Canal Brasil 2014. Roteirizou as séries “Elvis e o Cometa” (2010 - TV Brasil), Sapore D’Itália (2011 - RBS e Globo Internacional), “Bocheiros” (2014 – TVE e Prime Box Brazil) e “Werner e os Mortos” (2016 – Canal Brasil).

Leo venceu o Prêmio Santander Cultural para projetos de longas por duas vezes (2009 e 2011) e foi selecionado para o Berlinale Talents 2014, prestigiado programa do Festival de Berlim.

Seu longa “Em 97 Era Assim” está em finalização, com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2016. Leo teve dois projetos de longas contemplados no edital RS Pólo Audiovisual: a ficção “Depois de Ser Cinza” e o documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” – ambos serão rodados em 2016 e 2017. Já ministrou cursos de roteiro em Porto Alegre, Goiânia, Rio de Janeiro, Aracaju e diversas cidades do interior do Rio Grande do Sul.

É também o idealizador da Alfaiataria da Coelho Voador (contemplada no edital FAC/RS por duas vezes), laboratório de criação de novos roteiros, que está dando oportunidade a novos talentos a entrar no mercado. Leo é o diretor-geral do FRAPA – Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre, o primeiro festival de roteiro da América Latina, que já conta com quatro edições.


Zeca Brito

Graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Bacharel em Visuais pela UFRGS, atua como diretor e roteirista. Em 2006 dirigiu “Um Filme Chamado Sfincter”, ficção exibida no canal Multishow. Em 2009, lançou o curta-metragem de ficção “Um Breve Assalto”, exibido na RBS TV e Canal Brasil. Seu curta-metragem “Aos Pés” em 2010 foi exibido em Nova Iorque, Buenos Aires e Ilha da Horta (Açores), conquistou o premio de Melhor Filme no Festival de Cinema de Maringá, Melhor Filme 35mm no Festival Ibero Americano Curta Canoa e Melhor Filme Júri Popular no FESTin Lisboa. Seu curta-metragem de ficção “O Sabiá”, foi exibido em 2010 na RBS TV e Canal Brasil, e ganhou 3° Lugar pelo Júri Popular no FESTin Lisboa. Seu longa-metragem “O Guri”, de 2011, segundo o crítico Jean-Claude Bernardet, “assinala o nascimento de um novo talento cinematográfico no Brasil”. Em 2014 dirigiu o documentário de longa-metragem “Glauco do Brasil”, lançado nos cinema em março de 2016. Atualmente, finaliza o longa-metragem "Em 97 Era Assim" e está fase de pré-produção do longa de ficção “Legalidade”.


Fonte: Diagrama Comunicações, através de Marcelo Cajueiro.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Promoções 2016, mês de agosto (Livros da Editora Arqueiro).

A Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante está colocando à nossa disposição em agosto (para realização de Sorteios), 2 exemplares de ‘A senhora do império’, de Raymond E. Feist.

A senhora do império


Favor ler o regulamento abaixo.

Para você estar apto a participar dos sorteios de 2 exemplares de ‘A senhora do império’, de Raymond E. Feist, cedidos pela a Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante, você deverá entra no site A Hora Do Cinema (www.ahoradocinema.com) e clicar no link promoções, para preencher completamente a ficha de inscrição, ok?

O sorteio do primeiro exemplar do livro ‘A senhora do império’ irá ocorrer no dia 29 de agosto e o sorteio do segundo exemplar do livro ‘A senhora do império’ irá ocorrer no dia 30 de agosto de 2016. Os vencedores receberão o seu livro, diretamente em sua casa, sem custos, pois, a Editora Arqueiro juntamente com a Editora Sextante são as grandes parceiras desta promoção.


Patrocínio

EDIÇÃO 2016 DO FESTIVAL EL OJO DE IBEROAMÉRICA ANUNCIA SEUS PRIMEIROS PRESIDENTES DE JÚRI.




