No (No, Chile, França, EUA, 2012, 110min) dir. Pablo Larraín

04 de julho – 5ª feira – 19h
Debate com Aragon Érico Dasso Jr., professor da Escola de Administração da UFRGS.
Depois de quinze anos de uma ditadura militar, o povo é chamado para votar, através de um plebiscito nacional, pela permanência ou não do General Augusto Pinochet no poder. René trabalha em uma equipe que cria filmes e materiais promocionais na esperança de fazer o povo votar no "não", para que Pinochet não continue no poder por mais oito anos. Enquanto isso, seu chefe está trabalhando na campanha do "sim". Concorreu ao Oscar 2013 na categoria melhor filme estrangeiro.
Infância clandestina (Argentina, Espanha, Brasil, 2011, 112min) dir. Benjamín Ávila
11 de julho – 5ª feira – 19h
Debate com Fernanda Melchionn, presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmera de Vereadores de Porto Alegre.
Argentina, 1979. Juan (Teo Gutiérrez Romero) leva uma vida clandestina da mesma forma que seu pai (César Troncoso), sua mãe (Natalia Oreiro) e seu tio Beto (Ernesto Alterio). Fora do berço familiar ele é conhecido por outro nome, Ernesto, e precisa manter as aparências pelo bem da família, que luta contra a ditadura militar que governa o país. Tudo corre bem, até ele se apaixonar por Maria, uma colega de escola. Sonhando com voos mais altos ao seu lado, ele passa por cima das rígidas regras familiares para poder ficar mais tempo com ela. Representante argentino no Oscar 2013, na categoria de melhor filme estrangeiro. Recebeu excelentes críticas nos festivais de Cannes, Havana, Toronto e San Sebastián, e venceu a premiação da Academia Argentina, conquistando dez troféus – incluindo o de melhor filme e direção. Ganhou o prêmio de melhor produção no Festival de Guadalajara.
Marighella (Brasil, 2012, 100 min) dir. Isa Grinspum Ferraz
18 de julho – 5ª feira – 19h
Debate com Laurence Wurding Gonçalves, professor de história contemporânea.
O filme procura humanizar essa personagem histórica ao representá-lo a partir da memória afetiva familiar. Isa, sobrinha de Carlos Marighella, sublinha a vida heroica de Marighella, que se tornou comunista nos anos 1930, num momento em que isso significava "doar a vida por uma causa". Marighella é comparado a Che Guevara e, segundo Antonio Cândido, ele identifica o revolucionário baiano como um "santo do socialismo, um santo ateu, um santo sem Deus”. Ganhador do Prêmio de melhor longa-metragem da Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul em 2012.
Eu me lembro (Brasil, 2012, 96min) dir. Luiz Fernando Lobo
25 de julho – 5ª feira – 19h
Debate com Jair Krischke, presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos.
Eu me lembro é um documentário, com direção de Luiz Fernando Lobo, que se engaja no propósito de reescrever a história dos anos de chumbo no Brasil a partir de depoimentos dos derrotados pelo golfe de 64/68. Dando voz aos perseguidos políticos pela ditadura golpista, o filme traz para o debate o tema do direito à memória, à verdade e à justiça. O documentário acompanhou cinco anos das Caravanas da Anistia. Foi exibido no Festival Internacional do Rio de Janeiro em 2012.
Fonte: Sala Redenção – Cinema Universitário, através de Tânia Cardoso de Cardoso.
Realização:


Nenhum comentário:
Postar um comentário