Mónica Moro, Ricardo Chadwick e Felipe Luchi são os primeiros nomes do time de profissionais que escolherão os principais trabalhos da publicidade da região


O Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica anuncia Mónica Moro, Diretora Geral de Criação da McCann Espanha, Ricardo Chadwick, Sócio e Diretor de Criação Executivo da Fahrenheit DDB Peru, e o brasileiro Felipe Luchi, Chief Creative Officer da Lew'Lara\TBWA, como seus primeiros presidentes de júri para a 19ª edição do Festival, que acontecerá nos dias 02, 03 e 04 de novembro no Hotel Hilton de Buenos Aires, Argentina.


Mónica Moro

Considerada uma das mais importantes profissionais de criação da Europa, a Diretora Geral de Criação da McCann Espanha presidirá a categoria El Ojo Cinema/TV. Mónica transformou a agência espanhola em referência global, colocando-a entre as 20 principais do mundo no ranking da publicação anual Gunn Report referente a 2015, sendo também selecionada como Best Place to Work na Espanha. Formada em Publicidade e Relações Públicas pela Universidade Complutense de Madri, a profissional faz parte do board criativo mundial da McCann, o que a levou a ser jurada dos maiores festivais de criatividade do mundial, tal como Cannes Lions, Clio, London IA, CdeC, e El Ojo de Iberoamérica, entre outros. Entre os clientes que sua agência atende estão Coca-Cola, IKEA, Campofrío, e Loterías y Apuestas del Estado. Ela também tem trabalhos expostos na coleção permanente do Museu Nacional de Arte Contemporânea Reina Sofía, em Madri – Espanha.


Ricardo Chadwick

Sócio e Diretor de Criação Executivo da Fahrenheit DDB Peru, Chadwick irá presidir o júri do El Ojo Media. Ao longo de sua carreira, o profissional recebeu numerosos prêmios nos festivais Cannes Lions e El Ojo de Iberoamérica, sendo o principal criativo por trás da campanha política que elegeu o atual presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski. Com 24 anos de experiência no mercado, ele iniciou sua trajetória de sucesso na J. Walter Thompson Peru, onde atuou por seis anos, vindo depois a mudar-se para a agência D’Arcy Lima, já como Diretor Geral de Criação, sendo o principal responsável pela projeção histórica da empresa por toda região. Transferiu-se para a Europa, onde agora atua pela Red Cell Club, e recentemente foi reconhecido como um dos principais criativos da publicidade europeia pela publicação anual Art Directors Club.


Felipe Luchi

CCO da Lew’Lara/TBWA, o brasileiro Felipe Luchi, que será Presidente de Júri das categorias o El Ojo Design e Produção Gráfica, teve entre seus primeiros passos na publicidade o posto de diretor de arte na Salles D'Arcy e depois integrou as equipes criativas da Leo Burnett, da TBWA, e da Talent. Nessa última, fez parte da equipe que em 2012 conquistou Grand Prix na categoria Rádio do Festival Cannes Lions, com trabalho para a revista Go Outside. Em 2013, assumiu o atual cargo na Lew’Lara/TBWA, colaborando para elevar o patamar de seu escritório para a operação mais importante de toda a rede na América Latina. Entre os principais clientes que sua agência atende estão VISA, Nissan, P&G, Nivea, Gatorade e Santander.


INSCRIÇÕES ANTECIPADAS COM DESCONTOS

O El Ojo de Iberoamérica está estimulando as inscrições antecipadas, com a bonificação de suas entradas com desconto em 40% do valor integral. Para mais informações sobre o Festival, inscrição de cases ou credenciamento de delegados para assistir ao ciclo de capacitação, a organização solicitada entrar em contato pelo email info@elojodeiberoamerica.com ou pelo telefone: (54-11) 4543-0790.

A edição 2016 do Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica terá um dream team de estrelas da comunicação global entre seus conferencistas e jurados. São profissionais que darão a sua visão da indústria e percorrerão os corredores do evento, dividindo os espaços de workshops, seminários, competições, exposições e coquetéis do principal evento criativo latino-americano. Reconhecidamente, o evento é oportunidade única para desfrutar três dias de capacitação intensiva na inspiradora cidade de Buenos Aires, com os papas do mercado.

Dois nomes do rol de conferencistas já foram divulgados: Carl Jonhson, CEO global da Anomaly, e Chris Garbutt, global creative presidente da rede TBWA e chief creative officer da TBWA\Chiat\Day de Nova Iorque. A lista completa dos conferencistas será divulgada em breve.


AGENDA

Festival Internacional El Ojo de Iberoamérica

Hotel Hilton de Buenos Aires – Argentina

Data: 02, 03 e 04 de novembro de 2016

Aquisições de ingressos com 40% do valor integral: Até 22 de agosto

Inscrições online de cases: Até 19 de agosto


SOBRE O EL OJO DE IBEROAMÉRICA

O El Ojo de Iberoamérica é o primeiro festival internacional com um olhar latino na criatividade em Publicidade, Comunicação, Marketing e Entretenimento. Há 19 anos, em cada uma de suas edições congrega o talento e o espírito latino, tornando-se uma oportunidade única de intercâmbio de ideias, experiências e projetos com o mundo.

Os pilares que deram origem ao festival são capacitação, inspiração, network e reconhecimento aos melhores trabalhos de profissionais e empresas que definitivamente estimulam o crescimento e consolidação da indústria. A cada ano o El Ojo impulsiona os limites do talento, da criatividade e comunicação latina, vendo sempre além, consolidando-se como um lugar excelente para fortalecer e potenciar vínculos além das fronteiras regionais.


Fonte: Agência Casa do Bom Conteúdo, através de Bruno Bataglioto e Marcelo Affini.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

14º CURTA SANTOS ABRE INSCRIÇÕES PARA FILMES DE TODO PAÍS, ATÉ 5 DE AGOSTO.




Realizadores devem encaminhar suas produções pelo site oficial do festival, www.curtasantos.com.br, até o dia 5 de agosto.


O Curta Santos – Festival de Cinema de Santos atinge sua 14ª edição em 2016 e tem inscrições abertas para realizadores audiovisuais até sexta-feira, 5 de agosto, por meio de seu site oficial, onde também é possível ter acesso ao regulamento completo: www.curtasantos.com.br.

Serão escolhidos 10 filmes para a mostra competitiva nacional “Olhar Brasilis” e 10 filmes e 10 videoclipes para as mostras regionais “Olhar Caiçara” e “Videoclipe Caiçara”. Os curtas devem ter até 20 minutos de duração e os videoclipes, uma música.

A comissão de seleção das mostras “Olhar Brasilis” e “Videoclipe Caiçara” será composta por profissionais de reconhecida experiência em audiovisual e a direção do festival. Já a escolha dos filmes da mostra “Olhar Caiçara” consiste na primeira novidade desta edição: em iniciativa inédita na história do festival, a definição dos filmes que representarão a região caberá aos próprios realizadores.

O resultado será conhecido por meio de uma assembleia aberta, a ser realizada nos dias 13 e 14 de agosto no Museu da Imagem e do Som (MISS), com a presença obrigatória de um representante de cada filme inscrito. Após a exibição de todos os curtas, uma votação decidirá os selecionados.

“A ideia é criar um maior espaço de interlocução entre a produção do Curta Santos e os realizadores locais, abrindo o processo de curadoria para uma construção coletiva”, comenta o diretor de produção do festival, Junior Brassalotti.

As 30 obras escolhidas serão exibidas durante o festival, de 26 de setembro a 2 de outubro, em salas de cinema e espaços públicos da cidade do litoral paulista. Os vencedores serão contemplados com o Troféu Maurice Legeard.


A 14ª edição

Consolidado como um dos mais importantes eventos do gênero no país, o Curta Santos mapeia o atual panorama da produção audiovisual em curta-metragem, proporcionando um diálogo entre os realizadores e fortalecendo o pólo de produção e exibição local, fundamental para formação de público.

“Estamos diante de uma produção inquieta, sem amarras, livre nas suas formas de expressão e linguagem, estética e de gêneros, que abarca novos formatos e gera novas posturas, análises e conteúdos. O Curta Santos celebra, revigora e oxigena a produção independente, que exige um olhar mais acurado para que sua realidade seja entendida”, afirma o diretor-executivo do Festival, Ricardo Vasconcellos.

A programação prevê ainda mostras especiais, oficinas e debates, além das tradicionais noites de abertura e premiação.


14º CURTA SANTOS | FESTIVAL DE CINEMA DE SANTOS

www.curtasantos.com.br

INSCRIÇÕES: 5 DE JULHO A 5 DE AGOSTO DE 2016


Fonte: Editor Web, através de Lúcio Nunes.

Inscrições abertas para o 4° CineSerra.




Produções audiovisuais realizadas no RS podem concorrer, a partir de cadastro online gratuito que se estende até 28 de agosto. O 4º Festival do Audiovisual da Serra Gaúcha ocorre entre 18 e 30 de outubro


O período de inscrições de trabalhos audiovisuais para a 4ª edição do CineSerra – Festival do Audiovisual da Serra Gaúcha está aberto, e segue até o dia 28 de agosto. O evento compreenderá dois concursos paralelos: um na categoria regional, para produções da Região Nordeste do Rio Grande do Sul, e outro estadual, para trabalhos dos demais municípios do RS. As obras podem ser inscritas nas categorias ficção, documentário (ambos de curta e média-metragem) e videoclipe musical, finalizados entre janeiro de 2013 e a data de inscrição no evento.

As inscrições são gratuitas e online, no site do Festival (www.festivalcineserra.com.br), onde também estão dispostos os regulamentos completos. O cadastro compreende o preenchimento do formulário de inscrição, com a disponibilização das obras inscritas para avaliação e demais requisições, conforme critérios determinados no regulamento.

O 4° CineSerra ocorre entre 18 e 30 de outubro, com sede em Caxias do Sul e exibições também em Garibaldi, Bento Gonçalves, Gramado, Flores da Cunha e Porto Alegre. Os vencedores serão conhecidos em evento oficial, e as ficções e documentários concorrem aos prêmios de melhor filme ficção, filme documentário, direção, roteiro, fotografia, direção de arte, edição, trilha sonora, ator, atriz, menção honrosa ficção e menção honrosa documentário. Os videoclipes serão classificados em primeiro, segundo e terceiro colocados. Ainda haverá o prêmio popular, decidido mediante enquete online.

O diretor artístico, Leandro Daros, destaca entre as novidades da edição 2016 a programação visual desenvolvida pela Laymark Propaganda, com o slogan Mostre a sua arte, e o lançamento do site do Festival, produzido pela Egge Agência Digital. “Ainda haverá a ampliação dos locais de exibição, com destaque para a parceria com a Cinemateca Paulo Amorim, que oportunizará apresentação das produções da Serra na capital, e modificações no regulamento a fim de facilitar a inscrição de obras dos produtores gaúchos com foco no aspecto autoral”, acrescenta.


Sobre o CineSerra

O CineSerra – Festival de Audiovisual da Serra Gaúcha é uma mostra competitiva de cinema. O projeto iniciou em 2012 com o objetivo de dar visibilidade e agregar valor à produção audiovisual da região, e teve sua primeira edição em 2013. Serão destacadas e premiadas produções em âmbito regional (Região Nordeste do RS) e estadual (RS), em concursos paralelos. O evento também oferece workshops sobre tópicos relativos à produção audiovisual com profissionais da área.

À frente do projeto estão os produtores culturais associados Leandro Daros, diretor artístico, e Claudio Troian, diretor operacional. O Festival conta com financiamento da LIC Caxias (Lei de Incentivo à Cultura) e apoio da FSG. A realização é da Sossegado Produções.


Fonte: Dinâmica Comunicação e Assessoria de Imprensa CineSerra, através de Gabriela Zanesi e Ricardo Tonet Dini.